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	<title>Tecnologia &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>UniSATC recebe nova edição da Competição Catarinense de Drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento ocorre de 31 de outubro a 2 de novembro e reúne dez equipes em provas com aeronaves desenvolvidas pelos próprios participantes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dez equipes, cerca de 60 participantes e três dias de desafios tecnológicos. A UniSATC volta a sediar a Competição Catarinense de Drones, que será realizada de 31 de outubro a 2 de novembro, no campus do centro universitário. O evento reúne competidores que desenvolvem os próprios drones e colocam seus projetos à prova em diferentes atividades de voo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação começa no dia 31 de outubro, com o credenciamento dos participantes, uma palestra de abertura e a apresentação dos projetos. Nos dias seguintes, as equipes participam das janelas de voo, nas quais poderão demonstrar o desempenho das aeronaves. O encerramento contará com uma demonstração de drone agrícola e a premiação dos vencedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da disputa, a competição incentiva o desenvolvimento de habilidades técnicas, a criatividade e o trabalho em equipe. A iniciativa também promove a troca de experiências entre estudantes e entusiastas da tecnologia de diferentes regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador do curso de Engenharia Mecânica da UniSATC e um dos organizadores do evento, Luiz Carlos de Cesaro Cavaler, a competição é uma oportunidade de aproximar os conhecimentos acadêmicos dos desafios práticos da engenharia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os competidores têm a oportunidade de testar soluções, identificar melhorias e aprender com os desafios encontrados durante o desenvolvimento dos drones. A competição também estimula a troca de experiências entre as equipes e contribui para a formação de profissionais preparados para lidar com novas tecnologias”, destaca Cavaler.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização é da UniSATC e do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), campus Florianópolis. A competição conta com o patrocínio da FEESC, Global Drones e Shuttle Aerospace. O evento é aberto ao público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Unesc iniciará 17ª Semana de Ciência e Tecnologia com tema voltado à participação feminina na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 578 trabalhos submetidos e mais de mil inscritos, evento segue até sexta-feira (30/10) e tem expectativa de reunir cerca de três mil pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ciência como espaço de formação, troca de conhecimentos e transformação social estará em destaque na Unesc a partir da próxima segunda-feira (26/10), com o início da 17ª Semana de Ciência e Tecnologia (SCT). Com o tema “Ciência Delas”, a programação deste ano valoriza a contribuição das mulheres para a produção científica e tecnológica e propõe reflexões sobre os desafios e as oportunidades para ampliar a presença feminina na pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição reúne acadêmicos de graduação, estudantes de mestrado e doutorado, pesquisadores de pós-doutorado vinculados à Unesc, professores e comunidade. Ao todo, são 578 trabalhos submetidos e mais de mil inscritos. A expectativa é receber aproximadamente três mil pessoas ao longo dos cinco dias de atividades, que incluem palestras, mesas-redondas, minicursos, oficinas, workshops, apresentações científicas e ações de divulgação da ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, a Semana representa uma oportunidade de aprendizado que ultrapassa os limites da sala de aula e oportuniza a troca de saberes entre estudantes e pesquisadores. “A Semana de Ciência e Tecnologia é uma grande escola. Ao apresentar um trabalho, defender uma ideia e dialogar com avaliadores, o estudante desenvolve senso crítico, analítico e propositivo. Desde a iniciação científica até trabalhos de pesquisadores já consolidados sendo apresentados, ao oportunizar este encontro, estamos contribuindo ativamente com o desenvolvimento científico. Valorizar esse ambiente é fundamental para projetar o futuro”, ressalta Gisele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o maior evento acadêmico da nossa Unesc, que pulsa ciência. Não é à toa que figura em destaque em tantos eixos no Ranking Universitário Folha (RUF) 2026, em especial a Pesquisa. Nós somos líderes neste indicador entre as universidades comunitárias não estatais de Santa Catarina e ocupamos a 10ª posição nacional nesse grupo, posição que teve avanços neste ano e mostra que estamos no caminho certo, que eventos como esse geram frutos e que contribuímos diretamente com o desenvolvimento científico”, afirma a secretária de Estado da Educação e reitora licenciada da Universidade, Luciane Bisognin Ceretta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão, Vanessa Moraes de Andrade, destaca a importância de aproximar os estudantes da pesquisa