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Economia

Rio Deserto representa região Sul e é campeã do Prêmio Catarinense de CCQ 2019

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Criciúma

A Rio Deserto representou a região Sul do estado e foi campeã da VIII edição do Prêmio Catarinense de CCQ (Círculos de Controle da Qualidade) 2019. O evento aconteceu no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC), nesta quarta-feira, dia 11, durante o XXI Congresso Estadual de Equipes de Melhorias. Além da Rio Deserto, mais duas empresas disputaram o título, sendo uma da região Norte e outra do Vale do Itajaí.

A conquista veio por meio do projeto “Recuperação do eixo da cabeça de corte do minerador contínuo”, desenvolvido pelos colaboradores Alcides Frasson Serafim, Diego Baldasar Kestering, Marcus André Colombo, Rafael Levati Montagnoli e Miguel Genuíno, da Unidade Metalúrgica, da Rio Deserto, localizada em Siderópolis (SC). No evento, os profissionais apresentaram o problema identificado, os estudos realizados, as descobertas e os benefícios alcançados, principalmente em se tratando de redução de custos para a empresa.

A coordenadora de gestão da qualidade da Rio Deserto, Cleusa Maria Souza Ronsani, explica que o prêmio é fruto de trabalho em equipe. “Conquistar o título de campeão em âmbito estadual vem ao encontro dos objetivos da empresa, que é o desenvolvimento dos colaboradores e a busca de melhoria contínua”, ressalta.

Para o gerente da Unidade Metalúrgica, engenheiro mecânico Felipe Possamai Motta, a premiação na etapa estadual reflete um dos grandes diferenciais da Rio Deserto, que é a inovação. “Foi com trabalho intenso e muita dedicação que chegamos a esta vitória. Sem dúvida, este reconhecimento promove inspiração para todos os colaboradores”, sublinha.

O líder da equipe de melhoria Uni, Rafael Levati Montagnoli, relata o sentimento de realização com a conquista do prêmio. “Estamos muito felizes! Trata-se de uma realização pessoal e profissional. É um reconhecimento que lembraremos sempre com muito carinho. Algo que nos motiva a buscar sempre o melhor para a empresa”, afirma.

Inovar e fazer a diferença

O presidente do Núcleo Catarinense de Círculos de Controle da Qualidade (NCCCQ), Luan Zuchinalli Sorato, destaca que é preciso buscar inovação no modo de pensar, agir e de se relacionar com tudo aquilo que está à volta. “Que as pessoas estejam motivadas a propor mudanças no que acharem necessário para o desenvolvimento das empresas. Que se envolvam, tenham ideias, sejam participativas. Acreditamos que todos podem fazer a diferença no ambiente onde estão”, disse.

O XXI Congresso Estadual de Equipes de Melhorias também contou com a palestra “Confiança criativa: desenvolvendo o perfil inovador”, ministrada por Igor Drudi, facilitador de processos criativos e de inovação. Segundo ele, é preciso fazer coisas diferentes e sempre buscar conhecimento. “Levem os conceitos dos grupos de melhorias também para a vida de vocês, na comunidade, na família, na escola dos filhos, para todos os lugares”, sugeriu.

O que é o CCQ?

Com o objetivo de fortalecer os Sistemas de Gestão da Qualidade no estado, foi fundado, em janeiro de 1999, o Núcleo Catarinense de Promoção do CCQ (Círculos de Controle da Qualidade). O núcleo é formado por empresas que possuem o programa de CCQ – equipes de melhorias em diferentes regiões de Santa Catarina. São organizações que acreditam na valorização do trabalho em equipe para promoção do desenvolvimento sustentável.

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Economia

Construção civil no foco do Plano de Desenvolvimento Econômico de Criciúma

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Criciúma

Iniciativas que tragam inovação, tecnologia e sustentabilidade para o setor da construção civil estão sendo estudadas e elaboradas pelo Plano de Desenvolvimento Econômico de Criciúma (Pedem). O projeto, de autoria do Governo Municipal, também analisa mais cinco segmentos da cidade. A ideia é que, em janeiro, as ações, em benefício a cada área, sejam executadas pelo poder público, em parceria com instituições e empresas da região.  

O ramo da construção civil é um dos focos do Pedem. Diversas reuniões virtuais com representantes do segmento já foram promovidas pela iniciativa. “Estamos escutando os desafios que eles enfrentam e buscando meios que os ajudem a superar esses problemas. Até final do ano, vamos terminar o documento com uma análise que definirá o que precisa ser feito. E a partir de janeiro de 2021, já iniciaremos com ações para solucionar os empecilhos”, explicou o gerente da Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação de Criciúma, Edson Silva.

