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Segunda edição do ECoCria Talks aborda estratégias de marca e cases de sucesso no Twitter

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O Twitter está entre as redes sociais mais duradouras da atualidade. No mundo, conforme o blog Resultados Digitais, a rede conta com mais de 353 milhões de usuários, sendo 16,6 milhões de brasileiros ativos na página que tem perfil dinâmico e de atualizações ágeis. Tendo em vista a força da rede e a presença dela no dia a dia da comunicação não só no Brasil, mas em todo o mundo, o Twitter é o foco da segunda edição de 2021 do evento ECoCria Talks, marcado para a próxima quinta-feira (11/2) às 19h no canal da Unesc TV no YouTube.

Nesta edição a Escola de Comunicação Criativa da Unesc receberá o estrategista de marcas do Twitter Next, Vinícius Magalhães. O convidado conversará com acadêmicos, colegas da área de comunicação e comunidade em geral sobre o tema “Twitter: Estratégias de marca e cases de sucesso”.

A ideia de mediar um encontro entre Vinícius e os acadêmicos da Escola de Comunicação Criativa da Unesc, conforme a coordenadora da ECoCria, Caroline Bortot, foi proporcionar um novo olhar sobre a rede e suas possibilidades. “Será mais uma chance de nossos alunos sabatinarem um profissional com grandes experiências e muito a ensinar”, salienta.

Para o professor da EcoCria, Jonathan Becker, é importante que os alunos tenham a experiência de aprender sobre esta rede que se diferencia. “O Twitter permite às marcas ouvir – de trivialidades, notícias e memes, ao que falam delas próprias e das concorrentes -, estarem inseridas no diálogo de uma forma mais espontânea, autêntica, humana, sem filtro, exatamente como o público espera. É onde muitos dos cases, e até anticases do marketing digital e da gestão de crises de comunicação acontecem”, destaca.

Conforme Becker, por ser algo ainda porco explorado, o viés comercial da plataforma representa um bom mercado a ser explorado. “Do ponto de vista dos anúncios, o Twitter Ads ainda é pouco concorrido por aqui, e apresenta oportunidades interessantes de mídia para as marcas”, completa.

Vinícius Magalhães e Twitter Next

O profissional que inspirará os espectadores no ECoCria Talks é formado e pós-graduado em Publicidade. Ele trabalhou por mais de dez anos em Brasília, onde adquiriu experiência em comunicação pública. Nesse período, fez o planejamento e o gerenciamento de campanhas de marcas da esfera federal, tais como Secom (Presidência da República), Ministério da Saúde e Banco do Brasil.

Em 2016, ao entrar no Twitter, assumiu o cargo de estrategista de marcas para o vertical de Governo até meados de 2018, quando mudou para São Paulo para trabalhar com anunciantes da iniciativa privada. Atualmente busca oportunidades de conectar os propósitos das marcas às pessoas por meio de conversas no Twitter e acredita que isso pode gerar impacto positivo na vida delas.

A atuação do convidado no Twitter Next se mostra um case atual, já que esta é uma área lançada pela rede em setembro de 2019. De lá para cá o setor de estratégia de marca tem ganhado espaço com o trabalho que inclui serviços como desenvolvimento de campanha e conteúdo, definição de voz da marca e um laboratório exclusivo de tecnólogos, gerentes de programa e designers.

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Vento e chuva provocam transtornos na região; rio Criciúma ameaça sair da calha no bairro Paraíso

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O vento forte da madrugada e a chuva intensa desta manhã de segunda-feira provocam transtornos pela região. Na região de Sombrio, vários bairros ficaram sem energia já nas primeiras horas desta manhã. Em Araranguá, houve registro de queda de árvores, destalhamentos e danos na rede elétrica.

Em Içara, equipes da Cooperaliança seguem trabalhando para atender às ocorrências geradas pelo vento da madrugada. Em nota, a cooperativa informou que ainda pela manhã todos os problemas devem estar resolvidos. “Em função dos temporais registrados durante a noite, alguns pontos isolados da área de atuação da Cooperaliança estão sem energia elétrica. Nossas equipes já estão em campo atuando nos locais afetados para realizar os reparos necessários e restabelecer o fornecimento de energia”, diz a nota

Em Criciúma, a chuva provocou acúmulo de água em vários pontos, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Na região do bairro Paraíso já há ruas alagadas. A escola João Linus Rech já registra alagamentos e os alunos estão sendo retirados e levados para casa.

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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara

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Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.

Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.

Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.

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Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas

SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos

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A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.

O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.

“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.

Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.

“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.

Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas

É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.

Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.

Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.

Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.

A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.

“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.

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