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	<title>Programa de Aprendizagem &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Seminários debatem sobre trabalho infantil e programas de aprendizagem na capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação faz parte da série de eventos que marcam o lançamento do Sinais Vitais - Adolescentes e Jovens no Mundo do Trabalho. O objetivo é aprofundar as discussões contextualizando com o momento atual, de crise econômica e social agravada pela pandemia]]></description>
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<p>Ação faz parte da série de eventos que marcam o lançamento do <a href="https://comunicacao.icomfloripa.org.br/sinais-vitais-2018-2019-florianopolis-adolescente-e-jovens-no-mundo-do-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sinais Vitais &#8211; Adolescentes e Jovens no Mundo do Trabalho</a>. O objetivo é aprofundar as discussões contextualizando com o momento atual, de crise econômica e social agravada pela pandemia</p>



<p>Existe trabalho infantil em Florianópolis? Como ele impacta na vida de crianças e adolescentes? De que maneira esse cenário se agravou no contexto da pandemia? Essas foram algumas das questões discutidas no seminário Trabalho Infantil &#8211; Quando os direitos já foram violados, realizado na última terça-feira, dia 19, pelo Instituto Comunitário Grande Florianópolis (ICOM). A ação faz parte de uma série de eventos realizados no mês de outubro para marcar o lançamento do diagnóstico social participativo Sinais Vitais &#8211; Adolescentes e Jovens no Mundo do Trabalho.</p>



<p>O seminário foi conduzido por André Viana Custódio, consultor em políticas públicas para infância. Conforme revela o Sinais Vitais, no último Censo do IBGE, 4.515 crianças e adolescentes foram identificadas trabalhando em Florianópolis. No entanto, esses dados são passíveis de subnotificação. “A invisibilidade é um dos problemas&#8221;, aponta Custódio, que explica que predominam o trabalho infantil nas ruas e o trabalho doméstico.</p>



<p>Essa invisibilidade também foi debatida, como um desafio que dificulta o planejamento de políticas públicas. &#8220;É por isso que muitas vezes trabalhamos com indícios e percepções. Porém é preciso olhar para os adolescentes e jovens a partir de um retrato da cidade, levando em consideração a sua capacidade de resiliência e suas grandes potencialidades. Uma cidade com quase 500 mil habitantes, em sua maioria mulheres, tendo uma parcela bastante representativa de jovens, totalizando 25% da população nessa faixa etária. É necessário pensar na proteção dos direitos dessa população&#8221;, avalia Custódio.</p>



<p><strong>Conceito de trabalho infantil</strong></p>



<p>Todo trabalho realizado abaixo de 16 anos e fora de programas de aprendizagem é considerado trabalho infantil, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. A partir de 16 anos a legislação considera como trabalhador comum, porém atividades consideradas perigosas, insalubres e penosas são proibidas abaixo dos 18 anos.</p>



<p>Para André Viana Custódio, há três causas principais para o trabalho infantil. A principal delas é a econômica; a segunda é a cultural, devido à crença equivocada de que aqueles que trabalham desde cedo garantem o futuro; e a terceira é a fragilidade de políticas públicas e a falta de iniciativas como universalização da educação e atividades no contraturno escolar.</p>



<p><strong>Como identificar o trabalho infantil?</strong></p>



<p>Segundo Custódio, &#8220;o trabalho doméstico de criança e adolescente em casa de terceiro é caracterizado como trabalho infantil. É o caso da menina que cuida de crianças, ou idosos, quando caracteriza cuidado permanente&#8221;.</p>



<p>Mas é possível a exploração do trabalho doméstico pela própria família. Isso ocorre quando a tarefa é incompatível, atrapalha no desenvolvimento e quando a criança ou o adolescente assume a responsabilidade dos adultos. &#8220;O trabalho infantil doméstico revela as desigualdades de gênero e raça. As meninas e a população negra são mais suscetíveis à exploração. O trabalho doméstico parece ser leve, porém é insalubre, perigoso, penoso, afeta o desenvolvimento, dificulta os processos de aprendizagem e interrompe a socialização. A tolerância é resultado da nossa cultura da escravidão&#8221;, pontua. Ele também avalia que essa é uma situação que foi agravada pela pandemia.</p>



<p>Segundo o especialista, existe uma história patriarcal que torna invisível o trabalho doméstico, e a educação para promover a igualdade de gênero é fundamental para evitar o adoecimento mental da mulher por sobrecarga. &#8220;Devemos ter um olhar apurado para entender com a responsabilidade que essa criança ou adolescente está assumindo, e priorizar o direito à educação. A criança e o adolescente devem estar livres para frequentar a escola. Esse deve ser o olhar&#8221;.</p>



<p>Diferente do doméstico, o trabalho infantil mais visível é aquele realizado nas ruas, que muitas vezes não é visto como um problema. &#8220;Somos herdeiros de uma grande exploração de mão de obra infantil. Por conta das políticas públicas, melhoraram as condições, mas ainda não foi erradicado. É papel da nossa geração erradicar o trabalho infantil&#8221;.</p>



<p><strong>Dificuldades na erradicação</strong></p>



<p>Durante o seminário, foram discutidas as dificuldades que Florianópolis enfrenta para erradicar o trabalho infantil. Na visão de Daiane Corrêa, conselheira tutelar, há falhas no fluxo de atendimento e na conscientização. &#8220;A criança que está e situação de trabalho infantil está complementando a renda. Qual será a transferência de renda para que a criança não retorne? E a conscientização da família, que acha que o trabalho é bom, que dignifica?&#8221;, questionou Daiane.</p>



<p>Segundo Custódio, o fluxo do atendimento não pode se romper. &#8220;Os fluxos precisam ser pensados em parceria com a rede de proteção, por meio do encaminhamento à proteção, seguida de notificação do Conselho Tutelar&#8221;. Além disso, é preciso ter um acompanhamento da frequência escolar, avaliação da condição de saúde e atendimento na assistência social, além de vínculos e contraturno escolar. &#8220;Ofertar melhores alternativas para o adolescente e a família é o que pode mudar essa realidade&#8221;, alerta Custódio.</p>



<p><strong>Próximo seminário irá debater o programa Jovem Aprendiz</strong></p>



<p>O próximo encontro será no dia 26, às 14h, e o assunto é o programa Jovem Aprendiz, que foi criado para garantir aos adolescentes e jovens o direito ao crescimento saudável, de estudar e de se preparar para o mercado de trabalho, no tempo adequado, além de garantir o direito ao lazer e à convivência familiar, como forma de assegurar o seu desenvolvimento físico e mental do adolescente. O evento será conduzido pela equipe do ICOM e as <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfh1rzG9eoIya2jQpTV9E0IaNELvzuwNepxlzsuA6bt3Ata4g/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscrições podem ser feitas aqui</a>.</p>



<p>O Sinais Vitais identificou que o potencial de contratação de jovens aprendizes em Florianópolis é de 15 mil. Em 2018, 2.265 estavam com contrato ativo. Naquele mesmo ano, 7 mil pessoas aguardavam por uma vaga de emprego como jovem aprendiz na cidade. &#8220;Com isso, concluímos que há muito espaço para que estes jovens atuem, tendo seus direitos respeitados e salários dignos&#8221;, alerta Larissa Boing, Gestora de Programas do ICOM.</p>
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