Economia
SEI terá Arena de Negócios ainda maior em 2024
O SEI – Sinergia, Empreendedorismo & Inovação – vai ter o espaço para negócios ampliado em 2024. Ao todo, 20 marcas estarão presentes nos estandes no Rhóis Centro de Eventos nas noites de 21 e 22 de maio. Um novo layout também foi planejado pela Associação Empresarial de Içara para melhorar ainda mais a experiência dos participantes e descontos especiais estarão disponíveis aos primeiros inscritos a partir já dessa semana.
“A promoção das empresas regionais e do networking compõem um elemento importante da programação que incluirá também cases e palestras de referência em Santa Catarina e também de nível nacional. Os nomes começarão a ser divulgados ainda essa semana, assim como a venda promocional dos passaportes”, ressalta o presidente da ACII, Marco Aurélio Périco Góes.
“O SEI celebra o empreendedorismo e a inovação de nossa região. Também proporciona união do setor produtivo com o poder público, com organizações que fazem parte do ecossistema e a universidade”, completa Marco. “As empresas interessadas em participar devem procurar a ACII. Os espaços são limitados”, avisa. Os empreendedores interessados em expor podem enviar uma mensagem pelo WhatsApp ou ligar para (48) 3432-3429.
Desde 2018, mais de 30 palestras e cases foram apresentados para quase 8 mil pessoas. O evento precisou se transformar, por duas vezes, teve edições online, em 2023 voltou ao formato presencial para a reconexão dos participantes e, agora, em 2024, vai inspirar a exploração de novos ambientes e voos ainda mais altos em conjunto com o Governo Municipal, Sebrae, Giassi Supermercados, Fiesc, Unesc, Rio Deserto, Sicredi, Librelato e Baldissera Empreendimentos.

Economia
Catarinenses devem gastar em média R$ 291 no Dia dos Namorados — maior valor da história; Criciúma cresce 85,9%
Intenção de compras bate recorde em SC e supera em quase 53% o valor registrado em 2025
O Dia dos Namorados de 2026 promete movimentar o comércio catarinense como nunca. A intenção média de gastos em Santa Catarina chegou a R$ 291 — o maior valor desde o início da série histórica em 2018 e um crescimento nominal de 52,8% em relação ao ano passado, segundo levantamento do Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC.
Para o presidente da entidade, Hélio Dagnoni, o resultado surpreende diante do cenário econômico ainda desafiador. “O consumidor catarinense demonstra confiança e disposição para consumir. E neste ano o Dia dos Namorados coincide com o início da Copa do Mundo, que também impulsiona o comércio”, destacou.
A pesquisa mostra que 83% dos entrevistados consideram sua situação financeira melhor do que no ano anterior — dado que ajuda a explicar o otimismo nas compras.
Criciúma se destaca no ranking regional
Todas as sete cidades analisadas cresceram, mas algumas se sobressaem. Florianópolis lidera com alta de 130,2% na intenção de gastos. Criciúma aparece logo em seguida, com crescimento de 85,9% — o segundo maior do estado. Na sequência estão Itajaí (59,8%), Blumenau (26,7%), Lages (25,5%), Joinville (23,4%) e Chapecó (20,3%).
Deixando para a última hora
A maioria dos consumidores deve apertar o prazo. Mais de 57% concentram as compras na reta final: 34,8% compram na semana da data e 22,5% apenas na véspera.
O que vão comprar — e como vão pagar
Os presentes mais procurados são roupas (30,3%), perfumes e cosméticos (27,7%) e calçados ou bolsas (15,7%). Flores e chocolates aparecem com 8,7%.
Na hora de pagar, o PIX lidera com 32,8% das preferências, seguido por dinheiro (21%) e cartão de débito (19,7%). O comércio de rua segue como principal canal de compras, escolhido por 53,6% dos entrevistados, contra 24% que preferem a internet.
Apesar do aumento no consumo, 43% não pretendem fazer passeios na data. Entre os que vão comemorar, a preferência é pelo bom e velho jantar — 37% optam por almoço ou jantar fora.

Economia
Dexco anuncia fechamento da fábrica em Urussanga e demite 159 trabalhadores
Empresa concentrará produção em Criciúma e Botucatu (SP); estrutura da unidade pode ser vendida para novo investidor
A Dexco confirmou nesta segunda-feira (25) o encerramento das atividades produtivas de sua unidade em Urussanga. A notícia foi comunicada pessoalmente ao à prefeita Stela de Agostin Talamini pelo diretor de Revestimentos Cerâmicos da empresa, Gilmar Menegon.
Dos 213 funcionários da unidade, 159 foram demitidos. Outros 30 permanecem temporariamente para a comercialização do estoque remanescente, e 24 profissionais devem ser transferidos para a unidade da Portinari, em Criciúma.
A empresa justificou o fechamento como parte de uma reorganização operacional. A produção será concentrada nas unidades de Criciúma e Botucatu (SP), responsáveis pelas marcas Portinari e Ceusa. “Não foi uma decisão fácil, mas necessária para a continuidade dos negócios da Dexco”, afirmou Menegon.
O diretor acrescentou que já há contatos com empresas interessadas na estrutura da fábrica e nos maquinários — o que pode abrir caminho para um novo ciclo industrial no município.
A prefeita Stela disse que o município vai agir para minimizar os impactos. Ela citou o cenário de pleno emprego na região como fator favorável à recolocação dos trabalhadores demitidos. “Vamos somar esforços para buscar empresas interessadas em assumir a estrutura da fábrica e manter a atividade industrial no município”, afirmou.

Economia
Boletim Focus: projeção da inflação sobe para 5,04% e PIB para 1,89%
O mercado financeiro elevou as projeções de inflação e de crescimento econômico no Boletim Focus desta segunda-feira (25).

A expectativa para a inflação subiu novamente e chegou a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 4,92%. São 11 semanas de alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã.
O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido no país, pode crescer 1,89% neste ano. Aumento de 0,4% em relação à última semana.
Na avaliação do economista Adalmir Marcheti, os efeitos do conflito sobre os preços de combustíveis e possíveis questões climáticas no segundo semestre, o El Niño, afetam a projeção da inflação.
No entanto, ele defende cautela nas previsões sobre inflação, PIB e até juros. A guerra e as eleições deixam o cenário mais nebuloso.
“O fim da guerra significaria queda de preços, redução das taxas de juros e a possibilidade de um maior crescimento econômico. A continuidade da guerra apontaria no sentido contrário. As próprias eleições afetam os gastos e a política monetária, na medida em que os governos estaduais e o governo federal buscam se reeleger. Isso, sem dúvida, afeta a qualidade e aumenta as incertezas sobre as previsões”.
Os analistas consultados pelo Banco Central também apostam num valor ainda menor do dólar no fim do ano: R$ 5,17.
E a taxa de juros, a Selic, em 13,25% ao ano.

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