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	<title>Tecnologia &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>SATC recebe Finep pelo Brasil nesta quinta com oportunidades de R$ 3,3 bilhões </title>
		<link>https://sulnoticias.com/satc-recebe-finep-pelo-brasil-nesta-quinta-com-oportunidades-de-r-33-bilhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>
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					<description><![CDATA[A SATC será palco, nesta quinta-feira (30), do evento Finep pelo Brasil (Criciúma), iniciativa que percorre diferentes regiões do país para apresentar oportunidades de fomento à inovação. O encontro acontece a partir das 9h, no Auditório João Luiz Novelli, no campus da instituição, e ainda há tempo para garantir participação por meio de inscrição gratuita [&#8230;]]]></description>
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<p>A SATC será palco, nesta quinta-feira (30), do evento Finep pelo Brasil (Criciúma), iniciativa que percorre diferentes regiões do país para apresentar oportunidades de fomento à inovação. O encontro acontece a partir das 9h, no Auditório João Luiz Novelli, no campus da instituição, e ainda há tempo para garantir participação por meio de inscrição gratuita online.</p>



<p>Realizado pela Financiadora de Estudos e Projetos, em parceria com a Fiesc, ACATE Cetus e a própria SATC, o evento reúne empresas, cooperativas, startups e instituições de ciência e tecnologia interessadas em acessar recursos que somam mais de R$ 3,3 bilhões em editais não reembolsáveis, além de linhas de crédito, investimentos e apoios ao desenvolvimento tecnológico.</p>



<p>A programação segue até as 11h30min e inclui a apresentação detalhada dos editais recém-lançados, com condições de financiamento a partir de TR + 2,5% ao ano, além de orientações práticas para submissão de projetos.</p>



<p>De acordo com o gestor do Escritório de Projetos da SATC, Anderson Spacek, sediar o evento reforça o papel da instituição como elo entre o setor produtivo e as oportunidades de inovação.</p>



<p>&#8220;Receber o Finep pelo Brasil na SATC é uma oportunidade importante para aproximar o ecossistema regional das principais fontes de financiamento à inovação do país. Esse contato direto facilita o acesso das empresas aos recursos e contribui para transformar ideias em projetos concretos&#8221;, destaca.</p>



<p>Além das apresentações, os participantes poderão contar com atendimentos individuais com representantes da Finep e agentes financeiros, esclarecendo dúvidas e recebendo orientações específicas para seus projetos.</p>



<p><strong>Inscrições</strong><br>As inscrições são gratuitas e ainda podem ser realizadas pelo link:&nbsp;<a href="https://forms.office.com/r/rma3pBzkKu" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>https://forms.office.com/r/rma3pBzkKu</u></a></p>
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		<title>CRIO completa dois anos com mais de 20 mil pessoas atendidas e 27 startups incubadas em Criciúma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Deza Bergmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Inovação Criciúma (CRIO) chega aos dois anos de operação consolidado como o principal hub de inovação do Sul catarinense. Desde a inauguração, mais de 20 mil pessoas passaram pelo espaço, que abriga atualmente 27 startups incubadas, mais de 70 negócios em pré-incubação e 10 empresas residentes. Em 2026, outros 25 novos negócios [&#8230;]]]></description>
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<p>O Centro de Inovação Criciúma (CRIO) chega aos dois anos de operação consolidado como o principal hub de inovação do Sul catarinense. Desde a inauguração, mais de 20 mil pessoas passaram pelo espaço, que abriga atualmente 27 startups incubadas, mais de 70 negócios em pré-incubação e 10 empresas residentes. Em 2026, outros 25 novos negócios já ingressaram na pré-incubação.</p>



<p>Sob gestão da Unesc, o CRIO ocupa uma estrutura de sete mil metros quadrados e acumula 455 eventos realizados em dois anos, incluindo quatro de alcance internacional. O Escritório de Projetos do Centro aprovou mais de R$ 10,4 milhões em projetos e captou R$ 515 mil para a realização de eventos.</p>



<p>A reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, destaca o papel do espaço no ecossistema regional. &#8220;Ver o CRIO em constante movimento, com pessoas circulando, ideias ganhando vida e novos negócios surgindo, é algo transformador e reforça a certeza de que estamos no caminho certo&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>De ideia a negócio</strong></p>



