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Blog Anderson de Jesus

Pesquisa IPC/ACJ aponta Jorginho Mello reeleito já no 1º turno

Diretor do IPC Renato Rampinelli faz questão de registrar que esse é o cenário de momento.

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Uma pesquisa presencial do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), contratada pela Associação Catarinense de Jornais (ACJ) , indica que o governador Jorginho Mello (PL) seria reeleito já no primeiro turno. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o favoritismo aparece tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada.

Os dados também mostram que o candidato de esquerda Gelson Merisio (PSB) é o nome mais rejeitado pelo eleitorado catarinense, seguido pelo próprio Jorginho Mello.

Na pesquisa estimulada, Mello passa dos 55%

Ao apresentar a lista de candidatos e perguntar em quem o eleitor votaria hoje, o IPC registrou Jorginho Mello com 55,9% das intenções de voto. João Rodrigues (PSD) aparece em segundo lugar, com 18,1%.

Os demais nomes somam 15,3% dos votos: Gelson Merisio (PSB) tem 9,6%; Professor Marcus Sodré (PSTU), 1,9%; Laís Chaud (UP), 1,2%; Bruno Pedreiro (PCO) e Marcelo Brigadeiro (Missão), 1% cada; e Ralf Zimmer (PRD), 0,6%. Não souberam responder 5,7% dos entrevistados, enquanto votos brancos e nulos somaram 5%.

Segundo o IPC, arredondamentos podem fazer os percentuais não somarem exatamente 100%, com variação de até um ponto percentual.

Na espontânea, Mello também lidera — mas quase 40% não souberam responder

Sem lista prévia de candidatos, 14 nomes foram citados pelos entrevistados, e Jorginho Mello novamente apareceu em primeiro lugar. À pergunta sobre em quem votariam hoje, sem sugestão de nomes, 38,9% citaram Mello, enquanto 38% não souberam responder. João Rodrigues foi lembrado por 10,3%, Gelson Merisio por 6% e 4,7% responderam “nenhum”.

Completam a lista, com percentuais menores: Marcelo Brigadeiro (0,6%), Bruno Pedreiro (0,4%), Marcus Sodré (0,3%), Bolsonaro (0,2%), Ralf Zimmer (0,2%), Flávio Bolsonaro (0,1%), Décio Lima (0,1%), Laís Chaud (0,1%), Ratinho Junior (0,1%), Renan Bolsonaro (0,1%) e Renan Santos (0,1%).

Gelson Merisio lidera rejeição; Mello aparece em segundo

Questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os catarinenses apontaram Gelson Merisio (PSB), candidato apoiado pelo presidente Lula, como o nome de maior rejeição, com 29%. Jorginho Mello vem logo atrás, com 25,8%.

Na sequência aparecem João Rodrigues (7%), Bruno Pedreiro e Marcelo Brigadeiro (4,1% cada), Professor Marcus Sodré (2,7%), Ralf Zimmer (2,6%) e Laís Chaud (2,1%). Não souberam responder 12,2% dos entrevistados, 6,4% disseram não rejeitar nenhum nome e 4,1% afirmaram rejeitar todos.

Organizadores destacam caráter técnico do levantamento

Para o presidente da ACJ, Cristiano Carrador, a pesquisa retrata o momento atual da campanha e busca contribuir de forma isenta com o processo eleitoral. “O nosso grupo de jornais diários cobre atualmente 65% do Estado com o impresso. Considerando o digital, atingimos 100% de Santa Catarina”, destacou.

Já o diretor do IPC, Renato Rampinelli, reforça o caráter técnico do estudo. “Pesquisa não antecipa resultado da eleição, mas, analisando o fato presente no período em que foi feita, a pesquisa indica um favoritismo, de fato mesmo, para o atual governador ser reeleito no primeiro turno”, afirmou.

Ficha técnica

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de setembro, com 1.050 entrevistados de 49 municípios das regiões da Grande Florianópolis, Norte, Serra, Sul, Vale do Itajaí e Oeste, entre eleitores a partir de 16 anos. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob os números BR-01876/2026 e SC-04254/2026.

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Sem Jorginho debate da Acaert perde em emoção

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O encontro promovido pela Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão prometia ser intenso. A expectativa era de que o Governador Jorginho Mello estivesse presente e que ele pudesse fazer o contraponto aos ataques de João Rodrigues e Gelson Merísio. Ficou apenas na expectativa. Jorginho reassumiu o Governo e afirmou que fazia isso para dar uma resposta aos catarinenses impactados pelas cheias. Ao chegar em Criciúma por volta do meio dia, uma hora depois do debate acabar, afirmou que “isso é mais importante que ficar em um debate improdutivo que não leva a nada”. A ausência, claro foi motivo de ataques. Rodrigues e Merísio afirmaram que Jorginho não apareceu porque teve medo. “ E ai para justificar sua ausência ainda tirou a vice governadora porque não deve confiar nela, porque acha que ela é mulher e não tem competência. Essa é a cabeça dele, fez mais um deserviço”, argumentou Rodrigues, que teve o discurso repetido por Merísio.

