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Acadêmicos da Unesc realizam ação de doação de sangue
A Unesc aderiu a mais uma importante campanha de conscientização e solidariedade: a doação de sangue e de medula óssea. Para isso, foram montados três pontos estratégicos do Campus para conscientizar a população universitária da importância da ação. A atividade, que ocorre nesta quarta-feira (15/06), faz parte do projeto “Doe-se Gotas que Salvam Vidas”, da Federação Internacional das Associações dos Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA) e tem a parceria do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) de Criciúma.
Durante a atividade realizada pelos acadêmicos dos cursos de medicina, educação física e biomedicina, eles apresentam o processo da doação, sua importância, a atual demanda e estoques do hemocentro de Criciúma, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o processo e estimular a doação, visando e aumentar os estoques de sangue no Hemosc, que está baixo. Os interessados podem fazer um cadastramento de doadores de sangue e de doadores de medula óssea. Materiais também estão sendo entregues à população e produtos sanguíneos sintéticos similares aos utilizados na doação também estão expostos.
Conforme a acadêmica do curso de Medicina, Natália Veadrigo Boschetti, uma das organizadoras, os estoques estão abaixo das necessidades, por isso, a importância da conscientização da doação. “Estamos fazendo a captação de novos doadores e a conscientização da população. A doação é uma ação altruísta de amor ao próximo. Com uma doação de sangue, conseguimos ajudar quatro pessoas. É um ato de amor ao próximo que tem que ser incentivado e é isso que o projeto busca. Além disso, também buscamos estimular a doação de medula óssea”, disse.
A ação, em comemoração ao Dia Internacional do Doador de Sangue, comemorado na terça-feira (14/06), ocorre no hall da reitoria, em frente ao ginásio e nas clínicas integradas, até às 22h desta quarta-feira.
Estoque baixo
Conforme a Biomédica Keity Giraldi Raldi, responsável pelo Setor Processamento e Distribuição Do Sangue do Hemosc, no momento, além do estoque, a média de doação diária também está baixa. “No momento estamos com baixas doações de sangue. A temperatura diminuiu e as pessoas reduziram as doações. Em média estamos tendo 46 doações por dia abaixo do ideal em uma média segura, pelo menos 60 doações por dia. Com isso os estoques se encontram reduzidos, principalmente, as tipagens O positivo, A positivo e O Negativo”, alertou.
Doar sangue e medula é um ato de cidadania e solidariedade capaz de elevar a felicidade do doador, gerando bem-estar psicológico e emocional. “Queremos conscientizar a população sobre esse ato solidário, pois muitas pessoas dependem da doação de sangue. Na nossa região sul, mensalmente, são mais de 2,5 mil bolsas utilizadas e se não tivermos doadores altruístas pode haver um desabastecimento e cancelamento de cirurgias eletivas, não queremos que chegue nesse nível”, ressaltou.
As doações serão realizadas no Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina, de Criciúma, responsável pelo serviço de Captação e Estoque de Sangue na Região Sul Catarinense.
O sangue é essencial para tratamento e intervenções urgentes de todos os tipos (acidentes, conflitos, desastres, entre outros) e pode ajudar pacientes que sofrem de condições de saúde com risco de vida, além de apoiar procedimentos cirúrgicos complexos.
O que é necessário para doar:
• Ter idade entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias;
• Doadores com idade de 16 e 17 anos de idade, são aceitos para doação mediante a presença e autorização formal dos pais e/ou responsável legal;
• O limite de idade para primeira doação é de 60 anos;
• O candidato à doação deve estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados no corpo;
• Pesar acima de 50 quilos (com desconto de vestimentas);
• Apresentar documento de identidade com foto, emitido por órgão oficial: RG., carteira profissional, carteira de motorista, etc.
• Ter repousado bem na noite antes da doação;
• Evitar o jejum. Fazer refeições leves e não gordurosas, nas 3 horas que antecedem a doação;
• Evitar uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas;
• Evitar vir acompanhado com crianças, sem acompanhantes.
Não pode doar:
Quem tem ou teve as seguintes doenças:
• Hepatite após os 11 anos de idade;
• Lepra (Hanseníase);
• Hipertireoidismo e tireoidite de Hashimoto;
• Doença auto-imune;
• Doença de Chagas;
• AIDS;
• Problemas cardíacos (necessita avaliação e declaração do seu cardiologista);
• Diabetes;
• Câncer.
Outras situações:
• Fez ou faz uso de algumas drogas ilícitas nos últimos 12 meses;
• Mantém relações sexuais de risco;
• Gestantes ou mulheres que amamentam bebês com menos de 12 meses;
• Parceiro ocasional ou desconhecido (quando não há uma relação de compromisso): Aguardar 12 meses após o último contato sexual;
• Parceiro fixo (quando há uma relação de compromisso há mais de 06 meses): Com uso de preservativo, está apto para a doação. Sem uso de preservativo, aguardar 03 meses após o primeiro contato sexual.
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Incêndio assusta professores e alunos da escola Paulo Rizzieri em Içara
Um princípio de incêndio assustou estudantes e professores da Escola Paulo Rizzieri, no bairro Boa Vista, em Içara. O sinistro foi registrado no início da manhã e interrompeu o funcionamento da instituição. Equipes dos bombeiros e da Cooperaliança estão no local. O problema teria iniciado depois que um raio atingiu a rede.
Segundo relato de professores, o problema teria iniciado em um transformador e, em seguida, acabou atingindo o medidor de energia da unidade e, por consequência, afetou toda a rede do colégio. “Foram muitos estalos nas tomadas e lâmpadas. Houve muita correria de alunos e de toda a equipe, mas ninguém se feriu”, explica o professor Isacc Recco.
Segundo ele, os problemas elétricos da unidade já são conhecidos da administração. “Há três anos foi feita denúncia, o caso foi levado a Câmara de Vereadores, mas não tivemos nenhum reparo desde então”.
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Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas
SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos
A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.
O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.
“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.
Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.
Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.
“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.
Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas
É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.
Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.
Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.
Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.
A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.
“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.
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Farol de Santa Marta e praias de Jaguaruna sofrem com possível tsunami meteorológico
Moradores do Farol de Santa Marta, em Laguna, foram surpreendidos pelo avanço repentino do mar nas primeiras horas desta segunda-feira. De acordo com registro feito pelo empresário João Baiuka, o mar arrastou pequenas embarcações na praia do Cardoso. Apesar do susto não há feridos e os pescadores estão trabalhando para recuperar seus apetrechos de pesca.
Registro de avanço do mar também na praia de Campo Bom, em Jaguaruna. O mar, segundo relato da Defesa Civil, avançou pelo menos duas quadras em alguns pontos. Os estragos ainda estão sendo levantados.
No extremo sul, cidades como Sombrio e Santa Rosa sofreram com o vento forte nas primeiras horas da manhã. Em Criciúma também houve registro de vento na madrugada, mas sem danos. Vários bairros também registraram precipitação de granizo pequeno pouco depois das 7 horas da manhã. Segundo o diretor da Defesa Civil, Fred Gomes, até o momento há apenas um único relato. “De uma árvore caída sobre um muro. Por enquanto o cenário ainda é de tranquilidade”, confirma Fred Gomes
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