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Unesc é colorida com o encontro anual de Bois de Mamão

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Cores vibrantes e sons característicos dominaram o cenário da Unesc nesta quinta-feira (21/09), durante a realização da sétima edição do Encontro de Bois de Mamão e o terceiro Encontro de Maricotas. O Hall do Bloco Administrativo da Instituição se transformou no palco de uma festa repleta de música e dança, com as apresentações dos grupos culturais de bois de mamão vindos das cidades de Nova Veneza, Içara, Criciúma, Forquilhinha e Araranguá. No total, oito grupos brilharão em suas apresentações, que ocorrem até esta sexta-feira (22/09), na Universidade. O evento é aberto ao público.

O Boi de Mamão representa uma manifestação popular de Santa Catarina, profundamente enraizada na tradição de diversas cidades. De acordo com a coordenadora do Setor Arte e Cultura, Amalhene Baesso Reddig, a Unesc é reconhecida como um Ponto de Cultura da Rede Cultura Viva pelo Ministério da Cultura desde 2018.

“A realização deste evento está alinhada com nosso compromisso de manter ativa a rede de criadores culturais em todo o Brasil, estimulando a participação social e a conexão entre os pontos de cultura”, enfatizou.

“Ao promover encontros entre os grupos culturais de Boi de Mamão em nossa região, estamos contribuindo diretamente para a implementação das políticas culturais da Unesc, fortalecendo e aprimorando a gestão de cada um desses grupos culturais. Essa é a nossa missão e nosso compromisso. O olho das crianças brilha muito e todos ficamos emocionados”, conclui Amalhene, informando que as maricotas estarão em exposição na Unesc durante uma semana.

“É uma grande alegria vê-los aqui hoje. Desejamos que todos vocês se integrem e vivenciem plenamente a cultura que valorizamos tão profundamente, que é o Boi de Mamão”, expressou com entusiasmo a Diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias, Fernanda Sônego.

O professor Abel Corrêa de Souza, que representou a Diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Universidade, ressalta a relevância da preservação dessas tradições. “A cultura do Boi de Mamão é um tesouro, e desde a minha infância, sempre a acompanhei de perto. Mesmo diante das constantes transformações no mundo, é imprescindível que as tradições culturais sejam mantidas e reverenciadas”,  enfatizou.

Para o Produtor Cultural da Universidade, Maxwell Sandeer Flor, esse encontro é fundamental para dar continuidade a essa rica trajetória cultural. “Manter essa ação anual na Universidade proporciona um importante intercâmbio entre os grupos de Bois de Mamão em nossa região”, mencionou. Alunos de diversas instituições de ensino da região acompanharam as apresentações.

“Estamos confeccionando faixas manualmente para que as maricotas levem de volta às suas escolas. Essas faixas servirão como um convite caloroso e um reforço para que voltem no próximo ano e, assim, a Universidade possa recebê-las novamente com entusiasmo”, adicionou Amalhene.

Revitalização

O morador da cidade de Tubarão, José Marcondes, mais conhecido como Mestre Zé do Boi desempenha um papel fundamental na revitalização do Boi de Mamão nas escolas da região. Segundo ele, o simples fato de ser reconhecido pelas crianças nas ruas é uma experiência maravilhosa.

“Aqui em nossa região, estamos empenhados em revitalizar essa tradição de forma intensiva. Afinal, o Boi de Mamão é nosso, é catarinense, ele nasceu aqui. Estou sempre engajado em compartilhar meu conhecimento e ensinar a importância dessa tradição. Para mim, o Boi de Mamão é algo verdadeiramente mágico”, contou enquanto assistia as apresentações.

Tradição

O mestre de boi da Escola Julieta Torres Gonçalves de Nova Veneza, professor Marcos Santos, enalteceu que essa parceria é fundamental, pois permite que as gerações futuras vivenciem a tradição do boi nas escolas. “Essa prática é importante não apenas como memória, mas também por ser algo vivo, palpável no cotidiano escolar. As famílias se envolvem e é uma honra compartilhar essa rica tradição com todos vocês”, comentou o docente.

A aluna do colégio Quintino Rizzieri, de Içara, Alice de Souza da Silva, de 10 anos, fez parte da apresentação e disse que ficou encantada em participar. “Estamos ascendendo esta história. Acho muito interessante e amo participar. Fiquei muito feliz em apresentar aqui. Todas as semanas ensaiamos na escola”, explicou a pequena.

A estudante da Escola Julieta Torres Gonçalves, Rafaella Pasini Panciera, de 12 anos, teve a honra de ser a Estandarte durante a apresentação. Com entusiasmo, ela compartilhou: “Foi incrível. Fiz amizades com todos e pude realmente conhecer a cultura do Boi de Mamão este ano”, comentou.

A estudante Huana Paulini de Menech, de 13 anos, também não conseguia esconder a sua alegria ao participar do grupo, no qual também desempenhou o papel de Estandarte, representando com orgulho o nome da escola. “Isso é uma verdadeira festa, um momento em que encontramos amigos e nos reunimos com grande entusiasmo”, contou.

Esta edição, que envolve oficinas, rodas de conversa, encontro de maricotas e apresentações de Boi de Mamão no campus, termina nesta sexta-feira (22/09).

Neste primeiro dia se apresentaram a escola Serafina Milioli Pescador de Criciúma; E.E.B. Egídio de Bona de Forquilhinha; o Boi de Mamão da Casa da Fraternidade – Ponto de Cultura Juventude Luzes do Amanhã de Araranguá. 

