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	<title>Agronegócio &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Feira AgroPonte encerra 15ª edição com público próximo de 110 mil visitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 08:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento ampliou estrutura, recebeu novos públicos e movimentou negócios, encontros e oportunidades para o agronegócio durante cinco dias em Criciúma

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 15ª Feira AgroPonte chegou ao fim neste domingo, dia 16, depois de cinco dias de programação no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Considerada a maior edição da história do evento, a feira recebeu um público próximo de 110 mil pessoas e reuniu produtores rurais, agricultores familiares, empresas, criadores, profissionais do setor e visitantes de diferentes regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação contou com exposição de mais de 300 animais, julgamentos das raças Nelore e Brahman, apresentações equestres, Arena de Equoterapia, Rodada de Negócios da Agricultura Familiar, participação de mais de 250 empresas expositoras e atividades voltadas à agricultura familiar, tecnologia e indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das novidades desta edição foi o espaço A Cultura do Homem do Campo, instalado no Ginásio Municipal. O ambiente recebeu apresentações culturais e musicais ao longo dos cinco dias e foi bem recebido pelo público. Com a ampliação da área ocupada pela feira, a circulação pelos espaços também ficou mais confortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora da NossaCasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, a edição mostrou que a ampliação da estrutura acompanhou uma mudança no perfil do público. &#8220;Percebemos uma presença muito forte dos agricultores nesta edição, especialmente nos primeiros horários da tarde durante os dias de semana. Como tivemos períodos de chuva, muitos produtores acabaram conseguindo deixar o trabalho na propriedade e vieram para a feira. Também recebemos um público muito diverso e tivemos um retorno muito positivo sobre o novo espaço da Cultura do Homem do Campo e sobre a circulação pela feira&#8221;, avalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Feira gera negócios e também cria novos produtos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado de uma feira nem sempre aparece apenas na negociação realizada durante os cinco dias. Um exemplo está na história da empresa Januário, de Turvo, que participa da Feira AgroPonte há oito anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, durante a feira, um produtor apresentou à equipe uma ideia para uma máquina que pudesse atender a uma necessidade específica de propriedades da Serra catarinense. A empresa decidiu desenvolver o equipamento e, depois de testes e ajustes, levou a solução pronta para a edição de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um atomizador com capacidade para 1.500 litros, desenvolvido para substituir o conjunto formado por trator e tanque de arrasto em determinadas operações, especialmente em áreas de difícil acesso. &#8220;Ele veio aqui, conversou com a gente e disse que precisava tirar alguns tratores da lavoura e acreditava que, juntando duas ideias, seria possível fazer um atomizador. A gente iniciou o desenvolvimento, tentou, errou até chegar ao acerto e hoje temos a máquina pronta&#8221;, conta Nelson Rezin, consultor de vendas da Januário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor que apresentou a sugestão já adquiriu a máquina. Outros equipamentos já foram vendidos e estão em produção ou foram entregues, com clientes inclusive de fora de Santa Catarina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Rezin, a experiência mostra como o contato com os produtores durante a feira pode influenciar diretamente o desenvolvimento de novos produtos. &#8220;É uma feira que soma muito para nós. A gente não pensa mais somente em vender máquinas durante a feira, mas em conhecer clientes, levantar demandas e depois prospectar os negócios. Às vezes, uma conversa aqui vira um novo produto para a empresa&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado dos negócios será divulgado posteriormente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume financeiro movimentado pela 15ª Feira AgroPonte ainda está sendo levantado. A organização realiza uma pesquisa junto aos expositores para reunir os resultados e deve&nbsp; divulgar os números consolidados nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jaqueline, o resultado da edição também precisa ser observado a partir dos contatos e oportunidades criados durante o evento. &#8220;Uma feira desse tamanho não se resume ao que acontece nos corredores durante os cinco dias. Muitos negócios começam aqui e continuam depois, assim como novas parcerias e ideias. O que queremos é que o produtor, a empresa, o expositor e o visitante saiam daqui levando algum resultado&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data de 2027 já está agendada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima edição da Feira AgroPonte já tem data marcada. A 16ª edição será realizada de 11 a 15 de agosto de 2027, novamente no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma.</p>