<p>Um dos casos que ilustram esse caminho é a Zorte, startup incubada no CRIO que desenvolveu um sistema de gestão para transportadoras. O cofundador Arthur Francioni explica que a entrada no Centro acelerou o desenvolvimento da empresa. &#8220;Empreender já é desafiador por si só. Quando você tem um ecossistema que te apoia, troca conhecimento e abre portas, você encurta caminhos e ganha velocidade no crescimento&#8221;, pontua.</p>



<p>Incubada há cerca de um mês, a Pain Cave Academy também colhe os primeiros resultados. A plataforma voltada a atletas de endurance integra tecnologia, saúde e comunidade. A cofundadora Tais Guzzatti de Moliner conta que o ambiente do CRIO foi essencial para estruturar o negócio. &#8220;Conseguimos organizar processos internos, compreender melhor conceitos fundamentais do universo das startups e ganhamos visibilidade&#8221;, destacou.</p>



<p><strong>Estrutura em expansão</strong></p>



<p>O CRIO segue em processo de modernização. Entre as melhorias em andamento estão a revitalização do auditório principal, implantação de laboratório de prototipagem, reestruturação da incubadora Itec.in e criação de laboratório de informática e games. O escritório de negócios também será ampliado.</p>



<p>A programação de 2026 já está aquecida. Em maio, o Centro recebe o Encontro Internacional de Pesquisa e Inovação em Ecossistemas Inteligentes. Em junho, o projeto Conexões Globais volta a reunir empresas e especialistas para discutir cooperação tecnológica.</p>



<p>O prefeito de Criciúma e presidente da Amrec, Vagner Espíndola, resume o significado do espaço para a cidade. &#8220;Este tem sido um dos símbolos de Criciúma com a inovação e a geração de oportunidades. O espaço cumpre um papel importante na conexão entre ideias, projetos e pessoas&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Projeto une ensino técnico e Engenharia Mecatrônica na criação de veículo inteligente na SATC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A integração entre o curso técnico e a graduação promove uma formação profissional mais completa, ao unir a prática especializada do ensino técnico à base teórica e estratégica do curso superior. Nesse contexto, o projeto ‘Mobilidade Autônoma’ reúne duas frentes de trabalho para a construção de um veículo inteligente ao longo deste semestre. Os alunos [&#8230;]]]></description>
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<p>A integração entre o curso técnico e a graduação promove uma formação profissional mais completa, ao unir a prática especializada do ensino técnico à base teórica e estratégica do curso superior. Nesse contexto, o projeto ‘Mobilidade Autônoma’ reúne duas frentes de trabalho para a construção de um veículo inteligente ao longo deste semestre. Os alunos do curso técnico em Mecatrônica do Colégio SATC são responsáveis pelo desenvolvimento mecânico da barra de direção do protótipo, enquanto os acadêmicos de Engenharia Mecatrônica da UniSATC atuam na arquitetura eletrônica do veículo.</p>



<p>O projeto possui caráter interdisciplinar, integrando mecânica, eletrônica e programação, com foco no compartilhamento de conhecimento entre diferentes níveis de formação. “Essa conexão entre a graduação e o técnico na construção conjunta do protótipo gera maior percepção de pertencimento entre os alunos. Cada nível de ensino passa a compreender melhor os diferentes estágios da tecnologia, ao mesmo tempo em que equilibra as habilidades de cada grupo”, explica o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica da UniSATC, João Mota.</p>



<p>Os grupos do nível técnico são responsáveis pelo desenvolvimento da estrutura mecânica do veículo. “O mecanismo da barra de direção permitirá a transmissão da rotação de um servomotor para as rodas dianteiras, viabilizando o controle direcional do protótipo. Essa etapa envolve modelagem e fabricação de componentes por meio de manufatura aditiva, como a impressão 3D, integrando conceitos de projeto mecânico e processos produtivos”, destaca o professor da UniSATC, Marcos Coelho.</p>



<p>Já os acadêmicos da graduação desenvolvem a arquitetura eletrônica do veículo. “Cada grupo ficará responsável pela programação e pela aplicação de lógica de inteligência artificial, fundamentais para a operação autônoma. Essa fase contempla hardware embarcado, sensores, controle e algoritmos de decisão, conectando teoria e prática no campo da mobilidade autônoma”, relata Mota.</p>



