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Tecnologia

Escola de Talentos SATC amplia oportunidades de aprendizagem com oficinas extracurriculares

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Aprender também pode acontecer fora da sala de aula. Por meio da Escola de Talentos, o Colégio SATC oferece oficinas extracurriculares que ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes. As atividades contemplam diferentes áreas, como esporte, cultura, arte e tecnologia, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades, conheçam novos interesses e tenham contato com experiências diferentes da rotina escolar.

Ao participar das oficinas, os estudantes podem exercitar a criatividade, a autonomia, a responsabilidade e a convivência em grupo, além de desenvolver habilidades relacionadas a cada modalidade. “As atividades extracurriculares são muito importantes porque dão aos alunos a oportunidade de aprender de outras formas, além da sala de aula. Podem descobrir novos interesses, desenvolver talentos e ganhar mais confiança. Também aprendem a trabalhar em equipe, a serem mais criativos e responsáveis”, explica a coordenadora da Escola de Talentos do Colégio SATC, Andreia Scarduelli.

Atualmente, entre as opções oferecidas pelo Colégio SATC estão futsal, vôlei, handebol, xadrez, robótica, programação em games e edição de vídeos, ginástica artística, teatro, Corpo Coreográfico e Banda Marcial. A instituição também conta com oficinas terceirizadas de capoeira, balé, karatê e futebol de campo, em parceria com a Maccari.

Duas atividades são destinadas exclusivamente aos estudantes do Colégio SATC: Corpo Coreográfico e Banda Marcial. As duas são gratuitas. As demais oficinas possuem valores diferenciados de acordo com a categoria escolhida.

Aprendizagem para além da rotina escolar

A realização de atividades em horários diferentes do período regular permite que os estudantes tenham contato com experiências que complementam os conteúdos trabalhados no ambiente escolar.

A proposta também contribui para aproximar a escola de diferentes públicos. “Além do desenvolvimento educacional e da formação humana, a prática de atividades extracurriculares na escola fortalece a experiência de aprendizado e, ao mesmo tempo, engaja o estudante em ações que ocorrem fora da rotina estudantil. Para construir essa proposta, o Colégio oferece atividades culturais, esportivas, artísticas e tecnológicas a partir da Escola de Talentos”, afirma a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.

A participação em diferentes modalidades pode contribuir para que cada aluno identifique áreas de interesse e desenvolva habilidades de maneira prática. “No esporte, por exemplo, são trabalhados aspectos relacionados à cooperação e à disciplina. Nas atividades artísticas e culturais, os participantes encontram oportunidades para expressão e criatividade. Já nas propostas tecnológicas, podem desenvolver conhecimentos e competências relacionadas à produção e à resolução de problemas”, acrescenta Andreia.

Para as famílias que desejam obter mais informações sobre as aulas, horários e valores, o contato pode ser feito pelo telefone/WhatsApp (48) 3431-7656 ou pelo site unisatc.com.br.

Tecnologia

Empresas precisam estabelecer regras para usar inteligência artificial com segurança

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A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Ferramentas que auxiliam na produção de textos, pesquisas, análises e outras atividades estão cada vez mais presentes no ambiente corporativo. Mas, ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades, elas também criam uma nova necessidade: estabelecer regras para orientar o uso da tecnologia dentro das organizações.

Para apoiar as empresas nesse processo, a SATC estruturou o Hub de IA para negócios, programa de assinatura que atua em três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de inteligência artificial. A proposta é ajudar as organizações a avançar na adoção da tecnologia de forma estruturada, considerando desde a preparação das equipes até a definição de regras e o desenvolvimento de aplicações práticas.

Na frente de governança, o trabalho parte de uma questão central: o que pode e o que não pode ser feito com inteligência artificial dentro da empresa?

Um colaborador pode utilizar uma ferramenta para resumir um documento, analisar uma apresentação ou organizar informações. Mas é necessário estabelecer se aquele conteúdo pode ser inserido na plataforma, qual ferramenta está autorizada e quem pode realizar determinado tipo de operação.

“Quando a empresa libera uma ferramenta de inteligência artificial, precisa também estabelecer regras para o uso. Não é simplesmente dizer que pode usar. É preciso definir que tipo de informação pode entrar, quem pode utilizar determinada ferramenta e em quais situações”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

O desafio dos dados

A questão ganha relevância porque as empresas lidam diariamente com informações que fazem parte do próprio negócio. Dados de clientes, documentos internos, estratégias comerciais, projetos e outros materiais podem ter caráter estratégico e, por isso, precisam ser considerados nas definições sobre o uso de IA.

Sem orientações claras, diferentes colaboradores podem adotar práticas distintas diante de uma mesma situação. Um profissional pode considerar adequado inserir determinado documento em uma ferramenta, enquanto outro pode entender que aquela informação deveria permanecer restrita.

“Governança é justamente criar clareza. O colaborador precisa saber qual ferramenta pode usar, que tipo de documento pode colocar nela e qual é a finalidade daquele uso. Quando essas regras não existem, cada pessoa acaba tomando sua própria decisão”, acrescenta o consultor.

