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	<title>Santa Catarina &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Santa Catarina recebe mais de 16 mil tubetes de insulina glargina para aplicação pelo SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde está realizando a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A pasta já encaminhou, até esta [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde está realizando a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina no <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus">Sistema Único de Saúde (SUS)</a>. O público-alvo são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A pasta já encaminhou, até esta terça-feira (21), cerca de 383 mil tubetes de insulina glargina para todo o Brasil. Santa Catarina recebeu um total de 16.452 tubetes do medicamento, além de 4.495 canetas reutilizáveis para aplicação.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que, na maioria dos casos, permite apenas uma aplicação diária, enquanto outros esquemas terapêuticos podem exigir até três aplicações no mesmo período. O acesso será feito após avaliação clínica e prescrição médica, sendo o medicamento ofertado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento com esse fármaco contribui para um controle mais estável da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e favorece a adesão e a continuidade do tratamento, proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Distribuição do medicamento aos estados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o final do mês. A iniciativa de transição é decorrente de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional do medicamento e estoques mais seguros para o SUS.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como acessar o medicamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao medicamento, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. Pais, responsáveis ou cuidadores do público elegível também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina na unidade de saúde. O paciente e sua família serão acolhidos por uma equipe multiprofissional, que avaliará o quadro clínico e a possibilidade de transição do tratamento.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, receberão orientações sobre o uso correto da insulina, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado do medicamento. Junto ao medicamento, será entregue uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração correta. A transição para o novo tratamento está sendo realizada de forma gradual na atenção primária à saúde em todo o país, garantindo a segurança assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Santa Catarina aumenta em 289% o número de cirurgias eletivas e segue como destaque nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Avanços]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Os investimentos do Governo do Estado e a priorização da redução do tempo de espera para cirurgias eletivas colocaram Santa Catarina novamente em evidência no cenário nacional. Dados do Ministério da Saúde mostram um crescimento expressivo de 289% no número de procedimentos realizados em 2024. De janeiro a novembro, foram realizadas 268.061 cirurgias, contra 68.912 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos do Governo do Estado e a priorização da redução do tempo de espera para cirurgias eletivas colocaram Santa Catarina novamente em evidência no cenário nacional. Dados do Ministério da Saúde mostram um crescimento expressivo de <strong>289%</strong> no número de procedimentos realizados em 2024. De janeiro a novembro, foram realizadas <strong>268.061 cirurgias</strong>, contra <strong>68.912</strong> no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento significativo representa a solução para milhares de catarinenses que aguardavam há anos por um procedimento eletivo e, finalmente, estão recebendo atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Compromisso com a redução das filas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">“A saúde da nossa gente é prioridade. Implantamos esse programa para resolver a fila reprimida, com pessoas esperando há mais de 10 anos por uma cirurgia. Isso não vai mais acontecer. Estamos passando a saúde a limpo, melhorando as estruturas dos hospitais próprios e destinando recursos para o atendimento na ponta”, afirmou o governador <strong>Jorginho Mello</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa estadual <strong>&#8220;Fila Zero&#8221;</strong> recebeu um investimento de mais de <strong>R$ 585 milhões</strong> do Governo do Estado em 2023, beneficiando hospitais municipais e filantrópicos. Desse montante, <strong>R$ 41 milhões</strong> foram repassados pelo Ministério da Saúde dentro do <strong>Programa Nacional de Redução de Filas (PNRF)</strong>, representando cerca de 7% do valor total aplicado pelo Estado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tabela Catarinense e valorização dos hospitais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os avanços na realização das cirurgias são resultado do <strong>Programa de Valorização dos Hospitais</strong> e da criação da <strong>Tabela