Blog Anderson de Jesus
Carlos Bolsonaro cumpre agenda em Criciúma e reforça pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina
Em agenda em Criciúma nesta quarta-feira, o pré-candidato ao Senado pelo PL de Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, afirmou que a decisão de transferir seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para o estado catarinense não foi motivada por conveniência eleitoral, mas por uma relação antiga com Santa Catarina.
Segundo ele, há uma leitura equivocada de que a escolha teria sido aleatória. “Quando o pessoal fala que Santa Catarina é uma escolha ao acaso, o pessoal se engana”, afirmou. Carlos destacou que já manteve vínculo frequente com o estado e chegou a considerar morar em Santa Catarina no passado.
“Eu tive experiências agradáveis aqui, já quase morei aqui uma vez, posteriormente frequentando os clubes de tiro aqui do estado”, disse. Ele citou ainda um episódio ocorrido durante esse período. “O Adélio me procurou num desses clubes para me matar e, felizmente, no dia eu não estava lá. Depois, posteriormente, tentou fazer isso com o meu pai”, declarou.
Para o pré-candidato, os fatos reforçam que sua presença em Santa Catarina não é circunstancial. “Isso mostra que eu não estou passando aqui de ocasião. Eu sempre amei Santa Catarina”, afirmou. Ele acrescentou que, em conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o estado é citado como referência. “Santa Catarina é o estado que deu certo”, disse.
Carlos Bolsonaro ressaltou que abriu mão de um mandato consolidado no Rio de Janeiro para disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina. “Eu abandonei meu mandato no Rio de Janeiro após 25 anos”, afirmou, destacando que participou da construção do movimento conservador no país.
Durante a passagem por Criciúma, Carlos afirmou que vem percorrendo diversas regiões catarinenses para conhecer as demandas locais. “Nos últimos meses eu já andei mais ou menos de dois a três mil quilômetros aqui pelo estado”, relatou. Ele citou visitas ao Oeste e deslocamentos pelas BRs 470 e 101. “A gente vê problemas crônicos que acontecem há décadas, principalmente em relação à infraestrutura”, disse.
A agenda no Sul do estado ocorreu a convite da Coalisão Conservadora, grupo articulado por Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes. O pré-candidato afirmou que mantém diálogo com o governador Jorginho Mello. “A gente tem que pedir autorização, conversar com ele. Ele me autorizou a fazer percurso pelo estado, conversar com prefeitos e deputados”, afirmou.
Entre os temas defendidos, Carlos Bolsonaro citou a rediscussão do pacto federativo. Segundo ele, Santa Catarina está entre os estados que mais produzem no país, mas recebe menos recursos do que contribui. “O dinheiro que sai daqui precisa ficar mais aqui”, afirmou. Ele também mencionou a proposta de Imposto de Renda Familiar, defendendo a redução da carga tributária como estímulo à formação de famílias.
Questionado sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos afirmou que tem dividido a agenda entre Santa Catarina e Brasília para acompanhar o pai. “É um momento difícil. Ele está preso num cubículo de cerca de oito metros quadrados, e a família só pode visitá-lo duas vezes por semana”, disse. Segundo ele, a presença da família é fundamental para dar suporte emocional.
Apesar disso, garantiu que o compromisso com Santa Catarina segue mantido. “Isso não vai atrapalhar de maneira nenhuma o que eu pretendo fazer ao caminhar por esse Estado”, afirmou.
Ao final, Carlos Bolsonaro comentou sobre o cenário político nacional e disse que seguirá as decisões do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, uma carta escrita de próprio punho pelo pai teria definido posições dentro do grupo político. “A mensagem que o presidente escreveu vai ser respeitada e meu irmão Flávio será o candidato a presidência da república”, concluiu.
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Jorginho Mello define sua participação em apenas quatro debates
Governador Jorginho Mello definiu que irá participar apenas de debates nas emissoras de TV, NSC, NDTV, SCC e em um debate que a Acaert promove para ser transmitido pelas emissoras de rádio afiliadas em todo o Estado.
A opção por marcar presença em apenas quatro debates, segundo sua equipe, se deve ao fato de que Jorginho continua chefe do executivo e terá que dividir seus compromissos de governador com os de campanha.
“É importante destacar que os debates eleitorais exigem preparação prévia e o bloqueio da agenda do candidato durante todo o dia.”, explica a nota
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Campo Democrático confirma nomes para disputa das eleições em Santa Catarina
Coligação encabeçada por PSB, PT, Psol e PDT realizou convenção na noite de ontem
Nomes de Gelson Merísio (PSB) como candidato ao Governo, Angela Albino (PDT) como vice, Décio Lima (PT) e Afrânio Boprê “PSOL) ao senado foram confirmados na convenção do chamado Campo Democrático. Sonho é chegar ao segundo turno, de eleger um senador, mas a meta principal é, de fato, ampliar o número de votos de Lula em um estado altamente hostil aos nomes da esquerda.
Evento contou com a presença de Edinho Silva, presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores e de históricos militantes da esquerda catarinense. Evento terminou com grupo no palco fazendo o tradicional “L” e ao som de Olê, Olê, Olá…
Durante o discurso Merísio deu uma mostra da estratégia de sua campanha: reforçar publicamente a relação de amizade com o presidente Lula (PT) — que teria pedido pessoalmente, em tom de determinação, para que Merisio disputasse a eleição — e, ao mesmo tempo, construir uma polarização com a direita, sobretudo com o governo Jorginho Mello (PL) e com os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
As pesquisas mais recentes colocam Merisio entre 8% e 9% das intenções de voto, patamar que acendeu um alerta na equipe do candidato: ainda há, pelo menos, metade de um eleitorado mais identificado com a centro-esquerda que precisa ser conquistado. Como o chamado “capital” do campo progressista no estado fica entre 15% e 20%, a estratégia da campanha é tentar aproximar Merisio desse teto nos meses que antecedem o período eleitoral.
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Em agenda na região, Cobalchini volta a defender a retomada do protagonismo do MDB
Deputado Valdir Cobalchini iniciou ontem um roteiro pelo Sul do Estado. A agenda segue até esta terça-feira. Na pauta a conversa com as bases e sua apresentação na região como opção para o processo eleitoral deste ano. Cobalchini é pré-candidato a reeleição para a Câmara federal. Durante entrevista a Cidade em Dia ele defendeu que o MDB esteja em outro processo que não o do governo Lula.
“Em Santa Catarina isso está definido” e admitiu que o partido, ainda que dividido vai para a eleição com João Rodrigues. “Temos o vice e o candidato ao senado então melhorou. Eu sou partidário e vou junto com o meu partido, mas sigo defendendo que esta seja a última vez que o partido vai para a urna para votar em um outro número. O MDB tem que ser protagonista”, ressalta
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