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Carlos Bolsonaro cumpre agenda no Sul com visita a Içara e passagem pelo São José

Vereador carioca é acompanhado pelo pré-candidato a deputado estadual pelo PL, Guilherme Colombo; visita à prefeita Dalvania abre o roteiro pela manhã

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O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) está no Sul de Santa Catarina nesta terça-feira. A agenda percorre Içara e Criciúma ao longo do dia e tem como cicerone o pré-candidato a deputado estadual pelo PL, Guilherme Colombo.

“Temos uma agenda logo cedo em Içara. Vamos ao gabinete da Prefeita Dalvania Cardoso. Na sequência ele vem para almoço em Criciúma e ainda cumpre roteiro em uma visita ao Hospital São José. É um encontro para conhecer as demandas da nossa região”, destaca Colombo.

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Júlia Zanatta defende projeto que permite posicionamento político de empresários

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A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) defendeu na ultima semana, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, projeto de lei que autoriza empresários a realizarem reuniões no ambiente de trabalho para apresentar candidatos e propostas políticas aos funcionários.

A parlamentar argumentou que a medida garante liberdade de expressão no setor empresarial, desde que não haja coação ou pressão sobre os trabalhadores. Ela rebateu críticas de que a proposta configuraria “voto de cabresto” e questionou por que seria vedado aos empresários apresentar seus candidatos dentro das próprias empresas.

“Isso é o que acontece muitas vezes nos sindicatos”, afirmou Zanatta, defendendo que o projeto busca “fazer justiça, igualdade e paridade” — princípios que, segundo ela, orientam o direito eleitoral.

A proposta divide opiniões entre apoiadores e críticos sobre os limites da atuação política no ambiente de trabalho.

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Unesc entra no top 5 mil do ranking mundial EduRank 2026 e lidera entre comunitárias de SC em seis áreas

Universidade de Criciúma ocupa a 103ª posição entre instituições brasileiras e figura entre as 50% melhores do mundo em 25 áreas de pesquisa

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A Unesc aparece pela primeira vez entre as 4.300 melhores universidades do mundo no ranking EduRank 2026, que avalia 14 mil instituições em 183 países. A universidade de Criciúma atingiu a 4.279ª posição global e o 103º lugar entre as brasileiras — e lidera entre as comunitárias de Santa Catarina em seis áreas do conhecimento.

A base que sustenta os números: 5.646 publicações acadêmicas e 60.991 citações registradas na plataforma. O EduRank usa um dos maiores bancos de dados científicos do mundo — 119 milhões de publicações e 3,1 bilhões de citações — para classificar instituições em 246 áreas.

Onde a Unesc lidera em SC

Também se destaca no cenário nacional

Além das lideranças estaduais, a Unesc aparece entre as melhores comunitárias do país em outras frentes: 3º lugar em Ciências do Esporte e Exercício — sendo a única de SC no ranking nessa área — e 3º em Anestesiologia, também como única comunitária catarinense listada.

“Estar entre as 50% melhores do mundo em 25 áreas de pesquisa demonstra a relevância da nossa produção científica e o comprometimento de toda a comunidade acadêmica.”Gisele Silveira Coelho Lopes, reitora em exercício da Unesc

“Este reconhecimento evidencia a qualidade acadêmica construída na Unesc e o compromisso com a inovação e a excelência no ensino — atributos que reforçam a contribuição da universidade para o desenvolvimento regional.”Luciane Bisognin Ceretta, reitora licenciada e secretária estadual de Educação

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“O Pix é do Bolsonaro, o Master do Lula”, dispara Flávio Bolsonaro em Santa Catarina

Presidenciável cumpriu agenda no dstado durante o sábado no maior ato político de Santa Catarina no ano

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Flávio Bolsonaro cumpriu agenda em Santa Catarina no maior ato político do ano no estado
Em visita a Santa Catarina, um senador da oposição concedeu entrevista na qual abordou os principais temas que, segundo ele, devem dominar o debate político nas eleições deste ano: o papel do Supremo Tribunal Federal, o escândalo envolvendo o Banco Master e os impactos da reforma tributária sobre os estados.