Por isso, a governança não significa impedir o uso da inteligência artificial. A intenção é estabelecer parâmetros para que a tecnologia possa ser incorporada aos processos da empresa de acordo com critérios previamente definidos.

Saiba mais sobre o Hub de IA da SATC

No Hub de IA para negócios da SATC, a governança é trabalhada junto às demais etapas de adoção da tecnologia. O programa auxilia a empresa na construção de uma política de gestão de IA, com definição de ferramentas, responsabilidades e critérios para utilização.

A estrutura também considera que o uso da inteligência artificial tende a evoluir dentro das organizações. A empresa pode começar com ferramentas disponíveis no mercado e, posteriormente, avançar para assistentes e agentes capazes de executar atividades e fluxos de trabalho mais estruturados. Em cada etapa, surgem novas necessidades relacionadas ao controle e à utilização das informações.

O objetivo é fazer com que essas decisões deixem de depender apenas da interpretação individual dos colaboradores e passem a fazer parte de uma orientação institucional.

“A gente precisa criar um ambiente em que a empresa consiga aproveitar os benefícios da inteligência artificial sem perder de vista aquilo que é estratégico para o negócio. A governança dá essa estrutura e ajuda a transformar o uso da tecnologia em uma decisão organizacional, e não apenas individual”, destaca o pró-reitor de Pesquisa e Inovação do CT SATC, Luciano Bilessimo.

A governança também se conecta às outras duas frentes trabalhadas pelo Hub. O treinamento prepara os profissionais para compreender as possibilidades da inteligência artificial. A definição de regras estabelece limites e responsabilidades. A partir dessa estrutura, a empresa pode avançar para projetos específicos de aplicação da tecnologia.

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Tecnologia

Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas

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A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.

O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.

“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.

Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.

“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.

Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas

É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.

Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.

Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.

Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.

A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.

“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.

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Como transformar o acesso à IA em resultado para as empresas

SATC estrutura Hub de IA com treinamento, governança e implantação de projetos

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A inteligência artificial já chegou à rotina de muitas empresas. Ferramentas capazes de produzir textos, realizar pesquisas, organizar informações e apoiar diferentes atividades estão cada vez mais acessíveis. Mas contratar uma solução e disponibilizá-la aos colaboradores não significa, necessariamente, obter ganhos de produtividade.

O desafio está em transformar o acesso à tecnologia em uma prática incorporada ao trabalho. Sem orientação, profissionais podem utilizar apenas recursos básicos das ferramentas ou até não identificar onde a inteligência artificial pode contribuir efetivamente para suas atividades.

“Não adianta simplesmente dar a licença de uma ferramenta de inteligência artificial para o colaborador e esperar que ele descubra sozinho como aquilo pode melhorar o trabalho. Existe uma curva de aprendizado e, principalmente, é preciso mostrar as possibilidades de aplicação dentro da realidade de cada área”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Para o especialista, o uso da IA pode avançar por diferentes níveis. O primeiro é o contato direto com ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude. Em um estágio seguinte, estão os assistentes, que podem ser configurados para executar tarefas recorrentes seguindo determinadas orientações. A partir daí, as empresas podem chegar aos agentes de IA, capazes de operar fluxos de trabalho mais estruturados.

Essa evolução, naturalmente, exige conhecimento sobre uma ferramenta específica. Mas, além disso, é necessário compreender como formular solicitações, fornecer contexto, avaliar as respostas e identificar quais atividades podem ser aprimoradas com a tecnologia.

“A primeira camada é a ferramenta. Você precisa saber pedir, contextualizar, revisar e utilizar aquilo que ela entrega. Quando a pessoa começa a entender como estruturar esse uso, ela deixa de simplesmente experimentar a IA e passa a incorporá-la ao processo”, afirma o consultor.

Hub de IA da SATC se torna aliado das empresas

É nesse cenário que a capacitação se torna uma etapa estratégica da adoção da inteligência artificial nas empresas. “Quando o treinamento é conectado à realidade da empresa, a pessoa consegue enxergar onde aquela tecnologia pode economizar tempo, organizar uma atividade ou melhorar um resultado”, destaca o consultor.

Com essa perspectiva, a SATC estruturou o Hub de IA, programa de assinatura voltado às empresas que buscam avançar na adoção da inteligência artificial. A iniciativa trabalha a tecnologia a partir de três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de IA.

Na frente de treinamento, o programa aborda fundamentos da inteligência artificial, ferramentas disponíveis, configuração de assistentes e construção de agentes. A proposta é ampliar o conhecimento das equipes para que a tecnologia possa ser utilizada de forma mais estratégica.

Além disso, o Hub também considera que a adoção da tecnologia não termina na capacitação. A iniciativa contempla a definição de regras para o uso da IA dentro das empresas e o acompanhamento de projetos práticos. A partir disso, soluções podem ser testadas, avaliadas e aprimoradas antes de uma eventual ampliação.

A proposta é acompanhar a empresa durante esse processo, desde a identificação de oportunidades até os primeiros testes de aplicação. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da SATC, Luciano Bilessimo, essa aproximação também reforça o papel da instituição na conexão entre conhecimento e mercado.

“A relação entre inovação e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, ressalta.

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