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Com lideranças de toda a região, PSD endossa nome de Michels em Içara

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Segundo colocado na eleição de 2020 o empresário e ex-presidente da Câmara Alex Michels teve seu nome endossado pelo PSD para disputar o governo de Içara no pleito do ano que vem. O apoio foi externado durante encontro do partido neste sábado (02). O evento realizado no bairro Tereza Cristina reuniu lideranças locais, o deputado Júlio Garcia, o prefeito de Criciúma Clésio Salvaro, o de Forquilhinha José Cláudio Gonçalves, o Neguinho, e pré-candidatos de municípios da região.

O destaque da reunião foi a apresentação do plano estratégico, resultado de um ano de coleta de informações em reuniões mensais realizadas nos bairros. O presidente do PSD e pré-candidato a prefeito, Michels, enfatizou a importância do diálogo com a população.

“Montamos um planejamento para 2023, ouvindo todas as pessoas em nossas reuniões mensais. Agora temos um plano baseado no que a população nos disse que precisa melhorar. Estamos satisfeitos com o reconhecimento de todos que estiveram aqui hoje, mostrando que estamos no caminho certo. Enquanto os partidos políticos só querem falar, nós decidimos sempre ouvir a população”, afirmou Michels.

Para Michels o encontro do PSD em Içara representa um modelo de participação popular na construção das políticas locais, que deixa evidente a importância do diálogo entre a classe política e a comunidade.

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Arleu anuncia desistência de candidatura e abre espaço para Clésio Salvaro

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O ex-secretário de Governo de Criciúma, Arleu da Silveira, confirmou nesta quarta-feira a desistência de sua pré-candidatura a uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A decisão, que já vinha sendo especulada nos bastidores políticos, foi oficializada por meio de nota à imprensa.

No comunicado, Arleu afirma que a decisão foi tomada após “diálogo maduro e responsável” com as lideranças do PSD e de forma serena, consciente e alinhada com os interesses de Criciúma e de Santa Catarina. Ele também anunciou apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, ao cargo de deputado estadual.

Segundo Arleu, a desistência tem como objetivo fortalecer o grupo político e o trabalho coletivo do partido. Ele destaca ainda que a decisão contribui para o fortalecimento da candidatura majoritária do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, ao Governo do Estado, além da candidatura do deputado Julio Garcia à Câmara Federal.

Na nota, o ex-secretário reconhece a força política de Clésio Salvaro e o trabalho desenvolvido pelo ex-prefeito na região Sul, ressaltando sua contribuição ao PSD. Arleu também afirma que seguirá atuando e colaborando com o partido em Criciúma, mantendo apoio a Clésio Salvaro, Julio Garcia e João Rodrigues.

Ao final do comunicado, Arleu agradece às lideranças e filiados do PSD, citando o prefeito de Criciúma, Vaguinho Espíndola, o presidente estadual do partido, Eron Giordani, o presidente do PSD de Criciúma, Salésio Lima, além de vereadores e suplentes da sigla.

Desde o ano passado a desistência de Arleu já era dada como certa. O PSD foca no nome de Salvaro na região para fazer dobradinha com Júlio Garcia e para ampliar a legenda do partido garantindo maior representatividade na Alesc a partir da próxima legislatura.

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Jessé Lopes recebe Carlos Bolsonaro em Criciúma e reforça articulação da direita

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A principal agenda política de Criciúma desta quarta-feira em Criciúma foi liderada pelo deputado estadual Jessé Lopes (PL), que, mesmo durante o recesso da Assembleia Legislativa, recebeu em sua residência o pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro. O encontro ocorreu na casa do pai do parlamentar, o ex-presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Júlio Lopes.

A reunião contou com a presença de lideranças políticas da região da Mesc e da Anrec, além de vereadores, secretários municipais do PL, empresários e apoiadores. O objetivo, segundo Jessé Lopes, foi apresentar Carlos Bolsonaro às lideranças locais e iniciar o alinhamento político da pré-candidatura no Sul do estado.

“Para mim é uma satisfação, uma honra gigantesca poder estar recebendo ele aqui na nossa casa, o filho do nosso presidente, do nosso líder”, afirmou o deputado. Segundo ele, a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro é clara. “Em pedido de um líder, a gente não contesta, a gente segue e cumpre. Então nós temos a missão de eleger o Carlos Bolsonaro senador aqui por Santa Catarina”, disse.

Jessé Lopes destacou que o encontro foi organizado de forma rápida e com número reduzido de convidados, mas avaliou o resultado como positivo. “Foi tudo em cima da hora, mas acho que foi válido para ele se apresentar um pouquinho”, afirmou.

O deputado também ressaltou o perfil pessoal de Carlos Bolsonaro, afirmando que ele ainda é pouco conhecido por parte do eleitorado catarinense. “As pessoas não conhecem ele. É uma pessoa humilde, simples, direta, objetiva e cativante”, disse. Para Jessé, a pré-campanha deve ampliar a presença política do pré-candidato no estado. “Daqui para frente ele só vai crescer e ganhar campo político”, avaliou.