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		<title>Feira AgroPonte reúne animais de alto padrão nos julgamentos de Nelore e Brahman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 17:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Campeões das duas raças foram definidos após avaliações técnicas realizadas por jurado credenciado pela ABCZ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os julgamentos das raças Nelore e Brahman movimentaram a programação pecuária da 15ª Feira AgroPonte nesta quinta e sexta-feira, dias 14 e 15 de agosto. Criadores de diferentes regiões levaram seus animais para a pista de julgamento e apresentaram exemplares que, segundo o jurado da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), <strong>Felipe Afonso de Souza,</strong> estão no mesmo nível dos animais encontrados nas principais exposições do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Me surpreendeu a qualidade dos animais aqui, tanto da raça Nelore quanto da raça Brahman. Muitos animais se enquadram dentro dos padrões das suas determinadas raças. Os campeões daqui não perdem em nenhum quesito para os campeões no Brasil afora&#8221;, avalia Felipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avaliação considera diferentes características</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o médico-veterinário <strong>Marcelo Pedroso</strong>, que também apresenta os julgamentos, durante o julgamento, os animais são analisados a partir de um conjunto de características específicas de cada raça. A avaliação começa pela caracterização racial, que considera os atributos que dão identidade ao Nelore e ao Brahman.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também são observados aspectos como desenvolvimento muscular, crescimento, precocidade de carcaça, precocidade sexual, dimorfismo sexual e aprumos, que estão relacionados à forma como o animal se movimenta e se posiciona. &#8220;É um conjunto de características que a gente procura identificar nos melhores animais que representam aquela raça, naquela categoria, naquela idade. E aqui foram muito bem representados, tanto pelas fêmeas quanto pelos machos&#8221;, explica o jurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Felipe, a evolução da pecuária catarinense também pode ser percebida na qualidade dos animais apresentados na pista. &#8220;É muito importante ver Santa Catarina fortalecida e uma evolução. Espero poder voltar aqui mais vezes para acompanhar o desempenho desses animais, tanto os jovens quanto os adultos, que têm muita qualidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nelore abriu rodada de julgamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro julgamento foi da raça Nelore, com avaliação das categorias de fêmeas e machos. Entre as fêmeas, a Grande Campeã foi a ISPU 6928, da Cabanha Trevo D&#8217;Agua. A Reservada foi a FHGNB 1595, também da Cabanha Trevo D&#8217;Agua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos machos, o título de Grande Campeão ficou com o LMW 795, da Fazenda Scarpari e Araucária da Fé. O Reservado foi o ETP 208, do Cerro Azul.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brahman encerra julgamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira, foi a vez da raça Brahman entrar na pista. A Grande Campeã entre as fêmeas foi a AAB 192, da Águas Frias. A AAB 203, também da Águas Frias, ficou com o título de Reservada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os machos, o Grande Campeão foi o BPAR 1065, da Cabanha Bez Batti. O animal já havia sido apresentado na Feira AgroPonte como um dos destaques da pecuária da edição. O título de Reservado ficou com o WRRB 1629, também da Cabanha Bez Batti.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Categorias especiais valorizam animais adultos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das categorias previstas no regulamento oficial, a Feira AgroPonte conta desde 2024 com duas categorias de incentivo: Gran Sênior e Gran Matriz. Segundo o diretor da Nossacasa Feiras e Eventos e idealizador da Feira AgroPonte, Willi Backes, a categoria Gran Sênior é destinada a machos com idade superior a 36 e até 120 meses, desde que apresentem laudo de exame andrológico positivo e estejam aptos à reprodução. Já a Gran Matriz contempla fêmeas com mais de 36 meses que estejam com cria ao pé, prenhes ou em regime de colheita de embriões ou oócitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo segundo ano consecutivo, o título de Gran Sênior ficou com o touro PVT 115 Falcão, conhecido como Hércules, da Cabanha Talismã, de Içara, do pecuarista Adilor Loli Viana. O animal, que atualmente detém o título de mais pesado do Brasil, voltou à pista da Feira AgroPonte após conquistar o mesmo reconhecimento na edição anterior. Já quem levou o título de Gran Matriz foi da Cabanha Talismã, BPAR 965.