Geral
Motolâncias completam um mês de operação em Criciúma
As motolâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Criciúma completam um mês de operação nesta quarta-feira (1º de abril). Nesse período, o serviço atendeu 66 ocorrências com tempo médio de chegada de até 10 minutos por chamada, o que proporcionou muito mais agilidade ao atendimento pré-hospitalar (APH) em áreas urbanas congestionadas e de difícil acesso.
“As motolâncias representam mais agilidade, mais eficiência e, principalmente, mais vidas salvas. O tempo de resposta que pode fazer toda a diferença em uma situação de emergência”, destaca o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.
Equipadas com desfibriladores, materiais para controle de hemorragias, equipamentos de suporte básico de vida e outros suprimentos essenciais, as motocicletas possibilitam que técnicos de Enfermagem cheguem rapidamente aos locais das ocorrências. Para cada chamado, duas motolâncias são deslocadas simultaneamente com equipamentos e medicamentos complementares, o que garante uma resposta inicial ágil e completa até a chegada da ambulância convencional.
Diferente do modelo tradicional, que enfrenta tráfego intenso nas vias urbanas, as motocicletas oferecem maior mobilidade sem perder eficiência e qualidade no atendimento inicial, elevando a eficácia em situações críticas. O modelo já é adotado em outros municípios catarinenses, como Itapema, Itajaí e Balneário Camboriú, em parceria com o Corpo de Bombeiros.
Conforme o secretário de Saúde de Criciúma, Deivid de Freitas Floriano, o impacto positivo foi imediato: a população entendeu a importância do serviço e contribui diariamente abrindo caminho no trânsito. “O tempo médio de chegada das motolâncias é de 10 minutos, permitindo o pré-atendimento inicial até a ambulância assumir os cuidados e o transporte do paciente, quando necessário”, afirma ele.
Entre as ocorrências que podem ser atendidas pelas motocicletas do Samu estão acidentes de trânsito, paradas cardíacas, convulsões e até mesmo quedas domiciliares.
A iniciativa reforça o compromisso do município com a saúde pública, demonstrando resultados concretos em velocidade e eficiência logo no primeiro mês de uso.

Geral
Revitalização avança em avenida de ligação com a SC-108 em Cocal do Sul
A Avenida Valdemar Kleinubing, em Cocal do Sul, passa por uma revitalização completa, após 25 anos, em um dos principais acessos de ligação com a SC-108. A obra contempla um trecho de aproximadamente 900 metros, utilizado diariamente por motoristas que circulam entre a rodovia e a área industrial I.
Os trabalhos começaram com a retirada total do asfalto antigo, já comprometido pelo tempo e pelo aumento do fluxo de veículos. Nesta etapa, é realizada a remoção de toda a camada deteriorada da pista.
O prefeito Ademir Magagnin acompanhou o andamento da obra e explicou a necessidade da intervenção.
“Estamos fazendo a recuperação completa dessa avenida, começando pela remoção do asfalto antigo, que já tem cerca de 25 anos. É uma estrutura que não comporta mais o volume de tráfego atual, então precisava de uma intervenção definitiva”, afirma.
Após a retirada do material, a base é preparada para receber uma nova camada asfáltica com cerca de cinco centímetros de espessura, garantindo mais resistência e durabilidade.
“É um trabalho que resolve o problema de forma definitiva e traz mais segurança para quem passa por aqui todos os dias”, explica o prefeito.
A Avenida Valdemar Kleinubing é considerada estratégica por conectar a SC-108 a área industrial I e principalmente ao bairro Jardim Elizabeth.
“É uma via importante para o deslocamento interno e precisava dessa recuperação completa. Com o novo asfalto, vamos garantir melhores condições de tráfego por muitos anos”, completa.

