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Economia

Feira CasaPronta inicia nesta quarta-feira em Criciúma

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A cidade de Criciúma recebe a 21ª edição da CasaPronta a partir da próxima quarta-feira, dia 16 de outubro, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti. Com mais de 200 expositores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, o evento promete trazer as novidades dos setores de construção, mobiliário e decoração em um espaço de 15 mil metros quadrados. 

Com um variado leque de atrações, a feira contará com lançamentos de produtos, salão de negócios e troca de informações que visam inspirar os visitantes e profissionais dos setores. A diretora comercial da NossaCasa Feiras e Eventos e organizadora da CasaPronta, Jaqueline Backes, espera que o evento promova negócios, mas também ofereça uma experiência enriquecedora para todos os participantes. “A CasaPronta também é um para troca de ideias entre os envolvidos no mercado. A expectativa é que, com a diversidade de expositores e atividades, os visitantes encontrem soluções inovadoras para suas casas e projetos”, ressalta. 

A feira já conta com expositores que participam do evento de forma contínua. Um deles é a JS Empreendimentos, que chega a esta edição da feira com o desafio de apresentar ao visitante novidades do mundo imobiliário. “Estar na feira é uma grande oportunidade, e a JS sempre faz questão de estar presente, porque é uma forma de estarmos próximos dos clientes. Neste ano, vamos trazer mais oportunidades de negócios para os visitantes que buscam um local para a construção da casa dos sonhos. Vamos apresentar oportunidades de loteamentos com o padrão JS, ou seja, com infraestrutura completa e pronto para construir”, afirma o diretor de operações da JS Empreendimentos, Fabio Luiz Siedschlag.

Salão de Negócios

Durante os cinco dias da CasaPronta, acontecerá a 11ª edição do Salão de Negócios da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção da Região Sul de Santa Catarina (Acomac Sul).

Sessão de Negócios do Sebrae

Neste ano, o evento contará novamente com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que estará na feira realizando a Sessão de Negócios com os expositores. O encontro está marcado para ocorrer na quinta-feira, dia 17, às 16h30, no auditório do segundo andar do Pavilhão de Exposições José Ijair Conti. Todas as empresas expositoras poderão participar de forma gratuita.

Faça você mesmo

Outra inovação será apresentada neste ano pela empresa Agrato Móveis. Durante a feira, os clientes podem contratar os serviços de cortes de madeiras para montar seu próprio móvel em casa. “Hoje, a maior dificuldade para as empresas do ramo de móveis e das atividades diversas é a falta de mão de obra. Problema este que já vivenciamos há anos e, por enquanto, sem previsão de melhora. Isso tudo reflete um pouco as mudanças de comportamento da geração. Outro ponto é o acesso às tecnologias de processos, que requer um custo elevado de máquinas e equipamentos para que a empresa esteja sempre atualizada com as necessidades e mudanças do mercado”, explica Luiz Henrique Pavan, sócio da empresa.

Velas sustentáveis e consumo consciente

A empresa Nina Vanilla Vela e Aromas, que tem sede em Içara, expõe pelo segundo ano consecutivo suas velas, que possuem como principais ingredientes a cera, o pavio e o perfume. “Atualmente, essas matérias primas já estão mais evoluídas e sustentáveis. A cera provém de matéria vegetal como óleo de coco, óleo de palma, palmiste e arroz. Além de uma queima mais limpa, vem de uma cadeia ecologicamente correta e não prejudica o meio ambiente. Já os aromas, optamos por trabalhar com aqueles isentos de sulfetos, sulfatos, com menor percentual de conservantes e outros ingredientes pesados”, comenta a proprietária Susana Madalena. 

Possibilidade de bons negócios e a realização de sonhos

A diretora comercial da NossaCasa Feiras e Eventos e organizadora da CasaPronta, Jaqueline Backes, reforça que estes são apenas alguns dos exemplos de bons negócios que os visitantes encontrarão durante a feira em Criciúma. “São mais de 200 expositores dos ramos da construção civil, mobiliário e decoração. Esta é, de fato, a maior oportunidade que o visitante terá neste ano para tirar seus sonhos do papel”, afirma.

