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Economia

Vinda da Passaredo para Forquilhinha dá mais um passo

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A possibilidade da companhia aérea Passaredo passar a operar no Aeroporto Diomício Freitas, em Forquilhinha, deu mais um passo na tarde desta segunda-feira, 13. O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), César Smielevski, acompanhado do administrador da Petrobras no Aeroporto Diomício Freitas, Kleber Luiz Fernandes, por meio de uma teleconferência, conversou com o diretor de malha aérea da Passaredo, William Agatz, e também com o diretor comercial da RDL Aeroportos, André Constanzo.

“Estamos agendando uma visita em Ribeirão Preto com o diretor de malha aérea e com o presidente da companhia onde passaremos a necessidade e a demanda da região com a possibilidade de viabilizarmos, preferencialmente, um voo matutino com o retorno noturno. Possivelmente, este voo será Criciúma – Guarulhos, onde a Passaredo opera. Hoje, já temos um voo Congonhas, Campinas e um seria, possivelmente, Guarulhos”, detalha o presidente da Acic.

A RDL Aeroportos, que administra o Aeroporto Diomício Freitas, já está estudando as exigências técnicas para a possível vinda da Passaredo Linhas Aéreas.

A Acic tem buscado retomar para região os voos comerciais com destino a São Paulo que saiam pela manhã e retornem no fim do dia. A Azul Linhas Aéreas, que oferecia este voo no Aeroporto Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, suspendeu os voos em setembro.

Economia

Preços de produtos industrializados sobem 3,36% em janeiro

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, registrou inflação de 3,36% em janeiro. A taxa é superior aos índices de dezembro (0,39%) e janeiro de 2020 (0,35%).

Segundo dados divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula inflação de 22,96% em 12 meses.

Em janeiro, 24 atividades industriais tiveram alta de preços em seus produtos. Em dezembro, esse número era de 17. Os principais destaques entre os segmentos são indústrias extrativas (10,70%), metalurgia (6,10%) e refino de petróleo e produtos de álcool (5,30%).

As quatro grandes categorias de uso também apresentaram inflação, com destaque para os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (4,91%), e os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (3,63%).

Os bens de consumo duráveis tiveram alta de preços de 2,14%, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis apresentaram inflação de 0,73% no mês.

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Economia

Morro da Fumaça: cota única do IPTU com 20% de desconto no imposto

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Os fumacenses que optarem por pagar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), em cota única até o dia 16 de abril, terão 20% de desconto no valor do imposto. Além disso, é possível parcelar em quatro vezes.

O boleto pode ser retirado no setor de Tributos, no Paço Municipal Prefeito Auzílio Frasson, na Intendência do distrito de Estação Cocal ou site oficial do município (www.morrodafumaca.sc.gov.br). A novidade neste ano é a implantação do aplicativo Minha Cidade, por onde os contribuintes podem conferir os imóveis em seu nome, o valor do IPTU e fazer o pagamento.

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Economia

Petrobras anuncia nova alta nos preços da gasolina, diesel e gás

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A Petrobras anunciou hoje (1º) um novo aumento nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de botijão vendidos nas refinarias. A partir de amanhã (2), a gasolina ficará 4,8% mais cara, ou seja, R$ 0,12 por litro. Com isso, o combustível será vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro.

O óleo diesel terá um aumento de 5%: R$ 0,13 por litro. Com o reajuste, o preço para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,71 por litro a partir de amanhã.

Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficará 5,2% mais caro também a partir de amanhã. O preço para as distribuidoras será de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).

Segundo a Petrobras, seus preços são baseados no valor do produto no mercado internacional e na taxa de câmbio.

“Importante ressaltar também que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, destaca nota divulgada pela empresa.

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