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Economia

Em 2019, Criciúma foi a terceira que mais gerou empregos

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Criciúma

Criciúma segue sendo uma das cidades de Santa Catarina que mais geraram empregos nos primeiros meses de 2019. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, a maior cidade do Sul catarinense registrou saldo positivo de 1.435 empregos formais de janeiro a abril. O resultado mantém Criciúma entre os 10 municípios de Santa Catarina, com mais de 30 mil habitantes, que mais criaram novos empregos nos primeiros quatro meses do ano.

Em abril, Criciúma registrou saldo positivo de 578 empregos formais, 473 a mais em relação ao mesmo período de 2018. O município ficou atrás somente de Joinville, que criou 886 novas vagas, e São José, que registrou 836 novos postos de trabalho formais. “Os empreendedores continuam investindo e nós seguimos trabalhando para atrair novos negócios para Criciúma. Os números do Caged demonstram que estamos no rumo certo e crescendo cada vez mais”, destaca o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro.

Entre as cidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Criciúma é o município que mais gerou empregos nos primeiros meses de 2019, seguido de Forquilhinha, com 467 novas vagas formais, e Içara, com 431 novos empregos. “Criciúma tem vários diferenciais, mas a Casa do Empreendedor, que elimina processos burocráticos e otimiza os serviços para a abertura de empresas, criando novos empregos, vem contribuindo para os números positivos no Caged”, analisa Salvaro.

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Economia

Carvão Mineral é tema de encontro na ACIC

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Criciúma

As perspectivas do carvão mineral para a região Sul foram tema da reunião da diretoria da Associação Empresarial de Criciúma (Acic) na noite desta segunda-feira, 26, que contou com a participação, de forma virtual, dos conselheiros da entidade, integrantes do Fórum de Entidades de Criciúma (Forcri), Observatório Social de Criciúma e do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc).

O Siecesc apresentou o cenário da indústria carbonífera no contexto local, nacional e internacional e as ações desenvolvidas pela indústria como compromisso social, nas áreas sociais e educacionais. Atualmente, o setor investe no apoio à educação, com a manutenção da Satc. O compromisso com a saúde e segurança dos trabalhadores e as ações do programa de recuperação ambiental da bacia carbonífera de Santa Catarina também foram destacados, assim como o desenvolvimento de novos produtos de alto valor agregado, via Centro Tecnológico da Satc

“A Acic tem desenvolvido muitas ações por meio da união de forças, do trabalho em conjunto e da troca de experiências, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento da nossa região e, por isso, a importância desta reunião, de promover o debate em torno deste segmento tão importante, que é a indústria carbonífera”, ressalta o presidente do Siecesc, Valcir Zanette, também vice-presidente da Acic.

Novo parque termelétrico à região

Os representantes do sindicato empresarial chamaram a atenção para a necessidade de estruturação de um novo parque termelétrico à região. “A situação do setor requer atenção do Poder Público face o fim da vida útil das usinas existentes e o fim, em 2027, do mecanismo legal que remunera as empresas carboníferas. Para tanto, ressaltamos a necessidade de estruturar um novo parque termelétrico, para que possamos ir substituindo, gradativamente, as usinas que serão desativadas, dando um horizonte de longo prazo para a indústria e região, com a atração de investimentos”, detalha o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, diretor da Satc.

Conforme Zancan, para sustentar a economia do Sul de SC é necessário manter a atividade da cadeia produtiva e, ao mesmo tempo, estruturar um programa de substituição do parque térmico atual, o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda (CTJL). 

“Solicitamos o engajamento da Acic para apoiar o Programa de Modernização do Carvão, que está em estudo pelo Ministério de Minas e Energia, para que possamos construir uma indústria sustentável”, acrescenta Zanette.

Apoio ao setor

O presidente da Acic, Moacir Dagostin, agradeceu a exposição do Siecesc e colocou a entidade à disposição para apoiar o setor e os pleitos junto ao Governo Federal e Estadual. “O carvão mineral é um importante segmento da nossa economia, que por muitos anos foi a principal atividade econômica de Criciúma, e permanece até hoje importante para a região Sul. A Acic sempre esteve na defesa do setor e de toda a sua relevância para o nosso desenvolvimento e não seria diferente neste momento. Colocaremos este assunto na pauta e buscaremos a sensibilidade dos governos para este movimento em prol do setor”, salienta Dagostin.

Indústria carbonífera

Atualmente, a indústria carbonífera representa 30% na economia do Sul catarinense, impactando 15 municípios onde habitam mais de 600 mil pessoas, afetando, direta e indiretamente, 83 mil pessoas. A cadeia produtiva do carvão é composta pelas empresas mineradoras, Ferrovia Tereza Cristina, Complexo Jorge Lacerda e pela indústria de subprodutos da combustão (cinza).