desde o início da trajetória acadêmica. “Esse contato do universo acadêmico com a pesquisa científica é fundamental. Muitos estudantes ainda não dimensionam o impacto da iniciação científica na formação e na trajetória profissional”, observa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora geral da programação, Gislaine Zilli Réus, ressalta que o tema desta edição convida toda a comunidade universitária a participar das discussões e atividades. “Queremos envolver Ensino, Pesquisa e Extensão em uma programação que estimule a participação de toda a comunidade acadêmica”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ciência Delas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A temática coloca em evidência as contribuições de mulheres que fizeram e fazem parte da história da ciência, além de abrir espaço para discutir os desafios enfrentados pelas pesquisadoras. A proposta também envolve a busca por ambientes científicos mais diversos e inclusivos, com condições para ampliar o acesso, a permanência e a liderança feminina na produção de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os destaques da programação estão palestras com cientistas nacionais e internacionais, que compartilharão suas trajetórias, desafios e descobertas; workshops sobre liderança feminina na ciência e gestão da carreira acadêmica; lançamento de um coletivo de obras escritas por mulheres cientistas brasileiras; e apresentações artísticas protagonizadas por mulheres, aproximando ciência, cultura e arte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura oficial será realizada na segunda-feira (26/10), às 19h, no Auditório Ruy Hülse, com a palestra “Doenças metabólicas e seus impactos no cérebro: perspectivas científicas e uma trajetória feminina na pesquisa”, ministrada por Jade de Oliveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, às 20h30, Edilane Rocha Nicoleite, conselheira suplente do CRBio-09 e representante da Nila Engenharia, Projetos Ambientais e Representações Ltda., conduzirá a palestra “Ciência e Negócios: A Liderança Feminina na Gestão e no Planejamento Territorial Brasileiro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SCT é o evento institucional da Unesc em comemoração à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A iniciativa abrange as áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Humanidades, Ciências e Educação, Ciências da Saúde, Ciências, Engenharias e Tecnologias, promovendo o encontro entre pesquisadores, estudantes, profissionais e sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação até sexta-feira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades seguem até sexta-feira (30/10), com apresentações de trabalhos científicos em formato de pôsteres e comunicações orais, feira de ciências, palestras magnas, mesas-redondas, minicursos, oficinas, workshops e outras ações de divulgação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 17ª Semana de Ciência e Tecnologia conta com o patrocínio da Plasson do Brasil, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), dos Conselhos Federal e Regional de Biologia e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação completa pode ser consultada no site: <a href="https://www.even3.com.br/xvii-semana-de-ciencia-e-tecnologia-da-unesc-756820/">https://www.even3.com.br/xvii-semana-de-ciencia-e-tecnologia-da-unesc-756820/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Hiperconectividade na infância: experiências escolares contribuem para um desenvolvimento além das telas</title>
		<link>https://sulnoticias.com/hiperconectividade-na-infancia-experiencias-escolares-contribuem-para-um-desenvolvimento-alem-das-telas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[Colégio SATC trabalha uso consciente da tecnologia aliado a atividades práticas que estimulam convivência, criatividade, raciocínio e crescimento integral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia está cada vez mais presente na rotina das crianças e faz parte de diferentes momentos da vida familiar e escolar. Ao mesmo tempo em que os recursos digitais oferecem novas possibilidades, o uso excessivo de telas pode interferir em aspectos importantes do desenvolvimento infantil. No Colégio SATC, a relação com a tecnologia é trabalhada de maneira integrada ao processo educacional. Nesse contexto, a escola contribui para que os estudantes desenvolvam autonomia, convivência e consciência sobre o uso desses recursos, além de aprenderem a utilizar ferramentas tecnológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas da instituição consideram a faixa etária dos estudantes e envolvem desde segurança na internet e programação até atividades desplugadas, jogos, construção e resolução de problemas. “O propósito da nossa escola é mostrar que tecnologia não se resume ao uso de computadores e celulares, mas também envolve criatividade, raciocínio lógico e diferentes formas de encontrar soluções”, relata a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento infantil precisa de diferentes estímulos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a infância, o cérebro