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	<title>História &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Museu ao Ar Livre vai montar contação de história sobre o município de Orleans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 07:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Orleans]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel e o Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) vão realizar uma montagem de uma contação de história, apresentando os principais acontecimentos que deram origem ao município e ao Museu. A montagem é fruto do projeto aprovado no edital com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel e o Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) vão realizar uma montagem de uma contação de história, apresentando os principais acontecimentos que deram origem ao município e ao Museu. A montagem é fruto do projeto aprovado no edital com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da equipe se reuniu para organizar e fazer pesquisas referentes ao projeto na última semana. A previsão para execução é até o final deste ano. “O projeto surgiu da necessidade de contar a história do Museu e do município de Orleans de forma mais lúdica, com informações e elementos que, por vezes, são desconhecidos pela própria população, percorrendo os principais fatos históricos até a fundação do Museu ao Ar Livre”, destaca a coordenadora do projeto e diretora do Museu, Valdirene Böger Dorigon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é realizar uma contação utilizando, como elemento cênico, um avental de histórias com os principais personagens da história. A narrativa deve iniciar com os indígenas Xokleng, passando pelo dote de casamento da Princesa Isabel, a Colônia Grão-Pará, a criação do município e finalizando com o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como contrapartida do projeto, serão feitas cinco apresentações da montagem em escolas públicas de comunidades rurais, grupos de idosos e no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Orleans. Além da contação de história, serão entregues cartilhas informativas sobre a história de Orleans, gratuitamente ao público que assistir às apresentações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Histórias de Orleans” foi aprovado pela Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), mantenedora do Museu ao Ar Livre e do Unibave, pelo Edital de Chamamento Público n° 01/2024 de Orleans, do Termo de Execução Cultural com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Lei nº 14.399/2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Curso de História da Unesc: 30 Anos de excelência na formação de professores e pesquisadores </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Unesc]]></category>
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					<description><![CDATA[O curso de História da Unesc, com quase três décadas de existência, destaca-se como referência na região, ao proporcionar formação sólida para professores e pesquisadores. Com um corpo docente qualificado e experiências enriquecedoras em Pesquisa, Ensino e Extensão, a Instituição oferece um ambiente presencial que potencializa o aprendizado por meio de atividades práticas nos laboratórios. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O curso de História da Unesc, com quase três décadas de existência, destaca-se como referência na região, ao proporcionar formação sólida para professores e pesquisadores. Com um corpo docente qualificado e experiências enriquecedoras em Pesquisa, Ensino e Extensão, a Instituição oferece um ambiente presencial que potencializa o aprendizado por meio de atividades práticas nos laboratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reitora Luciane Bisognin Ceretta, o curso de História destaca-se como uma fonte de excelência na formação e oferece uma combinação única de teoria e prática por meio de laboratórios e abordagem integrada.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2024/03/atividades-historia-1-400x266.jpg" alt="" class="wp-image-128059"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Os egressos não apenas ingressam no mundo do trabalho com uma base sólida, mas também encontram diversas possibilidades de atuação em diferentes áreas, contribuindo para a preservação e disseminação do conhecimento histórico da região”, enfatiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes diferenciais propostos pelo curso é o Centro de Memória e Documentação da Unesc (Cedoc), que abriga três laboratórios essenciais para a formação dos acadêmicos, o laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz (Lapis), localizado no Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Universidade. Esses laboratórios de educação para o patrimônio, história oral, imagem e som, além de restauração e conservação documental, proporcionam uma experiência prática e rica para a formação em história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este espaço não oferece apenas atividades para os acadêmicos, mas também serve como espaço relevante para estudantes da educação básica na região, ampliando assim o alcance do conhecimento histórico”, comenta a coordenadora Michele Gonçalves Cardoso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Formação&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O curso de História, assim como as demais licenciaturas da Instituição, segundo Michele, tem como base a formação de professores. “A abordagem integrada dessas licenciaturas fornece experiências diferenciadas e confirma que a prática em sala de aula não se limita apenas ao Ensino, mas também se configura como um momento constante de pesquisa, formação e atualização”, observa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mundo do Trabalho</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2024/03/atividades-historia-3-300x400.jpg" alt="" class="wp-image-128091"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Os diferenciais e experiências oferecidas ao longo da formação do curso de História da Instituição têm reflexos