<p><strong>Troca de experiências</strong></p>



<p>A proposta do projeto também se destaca pela troca de experiências entre os alunos dos diferentes níveis de ensino. Considerado piloto neste primeiro semestre, a iniciativa busca aproximar os estudantes em uma dinâmica conjunta de aprendizado.</p>



<p>&nbsp;“Nosso principal objetivo é permitir que esses alunos possam trocar experiências que vão além da questão técnica. Essa convivência possibilita que o estudante do ensino técnico se espelhe nos acadêmicos da graduação, muitos deles ex-alunos da própria instituição, o que contribui para que também se enxergue nesse caminho futuramente”, enfatiza o coordenador do Curso Técnico em Mecatrônica do Colégio SATC, Max Steiner.</p>



<p>A atividade educacional está nas etapas iniciais de desenvolvimento e já apresenta resultados. “O veículo autônomo fará parte da realidade profissional desses alunos a médio prazo. No projeto, utilizamos como referência a plataforma Donkey Car, reconhecida pelo potencial didático no ensino de sistemas autônomos. Assim, os estudantes já têm contato com tecnologias de referência, o que deve resultar em protótipos inovadores e com maior abrangência”, conclui o professor.</p>
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		<title>Acadêmicos de Ciência da Computação da Unesc entregam protótipos assistivos à Apae Criciúma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A união entre aprendizado acadêmico e responsabilidade social ganhou forma na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Criciúma (Apae), com a entrega de protótipos tecnológicos desenvolvidos por acadêmicos do curso de Ciência da Computação da Unesc. O projeto “Inclusão Digital na Apae”, voltado ao apoio no desenvolvimento pedagógico e na comunicação de alunos [&#8230;]]]></description>
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<p>A união entre aprendizado acadêmico e responsabilidade social ganhou forma na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Criciúma (Apae), com a entrega de protótipos tecnológicos desenvolvidos por acadêmicos do curso de Ciência da Computação da Unesc.</p>



<p>O projeto “Inclusão Digital na Apae”, voltado ao apoio no desenvolvimento pedagógico e na comunicação de alunos com deficiência, teve como destaque ferramentas de comunicação aumentativa. Os dispositivos foram pensados especificamente para crianças não verbais e entregues na última sexta-feira (10/4).</p>



<p>Segundo o coordenador do curso, Luciano Antunes, os dispositivos foram pensados especialmente para crianças não verbais e integram uma proposta de aplicação prática do conhecimento acadêmico em benefício da comunidade.</p>



<p>“Utilizamos a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para que os alunos utilizem cartões que, ao serem inseridos em um dispositivo eletrônico, emitam sons relacionados à ação desejada. Além da comunicação, foram entregues projetos focados em coordenação motora, reconhecimento de cores e exercícios de memorização, consolidando um momento de socialização e entrega de resultados do semestre anterior”, informou o coordenador.</p>



<p>A diretora e coordenadora pedagógica da Apae de Criciúma, Daiane Rodrigues Rezende Rubbo, enfatizou que parcerias como essa são fundamentais para a inovação na educação e para a construção de uma sociedade mais inclusiva.</p>



<p>“Essa colaboração tem sido extremamente significativa para o nosso trabalho, pois possibilita a integração entre tecnologia e práticas pedagógicas, contribuindo diretamente para o desenvolvimento dos nossos educandos. Os recursos tecnológicos apresentados e desenvolvidos pelos acadêmicos ampliam as possibilidades de ensino, tornando as intervenções mais acessíveis, dinâmicas e eficazes. Essa iniciativa do curso e da Unesc promove uma formação mais humanizada e sensível por parte dos futuros profissionais, que passam a compreender, na prática, a importância da inclusão e da acessibilidade”, avaliou a diretora.</p>



<p>Para os estudantes, o projeto representou a oportunidade de aplicar a teoria em um cenário real e transformador. A acadêmica Stefany França ressaltou que o processo de elaboração foi um grande desafio multidisciplinar, unindo conteúdos de sistemas digitais, programação, design e cálculo. “Ver a ferramenta idealizada por nós funcionando e impactando a rotina de alunos e professores compensa todo o esforço acadêmico”, comentou.</p>



