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Economia

Inovação – como tornar o seu negócio exponencial e escalar?

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Uma das grandes questões para quem empreende é dar o próximo passo para crescer. O desafio das organizações que está ligado a essa máxima é o de gerar resultados, se adaptando ao mood exponencial. Mais do que moda ou tendência, em organizações públicas e privadas, inovar é preciso, frente a uma realidade cada vez mais competitiva e provocadora. Mas, como fazer para atingir a mudança de cultura necessária para alcançar ritmo e escalabilidade?  É possível se apropriar do estilo startup em empresas com perfil mais conservador e avançar? Como colocar na prática esse movimento? Ações realizadas na região, como a própria Cidade do Conhecimento e missões frequentes para outros Estados e países em busca de informações, sinalizam a necessidade e o desejo da quebra de paradigmas para fortalecer a cena de inovação e o consequente crescimento das organizações regionais.

O ecossistema de inovação, que vem se materializando na região com iniciativas diversas, reúne três grandes pilares: academia, poder público e iniciativa privada; todos em busca de alternativas e soluções que têm como propósito colocar a região em outro patamar de crescimento. Para movimentar os segmentos envolvidos, surgiu a ideia de tirar os profissionais do seu habitat a fim de que possam vivenciar experiências que farão a diferença, possibilitando fomentar novos modelos de negócios.  A intenção é proporcionar conexão entre players diversos, criando novas oportunidades para ampliar o pensamento, numa imersão no Learning Village, em SP, hub criado pela HSM e Singularity Brasil. O espaço é destinado a apoiar empresas na jornada de inovação a partir de programas, projetos, ferramentas e metodologias para desenvolver pessoas e gerar valor.

O hub foi palco para mais de 400 eventos voltados para a formação de líderes no ano passado e em abril irá receber um grupo de profissionais do Sul catarinense. O projeto está sendo desenvolvido pela Bossa Experiências Criativas, que objetiva estimular o movimento de inovação. “A imersão oferecerá muito conhecimento, principalmente para quem está buscando saber mais sobre a inovação aberta” alerta Lúcia Búrigo, sócia da Bossa e professora.    “A intenção é voltar de lá com outro olhar para as soluções de negócios locais. Esse é um chamado a pessoas que estejam repensando suas práticas para crescer, sejam elas do varejo, da indústria, lideranças das mais diversas áreas, profissionais liberais, consultores, professores, pesquisadores… todos sairão de lá com novas possibilidades”, enfatiza.

O programa inicia com recepção, às 8h30min do dia 17 de abril, e segue até as 19 horas. Durante a programação, haverá pitchs, painéis, apresentações de cases e palestras, discussões de oportunidades e outras atividades. Para mais informações, assim como inscrições para o evento, basta entrar em contato com o (48) 99167-0755.

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Economia

RetailTech reúne empresários e especialistas para debater tecnologia no varejo em Criciúma

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O impacto da tecnologia no varejo foi o tema central do RetailTech, realizado nesta terça-feira (22/9) no Centro de Inovação Criciúma (CRIO). O evento reuniu empresários, lideranças, especialistas, pesquisadores e agentes do ecossistema de inovação em uma tarde de debates sobre inteligência artificial, automação, experiência do cliente e novas oportunidades de negócio.

A programação abriu com a apresentação dos resultados do InovaSul Varejo, estudo do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc. Na sequência, especialistas participaram de um painel sobre inteligência artificial, automação e experiência do cliente, discutindo os impactos da tecnologia no comércio e a permanência do fator humano nas relações de consumo.

“O varejo atravessa um período de mudanças marcado por novas tecnologias, inteligência artificial, automação, alterações no comportamento do consumidor e integração entre ambientes físicos e digitais. As transformações exigem novas estratégias das empresas, mas também abrem espaço para novos modelos de negócios e formas de relacionamento com clientes”, afirmou a gerente de Inovação da Unesc, Elenice Engel.

RetailTech Showcase conecta startups e empreendedores

O RetailTech Showcase integrou a programação com apresentações de startups e negócios que levaram soluções tecnológicas ao Centro de Inovação. Participaram empresas incubadas no CRIO e negócios de outras cidades, incluindo a Grande Florianópolis, em uma atividade que aproximou empreendedores e criou oportunidades de conexão.

Palestra de encerramento propõe olhar o negócio pela ótica do cliente

O evento se encerrou com a palestra “Tudo é Vitrine: Transforme cada ponto de contato em experiência e vendas”, ministrada por Francisco Issler — engenheiro civil que atua com marketing e vendas desde 2016, cofundador do projeto Vitrine Perfeita e mentor de empresários na área.

Para Issler, a vitrine deixou de ser apenas a fachada de uma loja. Redes sociais, WhatsApp, inteligência artificial, rádio e ambientes físicos também funcionam hoje como pontos de contato capazes de influenciar a percepção do consumidor. “A proposta foi levar empresários a observar os negócios a partir da perspectiva do cliente. O principal é olhar para o negócio a partir do olhar do cliente”, destacou.

O palestrante ilustrou essa dificuldade com a frase “quem está dentro da garrafa não consegue ler o próprio rótulo”. “O conceito representa a dificuldade de perceber o negócio pela perspectiva de quem está fora da operação. A mudança de olhar permite identificar pontos de melhoria e oportunidades de venda”, explicou.

