Blog Anderson de Jesus
Encargos setoriais devem pressionar tarifa da Cooperaliança
A tarifa da Cooperaliança vai ser reajustada em agosto e apesar de todo o esforço feito pela diretoria o aumento deve oscilar entre 10 e 13%. Culpa dos chamados encargos setoriais. Um ataxa, como se fosse um imposto, determina da pelo Governo Federal e cobra de todas as permissionárias e concessionárias do país. Todos os meses mais de 1,6 milhão que saem dos cofres da Cooperaliança para custear o subsídio que o governo oferece a diversos setores e, que depois, cobra do consumidor. Vale lembrar que esse reajuste ainda terá os percentuais oficializados pela Agência Reguladora do Setor a Aneel.
“Infelizmente o governo ampliou os encargos setoriais, vamos ter que pagar mais para eles e isso inviabiliza uma redução. Projetávamos uma queda de 4%, mas virá um aumento. Não há o que fazer quem decide é a agência reguladora. Eles determinam e cabe a nós cumprir. Vamos continuar fazendo o esforço e trabalhando para tentar fazer a energia baixar. Infelizmente a realidade no Brasil é dura neste sentido. Temos uma energia muito cara. A cooperaliança segue trabalhando intensamente para tentar ofertar o melhor ao consumidor porque sabemos do papel fundamental que temos no desenvolvimento da cidade”, destaca o presidente da Cooperaliança Reginaldo de Jesus.
Apesar da frustração imposta pelo reajuste, Dede vai encaminhando seus últimos meses do primeiro mandato com números importantes a serem celebrados. A cooperativa está com as contas saneadas, fez investimentos pesados para dar qualidade e segurança ao fornecimento de energia “A subestação foi o nosso grande investimento que assegura capacidade de fornecimento com segurança, mas seguimos investindo na melhoria das redes, em capacitação, em compra de novos e modernos equipamentos e valorizando cada vez mais as nossas cidades com os investimentos do Fats em projetos importantes para a melhoria da qualidade de vida. Eu não escondo que tenho a consciência tranquila que estamos fazendo da cooperaliança uma referência para o Estado”
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Autopropelidos devem ganhar legislação e controle nas ruas de Criciúma
Criciúma deve ganhar uma legislação específica para regulamentar a circulação de veículos autopropelidos. A proposta, que já está em elaboração, pretende estabelecer regras municipais para esse tipo de equipamento e definir critérios de segurança para os usuários.
A discussão ganhou força a partir de experiências adotadas em outros municípios catarinenses. Um dos exemplos citados é Brusque, que passou a regulamentar a circulação de autopropelidos após um acidente fatal envolvendo uma adolescente de 14 anos, em 2025.
Segundo o sargento Edno Dutra, superintendente de trânsito de Criciúma, a regulamentação municipal é necessária diante das regras estabelecidas para esse tipo de veículo e das responsabilidades atribuídas aos municípios. “Em Brusque, a regulamentação estabelece idade mínima de 16 anos para condução de autopropelidos. O município também criou um sistema de identificação para os adolescentes que cumprem as exigências estabelecidas pela legislação”, explica
Por lá, antes de receber a autorização, o usuário passa por uma orientação sobre as regras de trânsito. A medida busca ampliar o controle e a segurança na utilização dos equipamentos.
Edno também explica que existem diferenças entre os modelos que estão chegando ao mercado. “A legislação também diferencia os equipamentos conforme suas características e velocidade. Os autopropelidos, como determinados modelos de bicicletas elétricas, possuem regras específicas. Já os veículos enquadrados como ciclomotores estão sujeitos a exigências próprias previstas no Código de Trânsito Brasileiro, incluindo habilitação nas categorias correspondentes ou autorização específica, conforme o caso. Em Criciúma já está escrita a lei. Acredito que, recebendo o aval do gabinete, vamos colocar em prática toda essa regulamentação”, afirmou.
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Rincão terá três shows nacionais para movimentar a próxima temporada
Lançamento oficial da programação deve ser feito no final de novembro
Pelo menos três shows nacionais devem movimentar a próxima temporada de verão no Balneário Rincão. A informação é do Secretário de Cultura e Turismo. Segundo Fernando Casagrande todos os detalhes serão divulgados no mês de novembro. “Vamos fazer o lançamento oficial da temporada durante o GastroRincão, em novembro, mas nós já estamos desenhando a temporada e teremos três shows nacionais gratuitos”, explica.
Segundo ele, os shows serão realizados durante a celebração da virada e também na metade de janeiro. ‘É o que estamos programando. Vamos ter um show de pagode no dia 1º de janeiro e um sertanejo universitário no dia 2. A intenção é no meio de janeiro trazer o terceiro show. Esse será ainda mais especial e vamos atrair visitantes de toda a região para movimentar a nossa economia”,destaca Casagrande.
Além dos shows nacionais, o Carnarincão volta com mobilização regional e os eventos esportivos devem ser ampliados. “No passado tínhamos o Sereia Boa de Bola e é uma competição que vai voltar. Também temos os nossos parceiros que ajudam a movimentar ainda mais a nossa praia. Será, sem dúvida, uma grande temporada.”
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Marlon Zappelini retoma debate sobre criação da Guarda Municipal em Criciúma
Vereador apresentou requerimento para questionar possibilidade de o município voltar a contar com uma força de segurança própria
O vereador Marlon Zappelini voltou a colocar a Guarda Municipal de Criciúma no centro do debate. Na sessão da Câmara desta terça-feira (15), o parlamentar apresentou um requerimento questionando a possibilidade de o Governo Municipal recriar a corporação.
Zappelini defende uma nova discussão sobre o papel de uma Guarda Municipal na estrutura de segurança da cidade. Como argumento, cita exemplos de municípios catarinenses que adotaram o modelo, entre eles Tubarão.
“Temos modelos em Santa Catarina, como Tubarão, por exemplo, que deram certo. Por que não rediscutir isso aqui? Qual o problema de termos mais homens atuando pela segurança?”, questionou o vereador.
O parlamentar também mencionou um levantamento segundo o qual nove das dez cidades consideradas mais seguras do Brasil possuem Guarda Municipal.
O requerimento busca informações sobre a possibilidade de retomada do modelo em Criciúma e reabre uma discussão que envolve segurança pública, estrutura administrativa e custos para o município.
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