Catarinense</strong>, lançada em dezembro de 2023. A nova tabela garante pagamentos <strong>até 12 vezes superiores</strong> ao valor disponibilizado pelo SUS para diversos procedimentos, incentivando a ampliação dos atendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Governo do Estado repassou <strong>R$ 680 milhões</strong> aos hospitais por meio do Programa de Valorização, garantindo suporte financeiro para manter a qualidade e agilidade nos atendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A execução das cirurgias é feita pelos hospitais, com seus profissionais e trabalhadores da saúde, e precisamos reconhecer o empenho de todos. Seguindo a determinação do governador Jorginho Mello, nosso objetivo é garantir que todos os pacientes sejam atendidos em um tempo digno e o mais próximo possível de suas casas”, destacou o secretário de Estado da Saúde, <strong>Diogo Demarchi</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esses investimentos e estratégias, Santa Catarina reforça seu compromisso com a saúde pública e avança no atendimento da população, reduzindo filas históricas e garantindo qualidade nos serviços hospitalares.</p>
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		<title>Projeção indica verão com temperaturas elevadas e chuvas dentro da média em SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 07:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão da Epagri/Ciram para os meses de novembro, dezembro e janeiro em Santa Catarina é de&#160;temperatura acima da média climatológica em SC. Os dias mais quentes serão nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste. De acordo com a meteorologista da Epagri/Ciram Marilene de Lima, ainda podem ocorrer episódios isolados de frio, com temperatura [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A previsão da Epagri/Ciram para os meses de novembro, dezembro e janeiro em Santa Catarina é de&nbsp;temperatura acima da média climatológica em SC. Os dias mais quentes serão nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a meteorologista da Epagri/Ciram Marilene de Lima, ainda podem ocorrer episódios isolados de frio, com temperatura próxima e abaixo de 0°C e formação de geada nas áreas altas do Planalto Sul. Em dezembro e janeiro serão mais frequentes períodos quentes, com dias consecutivos de temperatura máxima acima de 30°C.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Chuva</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a meteorologista da Epagri/Ciram Gilsânia Cruz, a previsão para o trimestre é de&nbsp;chuva próxima da média climatológicaem SC. “A chuva deve ser irregular, associada à convecção ou aquecimento da tarde, e em algumas localidades os totais podem superar a média. No período devem ocorrer eventos de chuva forte, com totais elevados em curto intervalo de tempo, temporais com forte atividade elétrica, granizo e ventania”, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;novembro a média mensal de chuva diminui em relação ao mês anterior, com valores de 130 a 180 mm. Em&nbsp;dezembro, as chuvas que se concentram especialmente no período da tarde e noite, em forma de pancadas passageiras típicas de verão. Os acumulados variam de 150 a 190 mm na Grande Florianópolis e do Extremo Oeste ao Litoral Norte, e nas demais regiões os volumes variam entre 130 a 150 mm. A média mensal em janeiro varia de 140 a 200 mm no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o trimestre, os episódios de precipitação ocorrem normalmente associados à passagem de frentes frias pelo litoral, influência de sistemas de baixa pressão e dos Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM) que provocam chuvas mais intensas em SC, sobretudo no Extremo Oeste, Oeste e Meio Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, dezembro e janeiro diminui a atuação dos ciclones extratropicais no litoral Sul do Brasil. Nevoeirosassociados à nebulosidade baixa, com redução de visibilidade, também são esperados para as noites, madrugadas e amanhecer principalmente em novembro e dezembro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Temperatura</strong> <strong>da Superfície do Mar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2024 aTemperatura da Superfície do Mar (TSM) ficou abaixo da média climatológica na área de monitoramento do Pacífico Equatorial e, mesmo apresentado pequeno aquecimento, a condição ainda é de&nbsp;neutralidade. No trimestre novembro-dezembro-janeiro persiste a&nbsp;neutralidade, com resfriamento que não será suficiente para a configuração do fenômeno&nbsp;<em>La Niña</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Número de vagas de emprego ofertadas pelo Sine cresce 50% em um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 08:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[Santa Catarina começou o mês de outubro disponibilizando 10.769 vagas de emprego por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), superando os recordes batidos no mês de setembro. As vagas abrangem todas as regiões do estado e atendem a diversos perfis profissionais. Além disso, o volume representa uma alta de 50% em relação às oportunidades [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina começou o mês de outubro disponibilizando 10.769 vagas de emprego por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), superando os recordes batidos no mês de setembro. As vagas abrangem todas as regiões do estado e atendem a diversos perfis profissionais. Além disso, o volume representa uma alta de 50% em relação às oportunidades ofertadas em <a href="https://estado.sc.gov.br/noticias/sine-tem-mais-de-7-mil-vagas-abertas-em-santa-catarina-2/">outubro de 2023</a>, quando o Sine anunciava 7,1 mil vagas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados em se candidatar devem se dirigir a uma das mais de 140 unidades do Sine em Santa Catarina levando um documento de identificação com foto. As vagas são atualizadas diariamente e podem ser consultadas no <a href="https://servicos.mte.gov.br/spme-v2/#/login">Portal Emprega Brasil</a>. Nesta semana, <a href="https://estado.sc.gov.br/noticias/sine-promove-feiroes-de-emprego-em-florianopolis-e-sao-jose/">feirões de emprego movimentaram a Grande Florianópolis</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos animados em anunciar que o Sine disponibiliza 10.769 vagas de emprego em todo o estado, evidenciando a vitalidade do nosso mercado de trabalho. Convidamos todos os que buscam uma nova chance profissional a se dirigirem a uma das unidades do Sine e aproveitarem essas oportunidades”, disse o secretário de Estado da Indústria, do Comércio e do Serviço, Silvio Dreveck.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Epagri estima que safra de inverno 2024/2025 deve ser melhor do que a anterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 07:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais culturas da safra de inverno 2024/2025 já estão a campo e as condições das lavouras são consideradas boas. Conforme dados do projeto de acompanhamento das safras desenvolvido pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), toda a área prevista para a safra de trigo e de alho já foi plantada. No caso da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As principais culturas da safra de inverno 2024/2025 já estão a campo e as condições das lavouras são consideradas boas. Conforme dados do projeto de acompanhamento das safras desenvolvido pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), toda a área prevista para a safra de trigo e de alho já foi plantada. No caso da cebola, cerca de 59% da área de plantio estimada foi implantada até o início deste mês. As informações foram divulgadas por meio do&nbsp;<strong><a href="https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/ba/article/view/1901/1703">Boletim Agropecuário do mês de agosto</a></strong>&nbsp;e também estão disponíveis nos sites do&nbsp;<strong><a href="https://www.observatorioagro.sc.gov.br/publicacoes/publicacoes-tecnicas/boletim-agropecuario/boletim-agropecuario-08-2024/">Observatório Agro Catarinense</a></strong>&nbsp;e do&nbsp;<strong><a href="https://www.infoagro.sc.gov.br/">Infoagro.</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a estimativa de maiores produtividades nesta safra de inverno está mantida para as três culturas mencionadas. Na&nbsp;<strong><a href="https://www.epagri.sc.gov.br/index.php/2024/03/07/sc-registra-safras-de-alho-e-cebola-menores-do-que-as-estimadas/">safra 2023/2024</a></strong>, houve uma quebra significativa na produção devido ao&nbsp;<strong><a href="https://www.epagri.sc.gov.br/index.php/2023/10/20/chuvas-de-outubro-em-sc-fumo-trigo-e-cebola-sao-as-culturas-mais-prejudicadas/">excesso de chuva</a></strong>&nbsp;registrado em Santa Catarina, especialmente, em outubro e novembro. O Boletim Agropecuário é uma publicação mensal da Epagri/Cepa que reúne informações conjunturais das safras e dos mercados dos principais produtos agropecuários do Estado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Trigo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com o encerramento da semeadura do trigo, a estimativa de área foi atualizada. Houve uma redução de 12,43% na área plantada em comparação com aquela registrada na safra anterior. A produtividade média estadual está estimada em pouco menos de 3,6 mil quilos por hectare, o que representa um aumento de 60,69% em relação à safra 2023/2024. Com isso, a produção deve crescer cerca de 40,72%. A condição das lavouras é boa em 97% das áreas avaliadas e média nos outros 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural, da Epagri/Cepa, João Alves, em julho, os preços médios recebidos pelos produtores catarinenses de trigo ficaram praticamente estáveis. Na variação anual, em termos nominais, o preço médio recebido em julho de 2024 foi 2,2% menor do que o registrado em julho de 2023. Já na comparação do preço médio mensal de julho com os praticados nos primeiros dez dias de agosto, é possível perceber um recuo de 0,48% no valor da saca de 60kg.