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Genética catarinense ganha espaço na pista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de animais de alto padrão genético nos julgamentos reforça o trabalho realizado pelos criadores catarinenses e também amplia a visibilidade dos rebanhos produzidos no Estado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Felipe Afonso de Souza, que é médico veterinário e atua como jurado credenciado pela ABCZ desde 2013, a experiência na Feira AgroPonte mostrou uma evolução consistente dos animais apresentados. &#8220;Estou muito feliz pelo que vi aqui. Tanto no Nelore quanto no Brahman, encontramos animais de muita qualidade, que representam muito bem suas raças&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 15ª Feira AgroPonte segue até domingo, dia 16, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Além dos julgamentos, o público pode visitar a exposição de animais, conferir as empresas expositoras, a agricultura familiar, as apresentações equestres, a Arena de Equoterapia e o espaço A Cultura do Homem do Campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Feira AgroPonte coloca produtores e compradores frente a frente para fechar negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rodada de Negócios da Agricultura Familiar da Feira AgroPonte reuniu nesta quinta-feira, dia 13, produtores rurais, supermercadistas e permissionários da Ceasa em busca de novas oportunidades comerciais. Realizado durante a feira, o encontro aproxima quem produz de quem compra e cria um ambiente para apresentação de produtos, negociação e construção de parcerias. A rodada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Rodada de Negócios da Agricultura Familiar da Feira AgroPonte reuniu nesta quinta-feira, dia 13, produtores rurais, supermercadistas e permissionários da Ceasa em busca de novas oportunidades comerciais. Realizado durante a feira, o encontro aproxima quem produz de quem compra e cria um ambiente para apresentação de produtos, negociação e construção de parcerias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rodada tem como objetivo promover a prospecção de negócios entre produtores da agricultura familiar e empresas que atuam na comercialização de alimentos. Participam supermercadistas, atacadistas e permissionários da Ceasa, que têm contato direto com os produtores e conhecem os produtos disponíveis na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o gerente regional da Epagri em Criciúma, Edson Borba, a proposta é ampliar as possibilidades de comercialização para os produtores. &#8220;Esta iniciativa consolida um ambiente estratégico onde a troca de experiências e o fechamento de acordos comerciais ocorrem de forma integrada e eficiente&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contato direto facilita negociações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem compra, estar frente a frente com o produtor facilita a avaliação dos produtos e permite entender melhor a origem e as características daquilo que chega ao consumidor. É o caso de Fernando Elias Pereira, comprador do MM Rosso Supermercados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a proximidade ajuda a atender demandas específicas do mercado e também fortalece a comercialização de produtos regionais. &#8220;O contato direto com o produtor é fundamental para o nosso setor. Essa proximidade permite conhecer a origem e a qualidade da mercadoria sem a necessidade de intermediários, o que fortalece nossa cadeia de suprimentos. Além de otimizar a negociação, esse vínculo nos permite suprir demandas específicas e atender às necessidades do mercado com produtos mais frescos e regionais, beneficiando toda a economia local.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado da negociação, a agricultora e proprietária de uma agroindústria de farinha de mandioca e polvilho, Ana Cláudia Silveira Emerim, destaca a agilidade proporcionada pelo encontro presencial. &#8220;Para mim, a rodada de negócios é essencial pela agilidade que proporciona. O contato presencial facilita o estabelecimento de parcerias, eliminando etapas burocráticas e criando um reconhecimento imediato por parte do comprador&#8221;, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negociações continuam depois da rodada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência das edições anteriores mostra que os contatos iniciados durante a rodada podem se transformar em negócios efetivos. A negociação não termina necessariamente naquele momento: produtores e compradores seguem em contato depois do encontro, dando continuidade às tratativas e, em muitos casos, concretizando acordos comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora da Nossacasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, esse é um dos objetivos da iniciativa. &#8220;A