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	<title>Dividas &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Dívidas de famílias atingem maior nível desde novembro de 2022: 78,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 12:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
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					<description><![CDATA[O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do [&#8230;]]]></description>
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<p>O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1599101&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1599101&amp;o=node"></p>



<p>Com o resultado de maio, divulgado hoje (10) no Rio de Janeiro pela CNC, o percentual de famílias com dívidas no país atingiu o maior patamar desde novembro de 2022. A pesquisa considera endividados aqueles que possuem qualquer dívida, ainda que ela não esteja em atraso, como, por exemplo, compras no cartão de crédito ou financiamentos.</p>



<p>Para a CNC, o dado mostra que as famílias continuam aumentando sua demanda por crédito, aproveitando o menor custo com os juros. A meta da taxa básica de juros (Selic) vem caindo a cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), desde agosto do ano passado (quando recuou de 13,75% para 13,25%). Atualmente, está em 10,50%.</p>



<p>O percentual de famílias que se consideram muito endividadas chegou a 17,8% em maio último, acima dos 17,2% de abril.</p>



<p>Já as pessoas com dívidas ou contas em atraso são consideradas inadimplentes. O percentual de inadimplência entre as famílias brasileiras ficou em 28,6% em maio deste ano, o mesmo nível de abril, mas abaixo dos 29,1% de maio do ano passado.</p>



<p>Entre o total de famílias, aquelas que não terão condições de pagar suas dívidas, o percentual ficou em 12% em maio, abaixo dos 12,1% do mês anterior, mas acima dos 11,8% de maio de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dívidas</h2>



<p>Entre os fatores de endividamento das famílias destacam-se o cartão de crédito, (86,9% dos casos), os carnês (16,2%) e o crédito pessoal (9,8%). Um dos destaques positivos foi o cheque especial, que estava presente nas dívidas de apenas 3,9% das famílias, o menor percentual desde o início da pesquisa em 2010.</p>



<p>A previsão da CNC é que o percentual de endividados siga crescendo até dezembro, quando deverá atingir a parcela de 80,4%.</p>
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		<title>Governo lança programa de crédito e renegociação de dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 03:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira (22), mais 1,2 milhão de&#160;estudantes passam a ter direito ao Pé de Meia,&#160;programa&#160;de incentivo financeiro para o ensino médio. Para isso, o governo vai investir cerca de R$ 3 bilhões&#160;a mais, por ano.&#160;A novidade foi anunciada pelo presidente Lula, ao lançar outro&#160;programa, o Acredita. Uma das ações permite que microempreendedores individuais [&#8230;]]]></description>
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<p>A partir desta segunda-feira (22), mais 1,2 milhão de&nbsp;estudantes passam a ter direito ao Pé de Meia,&nbsp;programa&nbsp;de incentivo financeiro para o ensino médio. Para isso, o governo vai investir cerca de R$ 3 bilhões&nbsp;a mais, por ano.&nbsp;A novidade foi anunciada pelo presidente Lula, ao lançar outro&nbsp;programa, o Acredita. Uma das ações permite que microempreendedores individuais e pequenos e médios empresários negociem as dívidas e consigam crédito para melhorar os negócios. As ações estão em Medida Provisória, assinada pelo presidente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1591584&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1591584&amp;o=node"></p>



<p>O primeiro eixo do&nbsp;programa&nbsp;vai beneficiar os inscritos no Cadúnico, do governo federal: pessoas de baixa renda, principalmente mulheres passam a ter acesso a microcréditos para fortalecimento dos negócios. &nbsp;</p>



<p>O&nbsp;segundo eixo é inspirado no Desenrola e incentiva a negociação de dívidas de micro, pequenos e médio empresários. O presidente da Associação dos Microempreendedores Individuais e Microempresas, Rogério Galvão, avalia a iniciativa como positiva.</p>



<p>Também haverá uma linha de crédito com condições especiais, consideradas mais atrativas, para estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 360 mil.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;programa&nbsp;Acredita também vai conceder crédito para a compra de imóveis, especialmente para as famílias de classe média. O ministro da Fazenda, Fernado Haddad, mencionou o potencial de crescimento do mercado imobiliário brasileiro. &nbsp;</p>



<p>Além disso, haverá incentivos para investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis aqui no Brasil. Com isso, os investidores vão enfrentar menos riscos de mudanças no câmbio entre as moedas, com a chamada “proteção cambial”. &nbsp;</p>



<p>A Medida Provisória do&nbsp;Acredita vai&nbsp;ser&nbsp;publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (23). O documento&nbsp;tem até 120 dias para ser analisado no congresso. &nbsp;</p>
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		<title>Dívidas renegociadas no Desenrola somam R$ 36,5 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 09:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
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					<description><![CDATA[O Desenrola tem ajudado muita gente a voltar a ter o nome limpo e crédito na praça. Mais de 12 milhões de brasileiros já renegociaram com o programa, de acordo com o Ministério da Fazenda. No total, 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas. O que significa um total renegociado de R$ 35,6 [&#8230;]]]></description>
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<p>O Desenrola tem ajudado muita gente a voltar a ter o nome limpo e crédito na praça.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581967&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581967&amp;o=node"></p>