passa por uma etapa intensa de desenvolvimento. Por isso, é importante que as crianças tenham contato com diferentes experiências e não concentrem a rotina apenas nos estímulos digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A criança precisa de estímulos para um desenvolvimento saudável, mais analógico, onde desenvolve a habilidade motora fina, pega uma caneta, um lápis, monta bloquinhos e, a partir dali, começa a fazer seus ensaios para aprendizagens futuras”, explica a psicóloga educacional do Colégio SATC, Michelle Silveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição excessiva às telas pode trazer impactos para aspectos como atenção, linguagem e raciocínio. A hiperconectividade também pode interferir na socialização e na disposição dos alunos para brincar e interagir com outras pessoas. “Uma criança em formação, em pleno desenvolvimento, quando é colocada muitas vezes em frente a estímulos eletrônicos, pode ter prejuízos na socialização. Podendo ter uma tendência a procurar a tela e não querer se relacionar tanto com outras crianças ou brincar”, pontua Michelle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação sobre o uso dos dispositivos também precisa considerar a idade. Para crianças de zero a dois anos, a psicóloga recomenda evitar a exposição às telas, com exceção de situações pontuais. A partir dos dois anos, a orientação é que o contato ocorra com supervisão de um adulto e por tempo limitado, priorizando conteúdos adequados à faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Até os seis aninhos, uma hora é bastante tempo para a criança ter contato com essa tecnologia. É importante priorizar conteúdos lúdicos e educativos, porque a criança ainda precisa desenvolver outras habilidades e não tem maturidade para fazer seu próprio filtro”, conta a psicóloga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Convivência consciente com a tecnologia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, a escola pode contribuir para que os estudantes compreendam que a tecnologia é uma ferramenta e que seu uso precisa estar associado a objetivos e limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A convivência com outras crianças, as atividades coletivas e as experiências que acontecem fora das telas também fazem parte desse aprendizado. “A escola vem como um laboratório de promoção sociocultural e socio-relacional, de convívio. Onde a criança e o jovem conseguem estabelecer limites e ter essa interação social para entender o quanto isso é benéfico e como é possível se divertir, ter boas relações e experiências que promovam sensações boas”, destaca Michele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Colégio SATC, esse trabalho está presente nas propostas desenvolvidas pela área de Tecnologias Aplicadas. O objetivo da disciplina não é apenas ensinar os estudantes a utilizar equipamentos, mas também desenvolver competências na área. “Trabalhamos a tecnologia de uma forma mais completa, desde a parte de segurança na internet, como usar as ferramentas e como criar jogos lúdicos e educacionais”, ressalta a coordenadora de Tecnologias Aplicadas do Colégio SATC, Andreia Scarduelli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia trabalhada longe das telas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades desplugadas são outro caminho utilizado para desenvolver o raciocínio lógico e a resolução de problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jogos, construções com peças, atividades com papel e lápis e propostas envolvendo recursos como Lego e Arduino fazem parte desse processo. “Resolver um problema no papel, fazer um jogo, criar e resolver um problema também é tecnologia. Porque esse estudante vai desenvolver o raciocínio lógico e a resolução de problemas”, explica Andreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas são planejadas de acordo com a idade dos estudantes e com os conhecimentos trabalhados em cada etapa. Dessa forma, o contato com os recursos tecnológicos não acontece de maneira isolada, mas integra diferentes habilidades e conteúdos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança no ambiente digital também faz parte desse percurso. Por meio de histórias, livros e atividades adequadas à faixa etária, os estudantes são orientados sobre o uso consciente dos dispositivos e sobre os cuidados necessários no ambiente virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A tecnologia vem para resolver algo, resolver algum problema e estudar tecnologia. Dentro dessa proposta, a escola também faz com que os alunos aprendam a utilizar esses recursos de forma mais consciente”, salienta a coordenadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Família e escola compartilham responsabilidades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção de uma relação equilibrada com a tecnologia também envolve a participação das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Isabela Spillere, mãe da Luiza, estudante do 1º ano B, a orientação oferecida pela escola contribui para complementar o trabalho realizado em casa. “Considero a utilização da tecnologia algo