Blog Anderson de Jesus
“O Universidade Gratuita é transformador”, defende o Governador Jorginho Mello
O programa Universidade Gratuita deve encerrar 2026 com 70 mil estudantes beneficiados em Santa Catarina. O número foi apresentado pelo governador Jorginho Mello durante encontro de prestação de contas da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe).
O investimento é alto — R$ 1,2 bilhão por ano — e Jorginho não fugiu da pergunta sobre o custo. “Muita gente pergunta por que não fazer estrada ou hospital. Eu quero asfaltar a melhor obra de uma vida, que é a educação”, respondeu.
O governador foi além dos números e falou por experiência própria. “Eu fiz dois cursos superiores passando muito cheque pré-datado. Sei o que é enfrentar dificuldade para estudar”, disse, ao justificar o foco em estudantes de baixa renda que precisam trabalhar enquanto estudam.
8 mil formados já devolvem ao Estado
Quem se forma pelo programa não sai de mãos abanando — e nem fica em dívida. A contrapartida existe e já está em curso: cerca de 8 mil alunos formados atuam quatro horas semanais durante dois anos em serviços ligados à sua área de formação, especialmente no setor público.
“O Estado deu a oportunidade e agora o aluno devolve um pouquinho do conhecimento com o seu trabalho”, explicou o governador.
Para fiscalizar o processo, o governo criou uma diretoria específica de ensino superior dentro da Secretaria de Educação, responsável pelo acompanhamento das contrapartidas em parceria com as universidades comunitárias.
Política de Estado, não de governo
Questionado sobre a continuidade do programa em futuras gestões, Jorginho foi direto. “Eu fiz uma lei. Hoje ela é uma política de Estado, não de governo”, afirmou.
O governador também relacionou o crescimento das matrículas nas escolas públicas estaduais ao programa — segundo ele, 29 mil novos alunos ingressaram na rede este ano, impulsionados pela perspectiva de acesso ao ensino superior gratuito. E defendeu que a Universidade Gratuita ainda ajudou a blindar as instituições comunitárias catarinenses da entrada de grandes grupos privados no setor.

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Cocal do Sul é a cidade da Amrec com a melhor qualidade de vida e Nova Veneza tem maior renda
A cidade de Cocal do Sul é a melhor da Região Carbonífera para se viver. O dado faz parte do Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O levantamento é pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações. O estudo avalia os 5.570 municípios do país com base em 57 indicadores sociais e ambientais, considerando critérios como qualidade de vida, acesso à saúde, educação, segurança e moradia.
Neste estudo, que tem como base indicadores de 2025, Cocal aparece com nota 69,76 em uma escala que vai até 100. O município se destaca em áreas como acesso a saúde básica, educação, transparência, segurança e expectativa de vida. Essa nota coloca Cocal do Sul como a terceira melhor cidade para se viver em Santa Catarina e a 42ª no Brasil.
Nova Veneza se destaca na Renda
Quando o assunto é renda per capita, quem aparece em destaque é Nova Veneza. A Capital da Gastronomia Italiana surge como a 17ª melhor renda entre os 295 municípios do Estado e a número 275 entre os 5.570 cidades brasileiras. No índice Geral Nova Veneza aparece na 11ª posição no Estado com Nota 68,21 e a número 155 no Brasil

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Pesquisa AtlasIntel: Flávio Bolsonaro perde 6 pontos no segundo turno após áudio pedindo dinheiro a banqueiro
Lula lidera com 48,9% contra 41,8% de Flávio; levantamento realizado entre 13 e 18 de maio com 5.032 entrevistados aponta impacto direto do escândalo Vorcaro nas intenções de voto
A divulgação de um áudio em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro causou queda expressiva nas intenções de voto do pré-candidato à presidência. A pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta terça-feira (19), mostra que Flávio perdeu mais de cinco pontos no primeiro turno e seis pontos em um eventual segundo turno em relação à pesquisa de abril.
No confronto direto com o presidente Lula (PT), Flávio caiu de 47,8% para 41,8% — enquanto Lula subiu de 47,5% para 48,9%. A margem de erro é de um ponto percentual, com 95% de confiança.
Segundo turno: Lula x Flávio

Primeiro turno

E se Flávio sair da disputa?
A pesquisa testou dois cenários alternativos. Sem Flávio e sem substituto, Zema sobe para 17% e Caiado para 13,8% — ambos absorvendo parte do eleitorado bolsonarista. No segundo cenário, Michelle Bolsonaro entra no lugar do senador e chega a 23,4%, mas Lula mantém a liderança com 47%.



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Governador recua e suspende contrato que previa volta de radares e lombadas eletrônicas
O governador Jorginho Mello determinou neste fim de semana a suspensão do contrato de R$ 116 milhões para instalação de lombadas eletrônicas, radares e câmeras nas rodovias estaduais catarinenses.
Dias antes, o próprio Jorginho havia publicado em sua conta no X uma defesa do projeto. O recuo veio rápido após a repercussão negativa.
O contrato, já assinado e publicado no Diário Eletrônico do Estado, previa a instalação de 230 lombadas eletrônicas, 12 pardais, 256 câmeras de leitura de placas e 6 balanças em 36 rodovias estaduais. O objetivo central era reduzir acidentes em trechos historicamente perigosos, como a Serra do Rio do Rastro e a SC-401.
Ao anunciar a suspensão, Jorginho justificou a decisão com um argumento voltado ao bolso do motorista. “Durante minha gestão, não permitirei nenhum sistema que penalize ainda mais o motorista catarinense”, afirmou.

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