Entre as principais demandas do setor, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catarinense (Sinduscon Sul), Mauro César Sônego, estão a necessidade de aceleração de processos, de iniciativas ligadas à inovação e à sustentabilidade, além de estímulos econômicos. “O sistema construtivo ainda é primitivo, apesar de estarmos caminhando bem para a industrialização. Falta também a utilização de novas tecnologias e práticas mais conectadas com o meio ambiente para qualificar e melhorar os produtos. E uma série de outros itens que podem ser aprimorados, como incentivos na área fiscal e premiações. Isso tudo vai garantir uma maior produtividade do segmento”, informou.

Um desenvolvimento sustentável para Criciúma

O plano visa estudar, planejar e desenvolver seis eixos de Criciúma: cerâmica, moda, comércio, tecnologia, construção civil e educação, este último transversal, ou seja, perpassa todos os outros. O objetivo é analisar cada segmento para garantir o desenvolvimento econômico, ecológico e social do município. Ao todo mais de 50 empresas participam da proposta.

“É muito importante poder participar das políticas públicas para o setor. Estamos conseguindo levar as nossas dores, as nossas ideias, e traduzi-las para a legislação e planejamento do poder público. Já tínhamos essa abertura na atual administração, mas agora nos sentimos mais seguros quanto à continuidade”, comenta Sônego.

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entidade que está acompanhando o plano e que também disponibilizou a metodologia para o desenvolvimento da iniciativa, já foi contrato para a execução do projeto, previsto para o início de 2021.

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Economia

Peiex: oportunidade de abrir as portas para o mercado internacional

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Criciúma

O universo do comércio exterior é desafiador para pequenas, médias e grandes empresas. Dar os primeiros passos e dominar esse cenário pode parecer distante da realidade de muitas organizações, porém está mais perto e dá resultados ainda melhores que o imaginado. Prova disso são as empresas qualificadas pelo Núcleo Operacional do Programa de Qualificação para Exportação (Peiex) da Unesc, ação oportunizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O projeto vem, desde 2019, capacitando profissionais dentro de empresas de diferentes segmentos para alavancarem suas exportações. O resultado desse trabalho já pode ser visto em diversos dos nucleados que iniciaram um projeto de exportação ou ainda reinventaram ações já iniciadas anteriormente sem tanto êxito.

Na Procer, de Criciúma, os procedimentos que eram feitos ainda de forma lenta foram acelerados e ajustados graças ao acompanhamento dos técnicos do Peiex. A responsável por apresentar o programa à empresa foi a colaboradora Gabrielle Cardoso Machado. Acadêmica do curso de Administração, Gabrielli já tinha conhecimento sobre o projeto e, ao se deparar com a possibilidade de ampliar a atuação da empresa na qual trabalha, não teve dúvidas.

“Trouxe essa ideia para a empresa e foi muita bem aceita. Nós já tínhamos confiança no potencial do produto para a venda no exterior, mas ainda não dominávamos todos os trâmites para colocar em prática da melhor forma. Com a orientação do Peiex conseguimos entender e dominar, de fato, o processo do início ao fim”, esclarece

Os números do crescimento nos negócios, de acordo com Gabrielli, falam por si só. “Tivemos um crescimento de 30% em exportação de 2019 para 2020. Vejo a participação no Programa como imprescindível para esse resultado”, expõe.

A Procer, conforme o gestor do setor de Sucesso do Cliente, Guilherme Almeida Alamini, é pioneira na América Latina na utilização da tecnologia na armazenagem de grãos. “Temos um produto inovador para a área de colheita de grãos. O sistema oferecido conta com solução moderna de temperatura e umidade por meio de sensores com foco em assegurar a secagem e a armazenagem no pós-colheita. É um trabalho que vem sendo aprimorado ano após ano e agora, com o Peiex, dá mais um passo para o objetivo de ser referência na América Latina”, destaca.

Processos aprimorados

Na Natreb, Indústria e Comércio de Máquinas para Cerâmicas, a exportação começou a dar seus primeiros passos há aproximadamente dez anos. Atualmente a empresa vende máquinas para todos os países da América do Sul, além da América Central e negócios na África, trabalho feito sob a condução dos três filhos do fundador da empresa, Nório Valentin Bertan.

Entre os responsáveis por comandar a Natreb está o empresário Maurício Naspolini Bertan. Por meio dele a empresa de Morro da Fumaça recebeu, em 2020, a qualificação gratuita do Peiex. Apesar da inserção no mercado internacional já estar em andamento, conforme Maurício, o apoio do Programa foi de total importância para a segurança e melhor preparação da equipe interna para os desafios inerentes à exportação.