STF e dosimetria
O parlamentar afirmou que a questão dos excessos praticados por ministros do Supremo Tribunal Federal não é nova, mas ganhou novos contornos após a suspensão da lei da dosimetria pelo ministro Alexandre de Moraes.

“A credibilidade do Poder Judiciário foi para o lixo”, declarou, referindo-se à decisão monocrática que suspendeu a norma aprovada pelo Congresso Nacional por ampla maioria. Segundo o senador, o episódio é especialmente contraditório porque o próprio Alexandre de Moraes teria sido o autor do texto que embasou a lei aprovada pelo Legislativo.
“Parece mais uma vez um jogo combinado. Numa canetada monocrática, o ministro do Supremo revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo”, afirmou o parlamentar.

O senador também sinalizou que a oposição não pretende liberar a pauta do Congresso enquanto não for lida a requisição de abertura da CPI do Banco Master. “A oposição não está negociando isso, não vai abrir mão disso”, garantiu.
Pesquisas eleitorais, segundo ele, indicam que o tema do impeachment de ministros do STF já virou critério de escolha para boa parte dos eleitores que vão decidir dois senadores nas próximas eleições.

Banco Master: acusações ao governo Lula
O senador classificou o caso do Banco Master como “o maior escândalo do sistema financeiro visto recentemente no Brasil” e rejeitou as tentativas da esquerda de associar o caso ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ele citou o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski como figura central na polêmica, alegando que um filho do ministro teria continuado recebendo valores de contrato firmado com o Banco Master mesmo após a posse no cargo — e que Lewandowski teria deixado o ministério uma semana antes de o escândalo vir à tona.

O senador também mencionou o ex-ministro Guido Mantega, acusando-o de ter recebido cerca de R$ 1 milhão para abrir portas do governo Lula ao banco. “O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, resumiu, em referência à disputa de narrativas entre situação e oposição.
Reforma tributária: promessa de revisão

Questionado sobre a reforma tributária — tema de especial interesse para Santa Catarina, que aprendeu a operar bem dentro das regras do atual sistema —, o senador defendeu uma revisão profunda da norma aprovada pelo Congresso.

Na avaliação do parlamentar, a reforma não trouxe a simplificação prometida: “Juntou cinco impostos em dois e criou uma série de novos tributos, com alíquotas altíssimas, inclusive o chamado imposto do pecado”. Ele criticou ainda o conceito de “reforma neutra”, que impede a redução líquida da carga tributária.

O senador argumentou que o governo Bolsonaro teria demonstrado ser possível aumentar a arrecadação ao mesmo tempo em que se reduzem impostos, por meio da modernização e digitalização do Estado. “O Brasil foi o segundo país mais digitalizado do mundo com Bolsonaro. Isso facilitou a fiscalização e permitiu baixar o imposto e ainda assim aumentar a arrecadação”, disse.

A proposta de revisão da reforma tributária, segundo ele, está sendo desenvolvida por sua equipe técnica com o objetivo de ser apresentada durante um eventual período de transição governamental.

Santa Catarina e o governo federal
O parlamentar também destacou o que chamou de descaso do governo Lula com Santa Catarina, atribuindo a postura federal a divergências ideológicas com o governador estadual

Jorginho Melo.
“A forma como o Lula trata Santa Catarina hoje é um desrespeito completo aos catarinenses”, afirmou, citando obras de infraestrutura paralisadas ou não iniciadas, como a duplicação das rodovias BR-470, BR-282, BR-380 e BR-101, além de um trecho de ferrovia necessário para melhorar a logística de escoamento da produção agropecuária e industrial do estado.
O senador lembrou que Santa Catarina já cresce a um ritmo mais que o dobro da média nacional e argumentou que, com apoio federal adequado, o desempenho poderia ser ainda maior. “Se o estado cresce hoje mais que o dobro da média do Brasil no PIB, com o governo federal como parceiro, pode crescer ainda mais e continuar sendo um exemplo para todo o Brasil”, concluiu.

Único
Ele também fez questão de dizer que Santa Catarina tem um único candidato da direita. “Ele se chama Jorginho Mello” e também falou do caso Ciro Nogueira. “Ele tem que se explicar e com certeza fará isso”. Flavio também falou que não é a favor da reeleição. “Fui eu o autor da proposta que acaba com a reeleição, mas também acho quatro anos muito pouco”

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