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da Epagri/Cepa aponta que foram plantados aproximadamente 656 hectares de alho na safra 2024/2025, isso é uma área cerca de 34% menor do que a da safra anterior. A boa notícia é que, até o momento, a condição das lavouras é considerada boa. De acordo com o analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, Jurandi Gugel, a safra catarinense de alho 2023/2024 já foi comercializada. No encerramento, em junho, o preço médio pago ao produtor para o alho categorias 4-5, foi de R$14,00 o quilo, redução de 30% em relação ao mês de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os preços no atacado, as cotações do alho tiveram uma redução influenciada pelo início da comercialização da produção do centro do país. Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), o alho classe 5 foi comercializado a R$23,79 o quilo, redução de 14,36% em relação ao início de junho. O alho classe 6 iniciou o mês a R$26,00 o quilo, redução de 13,13%, e o alho classe 7 a R$28,51 o quilo, redução de 13,07% na comparação com o mês anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre de 2024, as importações de alho foram de 105,76 mil toneladas, o que é 29,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cebola</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa, para a safra 2024/2025, é que a área plantada com<strong><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/uso-de-ar-forcado-no-armazenamento-da-cebola-reduz-as-perdas-causadas-pela-podridao-bacteriana/">&nbsp;ceb</a><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/uso-de-ar-forcado-no-armazenamento-da-cebola-reduz-as-perdas-causadas-pela-podridao-bacteriana/">o</a><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/uso-de-ar-forcado-no-armazenamento-da-cebola-reduz-as-perdas-causadas-pela-podridao-bacteriana/">la</a></strong>&nbsp;ultrapasse os 17,37 mil hectares em Santa Catarina. Isso representa uma redução de quase 6% em relação à safra anterior. Aproximadamente 59% dessa área já foi plantada e as condições das lavouras são consideradas boas. No mês de julho, o preço médio recebido pelos produtores catarinenses e as cotações da cebola no atacado tiveram redução na comparação com o mês anterior. De acordo com Jurandi, isso ocorreu devido ao aumento da oferta interna da hortaliça com a intensificação da comercialização do produto oriundo do centro do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço médio pago ao produtor catarinense pelo quilo da cebola, em julho, foi de R$36,00 a saca de 20 quilos, redução de 40% em relação ao mês de junho. Na Ceagesp, o mês de julho iniciou com o preço em R$5,69 o quilo para a cebola-nacional média – redução de 17,41% em relação ao preço do início de junho, quando foi de R$6,89 o quilo. Já as importações de cebola, no primeiro semestre de 2024, foram superiores a 252 mil toneladas, maior volume dos últimos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Maçã</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado da<strong><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/variedades-de-maca-da-epagri-sao-produzidas-na-europa-e-avancam-para-expansao-mundial/">&nbsp;maçã</a></strong>&nbsp;em Santa Catarina e no Brasil, no primeiro semestre de 2024, apresentou variações nos preços e volumes comercializados, influenciados por fatores como oferta reduzida e condições climáticas adversas. No atacado catarinense, entre junho e julho de 2024, houve uma leve desvalorização no preço das maçãs, mas um aumento significativo em relação a julho de 2023. As maçãs Gala e Fuji tiveram flutuações de preço, com a primeira valorizando-se mais que a segunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado nacional, o preço da maçã catarinense também oscilou, com desvalorização recente, mas alta em relação ao ano anterior. As importações de maçã, principalmente do Chile, aumentaram devido à menor produção interna. A produção catarinense, na safra 2023/24, teve uma redução estimada em 23,7% na comparação com a anterior, resultado de uma menor produtividade e área colhida, especialmente para as variedades Fuji e Gala.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Arroz</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A safra 2023/24 encontra-se encerrada. Os preços do&nbsp;<strong><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/arroz-dueto-desenvolvido-pela-epagri-e-embrapa-foi-o-mais-produtivo-em-teste-em-itajai/">arroz</a></strong>em casca, no mês de julho, continuaram a tendência de redução observada desde o mês de junho. O aumento da oferta interna, dada a conclusão da colheita em Santa Catarina e a consequente comercialização do grão, explica o comportamento dos preços no Estado. Em relação ao comércio internacional de arroz, de janeiro a julho de 2024, as empresas catarinenses faturaram US$1,94 milhão com exportações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o valor das importações catarinenses, no mesmo período, foi 76,04% maior do que o observado no mesmo período de 2023. Entre as explicações para esse comportamento destaca-se o aumento da demanda interna e preços internacionais competitivos. No mês de julho também chegou no mercado o arroz adquirido da Tailândia pela indústria. O país asiático foi responsável por 11% do valor importado no primeiro semestre de 2024 por empresas do Estado. Entre as razões que favoreceram essa comercialização está o imposto zerado para países fora do Mercosul.