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A permanente parceria entre Criciúma e a “Nossa Universidade”

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Das muitas imagens marcantes registradas no Natal Luz da Unesc, na Praça do Congresso, uma se destaca de forma emblemática. Ela simboliza a sólida parceria entre a Universidade e a cidade de Criciúma. No palco, o prefeito Clésio Salvaro reconhece publicamente a relevância da instituição. Ao lado, ao mesmo tempo, a reitora é cumprimentada pelo futuro prefeito, Vagner Espíndola. É como se Clésio indicasse ao próximo gestor onde ele encontrará a parceria indispensável para conduzir Criciúma nos próximos quatro anos. Ela também não deixa dúvidas de que Unesc é uma parceira da cidade, não de um governo ou de outro, mas de toda a comunidade.

Há 56 anos, a Sociedade Organizada uniu forças para criar a Unesc, movida pelo desejo de capacitar jovens, prepará-los para o mercado de trabalho e promover o progresso de Criciúma. Essa missão, que nasceu com a Universidade, permanece viva até hoje, mas foi significativamente ampliada. A Unesc transcendeu as fronteiras da cidade e se tornou um patrimônio de Santa Catarina.

Hoje, é a maior aliada dos municípios do Sul do estado, com um papel decisivo no desenvolvimento regional e na melhoria da qualidade de vida da nossa gente. A Unesc está presente nas praças, nos parques, nos eventos, e em ações sociais e de extensão que levam o conhecimento além dos muros da universidade.

Quando os municípios buscam apoio para seus projetos, é à Unesc que recorrem. Prova disso é que, em cada governo que se inicia a partir de janeiro, há, no primeiro escalão, ao menos um líder formado com a qualidade e o compromisso dessa Universidade.

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Jorginho confirma que não irá a debate no Grupo ND neste sábado

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Governador Jorginho Mello não irá participar do debate da NDTV neste sábado. A informação acaba de ser confirmada por sua assessoria. A justificativa é uma agenda com a Defesa Civil do Estado. Tendência é que o atual Governador também não participe do encontro na NSC na próxima semana.

Confira a Nota
A campanha do governador Jorginho Mello informa que ele não poderá participar do debate promovido pelo Grupo ND neste sábado, 26 de setembro, em razão de agenda com a Defesa Civil voltada ao atendimento às regiões atingidas pelas fortes chuvas em Santa Catarina.

Nesta semana, Jorginho Mello reassumiu o Governo do Estado em decorrência das chuvas. Desde então, tem percorrido as regiões afetadas, reunindo-se com prefeitos e visitando as famílias atingidas.

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Pesquisa IPC/ACJ aponta Jorginho Mello reeleito já no 1º turno

Diretor do IPC Renato Rampinelli faz questão de registrar que esse é o cenário de momento.

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Uma pesquisa presencial do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), contratada pela Associação Catarinense de Jornais (ACJ) , indica que o governador Jorginho Mello (PL) seria reeleito já no primeiro turno. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o favoritismo aparece tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada.

Os dados também mostram que o candidato de esquerda Gelson Merisio (PSB) é o nome mais rejeitado pelo eleitorado catarinense, seguido pelo próprio Jorginho Mello.

Na pesquisa estimulada, Mello passa dos 55%

Ao apresentar a lista de candidatos e perguntar em quem o eleitor votaria hoje, o IPC registrou Jorginho Mello com 55,9% das intenções de voto. João Rodrigues (PSD) aparece em segundo lugar, com 18,1%.

Os demais nomes somam 15,3% dos votos: Gelson Merisio (PSB) tem 9,6%; Professor Marcus Sodré (PSTU), 1,9%; Laís Chaud (UP), 1,2%; Bruno Pedreiro (PCO) e Marcelo Brigadeiro (Missão), 1% cada; e Ralf Zimmer (PRD), 0,6%. Não souberam responder 5,7% dos entrevistados, enquanto votos brancos e nulos somaram 5%.

Segundo o IPC, arredondamentos podem fazer os percentuais não somarem exatamente 100%, com variação de até um ponto percentual.

Na espontânea, Mello também lidera — mas quase 40% não souberam responder

Sem lista prévia de candidatos, 14 nomes foram citados pelos entrevistados, e Jorginho Mello novamente apareceu em primeiro lugar. À pergunta sobre em quem votariam hoje, sem sugestão de nomes, 38,9% citaram Mello, enquanto 38% não souberam responder. João Rodrigues foi lembrado por 10,3%, Gelson Merisio por 6% e 4,7% responderam “nenhum”.

