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Economia

Programa Verde Amarelo incentiva geração de emprego e renda

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Criciúma

O governo federal lança hoje (11) um programa para incentivar a qualificação profissional e a geração de emprego e renda. A expectativa do governo é que a iniciativa, batizada de Programa Verde e Amarelo, consiga gerar ao longo de três anos, cerca de 4,5 milhões de empregos.

O público-alvo da iniciativa são jovens que buscam a inserção no mercado de trabalho ou o primeiro emprego, trabalhadores desempregados que estejam cadastrados no banco de dados do Sistema Nacional de Emprego e pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

O programa também será voltado para os trabalhadores que estão empregados em ocupações que sofrem com a diminuição das vagas de trabalho devido a modernização tecnológica e outras formas de reestruturação produtiva. Para esse público devem ser oferecidos mecanismos para a requalificação ou a recolocação no mercado de trabalho.

Uma das metas do programa é que, dos cerca de 4,5 milhões de empregos que o governo espera gerar, 50% desses trabalhadores ingressem no mercado de trabalho até um ano após a realização dos cursos.

A qualificação desses profissionais se dará por meio de um sistema de vouchers para a participação em processos de formação. “Os vouchers são vagas de qualificação oferecidas sem custo para os trabalhadores e que serão utilizadas para que as empresas treinem seus empregados e novos contratados em áreas e competências que realmente são necessárias para as companhias.

De acordo com o Planalto, as entidades encarregadas dos processos de formação serão pagas por performance. Pela proposta, só receberão recursos públicos os parceiros privados que comprovarem a empregabilidade dos ex-alunos.

Para auxiliar na tarefa de descobrir as demandas por emprego, o governo também vai incentivar, com o auxílio da rede pública de educação profissional, o mapeamento da real demanda do setor produtivo por qualificação profissional.

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Economia

Setor cerâmico de Criciúma pode ter exportação facilitada

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A pedido da indústria cerâmica da região, o Plano de Desenvolvimento Econômico (Pedem) de Criciúma organizou uma reunião on-line nesta sexta-feira (5) com os representantes do Porto de Imbituba, da prefeitura e do segmento ceramista para discutir a possibilidade de exportação de cargas do setor e também transporte para outras regiões do Brasil. Esse foi o segundo encontro promovido pelo projeto, de iniciativa e fomento do poder público municipal, para atender demandas da indústria cerâmica. O primeiro ocorreu em dezembro e solicitou a disponibilização de mais gás natural para a região, junto à Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGás).

“Estamos empenhados em solucionar todas as dores do setor cerâmico e outros cinco eixos. Por isso, estamos estudando e escutando todas as demandas e buscando atendê-las, porque o Governo de Criciúma quer administrar juntos aos empresários e fazer o município crescer ainda mais e de maneira sustentável”, explicou o diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação de Criciúma, Aldinei Potelecki.

Na próxima segunda-feira (8), uma nova reunião será realizada com representantes da Prefeitura de Criciúma, Sindicato das Indústrias de Cerâmica (Sindiceram), Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e outras instituições. Na pauta, está previsto o levantamento de volume de carga de exportação da região, pedido solicitado pelo Porto de Imbituba, para dar continuidade nas tratativas.

Pedem

O plano visa estudar, planejar e desenvolver seis eixos da cidade: cerâmica, moda, comércio, tecnologia, construção civil e educação, este último transversal, ou seja, perpassa todos os outros. O objetivo é analisar cada segmento para garantir o desenvolvimento econômico, ecológico e social do município.

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Agronegócio

Morro da Fumaça amplia convênio com cooperativa de agricultores familiares

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O Governo de Morro da Fumaça renovou o convênio com a Cooperativa da Agricultura Familiar Fumacense para 2021. O documento foi assinado pelo prefeito Noi Coral e pelo presidente da entidade, Antonio Nascimento de Oliveira, em ato realizado na manhã desta quarta-feira, dia 3, e  que também contou com a presença da diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral.

Além de renovar o convênio, o Município ampliou o valor repassado. “Os produtores rurais de Morro da Fumaça merecem todo o apoio do Poder Público Municipal e esta é mais uma ação entre tantas outras que realizamos em reconhecimento ao trabalho desempenhado por eles e que tanto contribui com a nossa cidade”, fala o prefeito.

Conforme a diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral, a iniciativa possibilita o auxílio aos agricultores. “É um estímulo que ajuda a deixar as coisas mais organizadas, pois contribui nos pagamentos administrativos, contador, médico veterinário que vai atuar como responsável técnico para as agroindústrias que busca a regularização no Serviço de Inspeção Municipal, entre outras coisas”, diz.

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Economia

PIB cai 4,1% em 2020 e fecha o ano em R$ 7,4 trilhões

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Em 2020, tendo em vista os efeitos adversos da pandemia de Covid-19, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 4,1% frente a 2019, a menor taxa da série histórica, iniciada em 1996.

Houve alta somente na Agropecuária (2,0%) e quedas na Indústria (-3,5%) e nos Serviços (-4,5%). O PIB totalizou R$ 7,4 trilhões em 2020.

O PIB per capita alcançou R$ 35.172 em 2020, com queda de 4,8% em termos reais. Esta também foi a menor taxa da série histórica.

A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%). Já a taxa de poupança foi de 15,0% (ante 12,5% em 2019).

Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 3,2% no 4º trimestre de 2020. A Indústria e os Serviços cresceram 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,5%).

Em relação ao 4º trimestre de 2019, o PIB caiu 1,1% no último trimestre de 2020. Foram registrados resultados negativos na Agropecuária (-0,4%) e nos Serviços (-2,2%), enquanto a Indústria (1,2%) cresceu.

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