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Encerramento da Festa da Gastronomia Típica Italiana: uma celebração de sucesso

Mais de 100 mil pessoas passaram pela cidade durante os quatro dias de festa

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Nova Veneza, a charmosa cidade do Sul do estado conhecida por suas fortes tradições italianas, encerrou mais uma edição da tão esperada Festa da Gastronomia Típica Italiana. O evento reuniu milhares de visitantes de várias partes do Brasil, do dia 20 até este domingo, todos em busca de uma experiência autêntica na gastronomia e nas tradições italianas. De acordo com os organizadores, mais de 100 mil pessoas passaram pela festa durante os quatro dias.

Durante os quatro dias de festa, os visitantes puderam desfrutar de uma vasta gama de pratos típicos italianos, preparados com ingredientes frescos e seguindo receitas tradicionais passadas de geração em geração. As mesas dos restaurantes e praça de alimentação estavam repletas de delícias como massas, polentas, nhoques, risotos, fortaia e minestra, todos acompanhados por vinhos locais.

Além da gastronomia, a festa contou com uma programação cultural rica e diversificada. Apresentações musicais, danças folclóricas, e desfiles do Carnevale Di Venezia e das famílias animaram o público.

O encerramento da festa foi marcado pelo show da dupla Brenno e Edu, que não deixou o público sair do pavilhão central, antes da madrugada de domingo para segunda.

O prefeito Rogério Frigo, em seu discurso, destacou o público alcançado este ano, com mais de 100 mil visitantes. “Mais uma vez a festa foi um sucesso absoluto. Nos orgulha muito que a festa toda seja feita pelos próprios profissionais da administração municipal. Então que viu a organização, limpeza e programação repleta de atrações, foi uma equipe muito comprometida que realizou”, comenta.

Impacto na Comunidade

A Festa da Gastronomia Típica Italiana não apenas celebra a herança cultural, mas também tem um impacto significativo na economia local. “Aqui na nossa cidade, todos se beneficiam com as festividades. Nossos hotéis, por exemplo, estavam lotados há meses. Os restaurantes não tiveram um minuto de descanso durante esses dias, além da nossa agricultura que fornece boa parte dos ingredientes para a produção dos deliciosos pratos típicos. O nosso comércio estava aberto e com muitos visitantes levando alguma lembrança de Nova Veneza. Isso é bom não só para a nossa cidade, mas sim para a nossa região que recebe milhares de turistas”, celebra Frigo.

Encerrada com chave de ouro, a festa deixa um legado de celebração cultural e uma forte expectativa para as futuras edições, reafirmando Nova Veneza como um verdadeiro pedaço da Itália no coração de Santa Catarina.

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Criciúma lidera geração de empregos na Amrec

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (27), mostram mais uma vez que Criciúma se destaca na geração de empregos. A cidade ficou em primeiro lugar entre as cidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), com a criação de 360 novos postos de trabalho no último mês. No acumulado do ano, Criciúma já registra um total de 2,2 mil novos empregos, consolidando-se como um dos principais polos de geração de trabalho em Santa Catarina.

“Este resultado positivo reflete o vigor econômico de Criciúma. A cidade continua atraindo investimentos e estimulando a abertura de novos negócios, fatores que contribuem diretamente para a criação de oportunidades de trabalho e o crescimento econômico da região”, declarou o prefeito interino de Criciúma, pastor Jair Alexandre.

Além de liderar na Amrec, Criciúma também se destaca em âmbito estadual. Entre as cidades de Santa Catarina com mais de 100 mil habitantes, Criciúma ocupa a quinta posição na geração de empregos. A cidade está atrás apenas de Itajaí, Joinville, São José e Chapecó. “Com esses resultados, Criciúma não apenas se consolida como líder na região da Amrec, mas também reafirma sua relevância no cenário estadual, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de Santa Catarina”, frisou o diretor de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Criciúma, Marlon Araújo.

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Processo diocesano de beatificação de Frei Egídio Maria Moscini será iniciado em julho

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A Diocese de Criciúma, atendendo ao pedido da Ordem dos Servos de Maria (OSM), realizará no dia 7 de julho, no Centro de Eventos da cidade de Turvo, a abertura da Causa de Beatificação de Frei Egídio Maria Moscini. A abertura do processo acontece quatro meses após o pedido para o início da fase diocesana que se concentra na investigação da vida, virtudes e sinais de santidade do candidato que passará a ser reconhecido como Servo de Deus.

A Sessão Pública de abertura da causa acontecerá às 15h, em seguida, será celebrada a Santa Missa, onde o Bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach, instituirá formalmente a fase diocesana do processo. Na ocasião, serão apresentados os membros do tribunal constituído para o acompanhamento desta primeira etapa, as comissões que colaborarão para a reunião das provas documentais e testemunhais da vida de Frei Egídio e a nomeação oficial do postulador da causa, o italiano Frei Franco Maria Azzalli.

