Economia
Inovação e Plano de Desenvolvimento seguem indefinidos
Criciúma
Pautas prioritárias da região Carbonífera o Plano de Desenvolvimento econômico e o Centro de Inovação seguem sem novidade. De acordo com o presidente da Acic Moacir Dagostin, os projetos seguem estacionados em 2018.
“Os encaminhamentos realizados no ano passado foram os últimos. O assunto não evoluiu e isso nos preocupa. Nossa região é a única ainda não contemplada com o Centro de Inovação. Outro tema que parou é o do Plano do Desenvolvimento econômico. Esse projeto já tem dinheiro assegurado. É uma ação que vai nos dar um norte de desenvolvimento e precisa sair do papel para que o Sul recupere o terreno perdido”.
Dagostin afirma que já tentou uma audiência com o Governador para discutir o assunto, mas até o momento não teve sucesso. “Consegui uma reunião com o Lucas Esmeraldino, mas ele desmarcou. Vamos usar os nossos deputados para que estas bandeiras possam se tornar realidade”.

Economia
Feirão de empregos movimenta Festa da Misericórdia em Içara
Um feirão municipal de empregos está sendo realizado durante a programação da Festa da Misericórdia, em Içara. A ação iniciou no último domingo, dia 5, e seguirá até 12 de abril na Basílica Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, junto à Feira da Indústria e Comércio. O atendimento é feito pelo Sistema Nacional de Empregos (Sine) de Içara, em parceria com empresas como a Librelato, Giassi Private Label e Cristalcopo.
Segundo o secretário de desenvolvimento econômico de Içara, Davi Nazário, estão disponíveis mais de 100 vagas de emprego, para candidatos com diferentes níveis de escolaridade. O serviço inclui orientação e encaminhamento para processos seletivos. “A proposta é concentrar, em um único espaço, diferentes oportunidades e facilitar o processo tanto para quem busca uma vaga quanto para as empresas que precisam contratar. Isso torna o atendimento mais ágil e amplia o alcance das vagas disponíveis”, destaca.
Os atendimentos são voltados a pessoas com 18 anos ou mais. Para participar, é necessário apresentar documentos pessoais e currículo. Segundo a prefeita de Içara, Dalvânia Cardoso, a iniciativa reúne empresas participantes da feira e amplia o acesso da população às oportunidades de trabalho. “Isso aproxima quem está em busca de emprego das empresas que estão com vagas abertas, facilitando o acesso ao mercado de trabalho oferecendo oportunidades para a população durante um evento que já reúne grande público”, comenta.

Economia
Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira
Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa
Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.
O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.
Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.
Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.
Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.
COMO FUNCIONA O REAJUSTE
O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.
A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.
A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

Agronegócio
Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica
A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.
Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).
Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.
Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.
- Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
- Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.
“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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