<p>Mais de 12 milhões de brasileiros já renegociaram com o programa, de acordo com o Ministério da Fazenda. No total, 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas. O que significa um total renegociado de R$ 35,6 bilhões.</p>



<p>Até 31 de março, os acordos continuam para quem é da Faixa 1, ou seja, quem tem renda de até dois salários mínimos ou que estejam inscritas no CadÚnico e que tenham dívidas de até R$ 20 mil.</p>



<p>Até 18 de fevereiro, foram R$ 9 bilhões em dívidas negociadas por 1,6 milhão de pessoas nessa faixa. E isso inclui acordos com pagamentos à vista ou novos parcelamentos. Os mais de 3,57 milhões de contratos envolvem serviços financeiros, dívidas&nbsp;com o comércio, as companhias de água, gás e telefonia, educação, empresas e demais setores.</p>



<p>São Paulo é o estado com mais negociações, seguido do Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>



<p>O Desenrola Brasil já pode ser acessado pelo Serasa. Os usuários logados também por meio do site da Serasa Limpa Nome são redirecionados para o <a href="http://desenrola.gov.br">desenrola.gov.br</a>.</p>



<p>Para participar do programa, a gente lembra, que é preciso se cadastrar na plataforma<a href="http://GOV.BR"> GOV.BR</a>. Quem é bronze no portal pode agora ter as dívidas parceladas.</p>
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		<title>Cresce o número de empresas inadimplentes no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 17:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 5,1 milhões em maio na maior quantidade registrada desde março de 2015, quando o levantamento da Serasa Experian começou a ser feito. Na comparação com maio de 2016, houve aumento de 15,9%. O montante alcançado pelas dívidas das empresas foi de R$ 119,2 bilhões, com cada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 5,1 milhões em maio na maior quantidade registrada desde março de 2015, quando o levantamento da Serasa Experian começou a ser feito.</p>
<p>Na comparação com maio de 2016, houve aumento de 15,9%. O montante alcançado pelas dívidas das empresas foi de R$ 119,2 bilhões, com cada uma tendo em média 11 dívidas, o que totaliza um valor médio de R$ 23 mil.</p>
<p>Segundo o levantamento, a maioria das empresas inadimplentes é do setor de serviços (46,7), que &#8211; comparado a maio do ano passado &#8211; teve aumento de 1,5 ponto percentual. No comércio, houve queda de 1,3 ponto percentual, fazendo com que o setor corresponda a 43,7% do total do índice. A indústria responde por 8,7% da inadimplência, queda de 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior.</p>
<p>Segundo economistas da empresa que fez a pesquisa, a retração nas vendas e no ritmo de produção devido à longa recessão pela qual passa a economia brasileira tem debilitado o fluxo de caixa das empresas.</p>
<p>Ao mesmo tempo as dificuldades de acesso ao crédito, que se mantém caro e escasso, prejudica a gestão financeira das empresas. “Tudo isto leva a inadimplência das empresas a patamares recordes, sendo absolutamente necessários que processos de renegociação ocorram entre credores e devedores para que tais dívidas possam ser equacionadas e regularizadas”, dizem economistas.</p>
<p>De acordo com os dados da Serasa, mais da metade das empresas em situação de inadimplência estão no Sudeste do país (53,6). O Nordeste tem 16,7% do total de empresas com dívidas atrasadas e o Sul tem 15,7% do total.</p>
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		<title>Empreendedores individuais podem parcelar dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 18:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Começou hoje (3) o prazo para os microempreendedores individuais (MEIs) pedirem o parcelamento de dívidas com a Receita Federal. Os débitos apurados na forma do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei) até a competência do mês de maio de 2016 poderão ser pagos em até 120 prestações. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou hoje (3) o prazo para os microempreendedores individuais (MEIs) pedirem o parcelamento de dívidas com a Receita Federal. Os débitos apurados na forma do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei) até a competência do mês de maio de 2016 poderão ser pagos em até 120 prestações.</p>
<p>O pedido de parcelamento deverá ser apresentado a partir de hoje até 2 de outubro de 2017, das 8h às 20h, horário de Brasília, exclusivamente por meio do <em>site</em> da <a href="http://idg.receita.fazenda.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal </a>, <a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">do portal e-CAC </a>ou do <a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">portal do Simples Nacional</a>. Para o parcelamento, não é necessária apresentação de garantia. O valor mínimo das parcelas é R$ 50.</p>
<p>É a primeira vez, desde a criação do MEI, em 2009, que o governo abre um programa de parcelamento de débitos.</p>
<p>De acordo com a instrução normativa que disciplina o parcelamento, não podem ser parcelados débitos, como os inscritos em Dívida Ativa da União, os relativos aos Impostos sobre Operações ferentes à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação e sobre Serviços de Qualquer Natureza inscritos em dívida ativa dos estados ou municípios, além de multas por descumprimento de obrigação acessória e débitos relativos à contribuição previdenciária descontada de empregado.</p>
<p>No parcelamento será possível reduzir o valor da multa. Haverá redução de 40% se o requerimento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado do lançamento ou de 20% se o pedido de parcelamento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado da decisão administrativa de primeira instância.</p>
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