Blog Anderson de Jesus
Quaest: Lula lidera cenários de segundo turno, mas vantagem sobre Flávio Bolsonaro diminui
Nova pesquisa da Quaest mostra o presidente à frente em quatro simulações de segundo turno para 2026. Disputa contra Flávio Bolsonaro segue como a mais apertada entre os cenários avaliados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem em todos os cenários de segundo turno testados pela pesquisa Quaest, divulgada nesta semana. O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, aponta o petista na liderança em quatro confrontos diretos, embora a diferença para o senador Flávio Bolsonaro (PL) tenha diminuído em relação ao levantamento realizado em julho.
Entre as simulações, o duelo entre Lula e Flávio Bolsonaro é o mais equilibrado. O presidente aparece com 44% das intenções de voto, enquanto o senador registra 39%, uma diferença de cinco pontos percentuais. Na pesquisa anterior, Lula tinha 45% e Flávio, 37%, o que representava uma vantagem de oito pontos.
Nos demais cenários, Lula mantém uma distância mais confortável dos adversários.
Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o presidente soma 46% das intenções de voto, enquanto Zema aparece com 34%.
Na disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula registra 45%, frente aos 37% do adversário.
Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos, do partido Missão, o presidente alcança 45% das preferências, contra 35% do pré-candidato.
Em todos os cenários apresentados, o percentual de eleitores que declararam voto branco, nulo ou intenção de não comparecer variou entre 13% e 16%, enquanto os indecisos permaneceram em 4%.
Rejeição segue elevada entre os principais nomes
A pesquisa também avaliou o índice de rejeição dos pré-candidatos, considerando os eleitores que afirmam conhecer o nome, mas dizem que não votariam nele de forma alguma.
Flávio Bolsonaro lidera esse indicador com 54%, embora tenha registrado queda em relação aos 57% medidos em julho. Lula aparece logo em seguida, com 52% de rejeição, dois pontos acima da pesquisa anterior.
Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (34%), Romeu Zema (32%), Cabo Daciolo (28%), Renan Santos (20%), Augusto Cury (16%), Samara Martins (12%), Edmilson Costa (10%), Hertz Dias (9%), Leonardo Avalanche (9%) e Clariana Barão (6%).
Metodologia
A pesquisa foi realizada pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos. Foram entrevistados 2.004 eleitores entre os dias 31 de julho e 3 de agosto de 2026.
O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026.
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Júlio Lopes assume comando do PL de Criciúma
O dentista Júlio Lopes é o novo presidente do PL de Criciúma. Presidente da Coalizão Conservadora e ex-presidente da Fundação Cultural de Criciúma por quatro vezes, Júlio teve o nome avalizado por lideranças regionais e estaduais do partido. O próprio Júlio já confirmou.
“Convite feito e convite aceito. Agora é questão protocolar para iniciar oficialmente como o presidente do partido”.
Júlio Lopes é pai do deputado Estadual Jessé Lopes e passa a comandar o partido que, em Criciúma tem cinco vereadores, um deputado estadual e três federais.
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E sobrou até para o Granfino…
O cãozinho de rua adotado pelo Governador Jorginho Mello virou estopim para bate-boca na Câmara de Criciúma. Vereador Marcos Machado resolveu lembrar de um dito popular relacionado ao mês de agosto. Mês que é do desgosto e do cachorro louco. Ao final de seu tempo na Tribuna ele ainda sacramentou…
”É importante vacinar seus cachorros contra a raiva”. É evidente que a fala teve alusão clara os vereadores do PL que estão em franca escalada de aperto e críticas ao atual governo. Marcos nega, claro, mas a alfinetada ficou evidente. Tanto que Obadias Benones pediu aparte, se disse ofendido e no dia seguinte, em entrevista, falou que o parlamentar se posicionou de maneira deselegante e que deveria pedir desculpas.
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Prefeitura negocia solução para transporte coletivo e descarta passagem de R$ 9,35
Após relatório da AGIR apontar déficit no transporte coletivo, Vagner Espíndola afirma que objetivo é preservar o valor pago pelos passageiros e garantir a continuidade do sistema.
Após a Agência Reguladora Intermunicipal (AGIR) apontar a necessidade de recomposição financeira do contrato do transporte coletivo de Criciúma, o prefeito Vagner Espíndola afirmou que ainda não há uma decisão sobre como o município irá solucionar o desequilíbrio identificado no sistema.
O estudo técnico indica que, para cobrir integralmente os custos da operação, seria necessário elevar a tarifa dos atuais R$ 5,25 para R$ 9,35. Outra alternativa seria ampliar o subsídio mensal pago pela prefeitura, que hoje é de R$ 550 mil, para aproximadamente R$ 2,7 milhões.
Apesar dos números apresentados pela agência reguladora, o chefe do Executivo ressaltou que o cenário ainda está sendo discutido entre todos os envolvidos.
“Nós estamos conversando com as empresas e com a AGIR para chegar a um bom termo. Assim que houver uma definição, vamos apresentar à imprensa e à população”, afirmou.
Prefeitura busca evitar aumento da passagem
Segundo Vagner Espíndola, a prioridade da administração é encontrar um modelo que preserve o equilíbrio financeiro da operação sem transferir esse custo para os usuários do transporte coletivo.
O prefeito destacou que a negociação precisa conciliar a sustentabilidade do sistema, a viabilidade econômica das empresas concessionárias e a responsabilidade com os recursos públicos.
“A prioridade é garantir que o valor da tarifa não tenha impacto para o cidadão, mas também assegurar condições para que as empresas consigam manter a operação”, disse.
Redução de passageiros agravou o desequilíbrio
Na avaliação do prefeito, a principal mudança ocorreu após a pandemia, quando o transporte coletivo passou a registrar uma queda significativa no número de passageiros.
Ele explicou que muitos usuários migraram para outras formas de deslocamento, como aplicativos de transporte, caronas e meios alternativos de mobilidade urbana, reduzindo a arrecadação das empresas.
Vagner Espíndola ressaltou que o contrato de concessão foi elaborado com uma expectativa de demanda superior à realidade atual, fator que contribuiu para o desequilíbrio financeiro.
“Quando o número de passageiros cai, alguém precisa absorver esse custo. É justamente por isso que se fala em reequilíbrio econômico do contrato”, explicou.
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