Com a abertura da causa, os trabalhos se concentram agora na pesquisa da vida do Servo de Deus. Esse estudo tem o objetivo de comprovar as virtudes praticadas por Frei Egídio, ou seja, os exemplos de santidade demonstrados em seus 92 anos de vida. “O que mais me impressiona é que 48 anos após sua morte as pessoas ainda se recordam de Frei Egídio como sendo um homem trabalhador, religioso e humilde. É extraordinário perceber que na presença de Cristo esse nosso irmão se deixou transparecer na graça, escolhendo não viver apenas para si próprio, mas como um fiel intercessor”, enfatiza Frei Franco.

Com a abertura da causa e o título de Servo de Deus, Frei Egídio passará a ter uma oração em sua referência, que deverá ser rezada por todos aqueles que desejam alcançar um milagre. Normalmente, é a partir da oração que a Igreja passa a considerar o surgimento de milagres – que devem ser comprovados cientificamente para serem aceitos e são diferentes do que popularmente se conhece como uma “graça”. O material impresso com a oração, que será distribuído durante a celebração, contará ainda com uma relíquia de segundo grau, ou seja, um tecido que teve contato com o religioso.  

“Se alguém tem uma dor de garganta muito forte e ao pedir a intercessão de Frei Egídio a dor desaparece, essa pessoa alcançou uma graça. Já o milagre é algo extraordinário, onde aos olhos da medicina não seria possível a sua explicação, como a cura de uma doença”, explica o postulador da causa. Quando houver a comprovação de um milagre, o Servo de Deus será elevado ao título de Beato, podendo receber culto em sua região de origem. A comprovação de um segundo milagre é o passo seguinte que a Igreja exige para a confirmação de santidade.

Quem é o frei Egídio?

Egídio Maria Moscini nasceu em Valentano, na Itália, em fevereiro de 1884. Em 1905, aos 21 anos, ingressou na Ordem dos Servos de Maria. Ele chegou ao Brasil em 1921, após uma viagem de cerca de três meses até Rio Branco. Em seguida, foi enviado para a cidade do Rio de Janeiro, onde serviu a Comunidade Religiosa dos Servos de Maria. Em 1947, foi transferido para o município de Araranguá (SC). Em 1952, foi para o Seminário de Turvo (SC), onde ficou até seu falecimento em 25 de agosto de 1976, aos 92 anos de idade.

Patrono do Agricultor Familiar Brasileiro

Em novembro do ano passado, através da Lei 14.732, Frei Egídio Maria Moscini foi declarado o Patrono do Agricultor Familiar Brasileiro. A homenagem reconhece os serviços prestados pelo irmão religioso em prol dos pequenos agricultores. “De enxada na mão, esse nosso irmão foi um humilde trabalhador que recebia o auxílio das pessoas e toda a comunidade em troca de suas orações, ou seja, as pessoas já viam na sua figura a presença de Deus”, destaca Frei Franco, que permanecerá na região até o dia 10 de julho.

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Professores da Universidade de Coimbra
trazem conhecimentos ao PPGDS da Unesc

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Integrando o intenso processo de internacionalização da Unesc, o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Instituição recebeu o professor da Universidade de Coimbra, Portugal, António Rafael Amaro, para o compartilhamento de conhecimentos.

Em um dos momentos da visita, ele ministrou a palestra “A União Europeia e o Novo Cenário Político: Estratégias e Desafios”, aos estudantes do curso de Ciências Econômicas. Além disso, leciona, pelas duas próximas semanas, a disciplina isolada “Globalização, Capitalismo e Desigualdades Econômicas e Sociais”, voltada ao PPGDS.

O professor do Programa de Pós-graduação da Unesc, Alcides Goularti Filho, explica que Antonio e a esposa, professora do Centro de Estudo Interdisciplinar (Ceis20), Joana Guerra, são da Faculdade de  Economia, ligada ao Centro de Estudos Interdisciplinares, da Universidade de Coimbra. 

“A Unesc possui convênio com a Instituição há algum tempo, e o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioeconômico elaborou um convênio com a Faculdade de Economia, onde fiz o meu pós-doutorado entre 2017 e 2018, oportunidade em que conheci Antônio e Joana, com quem mantenho relação acadêmica desde então”, cita.

“Em 2020, fui convidado para ser professor colaborador do Centro de Investigação de Estudos Interdisciplinares, ligado à Faculdade de Economia, e agora o recebemos  para lecionar uma disciplina dentro da proposta de internacionalização do PPGDS”, acrescenta Goulart, lembrando que Coimbra é a universidade europeia que registra a maior procura de brasileiros desde o século 18, quando os senhores de engenho já enviavam os filhos para estudar.

Sobre a aula ao curso de Ciências Econômicas, o coordenador da graduação, Thiago Fabris, diz que o foco foi tratar sobre a União Europeia e o novo cenário político por conta das eleições, especialmente no parlamento da Europa. 

“O professor trouxe algumas estratégias e desafios que a União Europeia terá daqui para a frente e fez uma contextualização histórica sobre a formação desse grupo econômico, sobre o que será da Europa e da unidade monetária dos países que a compõem. Trabalhou com os pré-requisitos que os países precisam ter para ingressar. Como desafios, apontou a dependência de recursos importados, a perda em termos de competitividade no que diz respeito à tecnologia, o que gera preocupação na Europa”, pontua.

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