muito importante e positivo, desde que utilizada de forma orientada, com objetivos pedagógicos e supervisionada. Vejo como uma forma de tornar o aprendizado mais interessante e interativo para as crianças”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença da tecnologia na rotina das novas gerações também exige que os estudantes aprendam a utilizá-la de maneira responsável. “Vejo a disciplina de Tecnologias Aplicadas como uma aliada a nós, pais e mães, que muitas vezes tentamos ensinar para as crianças a utilizar a tecnologia de forma consciente e responsável. É importante que eles também entendam os limites, os riscos aos quais estão expostos com o excesso de telas e consigam equilibrar o uso da tecnologia com outras atividades”, destaca Isabela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que restringir ou estimular o uso dos recursos digitais, o desafio está em ensinar as crianças a compreender quando, como e por que utilizá-los. “São experiências práticas, interação social, brincadeiras, atividades manuais e o contato orientado com a tecnologia que podem ocupar espaços complementares no cotidiano escolar”, ressalta Andreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Escola de Talentos SATC amplia oportunidades de aprendizagem com oficinas extracurriculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprender também pode acontecer fora da sala de aula. Por meio da Escola de Talentos, o Colégio SATC oferece oficinas extracurriculares que ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes. As atividades contemplam diferentes áreas, como esporte, cultura, arte e tecnologia, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades, conheçam novos interesses e tenham contato com experiências diferentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Aprender também pode acontecer fora da sala de aula. Por meio da Escola de Talentos, o Colégio SATC oferece oficinas extracurriculares que ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes. As atividades contemplam diferentes áreas, como esporte, cultura, arte e tecnologia, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades, conheçam novos interesses e tenham contato com experiências diferentes da rotina escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao participar das oficinas, os estudantes podem exercitar a criatividade, a autonomia, a responsabilidade e a convivência em grupo, além de desenvolver habilidades relacionadas a cada modalidade. “As atividades extracurriculares são muito importantes porque dão aos alunos a oportunidade de aprender de outras formas, além da sala de aula. Podem descobrir novos interesses, desenvolver talentos e ganhar mais confiança. Também aprendem a trabalhar em equipe, a serem mais criativos e responsáveis”, explica a coordenadora da Escola de Talentos do Colégio SATC, Andreia Scarduelli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, entre as opções oferecidas pelo Colégio SATC estão futsal, vôlei, handebol, xadrez, robótica, programação em games e edição de vídeos, ginástica artística, teatro, Corpo Coreográfico e Banda Marcial. A instituição também conta com oficinas terceirizadas de capoeira, balé, karatê e futebol de campo, em parceria com a Maccari.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas atividades são destinadas exclusivamente aos estudantes do Colégio SATC: Corpo Coreográfico e Banda Marcial. As duas são gratuitas. As demais oficinas possuem valores diferenciados de acordo com a categoria escolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aprendizagem para além da rotina escolar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização de atividades em horários diferentes do período regular permite que os estudantes tenham contato com experiências que complementam os conteúdos trabalhados no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também contribui para aproximar a escola de diferentes públicos. “Além do desenvolvimento educacional e da formação humana, a prática de atividades extracurriculares na escola fortalece a experiência de aprendizado e, ao mesmo tempo, engaja o estudante em ações que ocorrem fora da rotina estudantil. Para construir essa proposta, o Colégio oferece atividades culturais, esportivas, artísticas e tecnológicas a partir da Escola de Talentos”, afirma a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação em diferentes modalidades pode contribuir para que cada aluno identifique áreas de interesse e desenvolva habilidades de maneira prática. “No esporte, por exemplo, são trabalhados aspectos relacionados à cooperação e à disciplina. Nas atividades artísticas e culturais, os participantes encontram oportunidades para expressão e criatividade. Já nas propostas tecnológicas, podem desenvolver conhecimentos e competências relacionadas à produção e à resolução de problemas”, acrescenta Andreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as famílias que desejam obter mais informações sobre as aulas, horários e valores, o contato pode ser feito pelo telefone/WhatsApp (48) 3431-7656 ou pelo site <a href="https://unisatc.com.br/escola-de-talentos/">unisatc.com.