<p>No mesmo sentido, a estudante Lili Antunes destacou que o envolvimento de quatro disciplinas da segunda fase do curso foi fundamental para construir ferramentas que auxiliassem o público da instituição. “É gratificante perceber que o projeto atendeu às demandas pedagógicas solicitadas pela coordenação da Apae. Sinto-me orgulhosa em contribuir e compreender, na prática, a importância da inclusão e da acessibilidade”, declarou a acadêmica.</p>
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		<item>
		<title>SATC apresenta ecossistema de inovação durante visita técnica do ELI Summit SC 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A SATC integrou o roteiro de visitas técnicas do ELI Summit SC 2026, realizado nos dias 7 e 8 de abril, em Criciúma. O evento reúne lideranças e agentes estratégicos dos ecossistemas de inovação de Santa Catarina. Com o tema “Territórios Inteligentes e Competitividade”, o encontro promove a troca de experiências e o fortalecimento da [&#8230;]]]></description>
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<p>A SATC integrou o roteiro de visitas técnicas do ELI Summit SC 2026, realizado nos dias 7 e 8 de abril, em Criciúma. O evento reúne lideranças e agentes estratégicos dos ecossistemas de inovação de Santa Catarina. Com o tema “Territórios Inteligentes e Competitividade”, o encontro promove a troca de experiências e o fortalecimento da inovação como motor de desenvolvimento econômico e social.</p>



<p>Durante a programação, os participantes visitaram o ecossistema de inovação de Criciúma. A SATC foi uma das instituições apresentadas. No local, conheceram iniciativas voltadas à inovação na educação e os serviços da SATC Negócios.</p>



<p>A visita também trouxe exemplos práticos. Os participantes conheceram a Darwin, startup incubada no Colearning SATC. Também entenderam como empresas investem em inovação por meio do Cobusiness.</p>



<p>“A inovação não acontece de forma solitária, nem dentro de uma única instituição. Por isso, é fundamental promover encontros como este. Estamos muito felizes, com a expectativa de aprender, compartilhar conhecimento e estabelecer novas conexões com outras instituições, escolas e startups”, destacou o reitor e CEO da SATC, Carlos Ferreira.</p>



<p>Representando o setor empresarial, o presidente da AMPE de Gaspar e Ilhota, Kauê Benkendorff Alberti, destacou a relevância da visita técnica para conhecer, na prática, iniciativas de inovação.</p>



<p>“É muito importante participar desta visita técnica à SATC, em Criciúma, um centro de inovação e tecnologia voltado ao desenvolvimento de soluções. Ficamos muito satisfeitos em conhecer projetos e iniciativas que mostram, na prática, como a inovação pode funcionar e gerar resultados, sendo replicada em outros municípios de Santa Catarina”, ressaltou.</p>



<p>Promovido pelo Sebrae/SC, o ELI Summit SC integra o movimento de Ecossistemas Locais de Inovação. A proposta é fortalecer redes, ampliar a competitividade e gerar novas oportunidades para o Estado.</p>
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		<title>SATC participa de um dos maiores eventos de cibersegurança do Sul do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A SATC esteve presente no SecOps Summit 2026, um dos principais eventos de cibersegurança e operações de TI do Sul do Brasil, realizado no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). A participação contou com representantes da instituição e da equipe do CSIRT SATC, reforçando o compromisso com a inovação e a atualização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A SATC esteve presente no SecOps Summit 2026, um dos principais eventos de cibersegurança e operações de TI do Sul do Brasil, realizado no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). A participação contou com representantes da instituição e da equipe do CSIRT SATC, reforçando o compromisso com a inovação e a atualização constante na área de tecnologia.</p>



<p>Durante os três dias de evento, milhares de profissionais e especialistas passaram pelo local. De acordo com os organizadores, mais de oito mil pessoas participaram da programação, que reuniu mais de 200 palestrantes distribuídos em cinco palcos simultâneos. Empresas de destaque no cenário nacional, especialmente dos estados do Sul e de São Paulo, também estiveram presentes, apresentando soluções e serviços voltados à segurança da informação e operações de TI.</p>