rodada cria uma aproximação que dificilmente aconteceria da mesma forma. É uma oportunidade para o produtor apresentar seu trabalho diretamente a quem compra e para as empresas conhecerem novos fornecedores da região&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Rodada de Negócios&nbsp;é uma parceria entre AgroPonte, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Ceasa e Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 15ª Feira AgroPonte segue até domingo, dia 16, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Além da agricultura familiar e da Rodada de Negócios, a feira reúne cerca de 250 empresas expositoras, mais de 300 animais, tecnologia, implementos, indústria, apresentações equestres, julgamentos das raças Nelore e Brahman e o espaço A Cultura do Homem do Campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Feira AgroPonte acontece de 12 a 16 de agosto, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma (SC).</p>
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		<title>AgroPonte reúne cooperativas para alinhar participação da agricultura familiar na 15ª edição da feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 19:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A pouco mais de um mês da abertura da Feira AgroPonte, representantes de cooperativas e associações da agricultura familiar participaram, na tarde desta quinta-feira, de um encontro de alinhamento promovido pela organização da feira. A reunião aconteceu no Salão Ouro Negro, na Prefeitura de Criciúma, e teve como objetivo apresentar as novidades da 15ª edição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A pouco mais de um mês da abertura da Feira AgroPonte, representantes de cooperativas e associações da agricultura familiar participaram, na tarde desta quinta-feira, de um encontro de alinhamento promovido pela organização da feira. A reunião aconteceu no Salão Ouro Negro, na Prefeitura de Criciúma, e teve como objetivo apresentar as novidades da 15ª edição do evento, repassar orientações aos expositores e esclarecer dúvidas sobre a participação na feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura familiar é uma das principais frentes da AgroPonte e reúne, todos os anos, produtores de diferentes regiões de Santa Catarina, que levam ao público alimentos, bebidas e produtos agroindustrializados. Além de fortalecer a comercialização, a feira também aproxima os agricultores de novos mercados e cria oportunidades de negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi conduzido pela diretora da Nossacasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, e pelo diretor e idealizador da AgroPonte, Willi Backes. Também participaram o gerente regional da Epagri, Edson Borba, o médico-veterinário da Epagri Marcelo Pedroso, e o gerente de Mercado da Ceasa de Tubarão, Edmilson Moreira, que apresentaram orientações aos produtores sobre a participação na feira e ações desenvolvidas durante o evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representando a Prefeitura de Criciúma, o diretor de Agricultura e Agronegócio, Vanderlei Zilli, destacou a importância da feira para o município e colocou a estrutura da administração municipal à disposição dos participantes. &#8220;A AgroPonte movimenta a economia, valoriza o agronegócio e fortalece o nome de Criciúma. A prefeitura estará presente durante toda a feira, no estande da Amrec, com uma equipe preparada para atender e auxiliar no que for necessário&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Willi Backes, a AgroPonte chega à sua 15ª edição consolidada graças ao envolvimento de todos que participam da sua construção. &#8220;A AgroPonte cresce porque existe um trabalho conjunto. Cada cooperativa, cada produtor, cada entidade parceira e cada expositor contribui para que a feira aconteça. É essa união de esforços que fortalece o evento e faz dele uma referência para o agronegócio catarinense&#8221;, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mesa Brasil participa pelo terceiro ano consecutivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro anúncio feito durante o encontro foi a participação do programa Sesc Mesa Brasil, que estará presente na AgroPonte pelo terceiro ano consecutivo. A equipe fará a arrecadação dos alimentos que não forem comercializados pelas cooperativas ao longo da feira, destinando os produtos a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a assistente social do programa, Jane, a iniciativa reforça o compromisso com o combate ao desperdício e à insegurança alimentar. &#8220;Somos um banco de alimentos e colheita urbana. Atuamos há dois anos na região, com sede em Forquilhinha, recebendo doações de produtores, atacadistas e supermercados para atender instituições sociais. Nosso objetivo é combater o desperdício de alimentos e ajudar a combater a fome&#8221;, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agricultura familiar é uma das protagonistas da AgroPonte</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura