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“Essa é uma posição do Júlio e não do partido”, rebate Ricardo Guidi
O deputado Federal licenciado Ricardo Guidi se posicionou nesta manhã de segunda-feira sobre o discurso feito pelo Deputado Júlio Garcia durante evento do PSD em Içara. No encontro do último sábado Garcia afirma que o projeto do PSD em Criciúma é Arleu da Silveira. Leia Mais aqui
Tranquilo, ao lado da família, o deputado acompanhou a celebração de Santa Bárbara e na saída comentou as declarações. “Essa é uma posição de uma pessoa. Tem que questionar o Júlio. Esse posicionamento é dele e não é do partido”, alegou.
Para o secretário de Estado do Meio Ambiente a escolha do candidato do PSD em Criciúma vai respeitar critérios bem claros e estabelecidos lá atrás. “Vai ser quem estiver melhor na pesquisa. Não sou eu quem afirma isso. Essa é uma definição que foi proposta pelo Jorge Bornhausen, na presença do Gilberto Kassab, presidente do partido, pelo deputado Brito líder do PSD na Câmara e que nós concordamos. A regra é essa e tenho a certeza que ela será respeitada”, afirmou Guidi, que mantém firme seu planejamento de disputar o governo de Criciúma no ano que vem. “E pelo PSD”, adianta.

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PSD define Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência da República
Após uma intensa articulação interna, o PSD confirmou Ronaldo Caiado como o representante da legenda na corrida pela Presidência em 2026. A decisão foi comunicada pelo presidente do partido, Gilberto Kassab, que destacou a trajetória do goiano após a desistência de Ratinho Júnior (Paraná) e a superação da concorrência com Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
Em seu discurso de estreia, Caiado focou na pacificação do país. O pré-candidato afirmou que pretende assinar um decreto de anistia total logo no início de seu eventual mandato, visando desarmar os conflitos ideológicos que marcam a política brasileira. Para ele, uma candidatura de centro-direita equilibrada é o caminho para superar o atual cenário de divisão.

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Moreira endossa MDB com Rodrigues e fala em “aliança política madura”
O ex-governador Eduardo Moreira foi uma das principais lideranças presentes na coletiva que confirmou a pré-candidatura de João Rodrigues ao Governo de Santa Catarina. Ele celebrou a construção da aliança e afirmou que sempre defendeu a parceria entre os partidos.
Segundo Moreira, a transformação de Chapecó durante as gestões de Rodrigues é um dos pilares da candidatura. “Ele é prefeito pela quinta vez e quem vai a Chapecó vê a grande transformação. É uma cidade com desenvolvimento impressionante, crescimento, limpeza e planejamento econômico e social”, afirmou.
O ex-governador confirmou que o MDB deve indicar o candidato a vice, ampliando o protagonismo da sigla na composição. Ele também destacou a presença do senador Esperidião Amin na aliança, classificando-o como um dos principais nomes do Congresso Nacional.
Para Moreira, o grupo vai além de uma articulação eleitoral. “Não é apenas propaganda. É um projeto de futuro para Santa Catarina, com foco em destravar a infraestrutura, avançar na saúde e atuar em áreas essenciais para a população”, pontuou.
Moreira também comentou a aliança entre partidos historicamente adversários, como MDB e Progressistas, classificando o movimento como um avanço político. Ele relembrou a reaproximação entre Luiz Henrique da Silveira e Raimundo Colombo como exemplo de construção institucional baseada no diálogo.
“Briga política não constrói estrada, hospital ou escola. Isso é sinal de maturidade e reconhecimento da importância dos partidos para o desenvolvimento do Estado”, afirmou.
Ao analisar o cenário político, o ex-governador destacou que Santa Catarina construiu seus indicadores sociais e econômicos ao longo de décadas, com participação de diferentes governos.
Ele também criticou o atual ambiente político, que classificou como de “radicalização”, e defendeu projetos com base partidária sólida. Moreira ainda citou o governador Jorginho Mello ao afirmar que o atual grupo político enfrenta isolamento no Estado.
“Agora há um novo time em campo, liderado por João Rodrigues. Vamos mostrar quem apresenta o melhor projeto para Santa Catarina”, concluiu.

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João Rodrigues confirma renúncia em Chapecó e lança pré-candidatura com MDB e União Progressista
Em coletiva na Capital do Estado, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, confirmou que renuncia ao mandato na próxima terça-feira para disputar o Governo de Santa Catarina. Em entrevista à Rádio Cidade em Dia, ele destacou a construção de uma ampla aliança política envolvendo MDB, PP e União Brasil.
Segundo Rodrigues, a composição representa um movimento inédito no cenário estadual. “Quero dizer da minha alegria de chegar a esse desfecho natural, sem forçação de barra, sem troca de favores, apenas pensando em um projeto de Estado. Conseguimos unir adversários em torno de um objetivo comum”, afirmou.
O prefeito ressaltou que a chapa contará com nomes de peso na política catarinense, como o senador Esperidião Amin.
“Hoje conseguimos trazer o senador Esperidião Amin para ser candidato na nossa chapa. O MDB estará conosco na majoritária, assim como o União Brasil e o Progressista. É uma coligação transparente, com líderes comprometidos. Anunciamos oficialmente a nossa pré-candidatura ao Governo do Estado”, declarou.
Ao falar sobre a saída da prefeitura, João Rodrigues afirmou que deixa o cargo com a sensação de dever cumprido.
“Graças a Deus, com a missão cumprida. Peguei uma cidade e entrego muito melhor. Deixo cerca de R$ 1,9 bilhão em obras iniciadas, concluídas e em andamento. Agradeço ao povo de Chapecó pelas quatro oportunidades que me deram como prefeito. Agora é um desafio maior”, disse.
Mesmo diante de um cenário competitivo, o pré-candidato demonstrou confiança em uma virada eleitoral.
“Há mais elementos hoje do que em outras eleições históricas. Já vimos candidatos começarem com poucos pontos e vencerem. Eu parto de um patamar mais alto, mesmo estando atrás. Tenho convicção de que vamos ganhar essa eleição com trabalho e compromisso com o povo”, pontuou.
Rodrigues também criticou possíveis pressões políticas sobre prefeitos. “Quero conquistar apoio com respeito e diálogo. Não é correto governar com pressão ou corte de convênios”, afirmou.
O pré-candidato se definiu como um nome de direita, mas com postura aberta ao diálogo.
“A democracia permite o diálogo. O respeito deve ser o princípio. Santa Catarina recebe muito bem pessoas de todas as regiões. Cabe a nós conquistar o voto dessas pessoas. Voto não é obrigação, é conquista”, concluiu

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