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Empresas precisam estabelecer regras para usar inteligência artificial com segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Ferramentas que auxiliam na produção de textos, pesquisas, análises e outras atividades estão cada vez mais presentes no ambiente corporativo. Mas, ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades, elas também criam uma nova necessidade: estabelecer regras para orientar o uso da tecnologia dentro das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Ferramentas que auxiliam na produção de textos, pesquisas, análises e outras atividades estão cada vez mais presentes no ambiente corporativo. Mas, ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades, elas também criam uma nova necessidade: estabelecer regras para orientar o uso da tecnologia dentro das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para apoiar as empresas nesse processo, a SATC estruturou o Hub de IA para negócios, programa de assinatura que atua em três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de inteligência artificial. A proposta é ajudar as organizações a avançar na adoção da tecnologia de forma estruturada, considerando desde a preparação das equipes até a definição de regras e o desenvolvimento de aplicações práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na frente de governança, o trabalho parte de uma questão central: o que pode e o que não pode ser feito com inteligência artificial dentro da empresa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um colaborador pode utilizar uma ferramenta para resumir um documento, analisar uma apresentação ou organizar informações. Mas é necessário estabelecer se aquele conteúdo pode ser inserido na plataforma, qual ferramenta está autorizada e quem pode realizar determinado tipo de operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando a empresa libera uma ferramenta de inteligência artificial, precisa também estabelecer regras para o uso. Não é simplesmente dizer que pode usar. É preciso definir que tipo de informação pode entrar, quem pode utilizar determinada ferramenta e em quais situações”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio dos dados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão ganha relevância porque as empresas lidam diariamente com informações que fazem parte do próprio negócio. Dados de clientes, documentos internos, estratégias comerciais, projetos e outros materiais podem ter caráter estratégico e, por isso, precisam ser considerados nas definições sobre o uso de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem orientações claras, diferentes colaboradores podem adotar práticas distintas diante de uma mesma situação. Um profissional pode considerar adequado inserir determinado documento em uma ferramenta, enquanto outro pode entender que aquela informação deveria permanecer restrita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Governança é justamente criar clareza. O colaborador precisa saber qual ferramenta pode usar, que tipo de documento pode colocar nela e qual é a finalidade daquele uso. Quando essas regras não existem, cada pessoa acaba tomando sua própria decisão”, acrescenta o consultor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a governança não significa impedir o uso da inteligência artificial. A intenção é estabelecer parâmetros para que a tecnologia possa ser incorporada aos processos da empresa de acordo com critérios previamente definidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais sobre o Hub de IA da SATC</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Hub de IA para negócios da SATC, a governança é trabalhada junto às demais etapas de adoção da tecnologia. O programa auxilia a empresa na construção de uma política de gestão de IA, com definição de ferramentas, responsabilidades e critérios para utilização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura também considera que o uso da inteligência artificial tende a evoluir dentro das organizações. A empresa pode começar com ferramentas disponíveis no mercado e, posteriormente, avançar para assistentes e agentes capazes de executar atividades e fluxos de trabalho mais estruturados. Em cada etapa, surgem novas necessidades relacionadas ao controle e à utilização das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é fazer com que essas decisões deixem de depender apenas da interpretação individual dos colaboradores e passem a fazer parte de uma orientação institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente precisa criar um ambiente em que a empresa consiga aproveitar os benefícios da inteligência artificial sem perder de vista aquilo que é estratégico para o negócio. A governança dá essa estrutura e ajuda a transformar o uso da tecnologia em uma decisão organizacional, e não apenas individual”, destaca o pró-reitor de Pesquisa e Inovação do CT SATC, Luciano Bilessimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A governança também se conecta às outras duas frentes trabalhadas pelo Hub. O treinamento prepara os profissionais para compreender as possibilidades da inteligência artificial. A definição de regras estabelece limites e responsabilidades. A partir dessa estrutura, a empresa pode avançar para projetos específicos de aplicação da tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade. O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos
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<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área&#8221;, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo&#8221;, afirma o consultor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. &#8220;Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado&#8221;, destaca o consultor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação&#8221;, ressalta.</p>
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		<title>Presidente da Fapesc visita SATC e conhece projetos desenvolvidos com apoio à pesquisa e inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Valdir Cechinel Filho percorreu laboratórios do Colégio SATC, UniSATC e Centro Tecnológico e acompanhou iniciativas que contam com fomento da Fundação
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<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento da pesquisa e da inovação em Santa Catarina passa pela aproximação entre instituições de ensino, centros de pesquisa e órgãos de fomento. Dentro desse contexto, a SATC recebeu a visita do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Valdir Cechinel Filho, que conheceu projetos, espaços e equipamentos da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhado pelo reitor da UniSATC, Carlos Antonio Ferreira, e pelo pró-reitor de Pesquisa e Inovação do Centro Tecnológico SATC, Luciano Bilessimo, Cechinel percorreu laboratórios do Colégio SATC, da UniSATC e do Centro Tecnológico. Durante a visita, foram apresentados projetos de pesquisa e inovação, além de estruturas que receberam investimentos viabilizados por editais e mecanismos de fomento da Fapesc nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da Fundação, estar próximo das instituições permite compreender as pesquisas que estão sendo desenvolvidas e identificar novas possibilidades de apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi uma visita muito boa. A ideia é conhecer as instituições e entender como a Fapesc pode ajudar a fomentar a inovação no Estado. Foi muito importante conhecer o que a SATC faz, o que está desenvolvendo e entender no que podemos ajudar&#8221;, destacou Valdir Cechinel Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fomento que se transforma em pesquisa e estrutura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos últimos anos, o apoio da Fapesc tem contribuído para o desenvolvimento de pesquisas e para a ampliação da infraestrutura disponível aos pesquisadores da SATC. Os investimentos possibilitam a aquisição de equipamentos e o avanço de projetos que aproximam o conhecimento científico das demandas da indústria e da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o roteiro, o presidente pôde conhecer diferentes ambientes utilizados por estudantes, professores e pesquisadores. A visita também possibilitou apresentar resultados de iniciativas já desenvolvidas e conversar sobre novos caminhos para fortalecer o ecossistema catarinense de ciência, tecnologia e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o reitor da UniSATC, Carlos Antonio Ferreira, a parceria com instituições de fomento é fundamental para transformar conhecimento em desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O apoio à pesquisa permite que nossas equipes avancem na geração de conhecimento, na formação dos nossos estudantes e, principalmente, no desenvolvimento de soluções que possam chegar à sociedade e à indústria. Receber o presidente da Fapesc também é uma oportunidade de mostrar como os recursos destinados à ciência e à inovação estão se transformando em projetos, infraestrutura e resultados&#8221;, afirmou Ferreira.</p>
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		<title>IV Simpósio de Aplicações para Engenharia da UniSATC inicia com debate sobre o futuro da mobilidade aérea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[O IV Simpósio de Aplicações para Engenharia começou com grande participação de público na UniSATC. Mais de 400 estudantes, professores e profissionais acompanharam a conferência de abertura, consolidando o evento como um dos principais espaços de integração entre academia, inovação e indústria da região. A palestra inaugural, &#8220;eVTOL: Desafios Tecnológicos e Oportunidades para a Engenharia&#8221;, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O IV Simpósio de Aplicações para Engenharia começou com grande participação de público na UniSATC. Mais de 400 estudantes, professores e profissionais acompanharam a conferência de abertura, consolidando o evento como um dos principais espaços de integração entre academia, inovação e indústria da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palestra inaugural, &#8220;eVTOL: Desafios Tecnológicos e Oportunidades para a Engenharia&#8221;, foi ministrada pelo especialista