Conecte-se conosco

Variedades

‘Camerata di Venezia’ faz show gratuito em Içara

Publicado

em

Ouça esta matéria

Içara recebe amanhã, quinta-feira, dia 14, um concerto com a Orquestra ‘Camerata di Venezia’ de forma gratuita e aberta ao público. O evento inicia às 20h, no auditório do Paço Municipal, com músicas que fazem parte da turnê 2022. O projeto é selecionado pelo Edital Aldir Blanc 2021 e executado com recursos do Governo Federal e Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.

A orquestra, natural de Nova Veneza, é composta por 21 jovens instrumentistas da região sul do Estado. O repertório do evento será realizado com apresentações como: Sinfonia em Ré Maior de Luigi Boccherini, Pequena Serenata Noturna de W. A. Mozart, Serenata para Cordas Opus 20 de Edwad Elgar e Palladio de Karl Jenkins.

Liderados pelo violinista e coordenador geral, Moisés de Souza e pelo diretor artístico e regente, Luiz Fernando São Thiago, o grupo vem realizando apresentações na região com grande aceitação do público. Tem sido ainda premiado nos principais editais de cultura como o prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – 2019, e em dois editais da Lei Aldir Blanc – 2020/2021 de auxílio a cultura do Governo Federal.

“O evento é aberto ao público e para todas as idades, convidamos as famílias que participem, que prestigiem uma apresentação tão bonita como está em nossa cidade”, disse a presidente da Fundação Cultural de Içara Myla Cechinel.

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Variedades

Dia Nacional da Cachaça: descubra curiosidades sobre a bebida e como preparar um drink exclusivo

Publicado

em

Ouça esta matéria

De acordo com o Anuário da Cachaça, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil possui mais de 930 estabelecimentos que produzem cachaça. A bebida criada pelos senhores de engenho para compensar o baixo valor do açúcar foi capaz de incomodar até a Corte Real Portuguesa, que detinha o monopólio de vinhos e aguardente no Brasil, e decidiu proibir a produção e venda da cachaça em 13 de setembro de 1649.

A proibição causou revolta nos produtores que eram perseguidos e tinham que pagar impostos. Sendo assim, no dia 13 de setembro de 1661, eles tomaram o poder no Rio de Janeiro durante cinco meses e com isso surgiu a Revolta da Cachaça. “O episódio foi tão marcante que desde 2010, no Brasil, no dia 13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça”, explica Rafael Câmara, bartender parceiro da Weber Haus.

Além de carregar o DNA do país, a cachaça é uma bebida rica em histórias e curiosidades. Para quem quer conhecer um pouco mais sobre ela, Câmara listou algumas informações importantes sobre a cachaça e a sua trajetória, confira:

– Onde tudo começou

Essa é uma questão que sempre costuma ser motivo de dúvidas e discussões, já que existem algumas versões sobre o início da produção de cachaça no Brasil. A versão mais provável é que a cachaça tenha sido destilada pela primeira vez em 1516, na Feitoria de Itamaracá – Pernambuco.

– Origem da palavra

A palavra cachaça é um lusitanismo da palavra espanhola “cachaza”, que é um subproduto anterior à cristalização do açúcar. A palavra é, portanto, um brasileirismo usado no século XVI, para denominar nossa aguardente de cana.

– Primeiro destilado da América

Muitos não sabem, mas a cachaça surgiu antes do pisco, da tequila, do rum e do bourbon. Sendo assim, a cachaça é o primeiro destilado das Américas.

– A cachaça e as madeiras

A cachaça é o único destilado que utiliza mais de 30 tipos de madeira para armazenamento e envelhecimento, o que lhe confere uma rica variedade de cores, aromas e sabores.

– Seu uso na medicina empírica

Usada inicialmente contra o frio e a umidade, a cachaça foi ganhando vários empregos na medicina empírica: desde picada de cobra, fraqueza, constipação e malária.

– A caipirinha surgiu de um remédio caseiro na época da Gripe Espanhola

Um dos drinks mais populares no Brasil surgiu na verdade de um remédio caseiro na época da Gripe Espanhola. A pandemia que chegou no Brasil na metade de 1918, fez a população recorrer a uma mistura de aguardente com mel e limão para amenizar os sintomas da gripe. A partir dessa mistura surgiu o coquetel mais brasileiro que existe.