Os interessados em mais detalhes da feira encontram todas as informações do evento no site www.feiracasapronta.com.br. “No site é possível encontrar a lista completa de expositores, o mapa do evento e todos os detalhes desta edição da feira”, reforça Jaqueline.

Acesso à CasaPronta

O acesso à CasaPronta pode acontecer de duas formas: com os convites distribuídos pelos expositores (acesso gratuito) ou  por meio da compra de ingressos nas recepções do evento no valor de R$10.

Menores de 12 anos têm acesso gratuito a todas as áreas, desde que acompanhados pelos responsáveis. Visitantes com convite também têm acesso gratuito.

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Economia

RetailTech reúne empresários e especialistas para debater tecnologia no varejo em Criciúma

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O impacto da tecnologia no varejo foi o tema central do RetailTech, realizado nesta terça-feira (22/9) no Centro de Inovação Criciúma (CRIO). O evento reuniu empresários, lideranças, especialistas, pesquisadores e agentes do ecossistema de inovação em uma tarde de debates sobre inteligência artificial, automação, experiência do cliente e novas oportunidades de negócio.

A programação abriu com a apresentação dos resultados do InovaSul Varejo, estudo do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc. Na sequência, especialistas participaram de um painel sobre inteligência artificial, automação e experiência do cliente, discutindo os impactos da tecnologia no comércio e a permanência do fator humano nas relações de consumo.

“O varejo atravessa um período de mudanças marcado por novas tecnologias, inteligência artificial, automação, alterações no comportamento do consumidor e integração entre ambientes físicos e digitais. As transformações exigem novas estratégias das empresas, mas também abrem espaço para novos modelos de negócios e formas de relacionamento com clientes”, afirmou a gerente de Inovação da Unesc, Elenice Engel.

RetailTech Showcase conecta startups e empreendedores

O RetailTech Showcase integrou a programação com apresentações de startups e negócios que levaram soluções tecnológicas ao Centro de Inovação. Participaram empresas incubadas no CRIO e negócios de outras cidades, incluindo a Grande Florianópolis, em uma atividade que aproximou empreendedores e criou oportunidades de conexão.

Palestra de encerramento propõe olhar o negócio pela ótica do cliente

O evento se encerrou com a palestra “Tudo é Vitrine: Transforme cada ponto de contato em experiência e vendas”, ministrada por Francisco Issler — engenheiro civil que atua com marketing e vendas desde 2016, cofundador do projeto Vitrine Perfeita e mentor de empresários na área.

Para Issler, a vitrine deixou de ser apenas a fachada de uma loja. Redes sociais, WhatsApp, inteligência artificial, rádio e ambientes físicos também funcionam hoje como pontos de contato capazes de influenciar a percepção do consumidor. “A proposta foi levar empresários a observar os negócios a partir da perspectiva do cliente. O principal é olhar para o negócio a partir do olhar do cliente”, destacou.

O palestrante ilustrou essa dificuldade com a frase “quem está dentro da garrafa não consegue ler o próprio rótulo”. “O conceito representa a dificuldade de perceber o negócio pela perspectiva de quem está fora da operação. A mudança de olhar permite identificar pontos de melhoria e oportunidades de venda”, explicou.

Marketing x publicidade: “se não traz resultado, é só mais trabalho”

Issler também traçou a diferença entre marketing e publicidade. Anúncios, posts, banners, outdoors e campanhas fazem parte da publicidade, mas o marketing precisa estar associado a resultados concretos do negócio. “Se não traz resultado, não é marketing, é só mais trabalho”, alertou.

Ele apresentou ainda quatro critérios para avaliar ações de marketing: resultado, exposição, ação com intenção e lembrança. “A análise considera a capacidade de atrair e fidelizar clientes, alcançar o público adequado, estabelecer objetivos claros e permanecer na memória do consumidor no momento da decisão de compra”, pontuou.

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Economia

Endividamento em SC bate recorde em agosto, mas inadimplência recua

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As famílias catarinenses ficaram mais endividadas em agosto de 2026, mas mostram melhora na capacidade de pagamento das contas. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Fecomércio SC em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O percentual de famílias endividadas chegou a 78,4% — o maior nível da série recente. O número representa alta de 1,5 ponto percentual sobre julho e avanço de 6,9 pontos na comparação com agosto de 2025.