Foi realizado ainda o Cortejo de Bois e Café com Maricotas e a participação do presidente do Conselho de Boi de Mamão de Santa Catarina, Cláudio de Andrade, e da conselheira de Cultura de Santa Catarina, Márcia Cristina Ferreira, em uma live proposta pelo Setor para discutir a cultura do Boi de Mamão.

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CocalFest 2026 é lançada com grandes shows e programação para quatro dias em Cocal do Sul

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A programação da XII CocalFest e da II Festa do Colono e do Caminhoneiro foi lançada oficialmente nesta terça-feira (1º), em Cocal do Sul.

O encontro reuniu profissionais da imprensa da região, autoridades, parceiros e representantes da organização para apresentar as atrações dos quatro dias de festa, marcada para 24 a 27 de setembro, no Centro de Eventos.

Os shows nacionais da banda Dazaranha, Lucas Lucco e Tchê Barbaridade serão os destaques e terão entrada gratuita. Durante a festa também será realizada uma ação beneficente, com o público convidado a levar um quilo de alimento não perecível.

O prefeito Ademir Magagnin agradeceu a presença dos jornalistas e ressaltou a importância da imprensa para ampliar o alcance da CocalFest e divulgar o município. “Sem vocês, certamente a CocalFest não teria o sucesso que tem. A imprensa leva a nossa história para toda a região e também ajudou Cocal do Sul a chegar ao patamar em que está hoje”, afirmou.

Magagnin lembrou ainda que a festa nasceu com a proposta de valorizar a história e as raízes do município.

“Cocal do Sul tem na essência a colonização italiana e polonesa e uma história muito bonita. A CocalFest é uma oportunidade de mostrar tudo isso e, ao mesmo tempo, oferecer diversão e alegria para uma população que trabalha muito”, completou.

A programação completa foi apresentada pelo secretário municipal de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer e presidente da Comissão Central Organizadora (CCO), Juarez Fogaça.

Ele falou sobre o crescimento da festa desde as primeiras edições e a integração com a Festa do Colono e do Caminhoneiro, realizada em conjunto pelo segundo ano.

“Cada edição foi crescendo em público e no envolvimento das entidades e associações. No ano passado tivemos recorde de público e estamos preparando novamente uma grande festa, valorizando a cultura, o turismo e as tradições do município”, afirmou Fogaça.

A vice-prefeita Roseny Cittadin também participou do lançamento e reforçou o convite para que moradores de Cocal do Sul e de toda a região participem da programação.

Além dos shows nacionais, os quatro dias terão gastronomia, Expoarte, Feira da Indústria, Comércio e Agricultura, Festival de Dança, Olimpíadas Coloniais, Maior Minestra, atrações culturais e musicais, atividades infantis e programação dedicada aos colonos e caminhoneiros.

A banda Dazaranha se apresenta na sexta-feira (25), às 23h. No sábado (26), feriado municipal pelos 35 anos de emancipação de Cocal do Sul, o cantor Lucas Lucco sobe ao palco às 23h30. No domingo (27), a banda Tchê Barbaridade se apresenta às 18h.

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Vítima de câncer, morre o artista plástico Gil Galant

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Morreu neste domingo o artista plástico Gil Galant. Uma das figuras mais conhecidas do meio artístico da região, Gil tinha 63 anos e havia meses lutava contra um câncer agressivo, descoberto recentemente. O corpo de Galant será velado ao longo do dia no Crematório Millenium, em Içara.

Gil contava que seu encontro com a arte iniciou ainda na infância. Morador de um sítio e sem dinheiro, ele passou a construir seus próprios brinquedos. Mais tarde, já envolto na vida artística, participou do movimento hippie, vendendo seus artefatos em praça pública, trabalhou como joalheiro, trabalho que ainda executava. Mas seu coração sempre bateu mais forte pela escultura.

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Museu ao Ar Livre celebra 46 anos com visita à luz de lamparinas e entrada gratuita

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O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel prepara duas atividades especiais para celebrar os 46 anos de fundação, comemorados no dia 30 de agosto. A primeira será uma experiência noturna à luz de lamparinas, no dia 27. Já segunda é a tradicional visitação gratuita no dia do aniversário.

A data também marca os 113 anos de emancipação de Orleans, reforçando a ligação histórica entre o Museu e o município. Conforme a diretora do Museu ao Ar Livre, Valdirene Böger Dorigon, a programação busca proporcionar novas formas de vivenciar o espaço, sem perder de vista a missão de preservar e valorizar a história da colonização da região.

“A celebração do aniversário do Museu é também uma oportunidade de agradecer à comunidade e aos visitantes que ajudam a manter viva essa história. Pensamos em atividades que valorizam o patrimônio cultural e proporcionam experiências diferentes para quem já conhece ou deseja conhecer o Museu”, destaca.

Luz de Lamparinas

No dia 27 de agosto, a experiência da Visita à Luz de Lamparinas, está prevista para das 19h às 21h, convida o público a percorrer o Museu em um ambiente iluminado apenas por lamparinas, resgatando a atmosfera vivida pelos primeiros colonizadores. A programação inclui ainda degustação de tábuas de frios e música ao vivo. Os ingressos custam R$ 50 e as vagas são limitadas. Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamentes pelo WhatsApp (48) 99904-2739.

Entrada gratuita

Já no sábado, 30 de agosto, data do aniversário do Museu e do município de Orleans, a visitação será gratuita para todos os públicos, das 9h às 17h30. A iniciativa mantém uma tradição da instituição, que abre suas portas sem cobrança de ingresso na data comemorativa, incentivando moradores e turistas a conhecerem ou revisitarem um dos principais patrimônios culturais de Santa Catarina.

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