Geral
ONG Quero Adotar promove feira de adoção de gatos neste sábado em Criciúma
A ONG Quero Adotar realiza, neste sábado, 4 de abril, mais uma feira de adoção de gatos em Criciúma. O evento acontece das 13h às 19h, no Nações Shopping, e será uma oportunidade para a comunidade conhecer filhotes disponíveis para adoção, além de receber orientações sobre cuidados com felinos e guarda responsável.
Durante a feira, voluntários estarão presentes para conversar com o público, trocar experiências e oferecer dicas sobre o dia a dia com os gatos. A ONG também irá comercializar adesivos, com o objetivo de arrecadar recursos para custear despesas do projeto.
A expectativa é levar cerca de 25 gatos para o evento, número semelhante à última edição, quando todos os animais disponíveis foram adotados. Os animais disponibilizados são filhotes de até três meses de idade. “Nós levamos apenas filhotes por uma questão de segurança. Gatos adultos tendem a se estressar muito em ambientes como feiras”, explica a coordenadora da ONG, Laura Coan.
Para quem pretende adotar, a orientação é refletir antes da decisão e estar preparado para assumir os cuidados necessários. “Esses gatos precisam ir para lares onde sejam realmente desejados. O mínimo é garantir alimentação adequada, vacinas e vermífugos”, reforça a coordenadora.
Devido à idade, os filhotes ainda não são castrados nem vacinados, sendo essa responsabilidade repassada aos adotantes. Por isso, o processo de adoção inclui uma etapa de entrevista, na qual os interessados precisam atender a critérios básicos, como residir em um ambiente seguro, sem acesso à rua, e ter condições de manter o animal. Em casos de outros pets na casa, também são avaliadas questões de convivência e saúde, como a realização de testes de FIV e FELV para gatos.
Segundo Laura, a feira tem um papel que vai além da adoção. “Eventos como esse ajudam a conscientizar sobre abandono, maus-tratos e guarda responsável. Também incentivam práticas como castração e vacinação, contribuindo para o controle populacional de animais de rua, o que impacta diretamente na saúde pública e na segurança urbana. Nossa mensagem principal é para que as pessoas adotem, mas principalmente, adotem com responsabilidade e amor”, destaca.
Sobre a ONG Quero Adotar
A ONG Quero Adotar iniciou suas atividades em outubro de 2024, com foco inicial voltado à adoção de gatos. Com o crescimento da demanda da comunidade, o projeto também passou a atuar em resgates, sempre conforme a capacidade da equipe. Atualmente, a ONG possui quatro gatos no gatil temporário, seis internados e 45 em lares temporários.
Entre os principais desafios, conforme a coordenadora do projeto, estão as dívidas acumuladas, que giram em torno de R$15 mil e limitam a realização de novos resgates. “Além da adoção, a população também pode contribuir com doações financeiras ou de insumos, como ração, medicações para pulgas e vermes e areia sanitária, que estão entre as demandas mais urgentes após os resgates”, elenca.
A ONG conta atualmente com cerca de 30 voluntários, que atuam em diferentes frentes, como limpeza e manutenção do gatil, resgates, transporte, lares temporários e organização das feiras.
Mais informações sobre a ONG podem ser conferidas por meio das redes sociais, no @quero.adotar.

Geral
Dia Mundial de Conscientização do Autismo: informação, acolhimento e apoio fazem a diferença na vida das famílias
Nesta quinta-feira, 2 de abril, é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data que convida a sociedade a ampliar o olhar, buscar informação e, principalmente, praticar a empatia. Para muitas famílias, o diagnóstico de autismo traz desafios diários que vão muito além das terapias: envolve adaptação da rotina, busca por atendimentos especializados, superação de preconceitos e a necessidade constante de compreensão.
Embora a conscientização tenha avançado nos últimos anos, a realidade ainda exige esforço e união. Muitas famílias enfrentam longas esperas por atendimento, dificuldades de acesso a profissionais especializados e, muitas vezes, o sentimento de solidão diante de uma condição que ainda precisa ser mais compreendida pela sociedade.
