Geral
Medida agiliza distribuição de medicamentos do kit intubação
Uma medida aprovada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) deve dar mais celeridade à definição de preços dos medicamentos para o tratamento da covid-19. A Resolução CTE-CMED nº 4, de 25 de março de 2021, cria um procedimento temporário e excepcional que, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reduz drasticamente o tempo de distribuição dos medicamentos do chamado kit intubação aos hospitais públicos e privados do país.

Para comercializar o medicamento para o tratamento da covid-19, basta que a empresa apresente o Documento Informativo de Preço à CMED. “Durante o período de vigência da resolução, serão estabelecidos preços provisórios para esses medicamentos. O preço será calculado pela média aritmética das apresentações dos medicamentos com o mesmo princípio ativo e mesma concentração disponíveis no mercado, na mesma forma farmacêutica”, informou a Anvisa.
A norma terá vigência de 120 dias e se aplica aos processos de definição de preço em curso. A medida pode ser prorrogada, enquanto reconhecida pelo Ministério da Saúde a emergência de saúde pública relacionada ao novo coronavírus (Sars-CoV-2).
Cálculo dos preços
Caso os medicamentos já possuam apresentações em conformidade no Sistema de Acompanhamento do Mercado de Medicamentos (Sammed), serão estabelecidos preços provisórios não superiores à média de medicamentos, com igual concentração e mesma forma farmacêutica, já comercializadas pela própria empresa.
Caso não existam apresentações com igual concentração, a média de preço deverá ser calculada com base em todas as apresentações do medicamento já comercializadas pela própria empresa, na mesma forma farmacêutica, seguindo o critério da proporcionalidade direta da concentração de princípio.

