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Economia

Comércio projeta contratação de temporários

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Criciúma

É agora no último trimestre do ano que o mercado abre o período de contratações até dezembro, para atender as demandas com as vendas de final de ano e da temporada de verão 2018/2019. Para 35,5% dos empresários a previsão é de ampliação do quadro de funcionários, conforme aponta a pesquisa: Trabalhadores temporários no comércio – Temporada de Verão de 2019, realizada pela Fecomércio SC com 406 empresas em sete cidades  catarinenses.

A previsão que entre outubro de 2018 e fevereiro de 2019, deve ser criada no comércio catarinense duas mil vagas temporárias formais e mais 5,5 mil no setor de serviços. O número é próximo ao da temporada 2018, quando se observou a criação de 1.254 vagas no comércio e 5.303 nos serviço, segundo o CAGED.

Para o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, este ano o cenário vem se desenhando mais estável e com cautela por parte dos consumidores e empresários na hora de contratar, mas pondera que as contratações são importantes, ainda mais quando há a possibilidade de efetivação desse trabalhador temporário para todo o ano. “Aumenta os níveis de emprego na economia, dá oportunidades para jovens adquirirem mais experiência no mercado de trabalho e também movimenta mais recursos na economia, por meio da maior circulação de dinheiro na economia”, ressalta o empresário.

A pesquisa apontou que 71,4% dos empresários irão contratar o mesmo número de trabalhadores temporários que no ano passado, a média de funcionários também apresenta indicador estável, em 2017 foi de 2,95 por empresa e em 2018 a projeção é de 2,92 confirmando o cenário de estabilidade nas contratações.

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Economia

Outubro fecha com saldo positivo na geração de empregos na Amrec

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Criciúma

Confirmando a reação gradativa da economia o saldo na geração de emprego foi mais uma vez positivo na região. Outubro terminou com 1.663 pontos de trabalho com carteira assinada criados nos 12 municípios da Amrec. O destaque mais uma vez ficou para Içara e Criciúma. Principal cidade da Amrec, Criciúma teve a criação de 695 vagas. Içara, cidade que lidera a geração de empregos no ano na região, somou em outubro 435 vagas com carteira assinada.

Nos demais municípios da Amrec, saldo positivo em Nova Veneza (110 vagas), Urussanga (109 vagas), Siderópolis (105 vagas), Orleans (100 vagas), Morro da Fumaça (81 vagas), Cocal do Sul (24 vagas), Treviso (13 vagas), Balneário Rincão (3 Vagas) e Lauro Müller (2 vagas). Só Forquilhinha fechou no vermelho. A cidade teve o encerramento de 19 postos de trabalho a mais que as contratações.

No acumulado do ano o destaque continua sendo Içara. Sozinha a cidade gerou de Janeiro a Outubro 1.202 vagas. O número representa mais de 30% dos 3.287 empregos gerados no ano na Amrec. De todas as cidades da Amrec a única que não conseguiu recuperar os empregos perdidos na Pandemia é Cocal do Sul. Município tem um saldo negativo de 95 empregos.

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Economia

Casa do Empreendedor: dois anos auxiliando na abertura de novos negócios em Criciúma

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Criciúma

Um local único, que oferece orientação, apoio e o suporte necessário para os empreendedores. Essa é a Casa do Empreendedor de Criciúma. Completando dois anos de funcionamento no Paço Municipal Marcos Rovaris, o setor cumpre um importante papel de incentivo na geração de empregos e empreendedorismo. Até o momento, foram abertas mais de 5.600 novas empresas na cidade. 

Mesmo em plena pandemia, o órgão disponibiliza todos os serviços como a emissão de alvarás, notas fiscais e certidões, presencialmente, ou de forma online pelo endereço [email protected] “O site é um facilitador, pois explica o passo a passo de como abrir uma empresa”, comentou o coordenador da Casa do Empreendedor, Agenor Brunel.

“A Casa do Empreendedor unificou em um só local, todos os segmentos necessários para abrir uma empresa, facilitando e agilizando a vida do empreendedor, levando até três dias para liberar o alvará de funcionamento”, complementou Brunel.  Estes segmentos são:  Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri), Vigilância Sanitária, Fiscalização de Posturas e liberação do Alvará de Funcionamento. 

O setor beneficia todos os portes de negócios, como Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresa (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP), Empresas de Médio Porte (EMP), Empresas de Grande Porte (EGP) e profissionais autônomos.

Novos serviços

Entre os novos serviços oferecidos pela Casa do Empreendedor estão a emissão de guias DAS-MEI, declaração anual (MEI), auxílio para emissão de notas fiscais e orientações sobre linhas de crédito disponíveis ao Micro e Pequeno Empreendedor.

Neste ano, também foi aberto um novo um canal de comunicação entre a Casa e os contribuintes/empreendedores. O contato por meio do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, pode ser feito pelo número (48) 9 9951-2785. 

Áreas industriais

Criciúma já possui cinco áreas industriais, localizadas nos bairros Cristo Redentor, Rio Maina, Laranjinha, Linha Batista e Bosque do Repouso. A Casa do Empreendedor está responsável pelos trâmites do processo do sexto espaço, localizado no bairro Verdinho. A previsão de inauguração é para o primeiro trimestre de 2021.

Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação

Cursos, capacitações e consultorias começaram a ser feitos em conjunto com a Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação em 2020. Entre eles estão parcerias com Sebrae, Instituto Mix e outras empresas, dentro dos programas Supera Criciúma e Inova Criciúma.   

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Economia

Estimativa de crescimento da economia cai para 1,99%

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Brasília

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a projeção para a inflação e reduziram a estimativa de crescimento da economia.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,17% para 1,99% em 2020, na quarta redução consecutiva. A estimativa das instituições financeiras para os anos seguintes – 2021, 2022 e 2023 – permanece em 2,50%.

Inflação

A estimativa para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 3,19% para 3,20%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%. O intervalo de tolerância para cada ano é 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, em 2020, por exemplo, o limite mínimo da meta de inflação é 2,5% e o máximo, 5,5%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,25% ao ano. Para o mercado financeiro, a Selic deve ser mantida no atual patamar até o fim do ano. Em 2021, a expectativa é de aumento da taxa básica, encerrando o período em 5,5% ao ano. Na semana passada, a previsão estava em 5,75% ao ano, ao final de 2021. Para o fim de 2022 e 2023, a previsão foi mantida em 6,5% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já a manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 4,20 para o fim deste ano e subiu de R$ 4,15 para R$ 4,20, ao fim de 2021.

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