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Economia

Mais de 500 vagas de emprego no Projeto Work

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Precisamente, 504 vagas de emprego serão ofertadas nesta quarta-feira (26/10), na sexta edição do Projeto Work, promovido pela igreja Abba Pai Church. O workshop de empregos será realizado no espaço Abba Social, localizado na Avenida Jorge Elias de Lucca, no bairro Nossa Senhora da Salete, em Criciúma. A ação é gratuita.

Ao todo, 10 empresas da região oferecem postos de trabalho nos setores de indústria, comércio e prestação de serviços. Destaque para a JBS, no ramo de alimentos, com 300 vagas, e a Librelato, no segmento de implementos rodoviários, com 60 oportunidades.

“O Projeto Work é a junção de oportunidades e necessidades. Foi criado em 2021, durante a pandemia, ao observarmos o grande contingente de pessoas em busca de trabalho, principalmente vindas de outros estados e até mesmo do exterior. Todos os 19 projetos da Abba Social vêm ao encontro da missão de tornar a igreja relevante também do ponto de vista social. Nosso foco não é o assistencialismo, mas a assistência social, aquela que ajuda a pessoa a ganhar autonomia para seguir a sua vida com dignidade”, afirma o pastor Telmo Martinello.

Os interessados devem comparecer ao local, preferencialmente, com o currículo em mãos, mas a falta dele não é impedimento para se candidatar a uma ou mais vagas. Levar a carteira de trabalho e documentos de identificação podem ajudar os interessados a deixar o local já pré-contratados.

“Temos uma média de 150 pessoas por evento e muitas já saem do local encaminhadas. Nos próprios estandes, as empresas divulgam as vagas e já realizam as entrevistas por meio do setor de RH. Teremos vagas operacionais, comerciais, técnicas e administrativas. É uma ação que tem abençoado a vida de muitas famílias e contribuído para o desenvolvimento socioeconômico da região”, celebra a coordenadora do projeto, a psicóloga clínica e do trabalho Graciela de Oliveira Silva.

Empresas interessadas em participar do projeto podem entrar em contato pelo telefone/WhatsApp (48) 99816-1314. Interessados podem obter outras informações no Instagram @abbawork.

Confira as empresas participantes e o número de vagas oferecidas:

Althoff Supermercados: 30 vagas;

Dexco: 20 vagas;

Facto Assessoria e Cobrança: 15 vagas;

GAD (Grupo de Amparo aos Diabéticos): 04 vagas;

Golden Gate Consultoria: 15 vagas;

JBS: 300 vagas;

Lojas Pompéia: 15 vagas;

Librelato: 60 vagas;

Mezari Mármores e Granitos: 15 vagas;

Pulse: 30 vagas.              

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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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