Marketing x publicidade: “se não traz resultado, é só mais trabalho”

Issler também traçou a diferença entre marketing e publicidade. Anúncios, posts, banners, outdoors e campanhas fazem parte da publicidade, mas o marketing precisa estar associado a resultados concretos do negócio. “Se não traz resultado, não é marketing, é só mais trabalho”, alertou.

Ele apresentou ainda quatro critérios para avaliar ações de marketing: resultado, exposição, ação com intenção e lembrança. “A análise considera a capacidade de atrair e fidelizar clientes, alcançar o público adequado, estabelecer objetivos claros e permanecer na memória do consumidor no momento da decisão de compra”, pontuou.

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Economia

Endividamento em SC bate recorde em agosto, mas inadimplência recua

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As famílias catarinenses ficaram mais endividadas em agosto de 2026, mas mostram melhora na capacidade de pagamento das contas. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Fecomércio SC em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O percentual de famílias endividadas chegou a 78,4% — o maior nível da série recente. O número representa alta de 1,5 ponto percentual sobre julho e avanço de 6,9 pontos na comparação com agosto de 2025.

Inadimplência recua e fica abaixo da média nacional

Mesmo com o endividamento em alta, a inadimplência caiu no estado. O percentual de famílias com contas em atraso recuou para 22,2% em agosto — queda de 1,4 ponto percentual em relação a julho. O índice catarinense ficou bem abaixo da média nacional, que voltou a subir e atingiu 29,9%.

Para o presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, o movimento sinaliza maior controle financeiro por parte das famílias. “A boa notícia é que a inadimplência, após mais de um ano, está retornando para próximo dos níveis históricos no estado, em torno de 22%. Ainda assim, o momento exige muita cautela, pois estamos em período eleitoral e muitas pessoas acabam adiando decisões de consumo e investimento diante desse cenário”, avalia.

Menos famílias dizem não conseguir pagar as dívidas

Outro sinal de melhora aparece no percentual de famílias que afirmam não ter condições de quitar as dívidas em atraso: o índice caiu para 8,7% em agosto e também segue abaixo da média nacional, reforçando a maior resiliência financeira do estado.

Cartão de crédito segue como principal dívida

O levantamento mostra ainda que o comprometimento médio da renda das famílias endividadas ficou em 29,9%, com tempo médio de atraso de 63,9 dias. Entre as modalidades de dívida, o cartão de crédito continua sendo a mais comum entre os lares endividados, embora com redução na comparação anual.

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Economia

SindArroz-SC aponta prioridades para o próximo governo e defende redução de custos

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A indústria e os demais elos da cadeia do arroz chegam ao período que antecede as eleições com demandas definidas para o próximo Governo. Em um cenário de custos elevados e margens cada vez mais pressionadas, o Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) defende medidas que ampliem a previsibilidade para as empresas, reduzam os custos de produção e contribuam para o equilíbrio entre produção, industrialização e comercialização do cereal.

Na avaliação do presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, entre os principais gargalos estão a insegurança jurídica e tributária, além do crescimento das demandas trabalhistas. Para o dirigente, a construção de regras mais claras e estáveis é fundamental para que as empresas possam planejar investimentos e tomar decisões com maior segurança. “Esse cenário dificulta o planejamento e aumenta a preocupação das empresas. Também observamos um crescimento expressivo das demandas trabalhistas, que amplia os custos e a insegurança para as indústrias”, afirma.

Além da questão regulatória, a tributação, os custos de energia, a logística e as despesas industriais pesam sobre a competitividade da cadeia. “O principal ponto de pressão está no custo total da atividade, especialmente diante do peso dos impostos. O produtor precisa ter um custo de produção mais baixo, de forma que consiga fornecer o produto às indústrias em condições economicamente viáveis. As indústrias, por sua vez, precisam ter margem para beneficiar o arroz e fazê-lo chegar à mesa do consumidor com uma logística equilibrada e custos de transporte justos”, explica Rampinelli.

Logística e exportações

Entre as medidas que podem contribuir para a competitividade do setor, o presidente do Sindicato destaca a necessidade de melhorias na logística. O transporte interfere diretamente nos custos de produção e industrialização e, consequentemente, no preço final do arroz.

Outro caminho apontado pelo SindArroz-SC é o fortalecimento das exportações. Para Rampinelli, uma política contínua e planejada de vendas ao mercado externo pode contribuir para equilibrar a produção e o consumo nacional, além de ampliar o valor agregado ao produto brasileiro.

Planejamento de longo prazo

Diante dos desafios enfrentados pela cadeia, o presidente do SindArroz-SC defende que as medidas do próximo Governo não sejam pontuais, mas façam parte de uma estratégia de longo prazo para o setor. O planejamento deve considerar a demanda nacional, a produção necessária para garantir o abastecimento, uma margem de segurança e alternativas para a diversificação de culturas.

“Uma política estruturada e construída com previsibilidade pode contribuir para reduzir os riscos e dar melhores condições para produtores e indústrias planejarem suas atividades. A integração entre produção, indústria e governo, teria impacto direto na competitividade e na sustentabilidade de toda a cadeia do arroz”, conclui o dirigente.

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