E para quem quer brindar o Dia da Cachaça apreciando um drink feito com a bebida, Câmara explica o passo a passo de uma receita exclusiva, confira:

Cachaça cravo e baunilha

Ingredientes

50ml Cachaça

25ml Jäegermeister

04 Gotas tintura de cravo e baunilha

Modo de preparo

Acrescente todos os ingredientes na coqueteleira. Bata com gelo por aproximadamente 10 segundos. Sirva coado com auxílio de uma peneira para uma taça de coupé. Finalize com uma folha de limoeiro.

Sobre a Weber Haus

A história da família Weber no Brasil tem início em 1824, quando saíram da cidade alemã de Hunsrück para morar no Lote 48 das encostas da Serra Gaúcha, hoje chamada Ivoti. Ao adquirir as terras, a família iniciou o plantio de batata inglesa. Foi só em 1848, com o plantio de cana-de-açúcar, que começaram a elaborar cachaças para consumo. O destilador foi construído após um século e era formado apenas por um galpão com um engenho de tração animal. Atualmente, a Weber Haus já coleciona mais de 100 premiações e certificados importantes para a agroindústria.

Continue Lendo

Variedades

Edital da Lei Paulo Gustavo está com inscrições abertas em Nova Veneza

Publicado

em

Ouça esta matéria

Nova Veneza, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, abriu as inscrições para os editais da Lei Paulo Gustavo. Está aberto o edital do audiovisual, que é exclusivo para o fomento de produções e iniciativas ligadas ao cinema e vídeo. E o outro destinado a multilinguagens, que abrangem as demais áreas culturais e artísticas. Serão mais de 140 mil reais destinados ao município neste ano e os editais onde estão detalhadas as regras estão disponíveis no site oficial da prefeitura (www.novaveneza.sc.gov.br/lei-paulo-gustavo).

A oportunidade é destinada a entidades ou pessoas físicas residentes no município, desde que atendam aos critérios dos editais. “Estes editais são muito importantes para os nossos artistas e com certeza teremos belos trabalhos que vão representar a nossa cultura. Além de expor e revelar novos talentos em diversas áreas artísticas de Nova Veneza”, destaca a Secretária de Cultura, Carolina Ghislandi.

Confira a divisão dos recursos para cada área:

– Modalidade Apoio a Produções Audiovisuais com valor total de  R$ 102.541,03

– Apoio às demais áreas da cultura que não o audiovisual com valor total de R$ 41.520,04.

A Lei Paulo Gustavo

Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022) foi pensada com o objetivo de apoiar fazedores de cultura diante dos desafios da pandemia de Covid-19. Prevê o repasse de R$ 3,86 bilhões do superávit do Fundo Nacional de Cultura (FNC) a estados, municípios e ao Distrito Federal para ações emergenciais voltadas ao setor cultural, por meio de editais, chamamentos públicos, prêmios ou outras formas de seleção pública.

Continue Lendo

Variedades

Livro que aborda a migração italiana será lançado na Unesc

Publicado

em

Ouça esta matéria

A Unesc recebe nesta sexta-feira (25/08) a autora Giorgia Miazzo, diretamente da Itália, para o lançamento do livro em parceria com a Editora da Universidade: “As grandes migrações – do norte da Itália ao Brasil”. O evento, marcado para às 19h, será no Auditório Edson Rodrigues, no Bloco P da Instituição, e promete ser uma oportunidade única para os entusiastas da literatura e da cultura migratória.

O exemplar aborda testemunhos e histórias de vida dos imigrantes italianos nas Américas, especialmente das regiões de Vêneto; Trentino Alto Adige; Friuli Venezia Giulia; e Lombardia. A obra oferece uma rica coleção fotográfica e detalhes sobre tradições, costumes, músicas e língua.

A reitora Luciane Bisognin Ceretta expressou entusiasmo e reconhecimento diante do lançamento. “Esta obra representa um marco não apenas para a Universidade, mas também para a valorização da diversidade cultural e histórica que moldou a nossa região e o país e com certeza enriquecerá a compreensão das origens e contribuições dos migrantes italianos para o país”, comenta, enfatizando ainda que a publicação fortalece o compromisso da Universidade com a internacionalização e o intercâmbio cultural.

Esta obra é parte integrante do projeto internacional “Viagem só de ida para a Mèrica”, uma iniciativa que busca exaltar e disseminar a identidade e a cultura da emigração italiana. “Seu objetivo é revelar e redescobrir, tanto na Itália quanto na América Latina, a magnificência e a riqueza de um capítulo histórico que moldou nosso território de forma significativa desde 1870 até os dias atuais”, comenta a autora Giorgia Miazzo.

