Agronegócio
Auditora do Ministério de Agricultura visita agroindústrias da região
As agroindústrias da região do Consórcio Intermunicipal Multifinálitario da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (CIM-AMREC) estão recebendo esta semana a Consultora do Ministério da Agricultura. Esse é o terceiro encontrou com os empresários da região (dois presenciais e um virtual) para orientação aos serviços de inspeção para que o Consórcio possa pedir o selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI).
Conforme a consultora, Loiane Mayra de Souza, muitas mudanças solicitadas já foram executadas. “Boa parte do que foi colocado no plano de ação, pôde-se perceber que os empresários já procuraram a melhor forma de resolver. Cerca de 70%, faltando o que as exigências que demandam de mais investimento e as que não tem grande influência na segurança do produto”, observou a Consultora.
A visita desta terça-feira (15/06) foi em uma agroindústria de ovos do município de Içara, que hoje produz cerca de 3.300 ovos por dia de média. Conforme os empresários Fabiano José Bortolatto e Simone Guollo Bortolatto, a intenção é expandir a produção com o selo, que já poderão atender outras regiões. “Hoje atendemos Criciúma, Içara e Morro da Fumaça, com o serviço municipal de inspeção, mas planejamos atender municípios até Florianópolis”, revela Fabiano.
Agroindústrias de Criciúma, Lauro Muller e Nova Veneza também devem receber as visitas. Conforme a presidente do Colegiado de Agricultura e secretaria de agricultura de Morro da Fumaça, Patrícia Coral, a visita deixa a região confiante e na expectativa do sonhado selo. “A consultoria nos deixa mais tranquilos para pedirmos o selo, já que muitas das exigências estão sendo atendidas”, avalia.
O secretário de agricultura de Içara, que também acompanhou a visita, Silvio João Viana, lembra que a luta pelo sole já um processo e um sonho antigo, devido ao grau de exigência. “Estamos na reta final para receber o selo, o que vai permitir o crescimento e a expansão dos negócios para os produtores de Içara e da AMREC. Assim que recebermos o selo, esperamos que outras agroindústrias possam se adequar para terrem permissão de comercializarem seus produtos em todo território nacional”, avalia o secretário. Para ele, em breve poderemos ver os produtores da região expandindo os negócios e agregando ainda mais valor nos produtos produzidos aqui.

Agronegócio
Safra de silagem encerra com resultado positivo em Siderópolis
A safra de silagem foi encerrada com resultados positivos neste início de ano em Siderópolis. A produtividade média ficou em torno de 40 toneladas por hectare, com áreas que superaram esse índice.
Segundo o secretário de Agricultura, Giovani Luiz De Menech, o desempenho é considerado satisfatório, especialmente diante dos custos elevados da produção de milho. “É uma boa média, com lavouras que produziram ainda mais. Quando o rendimento é positivo, o produtor consegue equilibrar os custos e se mantém motivado a seguir na atividade”, destacou.
Segundo ele, o tempo colaborou e não há registros de prejuízos neste ano. “Foi uma safra surpreendente, são dois anos seguidos bons”, relatou. Na região, a silagem costuma ser utilizada para a alimentação do gado, principalmente durante o inverno, e ao longo do ano para a produção de leite. A maior produção agrícola em Siderópolis é a de milho.
Para auxiliar esses produtores o município disponibiliza um valor acessível por hora máquina e atua na colheita. Atualmente dois tratores são utilizados para esse trabalho específico.
Com o encerramento da safra de silagem, os produtores de Siderópolis se preparam para a safrinha, aproveitando o mesmo terreno com o restante do período climático favorável.

Agronegócio
Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica
A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.
Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).
Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.
Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.
- Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
- Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.
“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

Agronegócio
Morro da Fumaça abre cadastro para vacinas gratuitas contra raiva bovina e carbúnculo
O Governo de Morro da Fumaça abre nesta quinta-feira (26) o cadastro para vacinas gratuitas para gado em Morro da Fumaça. Pecuaristas poderão retirar doses contra raiva bovina e carbúnculo a partir de 2 de março, enquanto houver estoque disponível.
A ação é coordenada pelo Departamento de Agricultura e marca a segunda etapa do programa implantado em 2025. No ano passado, a prefeitura realizou a primeira entrega de doses aos produtores rurais do município.
Nesta nova fase, a administração ampliou a oferta de 500 para mil doses.
Segundo a coordenadora geral de Agricultura, Patrícia Coral, a alta adesão na primeira edição motivou a ampliação.
“A primeira distribuição teve procura expressiva. Por isso dobramos a quantidade de vacinas. Queremos consolidar o programa como política permanente de apoio à pecuária, garantindo prevenção e segurança sanitária aos produtores”, afirmou.
Para participar, o pecuarista deve manter a inscrição do bloco de notas rural ativa e ter o inventário dos animais regularizado junto à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agricola de Santa Catarina.
Cada propriedade poderá receber vacinas para até 20 animais.
Na primeira etapa, 12 famílias foram beneficiadas, com a distribuição de 500 doses. As vacinas contemplam tanto o gado de corte quanto o de leite e garantem a imunização inicial e o reforço.
Mais informações estão disponíveis pelo telefone (48) 3434-2356 ou diretamente no Departamento de Agricultura, na Sede Administrativa II, na Avenida Inocente Pagnan, nº 21.

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