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Feijão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O período atual é de entressafra do&nbsp;<strong><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/boletim-agropecuario-de-junho-producao-catarinense-de-feijao-chega-a-116-mil-toneladas-na-safra-2023-2024/">feijão</a></strong>. Em julho, o preço médio recebido pelos produtores catarinenses de feijão-carioca teve uma valorização de 7,84% na comparação com o mês anterior (passou de R$152,69 para R$164,66 a saca de 60kg). Já para o feijão-preto, o preço médio recebido pelos produtores teve um crescimento de 8,93% em relação a junho (passou de R$202,27 para R$220,33 a saca de 60kg). Na comparação dos preços médios mensais de julho com os praticados nos primeiros 10 dias de agosto, é possível perceber um recuo de 1,24% no preço do feijão-preto e de 4,41% no preço do feijão-carioca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado atacadista, a qualidade do feijão-carioca que vem sendo comercializado em São Paulo tem limitado o número de negociações. Nesse período de entressafra, o mercado nacional é abastecido por produto proveniente de Minas Gerais e do Paraná, estados que tiveram a safra prejudicada pelo clima adverso. Já com a finalização da segunda safra do feijão-preto no Sul do país, o mercado vem sendo atendido pelos estoques paranaense e, eventualmente, argentinos. Em decorrência do expressivo volume colhido na segunda safra, as importações deverão cair significativamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Milho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório de fechamento da safra 2023/24 confirma as estimativas anteriores da redução da área de cultivo de&nbsp;<strong><a href="https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/garantia-do-suprimento-de-milho-e-desafio-para-expansao-da-pecuaria-na-regiao-sul-apontam-especialistas/">milho</a></strong>&nbsp;em 7,9% e da produtividade em 18,5%, que levaram à retração da produção total da safra em 24,6%. Em termos absolutos, isso representa 600 mil toneladas a menos na comparação com a safra anterior. Para a 2024/25, existe um indicativo de nova redução de área plantada. Essas informações serão divulgadas no próximo boletim.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado do milho apresentou, em julho, a predominância de fatores de baixa, sobretudo em função da maior oferta da colheita da segunda safra no Brasil. Na primeira quinzena de agosto, os preços mostraram sinais de reação, com movimentos de elevação. O volume de exportações poderá levar a um movimento de alta nas cotações ao longo do segundo semestre.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Soja</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A produção total para a safra 2023/24, em Santa Catarina, foi de 2,75 milhões de toneladas. Em relação à safra anterior, a estimativa final apontou para uma redução de 8,2% na produção em função de intercorrências climáticas. Esses problemas atingiram, especialmente, a segunda safra. No entanto, com o aumento da área da primeira safra, a produção de soja não teve redução mais significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o mercado, após os preços da soja apresentarem elevações sucessivas desde início do ano, em julho eles recuaram. O valor médio mensal recebido pelos produtores catarinenses no mês foi de R$125,62 a saca, uma redução de 0,7% em relação ao mês de junho. O relatório do USDA de agosto, que projetou uma produção maior na atual safra dos Estados Unidos, pressionou os preços.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Bovinos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira quinzena de agosto, o preço médio estadual da arroba do boi gordo apresentou alta de 0,3% em relação ao valor registrado no mês anterior. Contudo, quando se leva em consideração o valor recebido pelos produtores em agosto de 2023, registra-se queda de 8,8%. Os preços de atacado da carne bovina, por sua vez, apresentaram variação positiva de 0,4% em relação ao mês anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Cidasc, sistematizadas pela Epagri/Cepa e divulgadas no Observatório Agro Catarinense, de janeiro a julho deste ano o Estado produziu e abateu 369,5 mil cabeças, alta de 7,1% em relação aos abates do mesmo período de 2023.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Frangos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina exportou 103,2 mil toneladas de carne de frango (in natura e industrializada) em julho – altas de 11,8% em relação aos embarques do mês anterior e de 14,7% na comparação com os de julho de 2023. As receitas foram de US$206,0 milhões – crescimentos de 18,1% em relação às do mês anterior e de 5,2% na comparação com as de julho de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de janeiro a julho, Santa Catarina exportou 666,6 mil toneladas, com receitas de US$1,28 bilhão – alta de 5,0% em quantidade, mas queda de 7,3% em receitas na comparação com os valores acumulados no mesmo período do ano passado. O Estado foi responsável por 23,6% das receitas das exportações brasileiras de carne de frango nos sete primeiros meses do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados da Cidasc, de janeiro a julho o Estado produziu e abateu 514,8 milhões de frangos, ampliação de 1,9% em relação à produção do mesmo período de 2023.