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	<title>Hospitais &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Greve dos hospitais pode ser deflagrada nas próximas horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 14:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores em Saúde podem paralisar a qualquer momento. Informação do presidente do Sindisaúde. Segundo João Martins Estevam. &#8220;Ainda não há previsão, estamos tentando abrir um canal de negociação com os hospitais, mas se eles seguirem intransigentes nós vamos parar ainda essa semana. O que nos ofereceram foi um insulto. 1,83% dá em média 25 reais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhadores em Saúde podem paralisar a qualquer momento. Informação do presidente do Sindisaúde. Segundo João Martins Estevam. &#8220;Ainda não há previsão, estamos tentando abrir um canal de negociação com os hospitais, mas se eles seguirem intransigentes nós vamos parar ainda essa semana. O que nos ofereceram foi um insulto. 1,83% dá em média 25 reais a mais no salário&#8221;. A categoria já havia ameaçado a paralisação, mas uma ação na justiça inviabilizou o movimento.</p>
<p>Advogado Tito Lívio De Assis Góes, que representa os hospitais da região, garante que em momento algum houve a interrupção das negociações entre hospitais e trabalhadores de Saúde. &#8220;Seguimos aguardando a manifestação da entidade labora para que possamos retomar as conversas&#8221;.</p>
<p>Há, no entanto, pontos que os hospitais não devem abrir mão. &#8220;Eles afirmam que estamos retirando direitos e não é verdade. Eles estão debatendo a reforma, lembraram disso na mesa de negociação. A lei está ai, tem que ser cumprida. Há um peso político e ideológico neste debate&#8221;</p>
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		<title>Sindicato cancela greve dos hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 10:32:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores em Saúde decidiram que não tem greve. Pelo menos, no momento. Decisão foi tomada depois que a justiça garantiu aos hospitais um mandado de segurança. &#8220;Essa decisão obriga que os trabalhadores montem piquete um quilômetro longe do hospital. Eleva o número mínimo de trabalhadores de 60%, quando poderia ser 30% e ainda determina multa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhadores em Saúde decidiram que não tem greve. Pelo menos, no momento. Decisão foi tomada depois que a justiça garantiu aos hospi<span class="text_exposed_show">tais um mandado de segurança. </span></p>
<p><span class="text_exposed_show">&#8220;Essa decisão obriga que os trabalhadores montem piquete um quilômetro longe do hospital. Eleva o número mínimo de trabalhadores de 60%, quando poderia ser 30% e ainda determina multa de 40 mil dia se descumprirmos. Então, recuamos e vamos pedir que o Ministério Público participe da negociação conosco&#8221;, explica João Martins Estevam, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Saúde da Região.</span></p>
<p>Advogado Tito Lívio Góes, que representa os hospitais na negociação com os trabalhadores, explica o objetivo do inte<span class="text_exposed_show">rdito proibitório conquistada pelos hospitais e que forçou o cancelamento da greve. &#8220;Objetivo é garantir que a população não seja prejudicada e que os trabalhadores que querem seguir atuando não sejam impedidos de entrar nos hospitais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Góes também reafirmou que entende que a greve é um movimento político e ideológico. &#8220;Tanto que, em todos os momentos, na mesa de negociação, eles falavam da reforma trabalhista e do Governo Golpista. Não estamos tirando nenhum direito, mas vamos levar em consideração as novas regras&#8221;</span></p>
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		<title>Justiça determina piquetes a um quilômetro de hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2017 20:06:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Sul de Santa Catarina &#8211; Sinessul informa, que devido a declaração de greve mencionada por meio dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de saúde de Criciuma e região &#8211; Sindsaúde, que manifestou a intenção de greve prevista para iniciar amanhã (27/11/2017);  ingressou com INTERDITO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Sul de Santa Catarina &#8211; Sinessul informa, que devido a declaração de greve mencionada por meio dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de saúde de Criciuma e região &#8211; Sindsaúde, que manifestou a intenção de greve prevista para iniciar amanhã (27/11/2017);  ingressou com INTERDITO PROIBITÓRIO, garantir o direito de todos os colaboradores de irem e virem aos seus respectivos locais de trabalho.</p>
<p><span>Os representantes do SINESSUL entendem e querem cumprir o que diz a constituição, quando se refere que &#8221; havendo o risco efetivo de dano, já</span> que os serviços de assistência hospitalar são considerados essenciais e o movimento paredista não pode gerar qualquer prejuízo e especialmente colocar em risco de morte às pessoas que necessitam buscar atendimento hospitalar.</p>
<p>A medida judicial prevê  ainda, que em caso do descumprimento da decisão, será aplicado ao SINDISAUDE uma multa diária de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), sem prejuízo a outras medidas  a serem determinadas pelo Juiz do Trabalho para garantia do cumprimento da obrigação de fazer (art. 497, CPC).</p>
