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Polícia

Ministério Público instaura inquérito para apurar declarações de PMs

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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou procedimento para apurar possíveis crimes praticados por dois Policiais Militares do Sul do Estado que, fardados e no exercício da função, foram gravados ameaçando um grupo de pessoas com insultos e incitando a violência contra magistrados e contra instalações do Judiciário e da Polícia Civil.

O procedimento foi instaurado pela 5ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, que tem atribuição, em âmbito estadual, para atuar nos casos que envolvem crimes militares que são os crimes assim definidos pelo Código Penal Militar, entre eles os crimes comuns praticados por policiais militares no exercício da função contra civis.

A notícia de fato, como é chamado o procedimento de investigação preliminar do Ministério Público, foi aberta a partir do recebimento de vídeos que circularam nas redes sociais, intitulados “policiais militares de Tubarão invadem residência sem autorização judicial, torturam moradores e mandam dar tiro em delegacia, no fórum e matar juiz. Tudo por causa de alguns riscos em veículo”.

Segundo o Promotor de Justiça Wilson Paulo Mendonça Neto, nos vídeos é possível visualizar e ouvir, com boa qualidade, a abordagem de Policias Militares do Pelotão de Patrulhamento Tático a quatro indivíduos em um local com aparência residencial.

Na abordagem, um dos policiais diz “vocês querem atirar em fórum, querem atirar em delegacia, em fórum eu faço até questão que vocês atirem, quer matar aquele juiz (…), mata, não tem problema nenhum. Agora, não mexe com a gente, não mexe com a gente”, para em seguida completar: “agora quero saber quem foi que arranhou meu carro inteiro”.

Para o Promotor de Justiça, há indícios da prática dos crimes de abuso de autoridade e incitação ao crime. “Os delitos são graves e de repercussão altamente negativa, em especial levando-se em conta que até há pouco tempo o Estado estava sob a ameaça de atentados de facções criminosas contra as instituições e o sistema de Justiça”, considera Mendonça Neto.

A primeira providência tomada foi a requisitar à Corregedoria-Geral da PMSC a instauração de inquérito policial militar e o encaminhamento de seu número com a indicação do responsável pela apuração, a fim de possibilitar o acompanhamento de seu trâmite, e o esclarecimento das providências administrativas já tomadas, como o eventual afastamento dos investigados de suas funções.

A partir da conclusão do inquérito policial militar, a 5ª Promotoria de Justiça poderá ingressar com denúncia na Justiça Militar pelos crimes que forem imputados aos policiais envolvidos.

Polícia

Membro do PCC é preso suspeito de envolvimento no assalto em Criciúma

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Gramado

Um dos nove presos na operação que busca esclarecer o assalto registrado contra a Agência do Banco do Brasil em Criciúma é Márcio Geraldo Alves Ferreira. Conhecido como Buda, ele é integrante do Primeiro Comando da Capital. Uma facção paulista que atua dentro e fora dos presídios em várias cidades do País. Buda foi detido em uma casa de Luxo na região Central de Gramado.

Com ele havia um outro suspeito, que tentou fugir para uma região de mata, mas também acabou detido. A suspeita da Polícia é que Buda seja um dos responsáveis pelo violento ataque registrado na última terça-feira em Criciúma. A operação que terminou com o assalto ao Banco do Brasil, levou pânico aos moradores da cidade.

Buda também é apontado pela Polícia como um dos responsáveis por planejar a tentativa de resgate de Marcos Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC.

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Polícia

Assalto em Criciúma pode ter ligação com Facção Paulista

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Criciúma

A Polícia Gaúcha capturou nesta manhã mais dois suspeitos de envolvimento no assalto realizado contra o Banco do Brasil de Criciúma. Os criminosos foram localizados em Gramado, na Serra Gaúcha. Um dos detidos, segundo a Polícia, seria um mineiro que tem forte atuação junto a uma facção criminosa de São Paulo. Segundo as informações, o suspeito teria inclusive atuado em uma tentativa de resgate de um dos líderes deste grupo criminoso. Segundo a Polícia, as informações ainda precisam ser confirmadas.

“Através deste trabalho desenvolvido em parceria pelas Policias Civil de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul conseguimos capturar mais uma pessoa em Gramado e um outro que fugiu e foi encontrado em uma área de mata. Ainda não há identificação”, explica a delegada Nadine Tagliari Farias Anflor, chefe da Polícia Civil Gaúcha.

Ela também relatou as primeiras prisões feitas ontem no território gaúcho. “ As primeiras prisões foram feitas em São Leopoldo. São Paulistas de 30 e 44 anos. Eles tem passagens pela Polícia e seriam os batedores responsáveis por escoltar todos os veículos usados na ação. Eles já foram conduzidos para Santa Catarina”, afirma.

Os outros três presos, na cidade de Passo de Torres pela PRF seguem sendo ouvidos pela Polícia Civil Catarinense. Um dos homens já teria sido identificado por alugar uma casa na cidade de Morrinhos. Foi esta a casa usada pelas criminosos para fazer a transição durante a fuga. O dinheiro, as armas e o restante do grupo criminoso seguem sendo procurados pela Polícia.

Presos até o momento:

Três Paulistas em Passo de Torres

Dois Paulistas em São Leopoldo

Um mineiro e um não identificado em Gramado

Um preso em Morrinhos que tem identidade Paranaense e Paulista

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Polícia Civil destaca avanço das investigações sobre assalto em Criciúma

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Criciúma

Depois das primeiras prisões de suspeitos e de novos indícios levantados a Polícia Cviil de Santa Catarina emitiu nota destacando o avanço no trabalho de investigações sobre o assalto realizado contra o Banco do Brasil em Criciúma.

Confira a Nota

A Polícia Civil de Santa Catarina informa que, a respeito do roubo ao Banco do Brasil ocorrido em Criciúma na noite de segunda-feira (30), houve considerável progresso nas investigações e foram adotadas todas as providências legais sobre suspeitos do crime, por exemplo, a realização de representações judiciais em relação a esses suspeitos.

Os desdobramentos dos trabalhos investigativos neste momento serão mantidos em resguardo a fim de garantir o sucesso das investigações e tão logo seja possível as informações serão trazidas ao domínio público.

Os trabalhos da Polícia Civil de Santa Catarina no caso prosseguem sendo realizados em conjunto com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Polícia Civil de São Paulo, Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina, Polícia Rodoviária Federal do Rio Grande do Sul, além da Polícia Militar de Santa Catarina, Ministério Público de Santa Catarina, Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP/SC) e Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa de Santa Catarina.

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