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Suínos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, Santa Catarina exportou 72,8 mil toneladas de carne suína (in natura, industrializada e miúdos), altas de 30,7% em relação ao volume do mês anterior e de 35,5% na comparação com os embarques de julho de 2023. As receitas foram de US$174,9 milhões, altas de 35,7% na comparação com as do mês anterior e de 31,2% em relação às de julho de 2023. Esses são os melhores resultados mensais de toda a série histórica, iniciada em 1997, tanto em valor como em quantidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de janeiro a julho, o estado exportou 404,2 mil toneladas de carne suína, com receitas de US$918,5 milhões – alta de 8,2% em quantidade, mas queda de 0,8% em receitas na comparação com as do mesmo período de 2023. Com os resultados do último mês, as Filipinas se consolidaram como principal destino das exportações catarinenses de carne suína neste ano, com 24,3% das receitas. Santa Catarina respondeu por 58,0% das receitas e por 56,1% do volume de carne suína exportada pelo Brasil neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados da Cidasc, de janeiro a julho o Estado produziu e e destinou ao abate 10,55 milhões de suínos, alta de 0,1% em relação à produção do mesmo período de 2023.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Leite</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no primeiro semestre de 2024, as indústrias brasileiras adquiriram mais de 12 bilhões de litros de leite cru, 1,9% acima dos 11,797 bilhões de litros do primeiro semestre de 2023. A soma dessa quantidade com a do leite importado (kg lácteos convertidos em litros de leite equivalente) mostra que a oferta total de leite também foi 1,9% maior na comparação dos dois períodos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de lácteos cresceram significativamente em julho. Convertidas em litros de leite, são 244 milhões de litros de leite cru, volume superado apenas pelos 244,5 milhões de litros importados em dezembro de 1999. Com isso, nos setes primeiros meses de 2024, as importações atingiram o equivalente a 1,320 bilhão de litros de leite cru, 6,8% acima das importações de 1,236 bilhão de litros do mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Epagri/Cepa, em agosto, pela primeira vez em 2024, o preço médio pago aos produtores catarinenses foi inferior ao do mês anterior. Ainda assim, é o segundo mês consecutivo de preço maior do que o registrado no mesmo mês de 2023. Conforme o analista de Socioeconomia, Tabajara Marcondes, há tendência de novas quedas para os próximos meses, mas é improvável que os valores repitam os baixos patamares dos últimos meses do ano passado.</p>
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		<title>Santa Catarina já registra mais de 366 mil casos prováveis de dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 07:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, nesta quarta-feira (14), Santa Catarina tem 329 óbitos em decorrência de dengue no ano de 2024. E outros 21 permanecem em investigação pela Secretaria Municipal de Saúde com apoio da SES. Além disso, o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, nesta quarta-feira (14), Santa Catarina tem 329 óbitos em decorrência de dengue no ano de 2024. E outros 21 permanecem em investigação pela Secretaria Municipal de Saúde com apoio da SES.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o informe ainda destaca que SC tem 366.670 casos prováveis de dengue este ano, um aumento de 165,28% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 285 dos 295 municípios do estado registrando casos prováveis, o diretor da DIVE, João Augusto Brancher Fuck, destaca que a população tem papel fundamental contra o mosquito Aedes aegypti. “A principal medida de prevenção contra essas doenças, é a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, que são os locais com água parada. E a grande maioria está dentro das residências”, destaca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DIVE recomenda que as pessoas tirem 10 minutos de seu dia para limpar o quintal, casa e ambiente de trabalho, para não deixar que o mosquito se prolifere. “Esses cuidados precisam continuar acontecendo ao longo de todo o ano, mesmo com as baixas temperaturas”, finaliza o diretor.</p>