Durante a conversa, Jessé Lopes também comentou o cenário nacional e reafirmou apoio ao nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para a disputa presidencial. Segundo ele, o PL de Santa Catarina já trabalha com o nome definido. “Flávio Bolsonaro já é o nosso candidato, o candidato indicado pelo próprio Bolsonaro”, afirmou, acrescentando que a escolha representa um enfrentamento ao sistema político tradicional.

“O sistema quer enfraquecer o movimento. Qualquer outro nome poderia fazer o movimento morrer, mas o Bolsonaro teve coragem de colocar um filho com o sobrenome dele para continuar fortalecendo a direita”, disse.

Ao falar de sua trajetória política, Jessé Lopes avaliou de forma positiva o segundo mandato na Assembleia Legislativa. “É uma missão bem interessante representar os catarinenses, os conservadores, num campo ideológico que a gente se identifica”, afirmou. Ele reconheceu que suas manifestações são firmes, mas justificou o tom. “O tema exige pulso firme e intransigência”, disse.

O deputado destacou ainda que quase dobrou a votação na última eleição e confirmou que será pré-candidato à reeleição. “Sou pré-candidato a deputado estadual. Se Deus quiser, vou fazer uma boa votação e continuar esse trabalho”, concluiu.

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Carlos Bolsonaro cumpre agenda em Criciúma e reforça pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina

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Em agenda em Criciúma nesta quarta-feira, o pré-candidato ao Senado pelo PL de Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, afirmou que a decisão de transferir seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para o estado catarinense não foi motivada por conveniência eleitoral, mas por uma relação antiga com Santa Catarina.

Segundo ele, há uma leitura equivocada de que a escolha teria sido aleatória. “Quando o pessoal fala que Santa Catarina é uma escolha ao acaso, o pessoal se engana”, afirmou. Carlos destacou que já manteve vínculo frequente com o estado e chegou a considerar morar em Santa Catarina no passado.

“Eu tive experiências agradáveis aqui, já quase morei aqui uma vez, posteriormente frequentando os clubes de tiro aqui do estado”, disse. Ele citou ainda um episódio ocorrido durante esse período. “O Adélio me procurou num desses clubes para me matar e, felizmente, no dia eu não estava lá. Depois, posteriormente, tentou fazer isso com o meu pai”, declarou.

Para o pré-candidato, os fatos reforçam que sua presença em Santa Catarina não é circunstancial. “Isso mostra que eu não estou passando aqui de ocasião. Eu sempre amei Santa Catarina”, afirmou. Ele acrescentou que, em conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o estado é citado como referência. “Santa Catarina é o estado que deu certo”, disse.

Carlos Bolsonaro ressaltou que abriu mão de um mandato consolidado no Rio de Janeiro para disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina. “Eu abandonei meu mandato no Rio de Janeiro após 25 anos”, afirmou, destacando que participou da construção do movimento conservador no país.

Durante a passagem por Criciúma, Carlos afirmou que vem percorrendo diversas regiões catarinenses para conhecer as demandas locais. “Nos últimos meses eu já andei mais ou menos de dois a três mil quilômetros aqui pelo estado”, relatou. Ele citou visitas ao Oeste e deslocamentos pelas BRs 470 e 101. “A gente vê problemas crônicos que acontecem há décadas, principalmente em relação à infraestrutura”, disse.

A agenda no Sul do estado ocorreu a convite da Coalisão Conservadora, grupo articulado por Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes. O pré-candidato afirmou que mantém diálogo com o governador Jorginho Mello. “A gente tem que pedir autorização, conversar com ele. Ele me autorizou a fazer percurso pelo estado, conversar com prefeitos e deputados”, afirmou.

Entre os temas defendidos, Carlos Bolsonaro citou a rediscussão do pacto federativo. Segundo ele, Santa Catarina está entre os estados que mais produzem no país, mas recebe menos recursos do que contribui. “O dinheiro que sai daqui precisa ficar mais aqui”, afirmou. Ele também mencionou a proposta de Imposto de Renda Familiar, defendendo a redução da carga tributária como estímulo à formação de famílias.

Questionado sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos afirmou que tem dividido a agenda entre Santa Catarina e Brasília para acompanhar o pai. “É um momento difícil. Ele está preso num cubículo de cerca de oito metros quadrados, e a família só pode visitá-lo duas vezes por semana”, disse. Segundo ele, a presença da família é fundamental para dar suporte emocional.

Apesar disso, garantiu que o compromisso com Santa Catarina segue mantido. “Isso não vai atrapalhar de maneira nenhuma o que eu pretendo fazer ao caminhar por esse Estado”, afirmou.

Ao final, Carlos Bolsonaro comentou sobre o cenário político nacional e disse que seguirá as decisões do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, uma carta escrita de próprio punho pelo pai teria definido posições dentro do grupo político. “A mensagem que o presidente escreveu vai ser respeitada e meu irmão Flávio será o candidato a presidência da república”, concluiu.

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