familiar ocupa um espaço de destaque na AgroPonte, reunindo cooperativas e associações que representam milhares de propriedades rurais do Sul catarinense e da Serra. Além da exposição e comercialização de produtos, os participantes também integram a tradicional Rodada de Negócios da Agricultura Familiar, iniciativa que aproxima produtores, supermercadistas, atacadistas e empresários da Ceasa, ampliando oportunidades de comercialização mesmo após o encerramento da feira. A 15ª edição da AgroPonte será realizada de 12 a 16 de agosto, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Consolidada como a maior feira do agronegócio de Santa Catarina, a AgroPonte reúne agricultura familiar, pecuária, tecnologia, indústria, gastronomia, negócios e conhecimento, além de uma programação técnica e cultural voltada ao fortalecimento do setor.</p>
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		<title>Hub de Fertilizantes da SATC amplia pesquisas e fortalece transição energética justa em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço das pesquisas desenvolvidas pelo Hub de Transição Energética Aplicada à Produção de Fertilizantes, sediado no Centro Tecnológico SATC, amplia as oportunidades para o desenvolvimento de novas tecnologias em Santa Catarina. A iniciativa fortalece a pesquisa aplicada, aproxima empresas, universidades, instituições públicas e contribui para a construção de soluções voltadas ao agronegócio, à economia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O avanço das pesquisas desenvolvidas pelo Hub de Transição Energética Aplicada à Produção de Fertilizantes, sediado no Centro Tecnológico SATC, amplia as oportunidades para o desenvolvimento de novas tecnologias em Santa Catarina. A iniciativa fortalece a pesquisa aplicada, aproxima empresas, universidades, instituições públicas e contribui para a construção de soluções voltadas ao agronegócio, à economia circular e à transição energética justa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O único Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP) de Santa Catarina tem ampliado sua atuação para além das pesquisas com zeólitas produzidas a partir das cinzas de carvão. O trabalho desenvolvido atualmente reúne novos projetos com empresas e instituições de pesquisa para avaliar materiais, desenvolver fertilizantes, validar tecnologias em ambientes controlados e em escala piloto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura criada a partir do Hub de Transição Energética permitiu ampliar significativamente o campo de atuação das pesquisas. &#8220;O estudo com zeólita foi a nossa porta de entrada e possibilitou levar o desenvolvimento da escala de bancada para a escala piloto, com testes em ambiente real. Hoje, porém, ampliamos bastante essa atuação. Estamos recebendo empresas para testar novos fertilizantes e avaliando materiais para verificar seu potencial de uso na produção desses insumos. Essa rede de colaboração está fortalecendo toda a estrutura do Hub e abrindo novas oportunidades de pesquisa”, explica a pesquisadora do Centro Tecnológico SATC, Beatriz Bonetti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da ampliação dos estudos, o Hub reforça uma estratégia voltada à valorização de materiais que antes eram considerados passivos ambientais. A proposta busca transformar resíduos em novos insumos, promovendo inovação tecnológica e agregando valor às cadeias produtivas. &#8220;A produção de fertilizantes em Santa Catarina é uma discussão que existe desde a década de 1960. Hoje retomamos esse tema com novas tecnologias e uma visão voltada à transição energética. Estamos trabalhando em projetos que envolvem a produção de novos fertilizantes a partir do carvão e também no desenvolvimento de tecnologias para captura de CO₂”, pontua o diretor executivo da SATC, Fernando Luiz Zancan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;No ato realizado na manhã desta terça-feira (30), houve a oficialização do CEFENP e a inauguração do espaço destinado às pesquisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novas perspectivas para o setor carbonífero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A transição energética propõe um olhar que vai além da geração de energia elétrica, buscando novos produtos por meio da economia circular, da inovação e da pesquisa. Reunir governo, instituições de pesquisa e empresas em um ambiente de desenvolvimento tecnológico é um passo importante para acelerar esse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, Mario Álvaro Aloisio Verissimo, ressalta que o desenvolvimento de fertilizantes sustentáveis está alinhado às políticas públicas voltadas ao fortalecimento do agronegócio catarinense. &#8220;A agricultura depende dos fertilizantes para alcançar todo o potencial produtivo das culturas. Desenvolver fertilizantes produzidos regionalmente, com maior sustentabilidade, também contribui para reduzir a pegada de carbono e fortalecer o setor agrícola”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa também integra as ações voltadas ao Plano de Transição Energética Justa Nacional. “A transição vai além da mudança da matriz energética. Ela envolve inovação, reaproveitamento de materiais, descarbonização de processos, captura de CO₂&nbsp;e o desenvolvimento de novas vocações econômicas. O que está sendo desenvolvido na SATC mostra um novo olhar para o território minerador, agregando valor ao carvão por meio da pesquisa, da tecnologia e da economia circular&#8221;, enfatiza o secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Guilherme Dallacosta,</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>União da iniciativa pública e privada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;</strong>O secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Leodegar Tiscoski, destaca que iniciativas como essa ampliam as oportunidades de atração de investimentos para Santa Catarina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nosso papel é apoiar os setores com vocação industrial, disponibilizar informações e buscar novos investimentos para o estado. Esperamos que esse projeto contribua para criar uma nova realidade para o carvão catarinense e para o desenvolvimento de novas cadeias produtivas”, destaca Tiscoski.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união entre pesquisa, setor produtivo e poder público visa transformar conhecimento em desenvolvimento econômico. &#8220;Quando reunimos conhecimento acadêmico, iniciativa privada, empreendedores e poder público, criamos as condições para transformar pesquisa em investimento. O Brasil responde por cerca de 11% da produção mundial de alimentos, mas ainda importa aproximadamente 90% dos fertilizantes que utiliza. Desenvolver tecnologias para a produção de fertilizantes no país significa aproveitar melhor nossos recursos, transformar passivos ambientais em oportunidades e fortalecer nossa competitividade”, reforça o prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola.</p>
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		<title>Emissão do CCIR 2026 já está disponível em Siderópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Siderópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) para o exercício de 2026 já está disponível para emissão no portal do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), ou então na sede da Fundação do Meio Ambiente de Siderópolis (Famsid), que fica localizada no Centro Administrativo do antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) para o exercício de 2026 já está disponível para emissão no portal do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), ou então na sede da Fundação do Meio Ambiente de Siderópolis (Famsid), que fica localizada no Centro Administrativo do antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita. No município hoje são mais de 1.680 cadastros no sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a engenheira da Famsid, <strong>Daniele Lourenço Souza Vicente</strong>, o documento, fornecido pelo instituto, comprova a regularidade cadastral do imóvel rural e é fundamental para desmembrar, arrendar, hipotecar, vender ou prometer em venda o imóvel, e para homologação de partilha amigável ou judicial (sucessão por morte). Sem a apresentação do CCIR, não é possível fazer qualquer dessas operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a emissão, é necessário pagar a Taxa de Serviços Cadastrais, no valor mínimo de R$ 5,89. O CCIR do exercício de 2026, que substituirá o documento expedido em 2025, só será válido com a quitação da taxa. A engenheira da Famsid ainda pede ao contribuinte que para facilitar o atendimento, tenha em mãos o número do CPF ou então o CCR de 2025. Para dúvidas o número para contato é o 3435-8972.</p>
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		<title>Prefeitura de Criciúma disponibiliza sementes de pastagem com 50% de desconto a produtores rurais</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Criciúma iniciou a distribuição de sementes de pastagens para agricultores e pecuaristas do município com desconto de 50% no valor da saca. A iniciativa, que distribuirá quase 10 mil quilos de sementes de aveia preta e azevém, busca garantir e melhorar a disponibilidade de alimento ao gado, promover adubação verde e proteger [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Criciúma iniciou a distribuição de sementes de pastagens para agricultores e pecuaristas do município com desconto de 50% no valor da saca. A iniciativa, que distribuirá quase 10 mil quilos de sementes de aveia preta e azevém, busca garantir e melhorar a disponibilidade de alimento ao gado, promover adubação verde e proteger o solo durante as estações de outono e inverno. As 250 sacas de insumos estão sendo distribuídas ao longo desta semana, na Superintendência da Quarta Linha, para cerca de 40 produtores rurais previamente cadastrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, afirmou que a agricultura, além de ser a base da alimentação e