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		<title>Ciclone extratropical pode provocar ressaca e ondas de até cinco metros no Litoral de SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 08:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um aviso emitido pela Defesa Civil de Santa Catarina mostra que ventos persistentes e intensos do quadrante Sul em alto mar, provocados por um ciclone extratropical na costa catarinense, estão deixando o mar grosso e com risco de ressaca ao longo do Litoral catarinense. Segundo a central de monitoramento da Defesa Civil, a passagem do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um aviso emitido pela Defesa Civil de Santa Catarina mostra que ventos persistentes e intensos do quadrante Sul em alto mar, provocados por um ciclone extratropical na costa catarinense, estão deixando o mar grosso e com risco de ressaca ao longo do Litoral catarinense. Segundo a central de monitoramento da Defesa Civil, a passagem do ciclo continua nesta terça-feira, 13, com consequências principalmente para o Litoral Sul. São esperadas ondas de sul entre 3,5 e 4,5 metros, com picos que podem alcançar até 5 metros em alto mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este cenário representa um risco muito alto para atividades de pesca, navegação e esportes náuticos. A Defesa Civil recomendam evitar essas atividades até que as condições melhorem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Grande Florianópolis também enfrenta condições adversas, com o mar muito agitado nesta terça-feira. “As ondas variam entre 2,5 e 3,5 metros, podendo chegar a picos de 4 metros em alto mar”, afirma a equipe de monitoramento da Defesa Civil. Nessa região, o risco é classificado como <em>alto</em>, exigindo precauções adicionais de todos os que planejam atividades no mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil recomenda que pescadores, navegadores e praticantes de esportes aquáticos sigam as orientações e evitem se aventurar no mar até que as condições se normalizem. Além disso, é essencial que a população fique atenta aos alertas e atualizações meteorológicas fornecidas pelas autoridades.</p>
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		<title>Governo do Estado incentiva jovens à sucessão familiar no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 12:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[O futuro da agricultura passa pela permanência dos jovens no campo. No próximo domingo, 28, é comemorado o Dia do Agricultor. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) destaca nessa data as ações desenvolvidas junto com as empresas vinculadas, para incentivar os jovens a permanecerem no campo. A sucessão familiar é um dos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O futuro da agricultura passa pela permanência dos jovens no campo. No próximo domingo, 28, é comemorado o Dia do Agricultor. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) destaca nessa data as ações desenvolvidas junto com as empresas vinculadas, para incentivar os jovens a permanecerem no campo. A sucessão familiar é um dos objetivos e desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 180 mil jovens entre 18 e 29 anos vivem no campo em Santa Catarina. De acordo com o IBGE, na década de 1950, 77% da população total do Estado estava no meio rural, hoje são menos de 16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programas desenvolvidos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade rural dos jovens no campo é impulsionada por capacitação, tecnologia e oportunidades. A SAR desenvolve programas em parceria com a Epagri, que incentivam o acesso e a permanência dos jovens do campo. São cursos de formação, projetos, financiamentos, investimentos em processos produtivos, aquisição de equipamentos, produtos de informática e acesso à internet. Os jovens de 18 a 29 anos podem acessar o programa Ação Jovem Rural e do Mar, que destina recursos da SAR para formação de jovens rurais e da pesca, em cursos executados pela Epagri.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto Realiza financia os projetos elaborados e apresentados pelos jovens e rurais e do mar, com prazo de pagamento de até cinco anos, sem juros, com 10% de desconto para os pagamentos em dia. O projeto Conecta Jovem auxilia jovens rurais e da pesca na aquisição de equipamentos de informática e instalação de estrutura para acesso à internet, com limite de até R$ 5 mil e prazo de pagamento de três anos, sem juros, com 50% de desconto para os pagamentos em dia. A ação visa melhorar o acesso à informação, a atividades de formação e capacitação e a sistemas ou aplicativos de gestão e inovação da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto, é preciso adaptar e ampliar as tecnologias no campo para atrair os jovens e garantir a sucessão rural. Conforme levantamento da SAR, 10 a 15% dos agricultores catarinenses possuem sucessão familiar nas propriedades. “Estamos trabalhando junto ao Governo do Estado para estimular a permanência dos jovens no campo. Disponibilizamos capacitação e ações de liderança, empreendedorismo, inclusão digital, autoconhecimento, gestão de negócios, produção agrícola e não agrícola e qualificação no setor turístico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o jovem produtor rural Bruno Weingartner, de Águas Mornas, participar desses programas é uma maneira de aprender mais sobre o campo. “É importante poder ter formação e tirar dúvidas sobre assuntos e temas que trabalhamos na propriedade. Foi o pontapé que me ajudou a iniciar o cultivo de morangos nos abrigos suspensos em estufa”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno lembra que o acesso ao programa foi fundamental para investir na propriedade. “Foi muito importante receber o empréstimo porque coloquei em prática meu trabalho com morangos na propriedade. Quero poder ajudar mais minha família e permanecer na propriedade, porque acho importante dar continuidade no nosso trabalho com a produção de morangos e tomate cereja, e os cursos e qualificações são essenciais para isso”, explica.</p>