<p>Para o coordenador dos cursos de Engenharia de Computação, do curso técnico em Segurança Cibernética e do CSIRT Satc, Vagner Rodrigues, a participação em eventos desse porte é essencial para acompanhar as transformações do setor.</p>



<p>“Participar desse tipo de evento é importantíssimo para observar as tendências que estão acontecendo fora e conseguir trazê-las para dentro da instituição. Muitas vezes ficamos focados no nosso próprio ambiente, mas existem muitas soluções e inovações acontecendo no mercado, e na área de tecnologia precisamos nos adaptar cada vez mais rápido”, destacou.</p>



<p>A participação no SecOps Summit 2026 também amplia o olhar da Satc sobre o que está sendo desenvolvido fora do ambiente institucional. “O contato com profissionais, empresas e diferentes realidades do setor contribui para atualizar práticas, repensar processos e trazer novas referências para o dia a dia da instituição, especialmente na formação dos alunos e nas atividades ligadas à área de tecnologia e segurança digital”, afirmou o coordenador.</p>
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		<title>Em meio à disputa global, SATC avança em pesquisa para extração de terras raras</title>
		<link>https://sulnoticias.com/em-meio-a-disputa-global-satc-avanca-em-pesquisa-para-extracao-de-terras-raras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 16:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[A corrida global por terras raras, elementos essenciais para a indústria de tecnologia, energia e defesa, ganha um novo capítulo no Sul de Santa Catarina. Após anos de desenvolvimento, uma pesquisa conduzida pelo Centro Tecnológico da SATC alcançou avanços importantes ao utilizar a Drenagem Ácida de Mina (DAM) como fonte para a extração desses elementos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A corrida global por terras raras, elementos essenciais para a indústria de tecnologia, energia e defesa, ganha um novo capítulo no Sul de Santa Catarina. Após anos de desenvolvimento, uma pesquisa conduzida pelo Centro Tecnológico da SATC alcançou avanços importantes ao utilizar a Drenagem Ácida de Mina (DAM) como fonte para a extração desses elementos. O projeto segue em fase piloto, mas já com resultados consolidados. Agora, a próxima etapa prevê novos testes com cinzas do carvão mineral.</p>



<p>Essenciais e insubstituíveis, as terras raras são 17 elementos que estão presentes em praticamente tudo que define o mundo moderno: de smartphones e turbinas eólicas a veículos elétricos e sistemas de defesa. E é justamente nesse cenário estratégico que o estudo da SATC começa a ganhar protagonismo.</p>



<p>O Brasil, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), já possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, concentrando em torno de 25% do total global. Mesmo assim, o desafio se concentra na viabilidade da extração. Isso porque, apesar do nome, esses elementos não são raros. Estão espalhados, mas em baixas concentrações. Tornar essa exploração economicamente viável é o que define quem lidera essa corrida global, hoje dominada principalmente pela China.</p>



<p>É nesse ponto que a pesquisa conduzida pelo Núcleo de Energia e Síntese de Produtos do CT SATC se destaca. “Estamos falando de um material que, historicamente, sempre foi tratado como problema ambiental. A partir da pesquisa, mostramos que ele pode se tornar uma fonte de minerais estratégicos para o país”, afirma o pesquisador e líder do Núcleo, Thiago Aquino.</p>



<p>Na prática, o projeto desenvolve uma rota tecnológica para tratar a Drenagem Ácida de Mina, uma água contaminada gerada pela atividade carbonífera. Durante esse processo de tratamento, os elementos presentes na água são separados. Parte deles forma um lodo rico em ferro, enquanto outra parte concentra as terras raras. Esse material passa por etapas de extração e purificação até gerar um concentrado com alto valor agregado.</p>



<p>Apesar de desenvolvida a partir da DAM, a rota de extração pode ser aplicada a outras fontes que contenham terras raras. Atualmente, os pesquisadores já obtêm um produto mix com mais de 90% de concentração. O próximo passo é o fracionamento desse material, com o objetivo de agregar valor e aproximar a pesquisa da aplicação final desses elementos.</p>



<p><strong>De passivo ambiental a fonte de minerais estratégicos</strong></p>



<p>A drenagem ácida de mina é facilmente reconhecida pela coloração alaranjada em rios impactados pela mineração de carvão. Com alta concentração de ferro e baixo pH, ela representa, segundo os pesquisadores, um risco ambiental significativo. No entanto, carrega em sua composição elementos estratégicos, como as terras raras dissolvidas.</p>



