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	<title>Senado &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Senado aprova restrição de saída temporária de presos condenados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 08:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Presos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;Senado Federal&#160;aprovou&#160;a restrição&#160;para a saída temporária para pessoas condenadas.&#160;A proposta mantém benefício apenas para presos inscritos em cursos profissionalizantes&#160;ou nos ensinos médio e superior. Pela legislação, as “saidinhas” permitem que condenados que cumprem a pena no regime semiaberto possam deixar&#160;os presídios, sem vigilância direta, para visitar a família&#160;ou para atividades que contribuam com a ressocialização. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Senado Federal&nbsp;aprovou&nbsp;a restrição&nbsp;para a saída temporária para pessoas condenadas.&nbsp;A proposta mantém benefício apenas para presos inscritos em cursos profissionalizantes&nbsp;ou nos ensinos médio e superior.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581932&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581932&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela legislação, as “saidinhas” permitem que condenados que cumprem a pena no regime semiaberto possam deixar&nbsp;os presídios, sem vigilância direta, para visitar a família&nbsp;ou para atividades que contribuam com a ressocialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;senador&nbsp;Marcos Pontes (PL-SP)&nbsp;defendeu que a proposta vai beneficiar a segurança pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a&nbsp;Senadora Soraya Thronicke&nbsp;(Podemos-MS)&nbsp;afirmou que a medida não&nbsp;é eficaz, e defendeu mais investimentos para&nbsp;o&nbsp;regime semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A matéria ganhou prioridade do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, após a morte de um policial, em janeiro, por um preso que estava em saída temporária em Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para um grupo de 66&nbsp;organizações públicas e da sociedade civil, a proposta, se aprovada, vai aumentar&nbsp;os gastos e a insegurança, além de prejudicar a ressocialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para essas entidades, como&nbsp;o&nbsp;Instituto Brasileiro de Ciências Criminais,&nbsp;o&nbsp;Brasil vive uma dramática realidade prisional, com a terceira maior população&nbsp;carcerária do mundo, de 650 mil presos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;organizações ainda ressaltam que pesquisas recentes mostram que mais de 95% dos beneficiados com a saída temporária retornam às suas unidades prisionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As emendas de destaque ao texto-base foram rejeitadas.&nbsp;O&nbsp;projeto que restringe as &#8216;saidinhas&#8217; de presos volta para Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E&nbsp;o&nbsp;plenário do Senado ainda&nbsp;aprovou, nesta terça-feira, a realização&nbsp;de debates temáticos para discutir a proposta de Emenda à Constituição&nbsp;que aumenta de 10 para 35 anos&nbsp;o&nbsp;tempo de serviço&nbsp;para que militares possam concorrer em eleições sem perder a remuneração.</p>
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		<title>Proposta sobre casamento gay deve avançar no senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 17:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gay]]></category>
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					<description><![CDATA[Os senadores podem votar nesta semana um projeto que altera o Código Civil para assegurar em lei o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se for aprovada, a proposta será enviada à Câmara. A proposta é da senadora do PMDB de São Paulo Marta Suplicy. Ela estabelece como entidade familiar a união estável de duas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os senadores podem votar nesta semana um projeto que altera o Código Civil para assegurar em lei o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se for aprovada, a proposta será enviada à Câmara. A proposta é da senadora do PMDB de São Paulo Marta Suplicy.</p>
<p>Ela estabelece como entidade familiar a união estável de duas pessoas. Atualmente, Família é reconhecida como a entidade da União estável entre homens e mulheres. Relator da proposta, o Senador Roberto Requião também retira da legislação expressões como Marido e Mulher.</p>
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		<title>Senado criminaliza porte de arma branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 14:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Arma Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (29), a proposta que criminaliza o porte de armas brancas, com intenção de praticar crimes . O projeto  foi apresentado pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB) após uma série de ataques cometidos no Rio de Janeiro com o uso de facas. A ideia é limitar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (29), a proposta que criminaliza o porte de armas brancas, com intenção de praticar crimes . O projeto  foi apresentado pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB) após uma série de ataques cometidos no Rio de Janeiro com o uso de facas.</p>
<p>A ideia é limitar o uso desse tipo de arma, sem interferir no trabalho de profissionais que precisam das ferramentas em seu dia a dia. O relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), lembrou que o número de casos de crimes cometidos com armas brancas aumentou após o desarmamento e que, por isso, é preciso mudar o enquadramento do porte de armas brancas, que, hoje, é apenas contravenção penal.</p>
<p>De acordo com a proposta aprovada, o crime será punido com prisão de um a três anos, além de pagamento de multa. O texto segue para análise da Câmara dos Deputados</p>
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		<title>Senado pode votar amanhã a liberação dos Jogos de Azar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 15:52:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no Brasil estão em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que tem reunião marcada para a quarta-feira (22), a partir das 10h. O PLS 186/2014, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), autoriza a exploração de jogos on-line ou presenciais em todo o território [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no Brasil estão em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que tem reunião marcada para a quarta-feira (22), a partir das 10h. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/117805">PLS 186/2014</a>, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), autoriza a exploração de jogos on-line ou presenciais em todo o território nacional.</p>