Seguiu no alvo

Mesmo ausente Jorginho seguiu no alvo. Foi criticado por Merísio que o acusou de estar em um mundo de faz de conta. “Mentiu tanto fazendo propaganda que acabou acreditando nela”. Rodrigues manteve o foco na saúde. “Tem mais de 100 mil na fila, sem atendimento e outros 300 mil esperando para entrar. Houve avanços, eu reconheço que sim, mas tem muito que melhorar”.

O debate teve como principais temas a Saúde, a Infraestrutura, a violência contra as mulheres, o enfrentamento das cheias e a educação. Em meio a tudo isso, Rodrigues e Merísio ressaltaram a importância de um segundo turno. “Porque ai vamos debater de fato as questões importantes para o estado. Imagina um debate com dois candidatos da Direita”, pontuou João Rodrigues. “Eu defendo sim a importância de um segundo turno, mas discordo. Entendo que o melhor é com um da direita e outro da esquerda”, rebateu Merísio.

E o “Ralfão”

O terceiro nome do debate foi Ralf Zimmer. Ele mais uma vez rivalizou com Rodrigues em vários momentos. “Está dormindo, não está prestando atenção ao debate? Vou deixar para você eleitor um recado pegue o 2 do Jorginho, o 5 do João e vote no Ralfão”, disparou. Ao final ele admitiu que não é o favorito. “Mas vou trabalhar para que um dia eu possa ser. Não posso reclamar do time pequeno, da estrutura menor porque eu sabia disso”.

E os próximos

Depois da ausência de hoje de Jorginho no encontro da Acaert a dúvida fica sobre a participação do governador em outros encontros que estão programados para a ND e também na NSC

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A Criciúma que se revela na hora da dor…

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Antes de qualquer coisa, é preciso deixar claro que isso não é uma crítica ao prefeito Vaguinho, ou aos gestores anteriores. Essa é apenas uma constatação de alguém que, em meio à chuva, percorreu uma Criciúma que pouco aparece. A Criciúma que se revela em meio à dor não é a Criciúma dos parques, não é a Criciúma que desponta como terra de oportunidades, a Criciúma que inova e se desenvolve.

A Criciúma que emerge quando o rio sobe é a Criciúma das desigualdades, de uma gente que, por falta de oportunidades, precisou morar perto do rio, que por falta de dinheiro foi morar onde deu e que, infelizmente, quando a natureza se rebela, vê a água levar tudo daquele quase nada que tinha para o seu dia a dia.

Acompanho as cheias de Criciúma desde o final dos anos 1990, e as vítimas são as mesmas, os bairros são os mesmos, as dores se repetem. Não se trata de apontar o dedo para aqui ou para acolá, e sim de entender que esses bairros, essa periferia onde gente de bem tenta dar certo, também precisam de atenção.

Esse não é um problema exclusivo de Criciúma, nem da nossa região — e isso é fato. Mas é evidente que está na hora de enxergar Criciúma por inteiro e dar a essa periferia o mesmo vigor que a gente vê abundar naquela Criciúma que todo dia ganha as nossas manchetes.

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Criciúma mobiliza equipes após forte chuva; escola e UBS do Paraíso fecham temporariamente

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A Prefeitura de Criciúma mantém equipes mobilizadas nesta segunda-feira (21) para monitorar e atender os impactos provocados pelo alto volume de chuva registrado em poucas horas no município.

A Defesa Civil monitora rios e áreas de risco, além de atender ocorrências registradas pela comunidade. As demais equipes municipais seguem de prontidão para os atendimentos necessários.

Escola e UBS do Paraíso fecham como medida preventiva

Entre as medidas adotadas, a Prefeitura suspendeu as aulas na Escola Linus João Rech, no bairro Paraíso, durante o período da manhã. Os alunos foram encaminhados pelo transporte escolar até a sede do Programa de Jornada Ampliada Escolar (PROJAE), no bairro Pinheirinho.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) do Paraíso também precisou fechar temporariamente. As equipes que atuavam no local foram remanejadas para a UBS do Pinheirinho.

Recomendações para a população

A orientação geral é evitar áreas alagadas ou com acúmulo de água. Quem mora ou circula próximo a rios, córregos e outros pontos sujeitos a alagamento deve ficar atento à elevação do nível da água.

Cuidados no trânsito

Motoristas devem reduzir a velocidade, aumentar a distância entre veículos e redobrar a atenção a lâminas d’água e pontos de alagamento. A travessia de trechos cobertos por água — a pé ou de veículo — deve ser evitada.

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