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Economia

AgroPonte 2018: Produtos orgânicos em evidência

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Mesmo com a tecnologia, variedade e praticidade, o universo orgânico segue em constante crescimento. Colocar na mesa alimentos saudáveis, com procedência de ponta, fresquinhos e sem nenhum agrotóxico nunca esteve tão em evidência. A agricultura familiar se insere neste modelo de alimentação que estará exposta nos corredores da AgroPonte 2018. Nesta edição serão mais de 40 cooperativas, das quais representam quatro mil propriedades rurais de todo Sul catarinense.
Mais que alimentação saudável, a produção de orgânicos está diretamente ligada a um modelo agrícola consciente, com baixo impacto ambiental. Este estilo de produção é tido como o mais seguro para os agricultores, consumidores e meio ambiente, por não fazer uso de insumos agroquímicos, e, parece que a população já entendeu o recado.
Com crescimento girando em torno de 30% ao ano, a produção agrícola tem se destacado cada vez mais na agricultura familiar, responsável por 70% deste cultivo. Isto se deve, em grande parte, ao incentivo do poder público que, através do Ministério da Agricultura e de projetos focados neste segmento, consegue impulsionar esta cultura.
Atualmente, mais de 22% dos municípios brasileiros possui algum tipo de cultivo orgânico, sendo que o Sul do país é a região que menos produz, e eventos como a AgroPonte focam para reverter este quadro e valorizar ainda mais o produtor.
Presença confirmada 
Da comunidade de Vila São Pedro, em Içara, para os corredores do Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma. A agricultora Dalvacir Simoni Gabriel é referência regional quando o assunto está relacionado aos produtos orgânicos certificados. Além de atender as escolas e feiras de Içara, incluindo a feira de Criciúma, como estabelecimentos comerciais, ela atua com a entrega de kits, compostos por um mix de alimentos naturais e fresquinhos, para consumidores de toda região.
Pela terceira vez, Dalvacir marca presença na AgroPonte. “A feira é um incentivo para o nosso trabalho, nos traz ainda mais conhecimento, além de ser uma excelente forma de divulgação. O consumo de produtos orgânicos vem crescendo bastante. Meu filho, inclusive, estava empregado e voltou para o campo para me ajudar. Comecei a trabalhar com o fumo e plantando alimentos somente para consumo próprio. Foi crescendo e, quando vi, estava focada somente no ramo da alimentação”, conta.
No final do mês passado, Dalvacir recebeu o prêmio Destaque Verde, concedido pela Fundação Municipal de Meio Ambiente de Içara (Fundai), em reconhecimento ao trabalho realizado. Ela revela que o alimento mais procurado ultimamente é a cenoura baby orgânica. “Os pais estão usando bastante para as crianças”, complementa.
A cenourinha “da vez” e outras tantas variedades de legumes, frutas, hortaliças, dentre outros estarão disponíveis a partir da próxima quarta-feira (15) até domingo (19), na AgroPonte 2018.
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Agronegócio

Morro da Fumaça amplia convênio com cooperativa de agricultores familiares

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O Governo de Morro da Fumaça renovou o convênio com a Cooperativa da Agricultura Familiar Fumacense para 2021. O documento foi assinado pelo prefeito Noi Coral e pelo presidente da entidade, Antonio Nascimento de Oliveira, em ato realizado na manhã desta quarta-feira, dia 3, e  que também contou com a presença da diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral.

Além de renovar o convênio, o Município ampliou o valor repassado. “Os produtores rurais de Morro da Fumaça merecem todo o apoio do Poder Público Municipal e esta é mais uma ação entre tantas outras que realizamos em reconhecimento ao trabalho desempenhado por eles e que tanto contribui com a nossa cidade”, fala o prefeito.

Conforme a diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral, a iniciativa possibilita o auxílio aos agricultores. “É um estímulo que ajuda a deixar as coisas mais organizadas, pois contribui nos pagamentos administrativos, contador, médico veterinário que vai atuar como responsável técnico para as agroindústrias que busca a regularização no Serviço de Inspeção Municipal, entre outras coisas”, diz.

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Economia

PIB cai 4,1% em 2020 e fecha o ano em R$ 7,4 trilhões

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Em 2020, tendo em vista os efeitos adversos da pandemia de Covid-19, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 4,1% frente a 2019, a menor taxa da série histórica, iniciada em 1996.

Houve alta somente na Agropecuária (2,0%) e quedas na Indústria (-3,5%) e nos Serviços (-4,5%). O PIB totalizou R$ 7,4 trilhões em 2020.

O PIB per capita alcançou R$ 35.172 em 2020, com queda de 4,8% em termos reais. Esta também foi a menor taxa da série histórica.

A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%). Já a taxa de poupança foi de 15,0% (ante 12,5% em 2019).

Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 3,2% no 4º trimestre de 2020. A Indústria e os Serviços cresceram 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,5%).

Em relação ao 4º trimestre de 2019, o PIB caiu 1,1% no último trimestre de 2020. Foram registrados resultados negativos na Agropecuária (-0,4%) e nos Serviços (-2,2%), enquanto a Indústria (1,2%) cresceu.

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Economia

Preços de produtos industrializados sobem 3,36% em janeiro

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, registrou inflação de 3,36% em janeiro. A taxa é superior aos índices de dezembro (0,39%) e janeiro de 2020 (0,35%).

Segundo dados divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula inflação de 22,96% em 12 meses.

Em janeiro, 24 atividades industriais tiveram alta de preços em seus produtos. Em dezembro, esse número era de 17. Os principais destaques entre os segmentos são indústrias extrativas (10,70%), metalurgia (6,10%) e refino de petróleo e produtos de álcool (5,30%).

As quatro grandes categorias de uso também apresentaram inflação, com destaque para os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (4,91%), e os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (3,63%).

Os bens de consumo duráveis tiveram alta de preços de 2,14%, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis apresentaram inflação de 0,73% no mês.

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