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Economia

Sebrae/SC promove etapa catarinense do Brasil Mais para pequenos negócios

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Chegou a vez dos empresários de micro e pequenas empresas catarinenses aumentarem a produtividade dos seus negócios. Para que elas alcancem melhores resultados e continuem competitivas no mercado, o Sebrae/SC promove o Projeto Brasil Mais, cujo objetivo é aumentar a produtividade das empresas e ampliar a eficiência do setor produtivo e a competitividade do país.

Em Santa Catarina, a meta é atender 13,2 mil empresas, entre micro e pequenos negócios dos setores de comércio e serviços, até 2022. O programa reúne metodologias e ferramentas de baixo custo voltadas para melhorar a capacidade de gestão e de produção, reduzir desperdício e aprimorar processos.

“O Brasil Mais torna-se um aliado do empreendedor no momento certo. Estamos nos restabelecendo de um cenário nacional de crise financeira. Ajudar o empreendedor a otimizar a sua produção para conseguir manter-se competitivo no mercado e conquistar resultados melhores é a melhor diretriz a ser tomada para vencer um cenário que, até bem pouco tempo atrás, não estava tão favorável”, destaca a coordenadora do Projeto Brasil Mais no Sebrae/SC, Camila de Souza Regis.

A Nyce Papelaria e Informática é uma empresa de Criciúma que participou do programa, de novembro de 2020 a março deste ano. A sócia-gerente, Lígia Raquel Gomes Pais, conta que “o meu projeto foi para uma melhor visibilidade da loja em relação aos clientes. O Programa ALI (Agente Local de Inovação) me ajudou a planejar as metas, quais trabalhos realizar, onde e quais profissionais procurar, orçar, enfim, enxergar o que precisava ser melhorado”.

Diego Bif é proprietário da Guarde Mais Self Storage, empresa de Criciúma que trabalha com aluguel de espaços no estilo auto armazenagem e que também participou do projeto. Ele lembra que a maior dificuldade do seu negócio era o marketing e a publicidade, setores que foram o foco do programa, a fim de tornar o empreendimento conhecido e fazer com que as pessoas entendam o tipo de solução que é oferecida.

“A partir disso, com auxílio do ALI, montamos um plano de ação. Realizamos uma série de ações de marketing, como patrocínio em redes sociais, anúncio em rádio, parcerias com influenciadores locais, além de melhorias internas, como comunicação visual e fachada. O resultado foi imediato, com o crescimento das propostas enviadas e, por consequência, a ocupação dos espaços disponibilizados”, afirma Diego.

Como participar

Para participar do programa, as empresas devem se cadastrar por meio do site http://sebrae.com.br/brasilmais. Para isso, será preciso responder um questionário que avalia o grau de maturidade empresarial. Depois dessa etapa, a empresa será encaminhada para o atendimento assistido do Sebrae por meio do ALI. A participação é gratuita e os participantes contam com o benefício de 70% de subsídio nos produtos de Consultoria Especializada e Tecnológica.

Etapas do Brasil Mais

A primeira etapa dessa jornada do Brasil Mais é a otimização. O objetivo é que as empresas atendidas consigam aumentar a produtividade, reduzir desperdícios e melhorar processos e custos. A partir da intervenção, espera-se que as empresas adotem uma gestão baseada em indicadores e, assim, melhorem seu posicionamento no mercado e aumentem suas vendas.

Para isso, a iniciativa capacitará os clientes e fornecerá agentes locais de inovação que farão acompanhamento técnico e ajudarão os empreendedores na escolha de melhores práticas produtivas e gerenciais. O Programa Brasil Mais é uma parceria entre Sebrae, Ministério da Economia, Senai e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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