Homenagem à Satc

Na abertura da reunião desta segunda-feira, a Acic fez ainda um reconhecimento à Satc, que tem sua história vinculada à indústria carbonífera, pela conquista do status como Centro Universitário, o UniSATC.

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Economia

Prévia da inflação sobe 0,94% em outubro, maior alta para o mês desde 1995

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo IBGE, foi de 0,94% em outubro, maior resultado para o mês desde 1995. No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 2,31% e em 12 meses atingiu 3,52%.

Os preços dos alimentos e bebidas pressionaram o indicador com a maior alta (2,24%) entre os grupos e o maior impacto (0,45 ponto percentual). A maior contribuição (0,13 p.p.) veio das carnes (4,83%), na quinta alta consecutiva. O índice também foi puxado pelas altas do óleo de soja (22,34%), do arroz (18,48%), do tomate (14,25%) e do leite longa vida (4,26%). Por outro lado, houve queda nos preços da cebola (-9,95%) e da batata-inglesa (-4,39%).

O grupo dos Transportes teve a segunda maior variação em outubro (1,34%), puxado pelas passagens aéreas, que subiram 39,90% e contribuíram com 0,13 p.p. no IPCA-15 do mês. Houve altas em todas as áreas, variando desde os 21,66% de Por-to Alegre até os 49,71% de Curitiba. O segundo maior impacto (0,04 p.p.) veio da gasolina (0,85%), sua quarta alta consecutiva, embora menos intensa que no mês anterior (3,19%).

Ainda no grupo dos Transportes, os preços do seguro voluntário de veículo subiram 2,46%, após sete meses consecutivos de quedas. Apenas ônibus interestadual (-2,73%) e gás veicular (-1,36%) tiveram variações negativas.

Os Artigos de residência subiram 1,41%, acelerando em relação a setembro (0,79%), com altas em todos os itens, destacando-se mobiliário (1,75%) e TV, som e informática (1,68%).

Após recuar 0,27% em setembro, o grupo de Vestuário teve alta de 0,84%, puxado por roupas masculinas (1,31%) e infantis (1,07%). Já os preços de roupas femini-nas caíram 0,10%. As joias e bijuterias subiram 1,73%, acumulando alta no ano de 10,68%.

Em Habitação (0,40%), o maior impacto (0,02 p.p.) veio do gás de botijão, alta de 2,07%. Já o gás encanado recuou 0,17%; taxa de água e esgoto subiu 0,16%, e energia elétrica subiu 0,11%.

Em outubro, o IPCA-15 subiu em todas as localidades pesquisadas. O maior resultado foi o da região metropolitana de Fortaleza (1,35%), puxado pelos preços do arroz (23,02%), das carnes (4,79%) e da gasolina (2,78%). Já a menor variação foi a da região metropolitana de Salvador (0,43%), por conta da queda nos preços da gasolina (-5,87%).

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Economia

Prestadores de serviços aprenderam a ser mais ágeis na pandemia

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Criciúma

A agilidade se tornou uma característica indispensável para os profissionais responsáveis por conduzir as empresas durante a pandemia. O planejamento estratégico constante e a evolução contínua foram alguns dos aprendizados compartilhados na manhã desta terça-feira (27) pela orientadora de negócios  Cristiane Barata Burigo,  da Papílio Empresarial na 10ª edição do Alfa Talk Aprendizados da pandemia.

Os primeiros dias da pandemia trouxeram consigo diversas incertezas e um cenário caótico. Como forma de auxiliar e dar suporte para os clientes, a profissional lançou uma talk diária com duração de 30 minutos por 30 dias. “Eu trouxe temas que eram importantes naquele momento e que serviram como pílulas diárias de informação para que eles pensassem novas possibilidades a partir daquele momento”, conta Cristiane.

Trabalhar com a gestão contínua do novo também foi algo se intensificou em meio a crise. “A novidade faz parte da essência da minha empresa e por isso que essa evolução sistêmica é tão importante. Eu considero que existe uma tríade que não pode ser esquecida. Marketing, tecnologia e comunicação são palavras que andam sempre juntas”, ressalta.

A próxima edição do Alfa Talk marcada para terça-feira (3) terá a participação de  Alexandro Willemann da Silva, sócio e administrador da Delupo com início às 8h30. O conteúdo das edições anteriores pode ser acessado no Youtube (https://youtu.be/MuC5QdnMu7Q) e no Portal Engeplus, parceiro do Alfa Talk, e em áudio nos principais aplicativos de podcasts (Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e Castbox). E o link direto para a sala do Zoom está aqui. (bit.ly/AlfaTalkAprendizados).

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