Fernando de Borthole. Durante a apresentação, o público conheceu as tecnologias que impulsionam o desenvolvimento das aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOLs), os desafios enfrentados pela engenharia no setor e as oportunidades de negócios que surgem com a evolução da mobilidade aérea urbana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Pró-Reitor de Ensino e Extensão da UniSATC, Jovani Castelan, destacou que o simpósio amplia a formação dos estudantes ao aproximá-los das transformações do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O simpósio proporciona um ambiente de aprendizado que vai além da sala de aula. Ao reunir especialistas, empresas e a comunidade acadêmica, os estudantes têm contato com tecnologias emergentes, tendências da indústria e desafios reais da profissão, fortalecendo uma formação alinhada às necessidades do mercado”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica da UniSATC e um dos organizadores do evento, João Mota Neto, a expressiva participação do público na abertura demonstra o interesse dos futuros profissionais pelas novas tecnologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ver o auditório cheio no primeiro dia mostra que existe uma grande busca por conhecimento aplicado e por compreender as transformações que estão acontecendo na Engenharia. O simpósio foi pensado justamente para aproximar os estudantes de especialistas e das tecnologias que já estão moldando o futuro da indústria, criando um ambiente de troca de experiências e inspiração para a carreira”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da programação, os participantes terão acesso a palestras, minicursos e apresentações técnicas sobre transformação digital, automação, robótica, inteligência artificial e inovação. A proposta é conectar o conhecimento desenvolvido na universidade às demandas reais da indústria, contribuindo para a formação de profissionais preparados para os desafios da Engenharia 4.0 e das profissões do futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Estudantes de Automação Industrial da UniSATC conhecem tecnologias da Indústria 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação de profissionais preparados para os desafios da indústria passa, cada vez mais, pela vivência prática em ambientes produtivos. Com esse propósito, estudantes da primeira fase do curso de Tecnologia em Automação Industrial da UniSATC realizaram uma visita técnica à unidade da Librelato, em Criciúma, uma das principais fabricantes de implementos rodoviários do país. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A formação de profissionais preparados para os desafios da indústria passa, cada vez mais, pela vivência prática em ambientes produtivos. Com esse propósito, estudantes da primeira fase do curso de Tecnologia em Automação Industrial da UniSATC realizaram uma visita técnica à unidade da Librelato, em Criciúma, uma das principais fabricantes de implementos rodoviários do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade foi acompanhada pelo professor da UniSATC e engenheiro de processos da empresa, Marcos Welliton Daros, que apresentou aos acadêmicos diferentes etapas da produção e as tecnologias empregadas no processo fabril. Durante a visita, os estudantes puderam conhecer de perto sistemas automatizados, robôs industriais, sensores, equipamentos de controle e soluções integradas que fazem parte dos conceitos da Indústria 4.0.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador do curso de Tecnologia em Automação Industrial da UniSATC, João Mota, experiências como essa fortalecem a formação profissional ao conectar os conteúdos desenvolvidos em sala de aula com a realidade da indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nosso compromisso é proporcionar experiências que vão além da sala de aula, permitindo que os estudantes desenvolvam uma visão sistêmica dos processos industriais, compreendam as demandas do setor produtivo e estejam preparados para atuar em projetos de transformação digital, inovação e automação industrial&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora da disciplina Práticas de Automação, Alanis Tiscoski, ressalta que o contato direto com o ambiente industrial é especialmente importante para os estudantes que estão iniciando a graduação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse contato com a indústria é muito importante, principalmente para os alunos da primeira fase, pois permite relacionar os conteúdos do curso com situações reais do mercado de trabalho. Além disso, a visita amplia a visão dos estudantes sobre as possibilidades de atuação do tecnólogo em Automação Industrial e demonstra que a automação está presente em diferentes setores e etapas de uma empresa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As visitas técnicas integram a proposta pedagógica do curso de Tecnologia em Automação Industrial da UniSATC e complementam o processo de aprendizagem ao aproximar os estudantes das tecnologias utilizadas pela indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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