Completam a lista, com percentuais menores: Marcelo Brigadeiro (0,6%), Bruno Pedreiro (0,4%), Marcus Sodré (0,3%), Bolsonaro (0,2%), Ralf Zimmer (0,2%), Flávio Bolsonaro (0,1%), Décio Lima (0,1%), Laís Chaud (0,1%), Ratinho Junior (0,1%), Renan Bolsonaro (0,1%) e Renan Santos (0,1%).

Gelson Merisio lidera rejeição; Mello aparece em segundo

Questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os catarinenses apontaram Gelson Merisio (PSB), candidato apoiado pelo presidente Lula, como o nome de maior rejeição, com 29%. Jorginho Mello vem logo atrás, com 25,8%.

Na sequência aparecem João Rodrigues (7%), Bruno Pedreiro e Marcelo Brigadeiro (4,1% cada), Professor Marcus Sodré (2,7%), Ralf Zimmer (2,6%) e Laís Chaud (2,1%). Não souberam responder 12,2% dos entrevistados, 6,4% disseram não rejeitar nenhum nome e 4,1% afirmaram rejeitar todos.

Organizadores destacam caráter técnico do levantamento

Para o presidente da ACJ, Cristiano Carrador, a pesquisa retrata o momento atual da campanha e busca contribuir de forma isenta com o processo eleitoral. “O nosso grupo de jornais diários cobre atualmente 65% do Estado com o impresso. Considerando o digital, atingimos 100% de Santa Catarina”, destacou.

Já o diretor do IPC, Renato Rampinelli, reforça o caráter técnico do estudo. “Pesquisa não antecipa resultado da eleição, mas, analisando o fato presente no período em que foi feita, a pesquisa indica um favoritismo, de fato mesmo, para o atual governador ser reeleito no primeiro turno”, afirmou.

Ficha técnica

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de setembro, com 1.050 entrevistados de 49 municípios das regiões da Grande Florianópolis, Norte, Serra, Sul, Vale do Itajaí e Oeste, entre eleitores a partir de 16 anos. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob os números BR-01876/2026 e SC-04254/2026.

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Sem Jorginho debate da Acaert perde em emoção

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O encontro promovido pela Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão prometia ser intenso. A expectativa era de que o Governador Jorginho Mello estivesse presente e que ele pudesse fazer o contraponto aos ataques de João Rodrigues e Gelson Merísio. Ficou apenas na expectativa. Jorginho reassumiu o Governo e afirmou que fazia isso para dar uma resposta aos catarinenses impactados pelas cheias. Ao chegar em Criciúma por volta do meio dia, uma hora depois do debate acabar, afirmou que “isso é mais importante que ficar em um debate improdutivo que não leva a nada”. A ausência, claro foi motivo de ataques. Rodrigues e Merísio afirmaram que Jorginho não apareceu porque teve medo. “ E ai para justificar sua ausência ainda tirou a vice governadora porque não deve confiar nela, porque acha que ela é mulher e não tem competência. Essa é a cabeça dele, fez mais um deserviço”, argumentou Rodrigues, que teve o discurso repetido por Merísio.

Seguiu no alvo

Mesmo ausente Jorginho seguiu no alvo. Foi criticado por Merísio que o acusou de estar em um mundo de faz de conta. “Mentiu tanto fazendo propaganda que acabou acreditando nela”. Rodrigues manteve o foco na saúde. “Tem mais de 100 mil na fila, sem atendimento e outros 300 mil esperando para entrar. Houve avanços, eu reconheço que sim, mas tem muito que melhorar”.

O debate teve como principais temas a Saúde, a Infraestrutura, a violência contra as mulheres, o enfrentamento das cheias e a educação. Em meio a tudo isso, Rodrigues e Merísio ressaltaram a importância de um segundo turno. “Porque ai vamos debater de fato as questões importantes para o estado. Imagina um debate com dois candidatos da Direita”, pontuou João Rodrigues. “Eu defendo sim a importância de um segundo turno, mas discordo. Entendo que o melhor é com um da direita e outro da esquerda”, rebateu Merísio.

E o “Ralfão”

O terceiro nome do debate foi Ralf Zimmer. Ele mais uma vez rivalizou com Rodrigues em vários momentos. “Está dormindo, não está prestando atenção ao debate? Vou deixar para você eleitor um recado pegue o 2 do Jorginho, o 5 do João e vote no Ralfão”, disparou. Ao final ele admitiu que não é o favorito. “Mas vou trabalhar para que um dia eu possa ser. Não posso reclamar do time pequeno, da estrutura menor porque eu sabia disso”.

E os próximos

Depois da ausência de hoje de Jorginho no encontro da Acaert a dúvida fica sobre a participação do governador em outros encontros que estão programados para a ND e também na NSC

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