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		<title>Vagas não preenchidas do CaTec estão abertas para matrícula presencial até o fim da semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 13:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsáveis que perderam o prazo para realizar as matrículas online do CaTec ainda podem inscrever os estudantes nos&#160;cursos técnicos, que começam neste segundo semestre de 2024. Isso porque as vagas remanescentes do programa do&#160;Governo do Estado&#160;continuam abertas para matrículas presenciais nas escolas estaduais de Santa Catarina, até o fim dessa semana. Os pais ou responsáveis [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Responsáveis que perderam o prazo para realizar as matrículas online do CaTec ainda podem inscrever os estudantes nos&nbsp;<a href="https://catec.sed.sc.gov.br/">cursos técnicos</a>, que começam neste segundo semestre de 2024. Isso porque as vagas remanescentes do programa do&nbsp;<a href="https://www.sc.gov.br/">Governo do Estado</a>&nbsp;continuam abertas para matrículas presenciais nas escolas estaduais de Santa Catarina, até o fim dessa semana. Os pais ou responsáveis devem buscar mais informações nas secretarias das unidades escolares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada unidade escolar, considerando a vocação local e o desenvolvimento econômico regional, definiu os cursos técnicos que iria ofertar. Ao todo, são 10 opções de cursos: Administração, Logística, Contabilidade, Comércio, Comércio Exterior, Qualidade, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e Transações Imobiliárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos cursos técnicos da área de Gestão e Negócios oferecidos nas escolas de Ensino Médio, os 20 Centros de Educação Profissional (Cedups) oferecem ainda mais diversidade, com oferta de outras áreas e eixos tecnológicos, como Informação e Comunicação, Controle e Processos Industriais, Ambiente e Saúde e outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para realizar a matrícula nos cursos técnicos do CaTec, é necessário apresentar a seguinte documentação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cópia da Certidão de Nascimento/Casamento do estudante</li>



<li>Cópia da Carteira de Identidade do estudante</li>



<li>Cópia do CPF do estudante</li>



<li>Cópia do CPF do responsável</li>



<li>Cópia do comprovante de residência no nome do pai, mãe ou responsável (Água, Luz, Condomínio, Telefone, Contrato de locação)</li>



<li>Comprovante de vacinação</li>



<li>Atestado de frequência e/ou boletim atual</li>



<li>Histórico escolar original e cópia (pode ser apresentado até 30 dias após o início do ano letivo)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Neste semestre, as aulas dos cursos técnicos do CaTec estão previstas para iniciar no dia 29 de julho. Os estudantes matriculados receberão alimentação e aqueles com direito ao transporte escolar serão beneficiados.</p>
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		<title>Mesmo com frio, DIVE pede que cuidados contra a dengue sejam mantidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 11:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[O informe epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), revela que até a última segunda-feira, 15, foram registrados 360.863 casos prováveis em 285 municípios do estado, representando um aumento de 163,53% comparando com o mesmo período do ano passado. Em relação aos óbitos, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O informe epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), revela que até a última segunda-feira, 15, foram registrados 360.863 casos prováveis em 285 municípios do estado, representando um aumento de 163,53% comparando com o mesmo período do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos óbitos, foram confirmadas 301 mortes por dengue, e outras 48 permanecem em investigação pelas Secretarias Municipais de Saúde com apoio da Secretaria de Estado da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, circula menos durante os períodos mais frios. Mas isso não significa que os cuidados de prevenção à dengue devem ser deixados de lado. Como explica o médico infectologista e superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi, as medidas de controle do mosquito devem ser mantidas durante todo o ano. “Apesar da redução na transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti nos meses de mais frio, continuamos registrando focos do mosquito e casos de dengue nesse período. Isso mostra a capacidade de adaptação do mosquito e a importância da manutenção das ações de prevenção, mesmo nesse período de queda das temperaturas”, afirma o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os criadouros do mosquito não forem eliminados enquanto as temperaturas estiverem mais baixas, os ovos depositados podem permanecer intactos por meses e quando a chuva e o calor voltarem, eles vão eclodir, dando origem a novos mosquitos.</p>
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