“Nós já tínhamos algum conhecimento até pela experiência de alguns anos nesse ramo, mas sempre contando com assessorias externas. Atualmente temos um setor responsável por esse serviço dentro da empresa e posso dizer que todas as etapas do Peiex foram aproveitadas por cada um com muito aprendizado”, destaca Maurício, que acrescenta que o aprimoramento e a mudança de processos foram grandes diferenciais para o setor que deve colher frutos do aprendizado já nos próximos anos.

Satisfação pelo compartilhamento de conhecimento

Conversar com as empresas conveniadas ao Peiex e perceber que estão aptas a trilharem seus caminhos no mercado internacional de forma segura e promissora, para o coordenador do Programa na Unesc, Julio Cesar Zilli, dá sentido ao trabalho realizado diariamente pela equipe.

“Por meio da Apex Brasil nós temos a oportunidade de oferecer essa qualificação de forma gratuita para as empresas da região. Já são mais de 90 conveniados, sendo que muitos destes já colhem os frutos positivos da participação Programa”, destaca.

Entre as histórias conhecidas e transformadas ao longo do projeto, que iniciou de forma oficial em novembro de 2019, conforme Julio Cesar, estão cases inspiradores. “Temos inúmeros casos de aprimoramento no processo de exportação ou de início do zero nos quais já há muito a comemorar. São empresas que estão exportando para os mais variados países e até com representantes e centros de distribuição fora do país. Histórias promissoras que ganharam um empurrãozinho com a qualificação do Peiex”, completou.

Desta forma, de acordo com o monitor do Peiex Criciúma, Valdir Scarduelli Neto, o Programa e a Universidade cumprem o papel de oferecer conhecimento em prol do desenvolvimento de toda a região. “Montamos uma metodologia para transmitir esse conhecimento por meio de seis módulos. Ao final do processo entregamos um Plano de Exportação para um mercado específico da empresa e a partir daí acompanhamos o sucesso que se desdobra”, pontuou.

O Peiex é implementado em todas regiões do país, por meio de parcerias da Apex-Brasil com instituições de ensino ou Federações de Indústria. Chamadas de entidades executoras do programa, elas, assim como a Unesc, são responsáveis pela aplicação da metodologia do Programa na qualificação de empresas por todo o Brasil ao utilizar a expertise de profissionais especialistas em comércio exterior na orientação junto aos empresários sobre caminhos mais adequados para o mercado externo.

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Economia

Lei de incentivos fiscais serve como auxílio às empresas de Criciúma

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Criciúma

Cumprindo o objetivo de fomentar ainda mais a economia, gerando empregos e crescimento do município, a Lei de Incentivos Fiscais de Criciúma oportuniza sete vantagens nos âmbitos fiscais e econômicos. A iniciativa é voltada para as empresas que desejam se estabelecer na cidade, ampliar o negócio ou ser reativadas. 

As empresas são avaliadas pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (CMDE), de acordo com cinco aspectos: movimento econômico, geração de novos empregos diretos e indiretos, características da empresa, localização e sustentabilidade. 

Por meio de uma tabela, cada item gera uma pontuação, que somada varia entre 30 a 100 pontos, necessária para a concessão dos incentivos. “Industrias, por exemplo, que querem se instalar em locais mais afastados da área central, ganham mais pontos, pois contribuem para a descentralização das atividades”, comentou o diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Claiton Pacheco.

Com pouco mais de um ano da promulgação da lei, empresas de diferentes segmentos já foram beneficiadas. “A maioria dos empreendedores ainda não sabe que a lei existe, queremos mudar isso. Dependendo da pontuação pode ser concedida aos interessados, a isenção de algumas taxas e tributos por até cinco anos”, explicou o diretor.

As empresas podem ter isenção de 100% da taxa de Licença e Fiscalização de Estabelecimentos (TLFE), Taxa de Licença para Execução de Obras (TLEO) para as construções necessárias ao empreendimento e o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), independente dos pontos. Além da redução da alíquota do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) para até 2%.

Confira demais benefícios que podem ser concedidos com a lei:

– Isenção de até 100% de dois até cinco anos, dependendo da pontuação atingida.

-Taxas de Serviços de Vigilância e Controle Sanitário (TSVCS).

-Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

– Contribuição de Melhoria devido à valorização dos imóveis destinados à implantação ou ampliação do empreendimento econômico.

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