significativos no ingresso ao mundo do trabalho, conforme a coordenadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os graduados têm a oportunidade de atuar como professores na educação básica, seguindo uma abordagem que integra pesquisa e prática de sala de aula. Além disso, o curso abre portas para carreiras na pesquisa, com um número notável de egressos já atuando como mestres e doutores”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com ela, a formação também permite a atuação em espaços não formais de educação, como museus, centros de memória e arquivos, proporcionando uma gama diversificada de oportunidades profissionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Oportunidade de garantir a vaga na sonhada graduação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma Instituição completa para oferecer a excelência em todos os âmbitos de atuação, a Unesc está preparada para receber os novos acadêmicos. As matrículas para os cursos de graduação da Universidade estão abertas aos interessados em ingressar já neste mês de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para iniciar o sonho de cursar uma graduação na Unesc não é necessário realizar vestibular, com exceção do ingresso no curso de Medicina. Basta ter histórico escolar em mãos, documentos de identidade e o desejo de dar o primeiro passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para posteriormente concorrer a bolsas de estudo, entre elas do programa estadual Universidade Gratuita, é necessário que o estudante já esteja matriculado, ou seja, é importante que garanta a vaga no curso desejado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na página<a href="https://www.unesc.net/graduacao">&nbsp;unesc.net/gradua</a>cao&nbsp;é possível acessar todas as opções em graduação presencial e os diferenciais de cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações sobre ingresso podem ser obtidas pelo contato (48) 9 9915-0433.</p>
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		<title>O vereador que votou pela criação da Fucrie se tornou professor na Instituição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 04:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[55 anos]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Unesc]]></category>
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					<description><![CDATA[Profundo conhecedor da história de Criciúma, Archimedes Naspolini tem participação na Fucri em dois momentos. O primeiro deles, como um dos vereadores da cidade que aprovaram o projeto que criava a Instituição de Ensino Superior. A segunda, como professor na própria Fundação Educacional de Criciúma. Mas vamos por partes e voltar, primeiramente, à 1968 e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Profundo conhecedor da história de Criciúma, Archimedes Naspolini tem participação na Fucri em dois momentos. O primeiro deles, como um dos vereadores da cidade que aprovaram o projeto que criava a Instituição de Ensino Superior. A segunda, como professor na própria Fundação Educacional de Criciúma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vamos por partes e voltar, primeiramente, à 1968 e ao debate em torno da luta pela criação da Fucri. Na época, Archimedes era um jovem vereador com apenas 23 anos de idade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu nem imaginava a importância que aquele voto teria no futuro. Eu era um rapaz de 23 anos que não pensava em ser vereador e nem tinha experiência, mas eu estava lá e participei dessa história na sua fundação”, comenta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Movimento em todo o estado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Naspolini recorda o contexto histórico daquele momento e os motivos que deixaram os debates em torno da criação de uma Instituição de Ensino Superior ainda mais intensos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo-400x245.png" alt="" width="400" height="245" srcset="https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo-400x245.png 400w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo-1024x628.png 1024w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo-768x471.png 768w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo.png 1090w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-100238">Archimedes Naspolini e Rodeval Alves revisitam as memórias de 1968</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na década de 1960 o maior município do estado era Florianópolis; o segundo Blumenau; o terceiro Joinville; Itajaí era o quarto e Criciúma ocupava a quinta posição e, de repente, houve a necessidade de discutir a criação de escolas de nível superior. Foi quando surgiu a Faculdade de Direito de Criciúma, cuja lei não foi revogada até hoje. Ela seria mantida pelo Município de Criciúma, que tinha como prefeito, Arlindo Junkes e Aldair Lima ocupava a função de secretário-geral”, cita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além disso, Santa Catarina recebeu a notícia da criação da Furb, em Blumenau, considerada naquele período a maior cidade do interior, e isso deixou as demais cidades maiores com o desejo de também constituir as suas unidades de Ensino Superior. Aqui em Criciúma, o vereador João Sônego, que era meu colega no Legislativo, apresentou uma indicação para que o prefeito Ruy Hülse criasse a Fundação Universitária”, acrescenta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A hora do voto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Archimedes relata que o prefeito atendeu a solicitação de Sônego e enviou o projeto de lei para apreciação dos vereadores. “Evidentemente que ele foi discutido, mas nós queríamos rapidez na instalação de um polo universitário. Dos 11 vereadores, eleitores daquela matéria, restam vivos o João Aderbal da Silva e eu. É claro que tínhamos alguns receios, principalmente com relação à mão-de-obra para atuar na Fucri, pois a Faculdade de Direito não entrou em funcionamento porque não haviam professores habilitados”, fala.