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Recursos devolvidos pelo Legislativo serão aplicados na saúde

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Morro da Fumaça

Os R$ 150 mil devolvidos pela Câmara de Vereadores ao Executivo já têm destino traçado. Parte do valor, cerca de R$ 70 mil, será aplicada na aquisição de um Analisador Bioquímico Automático e um aparelho de osmose reversa para dessalinização do analisador, que ficarão à disposição da comunidade no Laboratório Municipal.

Com a iniciativa, o município dobrará a capacidade de produção em relação ao antigo analisador, que era semiautomático, reduzindo ainda em 75% os custos com reagentes químicos. “Estes novos aparelhos contribuirão também para que sejam realizados mais dois tipos de exames: sódio e potássio, possibilitando um trabalho mais ágil nas análises, podendo assim aumentar a demanda de exames laboratoriais realizados em nosso município”, comenta o secretário do Sistema de Saúde, Robson Francisconi.

Crescimento do número de exames

O secretário lembra que em 2018 o laboratório realizou em média 1,3 mil exames por mês, um aumento de 43%, em relação a 2017 e 73% em comparação com 2016. “Parabenizo o presidente da Câmara, Tiago Minatto e todos os membros da Mesa Diretora pelo trabalho de gestão realizado nestes primeiros quatro meses”, salienta.

A aquisição dos equipamentos foi pedida pelos integrantes da Mesa Diretora da Casa Legislativa e aceita pelo prefeito. “Este dinheiro volta para os cofres da prefeitura para atender as necessidades da população, e muitas pessoas será beneficiadas. Agradecemos ao prefeito Noi por aceitar a nossa indicação. Isto mostra que os dois poderes estão trabalhando juntos e em harmonia”, cita o presidente da Câmara, Tiago Minatto.

Parques infantis pela cidade

O restante do valor devolvido será aplicado na aquisição e instalação de parques infantis nos bairros. Os locais já estão sendo definidos pelo Governo Municipal. “A aquisição destes parques não deixa de ser investimento na saúde, pois os utilizando, as crianças crescem mais saudáveis. Reforçamos a importância desta parceria com o Legislativo, a cada um dos vereadores, em nome do presidente Minatto, que entendem a importância dos poderes andarem juntos, mesmo que sejam independentes, porque quem ganha com esta união é a população, que percebe ações de melhorias na cidade”, fala o prefeito.

Conforme Minatto, a intenção é devolver R$ 800 mil aos cofres do Município até o final de 2019. “Não é para o Governo Municipal que estes valores retornam, mas sim para cada fumacense que será beneficiado com os investimentos”, destaca o vice-prefeito, Eduardo Sartor Guollo.

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Vento e chuva provocam transtornos na região; rio Criciúma ameaça sair da calha no bairro Paraíso

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O vento forte da madrugada e a chuva intensa desta manhã de segunda-feira provocam transtornos pela região. Na região de Sombrio, vários bairros ficaram sem energia já nas primeiras horas desta manhã. Em Araranguá, houve registro de queda de árvores, destalhamentos e danos na rede elétrica.

Em Içara, equipes da Cooperaliança seguem trabalhando para atender às ocorrências geradas pelo vento da madrugada. Em nota, a cooperativa informou que ainda pela manhã todos os problemas devem estar resolvidos. “Em função dos temporais registrados durante a noite, alguns pontos isolados da área de atuação da Cooperaliança estão sem energia elétrica. Nossas equipes já estão em campo atuando nos locais afetados para realizar os reparos necessários e restabelecer o fornecimento de energia”, diz a nota

Em Criciúma, a chuva provocou acúmulo de água em vários pontos, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Na região do bairro Paraíso já há ruas alagadas. A escola João Linus Rech já registra alagamentos e os alunos estão sendo retirados e levados para casa.

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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara

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Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.

Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.

Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.

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Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas

SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos

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A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.

O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.

“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.

Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.

“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.

Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas

É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.

Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.

Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.

Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.

A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.

“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.

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