<p>&#8220;Eu acho que a sociedade moderna tem que conviver com todas as possibilidades. O jogo gera emprego, turismo, atividade econômica e eu defendo sim&#8221;, argumenta o senador Paulo Bauer.</p>
<p>Pelo texto do relator, a regulamentação das apostas deverá contemplar jogo do bicho, bingo, videobingo e videojogo, cassinos em complexos integrados de lazer, apostas esportivas e não esportivas e cassinos on-line.</p>
<p>O substitutivo determina a inclusão das empresas autorizadas a explorar jogos de azar na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9613.htm">Lei de Lavagem de Dinheiro</a>, obrigando-as a cadastrar os clientes e a informar operações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Torna necessária ainda a adoção de providências, pelo Banco Central (BC), a fim de proibir o uso de instrumentos de pagamento, como cartões de crédito, em jogos de azar on-line administrados por empresa não-credenciada.</p>
<p>As medidas de controle sobre os estabelecimentos credenciados deverão obrigá-los a promover a identificação de todos os jogadores que receberem premiações superiores a R$ 10 mil. Esses dados terão de ser encaminhados ao governo federal.</p>
<p>O substitutivo também estabelece limites mínimo e máximo para multas cobradas por infrações administrativas. Essa taxação deverá partir de R$ 10 mil, podendo chegar a R$ 500 mil, devendo os valores arrecadados serem aplicados na área de segurança pública.</p>
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		<title>Senado pode votar proposta que regulamenta o Uber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 17:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado pode votar, na semana, um tema que vem gerando polêmica em várias cidades do Brasil: a regulamentação dos serviços de transporte particular que usam aplicativos, como Uber e Cabify. O Plenário aprovou a tramitação em regime de urgência para a matéria, na última semana. O projeto é o primeiro item da pauta e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado pode votar, na semana, um tema que vem gerando polêmica em várias cidades do Brasil: a regulamentação dos serviços de transporte particular que usam aplicativos, como Uber e Cabify. O Plenário aprovou a tramitação em regime de urgência para a matéria, na última semana. O projeto é o primeiro item da pauta e pode ser votado.<b></b></p>
<p>O projeto da Câmara dos Deputados (PLC 28/2017) tramita em conjunto com outros dois textos do Senado (PLS 530/2015 e PLS 726/2015). Se for aprovado como está, o texto pode ir à sanção. Caso haja mudanças, o projeto terá de voltar à Câmara dos Deputados, onde foi aprovado em abril.</p>
<p>O PLC traz uma série de exigências para esse tipo de serviço de transporte. Representantes da Uber alegam que, se o texto for aprovado no formato que veio da Câmara, o serviço será extinto. Eles defenderam que haja uma regulação, com delimitação de regras claras para o usuário, o motorista e a empresa, mas pedem que o texto siga um caminho menos apressado no Parlamento.</p>
<p>Há cerca de duas semanas, representantes da empresa estiveram no Senado para entregar 815 mil assinaturas coletadas durante uma semana contra a proposta. Eles dizem que o texto alternativo do relator, senador Pedro Chaves (PSC-MS), é melhor que o da Câmara, mas senadores alegam que aprovar o texto com mudanças, e, consequentemente, remetê-lo novamente à Câmara, pode adiar muito uma solução para a disputa.</p>
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		<title>Comissão rejeita a reforma trabalhista no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 16:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Rejeição]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma reunião tensa, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou, por 10 votos a 9, o texto principal da reforma trabalhista. O resultado foi aplaudido e comemorado por senadores de oposição, que dominaram o debate na reunião de hoje (20). Com a rejeição do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o voto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma reunião tensa, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou, por 10 votos a 9, o texto principal da reforma trabalhista. O resultado foi aplaudido e comemorado por senadores de oposição, que dominaram o debate na reunião de hoje (20).</p>
<p>Com a rejeição do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o voto em separado apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado por unanimidade e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o relator é o senador Romero Jucá (PMDB-RR).</p>
<p>Durante a reunião, senadores do PT, PSB e PcdoB fizeram duras críticas ao texto e disseram estar convencidos de que, da forma como está, a proposta retirará direitos do trabalhador. Outra crítica dos oposicionistas foi o fato de o relator  ter mantido o mesmo texto aprovado pelos deputados ao rejeitar todas as emendas apresentadas, inclusive as 87 da base governista que modificavam pontos do texto considerados polêmicos. O objetivo do relator, ao recusar as emendas, era dar celeridade à tramitação da proposta, já que qualquer mudança de mérito faria com que o projeto voltasse à análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), também criticou a proposta de reforma. Disse que &#8220;este é um dia triste para o Senado&#8221;, com o avanço de uma proposta que, para ele, causará “males” ao país. “Quando nós somarmos essa reforma trabalhista, com o que de maldade ela contém, com a reoneração de setores da economia, vamos ter um desemprego alarmante no Brasil”, afirmou.</p>
<p>O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que é preciso restabelecer a verdade e defendeu a proposta. “Não se está abrindo a porteira, é falta de responsabilidade dizer isso. Retirar décimo terceiro não é verdade. Estamos fazendo um ajuste para melhorar a situação de empregabilidade do país”, disse Jucá, destacando que o projeto também não trará redução de salários.</p>
<p>Ricardo Ferraço lembrou que a mudança na legislação trabalhista está sendo feita por uma lei ordinária e, por isso, nenhum direito do trabalhador garantido pela Constituição Federal, lei maior do país, estaria ameaçado</p>
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