Inadimplência recua e fica abaixo da média nacional

Mesmo com o endividamento em alta, a inadimplência caiu no estado. O percentual de famílias com contas em atraso recuou para 22,2% em agosto — queda de 1,4 ponto percentual em relação a julho. O índice catarinense ficou bem abaixo da média nacional, que voltou a subir e atingiu 29,9%.

Para o presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, o movimento sinaliza maior controle financeiro por parte das famílias. “A boa notícia é que a inadimplência, após mais de um ano, está retornando para próximo dos níveis históricos no estado, em torno de 22%. Ainda assim, o momento exige muita cautela, pois estamos em período eleitoral e muitas pessoas acabam adiando decisões de consumo e investimento diante desse cenário”, avalia.

Menos famílias dizem não conseguir pagar as dívidas

Outro sinal de melhora aparece no percentual de famílias que afirmam não ter condições de quitar as dívidas em atraso: o índice caiu para 8,7% em agosto e também segue abaixo da média nacional, reforçando a maior resiliência financeira do estado.

Cartão de crédito segue como principal dívida

O levantamento mostra ainda que o comprometimento médio da renda das famílias endividadas ficou em 29,9%, com tempo médio de atraso de 63,9 dias. Entre as modalidades de dívida, o cartão de crédito continua sendo a mais comum entre os lares endividados, embora com redução na comparação anual.

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Economia

SindArroz-SC aponta prioridades para o próximo governo e defende redução de custos

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A indústria e os demais elos da cadeia do arroz chegam ao período que antecede as eleições com demandas definidas para o próximo Governo. Em um cenário de custos elevados e margens cada vez mais pressionadas, o Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) defende medidas que ampliem a previsibilidade para as empresas, reduzam os custos de produção e contribuam para o equilíbrio entre produção, industrialização e comercialização do cereal.

Na avaliação do presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, entre os principais gargalos estão a insegurança jurídica e tributária, além do crescimento das demandas trabalhistas. Para o dirigente, a construção de regras mais claras e estáveis é fundamental para que as empresas possam planejar investimentos e tomar decisões com maior segurança. “Esse cenário dificulta o planejamento e aumenta a preocupação das empresas. Também observamos um crescimento expressivo das demandas trabalhistas, que amplia os custos e a insegurança para as indústrias”, afirma.

Além da questão regulatória, a tributação, os custos de energia, a logística e as despesas industriais pesam sobre a competitividade da cadeia. “O principal ponto de pressão está no custo total da atividade, especialmente diante do peso dos impostos. O produtor precisa ter um custo de produção mais baixo, de forma que consiga fornecer o produto às indústrias em condições economicamente viáveis. As indústrias, por sua vez, precisam ter margem para beneficiar o arroz e fazê-lo chegar à mesa do consumidor com uma logística equilibrada e custos de transporte justos”, explica Rampinelli.

Logística e exportações

Entre as medidas que podem contribuir para a competitividade do setor, o presidente do Sindicato destaca a necessidade de melhorias na logística. O transporte interfere diretamente nos custos de produção e industrialização e, consequentemente, no preço final do arroz.

Outro caminho apontado pelo SindArroz-SC é o fortalecimento das exportações. Para Rampinelli, uma política contínua e planejada de vendas ao mercado externo pode contribuir para equilibrar a produção e o consumo nacional, além de ampliar o valor agregado ao produto brasileiro.

Planejamento de longo prazo

Diante dos desafios enfrentados pela cadeia, o presidente do SindArroz-SC defende que as medidas do próximo Governo não sejam pontuais, mas façam parte de uma estratégia de longo prazo para o setor. O planejamento deve considerar a demanda nacional, a produção necessária para garantir o abastecimento, uma margem de segurança e alternativas para a diversificação de culturas.

“Uma política estruturada e construída com previsibilidade pode contribuir para reduzir os riscos e dar melhores condições para produtores e indústrias planejarem suas atividades. A integração entre produção, indústria e governo, teria impacto direto na competitividade e na sustentabilidade de toda a cadeia do arroz”, conclui o dirigente.

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