de uma grande cadeia produtiva, é um importante segmento em movimento econômico e de arrecadação. “Todos os setores que geram trabalho, renda e arrecadação ao Município têm nosso apoio, e a agricultura, ramo tão expressivo na nossa região, sempre terá incentivo e suporte para seu fortalecimento, aumento da produtividade e da sustentabilidade no meio rural”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do setor de Movimento Econômico da Secretaria da Fazenda de Criciúma apontam que a agricultura do município movimentou mais de R$ 64,8 milhões em 2024, e o retorno de ICMS ao município, referente a esse valor, será de mais de R$ 1,2 milhão em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor de Agricultura, Vanderlei Zilli, as pastagens de inverno são uma ferramenta importante para os produtores rurais evitarem os prejuízos gerados pela estação mais fria do ano, quando as baixas temperaturas, a incidência de geadas e outros fatores climáticos prejudicam as pastagens naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O uso de forrageiras de inverno é uma boa alternativa tecnológica para reverter essa situação, tanto para uso na alimentação do gado, como quando são utilizadas na forma de cobertura morta ou cultura em rotação, beneficiando a produtividade das culturas subsequentes”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Criciúma possui 7.232 cabeças de gado registradas em 820 propriedades, com predominância de criação de animais de raças mistas/cortes.</p>
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		<title>Sul catarinense sedia dois encontros sobre maracujá com produtores e pesquisadores entre segunda e quarta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Eventos em Sombrio e Araranguá reúnem passicultores, técnicos e empresas de 12 a 14 de maio. Inscrições gratuitas pela Epagri e Associação de Agrônomos.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Sul catarinense recebe nesta semana dois encontros voltados à cadeia produtiva do maracujá. Os eventos são organizados pela Epagri e pela Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos do Sul Catarinense e acontecem entre segunda (12) e quarta-feira (14), nos municípios de Sombrio e Araranguá. A inscrição é gratuita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda-feira (12), o Encontro de Passicultores de SC acontece no Centro de Eventos Panela de Barro, em Sombrio. A programação aborda o cenário nacional e internacional da cultura, oportunidades de exportação e estratégias de competitividade. À tarde, uma Arena de Negócios promove a aproximação entre produtores e empresas para parcerias comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 13 e 14, a programação segue no Centro de Treinamento da Epagri em Araranguá (Cetrar), com o VI Encontro Técnico da Cultura do Maracujazeiro. Pesquisadores e técnicos apresentam avanços em melhoramento genético, manejo, irrigação, nutrição de plantas e controle de pragas. Entre os destaques estão estudos sobre resistência a viroses e o uso de porta-enxertos adaptados ao frio. O último dia será dedicado a um fórum estratégico sobre pesquisa, extensão rural e organização da cadeia produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O objetivo é alinhar ações e identificar desafios para ampliar a adoção de tecnologias e impulsionar o desenvolvimento do setor nos próximos anos&#8221;, afirmou o coordenador dos encontros, pesquisador da Epagri Henrique Petry.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de maracujá, com cerca de 55 mil toneladas produzidas em dois mil hectares e mais de mil famílias no cultivo. O Sul catarinense concentra 90% dessa produção, com destaque para Sombrio e São João do Sul. Em 2025, o setor movimentou R$ 124 mil em Valor da Produção Agropecuária, segundo a Epagri.</p>
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		<title>Abertura da safra da mandioca reúne produtores e reforça força do setor no Sul catarinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia começou no campo, com sol, movimento e expectativa. Em uma propriedade rural de Sombrio, produtores, técnicos, lideranças e representantes da indústria se reuniram para marcar a Abertura Estadual da Colheita da Mandioca Industrial, em um encontro que misturou celebração, troca de conhecimento e projeções para a nova safra. Tradicional na região, a mandioca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O dia começou no campo, com sol, movimento e expectativa. Em uma propriedade rural de Sombrio, produtores, técnicos, lideranças e representantes da indústria se reuniram para marcar a Abertura Estadual da Colheita da Mandioca Industrial, em um encontro que misturou celebração, troca de conhecimento e projeções para a nova safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicional na região, a mandioca segue como uma das principais bases da economia agrícola do Sul de Santa Catarina. Atualmente, cerca de 80% da produção estadual destinada à indústria está concentrada no Litoral