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo2-400x230.png" alt="" width="400" height="230" srcset="https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo2-400x230.png 400w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo2-1024x589.png 1024w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo2-768x442.png 768w, https://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/09/sem-titulo2.png 1060w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-100239">Archimedes recorda período em que lecionou na Fucri</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após aprovação no Legislativo, o prefeito Ruy Hülse sancionou a Lei nº 697/68, que instituiu a Fundação Universitária de Criciúma (Fucri), que passaria a se chamar Fundação Educacional de Criciúma pouco tempo depois. O ato ocorreu durante o primeiro Seminário de Estudos Pró-Implantação do Ensino Universitário no Sul Catarinense, realizado nos dias 22 e 23 de junho de 1968.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, a história de Archimedes Naspolini e da Fucri se cruzaram mais uma vez quando ele foi convidado para ser professor na Escola Superior de Ciências Contábeis e Administrativas (Escca), onde lecionou a disciplina de Introdução à Economia e Mercado, além de Marketing.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação da Unesc na região é muito marcante e é de uma responsabilidade transcendental porque ela sabe da importância que tem”, pontua.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira mais um depoimento da série “Unesc: 55 Anos de Histórias”:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Livro que resgata história do Carvão será lançado sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 16:48:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carvão]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Da tese de doutorado às páginas do livro  ‘Cristianismo e Direitos Sociais no Reino do Carvão: a Solidariedade fiel de Richard Charles Smith’, o escritor André Bousfield não mediu esforços para tentar colher todos os detalhes da história de Smith, que presenciou a forma de trabalho com o carvão do West Virginia, nos Estados Unidos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Da tese de doutorado às páginas do livro  ‘Cristianismo e Direitos Sociais no Reino do Carvão: a Solidariedade fiel de Richard Charles Smith’, o escritor André Bousfield não mediu esforços para tentar colher todos os detalhes da história de Smith, que presenciou a forma de trabalho com o carvão do West Virginia, nos Estados Unidos, e em Criciúma. Todo o dinheiro arrecadado pela venda do livro será doado para a Sanfillipo Brasil &#8211; instituição que trata de uma doença degenerativa e sem cura. O lançamento ocorre neste sábado, a partir das 10h, no Café Cultura, do Nações Shopping.</p>
<p>“Confesso que estou com uma expectativa muito boa, até pela forma que as pessoas me procuram pela curiosidade neste livro. Tenho certeza e reforço o convite para todos participarem deste lançamento, no sábado”, avisa. Mesmo com a publicação de mais de 300 páginas, ele ainda garante que se tem muito o que explorar sobre Smith.</p>
<p>Apesar de ser a primeira publicação de um livro na vida, já começa a imaginar a publicação de uma segunda obra. “Por enquanto ainda não, mas é de se imaginar, porque tem muita história que se pode explorar”.</p>
<p>Para abrilhantar o lançamento, a Camerata Criciúma, que é composta por jovens de 14 a 19 anos, também estará presente. “O local é muito bom, agradeço a presença da camerata e a todos que deram esta grande ajuda para chegar até aqui”, frisa o doutor. “Quero reforçar o seguinte: ao comprar o livro não será apenas o fato de conhecer a história deste personagem, estará, também, fazendo uma doação para uma instituição que precisa da nossa ajuda que é a Sanfillipo Brasil”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FCC lança livro que resgata história dos cemitérios catarinenses</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 11:58:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Patrimônio Cultural Funerário Catarinense é tema do primeiro volume da coleção Horizontes do Patrimônio Cultural, que a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) lança por meio da sua editora, a FCC Edições. Trata-se de um guia, fruto de um levantamento pioneiro no país sobre bens funerários materiais e imateriais, no caso os cemitérios, manifestações e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Patrimônio Cultural Funerário Catarinense é tema do primeiro volume da coleção Horizontes do Patrimônio Cultural, que a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) lança por meio da sua editora, a FCC Edições. Trata-se de um guia, fruto de um levantamento pioneiro no país sobre bens funerários materiais e imateriais, no caso os cemitérios, manifestações e ritos considerados imprescindíveis à história das cidades. A publicação foi lançada ontem durante o 8° Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais, no campus da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Florianópolis.</p>
<p>Com tiragem inicial de 1 mil exemplares impressos, o guia também estará disponível para download na página da FCC (basta clicar na imagem no fim desta matéria). A pesquisa e o conteúdo levam a assinatura da doutora em História pela UFSC e vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (Abec), Elisiana Trilha Castro, também autora de diversas outras obras sobre o tema. Ali estão listados mais de 30 cemitérios em sete regiões de Santa Catarina e que retratam uma faceta da diversidade cultural do Estado.</p>
<p>“O objetivo do guia é estimular a preservação dos bens funerários e seu conhecimento mais amplo, porque os cemitérios são lugares de memória e, sendo assim, são fontes de informação para o estudo da história e cultura do nosso povo”, destaca o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz. Na sequência do Guia do Patrimônio Cultural Funerário Catarinense, a coleção prevê o lançamento de outras duas publicações: uma sobre o patrimônio gastronômico e outra sobre o patrimônio industrial.</p>
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