<p>Após três anos de estudos, o projeto avançou de análises laboratoriais para a fase piloto. Foram mapeados cerca de 20 pontos no Sul do estado, permitindo o desenvolvimento de uma rota tecnológica capaz de tratar essa água contaminada e, simultaneamente, recuperar esses minerais.</p>



<p>“O diferencial da pesquisa está justamente nessa abordagem integrada. Conseguimos tratar um passivo ambiental e, ao mesmo tempo, gerar produtos com potencial econômico, o que pode ajudar a viabilizar todo o processo”, destaca a pesquisadora do Núcleo, Vanessa Olivo Viola.</p>



<p><strong>Processo viabiliza tratamento ambiental</strong></p>



<p>A tecnologia desenvolvida permite a geração de dois produtos principais. O primeiro é um lodo rico em ferro, que após o processo de calcinação pode atingir mais de 90% de pureza, se tornando um material com valor comercial. O segundo é um concentrado com aproximadamente 1% a 2% de terras raras, que passa por etapas adicionais até alcançar um mix com mais de 90% de concentração.</p>



<p>Na prática, isso significa que a própria venda desses minerais pode ajudar a custear o tratamento da água, uma solução que une sustentabilidade e viabilidade econômica.</p>



<p>Além das terras raras, o projeto já vislumbra a extração de outros elementos críticos presentes na drenagem ácida de mina, como manganês, silício e alumínio. Esses materiais também são fundamentais para cadeias produtivas ligadas à energia limpa, semicondutores e indústria de base tecnológica.</p>



<p><strong>Cenário global reforça importância estratégica das terras raras</strong></p>



<p>A relevância do tema vai além da ciência. As terras raras fazem parte de um grupo chamado minerais críticos, que incluem ainda lítio, cobalto, níquel e grafite, todos essenciais para baterias, painéis solares e tecnologias avançadas. Por isso, países como Estados Unidos, China, Austrália e Índia, já disputam acordos e cadeias de suprimento com o Brasil, reconhecendo o caráter estratégico desses recursos.</p>



<p>Nesse contexto, conforme Aquino, iniciativas como a da SATC posicionam o Brasil de forma mais competitiva no cenário global. “Já avançamos muito na parte técnica e sabemos como chegar ao produto final. Agora, o desafio é escalar o processo, entender melhor a viabilidade econômica e transformar esse conhecimento em aplicação prática”, explica.</p>



<p>O projeto agora busca novos investimentos para avançar à etapa de campo. A meta é mensurar com precisão o volume de drenagem e cinzas de carvão que pode ser tratado, a quantidade de terras raras recuperadas e os custos envolvidos, consolidando um modelo que possa ser replicado.</p>
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		<title>Aula de Tecnologias Aplicadas prepara alunos para futuro digital com criatividade e raciocínio lógico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivendo em uma era digital, é comum que crianças e adolescentes saibam utilizar recursos eletrônicos. No ambiente escolar, o desafio é orientar esse uso de forma educativa. No Colégio SATC, as aulas de Tecnologias Aplicadas têm esse objetivo de trabalhar o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da autonomia desde os primeiros anos. As [&#8230;]]]></description>
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<p>Vivendo em uma era digital, é comum que crianças e adolescentes saibam utilizar recursos eletrônicos. No ambiente escolar, o desafio é orientar esse uso de forma educativa. No Colégio SATC, as aulas de Tecnologias Aplicadas têm esse objetivo de trabalhar o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da autonomia desde os primeiros anos. As turmas do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental participam de um projeto voltado à criação de jogos educacionais. A proposta é apresentar conceitos de programação de forma progressiva, respeitando a faixa etária e estimulando o aprendizado por meio de atividades práticas.</p>



<p>O projeto é dividido em três etapas. Na primeira, os alunos têm contato com a programação desplugada. “A atividade envolveu um tabuleiro no qual os estudantes criam personagens com peças de Lego e planejam seus movimentos. Os grupos utilizam setas para definir os caminhos, o que ajuda a compreender a lógica da programação”, explica a professora de Tecnologias Aplicadas, Franciele Alves.</p>