Durante o evento de lançamento ela irá compartilhar detalhes sobre o processo de criação do livro, suas experiências de pesquisa e interação com as comunidades italianas no exterior, além de suas perspectivas sobre a importância da internacionalização acadêmica e cultural. 

“Sou grata a Unesc por possibilitar a realização desse projeto, que foi traduzido para o português, enriquecendo ainda mais seu alcance. Me senti sempre muito bem acolhida pela Instituição”, completa a italiana, que fará também apresentações do livro em outros locais do Brasil e ainda no seu país de origem. 

Para a pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Inovação e Extensão, Gisele Coelho Lopes, a Universidade se orgulha de ser incentivadora de projetos tão importantes, que não apenas preservam o passado, mas também enriquecem o presente e o futuro da comunidade acadêmica e da sociedade como um todo. “Essa obra será um legado duradouro e uma fonte de inspiração para as gerações presentes e futuras”, sublinha Gisele.

Resgate da cultura

Segundo o editor chefe da Editora e Livraria da Unesc (EdiUnesc), professor Dimas de Oliveira Estevam, a obra assume um papel de extrema importância. “Ao trazer a perspectiva de uma pessoa diretamente da Itália, ela desempenha um papel crucial ao resgatar a rica narrativa da migração italiana, concentrando-se de maneira especial no contexto do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e outras regiões do país”, explica.

O professor Estevam destaca a relevância dessa publicação, que apresenta uma abundância de fotografias e documentos. Ele ressalta sua significância para a Universidade, especialmente no contexto do processo de internacionalização, bem como pelo valioso papel desempenhado no resgate da herança cultural. 

“Por meio desta obra, os leitores terão a oportunidade de aprofundar seu conhecimento sobre as origens desses destemidos migrantes. É importante observar que o projeto para a concepção deste livro já estava em andamento há dois anos”, ressalta.

O editor enfatiza o papel fundamental desempenhado por uma editora. Para ele, sua função transcende a mera publicação científica, estendendo-se para a disseminação cultural das produções regionais. 

“Ao preservar o que é produzido na região, a editora assume a nobre tarefa de registrar os feitos que moldaram o passado. O exemplar estará acessível na Editora, tornando-se um documento de suma importância para toda a história dos antepassados”, completa.

Sobre a autora

Giorgia Miazzo é docente, intérprete e tradutora juramentada, escritora, jornalista e líder turística habilitada. Consultora da região do Vêneto, na Itália. Especialista na cultura da América Latina, interage em nível profissional e acadêmico em vários países nas Américas e na África. Sua paixão e sua sensibilidade, combinadas com o domínio de algumas línguas, levaram-na a se confrontar com as comunidades italianas no estrangeiro e a moldar a enorme bagagem cultural, humana e profissional recolhida em suas pesquisas antropológicas e linguísticas.

Pesquisadora do patrimônio imaterial da emigração ítalo-vêneta no mundo, desenvolve centenas de palestras na Itália e no exterior e roteiros culturais pelo Brasil. É idealizadora de projetos como Cantando in talian ou veneto-brasilian; Viagem só de ida para a Mèrica; Contos de dois mundos; Vênetos além do oceano; As grandes migrações; Grand Tour do Sul; e Olhos além do mar.

Além de participações em rádios e televisões locais e nacionais, artigos em jornais e revistas especializadas na Itália e no exterior, estabeleceu o comitê científico VSA-M da Universidade dos Estudos de Pádua e o projeto permanente Grandes Migrações.

Foi premiada com o Prêmio Internacional Globo Tricolore, promovido pela Presidência da República Italiana e pela RAI; o Prêmio de Melhor Trabalho nas Ciências Humanas, promovido pelo Conselho da Região do Vêneto; o Prêmio Internacional Salve seu Idioma Local, no Campidoglio em Roma; o Prêmio Ordem Religiosa dos Escalabrinianos sobre as Línguas Maternas; o Prêmio Patrimônio da Região do Vêneto, na Villa Settembrini, em Veneza; a celebração da publicação de I Miei Occhi hanno visto, que aconteceu no Senado da República e no Conselho da Região do Vêneto.

Continue Lendo

Mais vistos

© Copyright 2007-2023 sulnoticias.com