A coordenadora do Centro Coopercocal Inclusiva, Sany Mazzuchetti, que há anos acompanha de perto a realidade de famílias atípicas, destaca que uma das maiores necessidades é o acolhimento.
“Na escuta sensível às famílias, percebemos que a maior dor muitas vezes não está apenas na busca por terapias, mas no sentimento de solidão diante de algo que a sociedade ainda precisa compreender melhor. As dificuldades envolvem a demora no acesso aos atendimentos, os desafios na escola, a sobrecarga emocional e a falta de informação. Muitas famílias chegam até nós já exaustas, depois de uma longa caminhada marcada por inseguranças e, muitas vezes, julgamentos.”
Foi a partir dessa realidade que nasceu o Centro Coopercocal Inclusiva, oferecendo atendimento multiprofissional especializado e gratuito para filhos de associados da cooperativa. O espaço busca não apenas contribuir com o desenvolvimento das crianças, mas também oferecer suporte e orientação para toda a família.
Em pouco tempo de funcionamento, o Centro já demonstra a importância desse cuidado. Atualmente, são 109 crianças cadastradas, com quase mil atendimentos realizados, números que mostram a grande demanda existente na região. Mais do que dados, cada atendimento representa uma história, uma família acolhida e uma criança com novas possibilidades de desenvolvimento.
Atendimento e apoio que fazem a diferença
Para as mães que vivem essa rotina, o apoio faz diferença no dia a dia. Josiane de Melo, mãe de duas crianças com autismo, destaca que um dos maiores desafios ainda é a falta de compreensão da sociedade.
“As pessoas ainda precisam entender mais sobre o autismo. É uma caminhada que exige muito das famílias. Quando existem projetos como esse, que ajudam no desenvolvimento das crianças e também trazem informação para a comunidade, tudo fica um pouco mais leve. É algo essencial, porque nossas crianças precisam ser compreendidas e incluídas.”
Já Juliana De Bona Sartor, mãe de uma adolescente com autismo, acredita que a sociedade vem evoluindo, mas ainda há um caminho importante a percorrer.
“A gente percebe que hoje as pessoas começam a ter um olhar mais atento, mas ainda existem muitos desafios. As famílias precisam de apoio, precisam de orientação e de espaços preparados. Quando encontramos um lugar onde nossos filhos são bem acolhidos, isso faz toda a diferença, porque nos sentimos amparados nessa caminhada.”
O trabalho desenvolvido no Centro também envolve o fortalecimento das famílias, entendendo que o cuidado vai além das terapias. A gestora social Mirian Jeremias destaca que novas ações estão sendo preparadas especialmente para os pais, com encontros, orientações e atividades que auxiliem no dia a dia. “Nosso trabalho não é só com a criança. Quando a família recebe orientação e se sente fortalecida, o desenvolvimento acontece de forma ainda mais significativa. Queremos que cada pai e cada mãe saiba que não está sozinho. O acolhimento e a informação fazem toda a diferença nesse processo.”
Inclusão começa pelo conhecimento
O Dia Mundial de Conscientização do Autismo reforça que a inclusão começa pelo conhecimento e pela empatia. Mais do que compreender o autismo, é necessário criar oportunidades para que cada criança desenvolva suas habilidades e tenha seu espaço respeitado na sociedade.
O Centro Coopercocal Inclusiva surge como um importante aliado nessa caminhada, oferecendo atendimento qualificado e humanizado, além de contribuir para que as famílias se sintam acolhidas e apoiadas.
A Coopercocal também destaca a importância do cooperativismo para que iniciativas como essa se tornem possíveis. O envolvimento dos associados fortalece projetos que geram impacto social positivo, demonstrando que a união pode transformar realidades e levar mais cuidado a quem precisa. “Neste 2 de abril, a mensagem principal é de conscientização, respeito e inclusão. Com informação, apoio e acolhimento, podemos construir uma sociedade mais preparada para compreender o autismo e valorizar cada pessoa em sua singularidade”, completa Mirian.

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