<p>A medida determina também que o sindicato (manifestantes) mantenham a distância de 1000 (mil) metros do movimento paredista (grevistas e simpatizantes), das dependências dos hospitais.</p>
<p><span>O interdito determina também  &#8220;a manutenção de no mínimo 60% do contingente de trabalhadores em cada setor, INCLUSIVE ADMINISTRATIVO (considerando o número de pacientes que buscam as referidas entidades) &#8211; e 100% do contingente de trabalhadores nos setores de UTI, Pronto Socorro, Centro Cirúrgico, Centro Obstétrico (sala de Parto), Clínica Cirúrgica e Clínica Pediátrica; </span><span> determinar que o sindicato mantenha a distância de 1000 (mil) metros do movimento paredista (grevistas e simpatizantes) das dependências do Hospital&#8221;.</span></p>
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		<title>Hospitais dizem que greve dos trabalhadores é política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 19:03:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ameaça de greve a partir de segunda-feira nos hospitais da região provocou nesta tarde uma coletiva dos representantes de São José, São João Batista e Unimed com a imprensa. De acordo com o advogado Tito Lívio Góes, que se manifestou em nome das instituições, o movimento deflagrado é político. “Político e ideológico. Eles não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ameaça de greve a partir de segunda-feira nos hospitais da região provocou nesta tarde uma coletiva dos representantes de São José, São João Batista e Unimed com a imprensa. De acordo com o advogado Tito Lívio Góes, que se manifestou em nome das instituições, o movimento deflagrado é político. “Político e ideológico. Eles não aceitam que novas regras trabalhistas sejam validadas, não aceitam e estão forçando o movimento. Eles escolheram para votar a proposta de greve em unidades específicas. Nossos profissionais querem atuar”, reclama.</p>
<p>Góes também afirmou que havia sido negociado um prazo para apresentação de uma nova proposta na próxima terça-feira, mas que o prazo não foi respeitado. “Eles foram para as mídias sociais convocar para a greve. Romperam o acordo. No entanto, estamos nos preparando via meios legais para garantir que o atendimento não seja prejudicado”.</p>
<p>Presidente do Sindicato dos trabalhadores em Saúde, afirma que a negociação não evoluiu e que os hospitais ainda estão distribuindo panfleto dizendo que agora, com a nova regra, não há mais necessidade de participação do sindicato. “Uma afronta. Mais de 60% decidiram pela greve. Com essa proposta não temos outra alternativa. Na segunda-feira já vamos estar com efetivo reduzido cobrando respeito aos trabalhadores”, explica João Estevam.</p>
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		<title>&#8220;Falhas hospitalares&#8221; são a segunda maior causa de morte no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 15:30:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Falhas banais como erros de dosagem ou de medicamento, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar mataram 302.610 pessoas nos hospitais públicos e privados brasileiros em 2016. Foram, em média, 829 mortes por dia, uma a cada minuto e meio. Dentro das instituições de saúde, as chamadas mortes por “eventos adversos” ficam atrás daquelas provocadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falhas banais como erros de dosagem ou de medicamento, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar mataram 302.610 pessoas nos hospitais públicos e privados brasileiros em 2016. Foram, em média, 829 mortes por dia, uma a cada minuto e meio. Dentro das instituições de saúde, as chamadas mortes por “eventos adversos” ficam atrás daquelas provocadas por problemas no coração.</p>
<p>A conclusão faz parte do Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), produzido pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>O número diário supera as 129 pessoas que morrem em decorrência de acidentes de trânsito no país, 164 mortes provocadas pela violência e cerca de 500 registros de mortos por câncer, e fica atrás das 950 vítimas de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Além das mortes, os eventos adversos impactam cerca de 1,4 milhão de pacientes todo ano com sequelas que comprometem as atividades rotineiras e provocam sofrimento psíquico. Esse efeitos também elevam os custos da atividade assistencial. O Anuário estima que os eventos adversos resultaram em gastos adicionais de R$ 10,9 bilhões em 2016.</p>
<p>O problema está no radar da Organização Mundial de Saúde. Estudos mostram que anualmente morrem 42,7 milhões de pessoas em razão de eventos adversos no mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a situação não é muito diferente da brasileira. Com população aproximada de 325 milhões de pessoas, o país registra 400 mil mortes por eventos adversos ao ano, 1.096 por dia, ou 16% menos que nos hospitais brasileiros. A diferença para o Brasil diz respeito as mortes hospitalares  que são a terceira do <em>ranking</em> americano, atrás de doentes cardíacos e de câncer.</p>
<p>&#8220;Não existe sistema de saúde que seja infalível. Mesmo os mais avançados também sofrem com eventos adversos. A diferença é que, no caso brasileiro, apesar dos esforços, há pouca transparência sobre essas informações e, sem termos clareza sobre o tamanho do problema, fica muito difícil começar a enfrentá-lo&#8221;, afirma Renato Couto, professor da UFMG, um dos responsáveis pelo Anuário.</p>
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