Sul, envolvendo centenas de famílias que têm na cultura sua principal fonte de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a extensionista da Epagri, Luciana Ferro Schneider, o ciclo 2026 marca uma retomada importante após um período desafiador. “Em 2023 tivemos um excesso de chuvas que impactou diretamente a produção dos anos seguintes e o resultado econômico dos agricultores. Neste ano, conseguimos voltar a uma condição mais próxima da normalidade, com produtividade média entre 22 e 26 toneladas por hectare”, explica. A expectativa, segundo ela, é que o comportamento dos preços acompanhe essa recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também reforçou o caráter coletivo da cadeia produtiva. “É um momento de celebrar, mas também de levar informação. Aqui reunimos produtores, indústria, pesquisadores e parceiros para discutir inovação, mercado e o futuro da cultura”, destacou a extensionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os apoiadores estava a Rocha Alimentos, considerada a maior beneficiadora de mandioca de Santa Catarina. Contribuindo para o escoamento da produção e para a organização do mercado, a empresa também esteve presente com degustação de tapioca e apresentação de produtos. Na oportunidade, o fundador Claudeci Rocha destacou a relação construída ao longo dos anos com os agricultores da região. “A gente cresceu junto com o produtor. Nosso trabalho sempre foi baseado em parceria, confiança e proximidade. Sabemos que por trás de cada safra tem o esforço de muitas famílias, e é isso que move a cadeia da mandioca no Sul”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, momentos como a abertura da colheita ajudam a fortalecer ainda mais essa conexão. “É aqui que a gente troca experiência, escuta quem está no campo e entende melhor os desafios e as oportunidades. Esse vínculo é essencial para que todos cresçam juntos”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação especial marca um importante momento no campo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação iniciou com apresentação cultural do grupo Acassorçu e seguiu com a solenidade oficial de abertura, reunindo autoridades e lideranças locais. A prefeita de Sombrio, Gislaine Cunha, destacou a importância da atividade para o município e para toda a região. “Estamos falando de uma cultura que sustenta famílias, movimenta a economia e faz parte da nossa história. É um orgulho receber um evento como esse, que valoriza o trabalho do agricultor e fortalece o desenvolvimento local”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do dia, os participantes acompanharam palestras técnicas, como a do pesquisador Márcio Sônego, da Epagri, que abordou as condições climáticas e as perspectivas para as próximas safras, e de Fábio Isaias Felipe, do Cepea, que trouxe uma análise de mercado e os desafios do setor.</p>
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		<title>Agricultores de Urussanga têm direito a desconto na compra de aveia pela Prefeitura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Urussanga]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Municipal de Urussanga, por meio da Secretaria de Agricultura, está oferecendo subsídio na aquisição de sementes de aveia como forma de apoiar a agricultura familiar. A ação integra o Programa Aveia e garante desconto de 30% nas sacas de 40 kg, reduzindo o valor para R$ 58,10 ao agricultor. O custo é considerado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Governo Municipal de Urussanga, por meio da Secretaria de Agricultura, está oferecendo subsídio na aquisição de sementes de aveia como forma de apoiar a agricultura familiar. A ação integra o Programa Aveia e garante desconto de 30% nas sacas de 40 kg, reduzindo o valor para R$ 58,10 ao agricultor. O custo é considerado vantajoso em comparação aos preços praticados no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário de Agricultura, Genevaldo Cardoso, o Vardinho, o programa visa dar suporte direto aos produtores, especialmente em períodos mais desafiadores. “Nosso objetivo é garantir que o agricultor tenha condições mais acessíveis para manter a produção, principalmente no inverno, quando a oferta de pastagem natural diminui. Esse incentivo fortalece a agricultura familiar e contribui com a economia do município”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao benefício, o agricultor deve possuir Bloco de Notas de Produtor Rural ativo em Urussanga e comprovar movimentação mínima de R$ 10 mil nos últimos 12 meses. Cada produtor poderá adquirir até cinco sacas com o valor subsidiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados devem comparecer à Secretaria de Agricultura com o número da inscrição de produtor rural para solicitar a autorização de fornecimento. Após a verificação dos dados, será emitido um documento que permitirá a retirada das sementes junto à empresa autorizada pela Secretaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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