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Encargos setoriais devem pressionar tarifa da Cooperaliança

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A tarifa da Cooperaliança vai ser reajustada em agosto e apesar de todo o esforço feito pela diretoria o aumento deve oscilar entre 10 e 13%. Culpa dos chamados encargos setoriais. Um ataxa, como se fosse um imposto, determina da pelo Governo Federal e cobra de todas as permissionárias e concessionárias do país. Todos os meses mais de 1,6 milhão que saem dos cofres da Cooperaliança para custear o subsídio que o governo oferece a diversos setores e, que depois, cobra do consumidor. Vale lembrar que esse reajuste ainda terá os percentuais oficializados pela Agência Reguladora do Setor a Aneel.

“Infelizmente o governo ampliou os encargos setoriais, vamos ter que pagar mais para eles e isso inviabiliza uma redução. Projetávamos uma queda de 4%, mas virá um aumento. Não há o que fazer quem decide é a agência reguladora. Eles determinam e cabe a nós cumprir. Vamos continuar fazendo o esforço e trabalhando para tentar fazer a energia baixar. Infelizmente a realidade no Brasil é dura neste sentido. Temos uma energia muito cara. A cooperaliança segue trabalhando intensamente para tentar ofertar o melhor ao consumidor porque sabemos do papel fundamental que temos no desenvolvimento da cidade”, destaca o presidente da Cooperaliança Reginaldo de Jesus.

Apesar da frustração imposta pelo reajuste, Dede vai encaminhando seus últimos meses do primeiro mandato com números importantes a serem celebrados. A cooperativa está com as contas saneadas, fez investimentos pesados para dar qualidade e segurança ao fornecimento de energia “A subestação foi o nosso grande investimento que assegura capacidade de fornecimento com segurança, mas seguimos investindo na melhoria das redes, em capacitação, em compra de novos e modernos equipamentos e valorizando cada vez mais as nossas cidades com os investimentos do Fats em projetos importantes para a melhoria da qualidade de vida. Eu não escondo que tenho a consciência tranquila que estamos fazendo da cooperaliança uma referência para o Estado”

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Amrec fecha fevereiro com 709 novos postos de trabalho; Forquilhinha foi o destaque

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A AMrec terminou fevereiro com a criação de 709 postos de trabalho com carteira assinada. Os dados são referentes ao novo Caged e foram divulgados nesta terça-feira. Forquilhinha foi a cidade que liderou a geração de vagas de trabalho com a criação de 116 novos empregos. Criciúma aparece na segunda posição com 109 postos.

saldo positivo também no Balneário Rincão (65), Cocal do Sul 910), Içara (87), Nova Veneza (77), Lauro Muller (49), Morro da Fumaça (42), Urussanga (79), Treviso (13) e Orleans com 91. Das 12 cidades da Amrec apenas Siderópolis terminou no vermelho com saldo negativo de 29 vagas.

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Merísio vai pelo PSB e PSDB desiste de disputa na majoritária

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Ex-presidente da Alesc Gelson Merísio, agora no PSB, vai confirmar na segunda-feira a sua condição de pré-candidato ao governo de Santa Catarina. Ele trabalha para que a ex-deputada Angela albina seja a candidata a vice pelo PDT. O desafio é convencer o PT. Se não tiver o espaço PDT não descarta lançar candidato próprio

Quem abandonou a ideia de candidatura própria foi o PSDB. Deputado Marcos Vieira disse que essa possibilidade foi descartada. Ele deve mais uma vez disputar vaga na Alesc e o 45 caminha par apoiar Jorginho Mello.

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Acélio ainda avalia cenário eleitoral

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Secretário de Saúde de Içara, Acélio Casagrande pode confirmar nesta quinta-feira a sua decisão de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. “Estou focado em entregar a obra da Unidade de Saúde do Cristo Rei. Na quinta-feira dia 2, vou anunciar minha decisão, mas o cenário está complicado”, avalia Casagrande.

Candidato em 2022, Acélio fez 39.032, mais do que 16 dos atuais deputados da Alesc. O problema é que por conta da legenda ele acabou ficando de fora. Acélio está filiado no PL e vem sendo estimulado a migrar para o Republicano, ou para o Podemos e então disputar o pleito. “Os convites existem e sigo avaliando”.

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