Geral
Em Santa Catarina mulheres recebem 14% menos que os homens
Desigualdade salarial persiste mesmo com maior escolaridade e participação feminina no mercado de trabalho
Mesmo com avanços na escolaridade e maior presença no mercado de trabalho, as mulheres continuam recebendo menos que os homens no Brasil. A desigualdade salarial segue como um dos principais desafios para a equidade de gênero e também se reflete em Santa Catarina e nas regiões do Sul do estado.
Os dados fazem parte do estudo elaborado pelo Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc, ligado à Universidade do Extremo Sul Catarinense, que analisou indicadores recentes do mercado de trabalho.
No cenário nacional, em 2024, a remuneração média dos homens foi de R$ 3.950,29, enquanto as mulheres receberam R$ 3.457,72. Na prática, isso significa que, a cada R$ 100 pagos aos homens, as mulheres recebem cerca de R$ 87,53 — uma diferença de 12,47%.
Em Santa Catarina, o cenário é ainda mais desigual. A renda média masculina chegou a R$ 4.146,63, enquanto a feminina ficou em R$ 3.560,44, o que representa uma diferença de 14,14%. Ou seja, as mulheres recebem aproximadamente R$ 85,86 para cada R$ 100 pagos aos homens.
SUL CATARINENSE SEGUE A MESMA TENDÊNCIA
O levantamento também analisou dados regionais e apontou que a desigualdade salarial está presente em diferentes territórios. Na região da Associação dos Municípios da Região Carbonífera, por exemplo, as mulheres recebem cerca de R$ 83,02 para cada R$ 100 pagos aos homens — índice inferior à média estadual.
DIFERENÇA VARIA POR SETOR
A disparidade também muda conforme o setor econômico. No Brasil, a maior diferença aparece na indústria, onde as mulheres recebem cerca de R$ 73,75 para cada R$ 100 pagos aos homens.
Já em áreas como informação, comunicação e atividades financeiras, a remuneração feminina corresponde a aproximadamente R$ 79,40. Em outros serviços, o valor chega a R$ 93,17, indicando menor diferença.
Em alguns casos específicos, o cenário se inverte. No setor da construção, por exemplo, as mulheres recebem R$ 105,61 para cada R$ 100 pagos aos homens — resultado associado à menor presença feminina e à concentração em funções mais qualificadas.
ESTUDO REFORÇA DEBATE SOBRE IGUALDADE
Para a reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, pesquisas como essa ajudam a qualificar o debate público e apontar caminhos.
“O Observatório transforma dados em informação que orienta decisões e contribui para uma sociedade mais justa e com mais oportunidades”, destacou.
Já a secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta, reforçou o papel da ciência na transformação social. “A produção de conhecimento é essencial para compreender desigualdades e construir soluções que promovam igualdade de oportunidades”, afirmou.
O estudo foi desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina e reúne pesquisadores de diferentes áreas.
Segundo o coordenador do Observatório, Afonso Valau de Lima Júnior, os dados mostram que a desigualdade salarial ainda é uma realidade estrutural.
“Mesmo com maior escolaridade, as mulheres seguem ganhando menos. Isso evidencia desafios importantes para avançar na igualdade de oportunidades”, pontuou.
O levantamento busca contribuir para o debate público e oferecer subsídios para políticas que promovam maior equilíbrio salarial e igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Geral
Unesc abre inscrições para quarta edição do Prêmio de Jornalismo
As inscrições para a quarta edição do Prêmio Unesc de Jornalismo estão abertas. A iniciativa da Universidade Comunitária do Sul catarinense reafirma o compromisso institucional com a valorização da imprensa e com a circulação qualificada de conteúdos que dialogam com o desenvolvimento. A edição de 2026 consolida um percurso que integra reconhecimento profissional, formação acadêmica e visibilidade para trabalhos jornalísticos que têm a Universidade como personagem.
Com inscrições abertas até 7 de junho, a iniciativa contempla produções de comunicação veiculadas entre novembro de 2024 e junho de 2026, distribuídos em categorias como texto, áudio, vídeo e fotografia. Além dessas, os estudantes do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação Criativa (Ecocria) serão contemplados por meio da categoria acadêmica. Moderna, a proposta sustenta um modelo de integração entre diferentes formatos e linguagens, que ampliam o alcance das narrativas jornalísticas e fortalecem o vínculo entre Universidade e sociedade.
“A quarta edição do Prêmio Unesc de Jornalismo projeta a centralidade da comunicação na contribuição com a sociedade e no fortalecimento da democracia. A proposta reconhece a produção da nossa competente imprensa e, ao mesmo tempo, amplia a visibilidade das múltiplas ações desenvolvidas pela Universidade, articulando Ensino, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização, em diálogo direto com a comunidade”, afirma a reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes.
Para a reitora licenciada e atual secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta, a iniciativa que nasceu em 2022, sustenta um papel estratégico na relação entre academia e sociedade. “O Prêmio Unesc de Jornalismo consolida um movimento de valorização da informação de qualidade e do trabalho da imprensa, ao mesmo tempo em que evidencia o impacto da Universidade no território. Trata-se de uma iniciativa que articula conhecimento, responsabilidade social e compromisso com o desenvolvimento”, afirma.
Promovido por meio da Agência de Comunicação da Unesc (Agecom), a ação incentiva produções que abordam ações e projetos da Instituição sob diferentes perspectivas. Nesse contexto, o prêmio amplia a capilaridade das pautas e fortalece a presença da Universidade no debate público.
“O prêmio consolida um espaço estratégico de aproximação com a imprensa regional, ao valorizar narrativas que evidenciam o impacto das iniciativas da Unesc. Este é um movimento que potencializa a circulação do conhecimento produzido na Instituição e amplia o alcance das pautas que dialogam com o desenvolvimento regional”, destaca a coordenadora da Agecom, Francieli Oliveira.
Participação acadêmica amplia dimensão formativa
A categoria acadêmica, voltada aos estudantes do curso de Jornalismo da EcoCria, reforça o caráter formativo da proposta ao inserir os acadêmicos em um ambiente de produção e avaliação com critérios técnicos definidos. A iniciativa conecta teoria e prática e projeta a formação profissional em um cenário de exigência crescente por qualidade e profundidade.
“Esse processo contribui para consolidar competências essenciais ao exercício do jornalismo, ao mesmo tempo em que conecta os futuros profissionais com pautas reais e relevantes”, relata o coordenador do curso, Marcos Dalmoro.
As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário online, com envio dos materiais conforme as especificidades de cada categoria. Os trabalhos podem ser individuais ou coletivos e precisam atender a critérios como clareza, precisão, relevância temática e diversidade de fontes.
Critérios e diretrizes
O regulamento estabelece parâmetros que organizam desde a submissão até a avaliação, conduzida por uma comissão julgadora formada por profissionais da área. Cada participante pode inscrever até três trabalhos por categoria, respeitando os limites técnicos definidos.
“O regulamento estabelece critérios claros de participação e avaliação, assegurando transparência e equidade ao processo. Podem concorrer trabalhos publicados entre novembro de 2024 e junho de 2026, distribuídos em diferentes categorias. A proposta valoriza desde a qualidade da abordagem até a diversidade de fontes e a consistência narrativa, elementos que sustentam a excelência jornalística”, explica o curador do prêmio, Marciano Bortolin.
A premiação prevê reconhecimento financeiro para os vencedores das categorias profissionais, além de equipamentos tecnológicos destinados aos estudantes na categoria acadêmica. O regulamento completo e o formulário de participação estão disponibilizados no link: https://www.unesc.net/premio-unesc-de-jornalismo.

Geral
Criciúma implanta mais cinco áreas de espera para motocicletas
A Prefeitura de Criciúma ampliou as áreas de espera para motocicletas nos semáforos do município, e cinco novos locais receberam trabalhos de sinalização nesta quarta-feira (8) e já podem ser utilizados. As novas áreas estão nos cruzamentos da Avenida Centenário com as ruas Conselheiro Henrique Dalsasso, Giacomo Sônego, Gonçalves Ledo, em semáforo próximo ao terminal da Próspera (sentido Centro), e no cruzamento da Avenida Santos Dumont com a rua Joaquim Nabuco, no bairro São Luiz.
“Temos um número expressivo de motocicletas no município e pensar em opções de mobilidade e segurança no trânsito está entre as nossas prioridades, com melhorias para motociclistas, motoristas e pedestres. Tivemos um bom resultado na primeira área de espera e, avaliando o fluxo de veículos, agora ampliamos para mais cinco locais que hoje já receberam sinalização”, afirmou o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.
A implantação das áreas foi iniciada de forma experimental em fevereiro, no cruzamento da Avenida Centenário com a Rua Major Acácio Moreira, no Centro. A pintura nas novas áreas de espera começou ainda na madrugada de hoje para que, durante a manhã, os motociclistas já fizessem uso do espaço e fosse iniciada a etapa de orientações e avaliação.
Prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a área de espera é uma “área delimitada por 2 (duas) linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera de motocicletas, motonetas e ciclomotores, junto à aproximação semafórica, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos”.

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