<p>Na segunda etapa, as turmas avançam para o uso do Lego WeDo 2.0. “No laboratório, os alunos construíram estruturas e utilizam tablets para programar movimentos, aplicando conceitos iniciais de pensamento computacional. Assim, eles conseguem ver o que construíram ganhando movimento, o que reforça o entendimento do processo”, destaca a professora.</p>



<p><strong>Programação na prática</strong></p>



<p>Na fase atual do projeto, os estudantes utilizam o site Code.org no laboratório de informática. A ferramenta permite que as crianças desenvolvam sequências de comandos e acompanhem o funcionamento dos personagens na tela. A atividade os aproxima da programação digital de forma acessível.</p>



<p>Para a aluna Maria Júlia Baldesar Borba, do 1º ano C, as aulas são um momento de descoberta. “Eu gosto de montar os personagens e ver eles funcionando. É legal pensar no caminho que eles vão fazer”, relata.</p>



<p>As atividades integram diferentes habilidades, como coordenação motora, resolução de problemas e trabalho em equipe. “A programação é introduzida desde a Educação Infantil, inicialmente com atividades desplugadas e uso de robôs, e aprofundada no Ensino Fundamental. Com essa abordagem, buscamos preparar os alunos para o uso consciente da tecnologia, estimulando o aprendizado contínuo e o desenvolvimento de competências importantes para o futuro”, ressalta Franciele.</p>
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		<title>CSIRT SATC consolida seis meses de atuação com ações estratégicas em segurança cibernética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Satc]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde julho de 2025, a SATC conta oficialmente com um CSIRT (Computer Security Incident Response Team; em português, Equipe de Resposta a Incidentes de Segurança Cibernética). Em seis meses de atuação, o grupo já executou uma série de ações estratégicas que reforçam a maturidade da instituição em segurança da informação e ampliam a conscientização de [&#8230;]]]></description>
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<p>Desde julho de 2025, a SATC conta oficialmente com um CSIRT (<em>Computer Security Incident Response Team; </em>em português, Equipe de Resposta a Incidentes de Segurança Cibernética). Em seis meses de atuação, o grupo já executou uma série de ações estratégicas que reforçam a maturidade da instituição em segurança da informação e ampliam a conscientização de colaboradores e alunos. Iniciativa é dedicada à prevenção, monitoramento e tratamento de incidentes digitais.</p>



<p>De acordo com o coordenador do CSIRT SATC, Vagner Rodrigues, a criação da equipe atende a uma necessidade crescente diante do aumento de ameaças digitais e da complexidade dos ambientes tecnológicos. “O principal objetivo do CSIRT é proteger a instituição, antecipar riscos e responder rapidamente a incidentes. Com isso, estamos falando de pessoas, processos e cultura de segurança”, afirma.</p>



<p>Entre as principais ações desenvolvidas no período, estão a implementação de controles técnicos, treinamentos voltados aos colaboradores e o fortalecimento do monitoramento de acessos aos servidores institucionais. Essas medidas ampliaram a visibilidade sobre atividades suspeitas e permitiram respostas mais rápidas a possíveis ameaças.</p>



<p>Outro avanço importante foi a implantação de uma plataforma de Wi-Fi segura para visitantes. Além disso, os laboratórios de informática passaram a ser monitorados de forma contínua, com correção de vulnerabilidades e ações de conscientização junto aos alunos, que se tornaram aliados na identificação de problemas de segurança.</p>



<p>“O envolvimento dos alunos é extremamente positivo. Eles passaram a entender os riscos e, muitas vezes, nos alertam sobre comportamentos ou falhas que precisam de atenção”, completa o coordenador.</p>



<p><strong>Gestão de incidentes e monitoramento ativo</strong></p>



<p>Ao longo desses seis meses, o CSIRT Satc catalogou mais de 20 incidentes de segurança, incluindo tentativas de phishing direcionadas ao setor financeiro, vazamento de senhas, escalonamento indevido de privilégios em computadores de laboratórios e até a detecção de um servidor comprometido com mineração de criptomoedas.</p>



<p>Também foram identificados casos de computadores pessoais de alunos se comunicando com botnets, tentativas de injeção de malware no site institucional e vazamento de senhas. “Nosso papel é agir de forma rápida e técnica, mas também educativa. Cada incidente é tratado como uma oportunidade de aprendizado e fortalecimento dos controles”, explica o analista de Segurança da Informação, William Sipriano.</p>



<p><strong>Avaliação de maturidade e conscientização</strong></p>



<p>Como parte da estratégia de fortalecimento da segurança da informação, a equipe realizou uma avaliação de maturidade para identificar o nível de suscetibilidade dos colaboradores a ataques digitais. Testes foram aplicados em ambientes internos e externos, com resultados semelhantes, indicando consistência no comportamento dos usuários.</p>



<p>Além das iniciativas internas, o CSIRT Satc prepara um projeto de conscientização voltado à comunidade educacional. Em torno de 20 cartilhas educativas do <a href="https://www.cert.br/">CERT.br</a>&nbsp;serão distribuídas a alunos do Colégio SATC, com conteúdos adaptados a cada faixa etária.</p>



<p>“A ideia é que o aluno tenha contato contínuo com informações sobre segurança digital ao longo da sua jornada escolar. Esse conhecimento também chega às famílias, às empresas parceiras e à comunidade em geral”, reforça o coordenador.</p>



<p><strong>Próximos passos</strong></p>



<p>A SATC está trabalhando em uma Política de Segurança da Informação. O documento estabelece diretrizes claras para o uso responsável dos recursos tecnológicos e para a proteção de dados institucionais.</p>



<p>Com foco no futuro, a equipe trabalha para ampliar sua atuação e organizar a oferta de serviços especializados em segurança da informação para empresas e instituições parceiras, por meio da criação de um catálogo de serviços.</p>



<p>“A segurança da informação é um processo complexo e contínuo, que exige profissionais dedicados. Nosso objetivo é ser um ponto de apoio, especialmente para organizações que ainda não conseguem estruturar essa área internamente”, conclui o coordenador.</p>
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		<title>Startup Weekend Impacto Social gera 8 projetos em 54 horas; velas de óleo de cozinha vencem a maratona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Deza Bergmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 07:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Inovação de Criciúma (Crio) sediou a edição 2025 do Startup Weekend Impacto Social, que reuniu participantes em uma imersão de 54 horas focada em transformar desafios sociais e ambientais em soluções de mercado. O evento resultou na criação e apresentação de oito projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e [&#8230;]]]></description>
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<p>O Centro de Inovação de Criciúma (<strong>Crio</strong>) sediou a edição 2025 do <strong>Startup Weekend Impacto Social</strong>, que reuniu participantes em uma imersão de 54 horas focada em transformar desafios sociais e ambientais em soluções de mercado. O evento resultou na criação e apresentação de oito projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e aos pilares ESG.</p>



<p>A maratona, que atraiu mais de 90 pessoas entre participantes, mentores e jurados, cumpriu o objetivo de estimular o empreendedorismo e a inovação com propósito na região.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Destaques e Projetos Vencedores</strong></h3>



<p>O evento premiou as ideias mais promissoras, com foco em sustentabilidade e descarte correto de resíduos:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Colocação</strong></td><td><strong>Projeto</strong></td><td><strong>Proposta</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>1º Lugar</strong></td><td><strong>Dropgren</strong></td><td>Produção de velas personalizadas a partir de <strong>óleo de cozinha reutilizado</strong>.</td></tr><tr><td><strong>2º Lugar</strong></td><td><strong>Glass Black</strong></td><td>Solução voltada ao <strong>descarte adequado de vidro</strong>.</td></tr><tr><td><strong>3º Lugar</strong></td><td><strong>Elup</strong></td><td>Alternativa para <strong>reciclagem de resíduos eletrônicos</strong>.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A menção honrosa foi para um aplicativo de análise de preço, voltado para economia doméstica.</p>



<p>A líder organizadora, <strong>Lidiane Serafim Francisco</strong>, afirmou que o evento superou as metas e reforçou o valor da experiência: &#8220;Para muitos, foi a primeira experiência de contato direto com metodologias de empreendedorismo inovador e validação rápida&#8221;.</p>



<p>Os projetos vencedores terão a chance de avançar para a fase de incubação, com o apoio da organização.</p>
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