Conecte-se conosco

Economia

Reta final do Top Of Mind Içara 2017

Publicado

em

A partir de hoje 78 comerciantes de Içara receberão o convite especial para o Top Of Mind 2017. Eles terão a certeza que estão entre as três marcas mais lembradas pelos clientes da cidade dentro de um dos 26 segmentos pesquisados. Mas ainda não conhecerão os concorrentes, tampouco a sua posição, nem a personalidade eleita neste ano. O anúncio será realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas, Sindilojas, Rádio Difusora e Instituto de Pesquisa Catarinense somente no dia 24 no Salão Paroquial São Donato.

“Chegamos a terceira edição devido ao sucesso que já se tornou. A revelação das marcas mais lembradas pelos consumidores é um estímulo aos comerciantes para que busquem sempre produtos e serviços melhores”, coloca o presidente da CDL de Içara, Alexandre Fernandes. Ao todo 500 pessoas com mais de 16 anos residentes em Içara foram consultadas pelo IPC entre 3 a 7 de julho. O nível de confiança no trabalho desenvolvido pelo instituto chega a 95% e a margem de erro abrange 4,3 pontos percentuais para mais ou para menos.

“O mês de julho foi escolhido devido ao Dia do Comerciante [dia 16]. Temos em Içara um comércio forte, com bastante variedade de artigos e cada vez mais presente também nos bairros. O Top Of Mind serve para incentivar todos estes empreendedores. Também é uma oportunidade para homenagear uma personalidade de nossa cidade. São pessoas que fazem a diferença e que devem ser reconhecidas pelo trabalho desenvolvido para que inspirem ainda mais içarenses”, completa o presidente do Sindilojas, Altair Borges.

“A forma de premiação foi o ponto crucial até agora para o sucesso do evento: uma pesquisa profissional, com metodologia e isenção, sem qualquer vinculo de investimento. É uma honra premiar marcas que são lembradas pela comunidade em tempos de tantos desafios, mostrando que seus gestores tiveram força, inteligência e persistência. Muitos cortam o investimento em mídia na crise. Os astutos aproveitam esta oportunidade, renegociam, mas não saem da cabeça do cliente”, pontua a diretora da Rádio Difusora, Carolina Guidi.

Economia

Microempresas são responsáveis por 60,5% dos empregos gerados em SC

Publicado

em

Um levantamento do Sebrae/SC mostrou que as microempresas (ME) foram as responsáveis pela maior parte dos empregos gerados no estado de janeiro a novembro de 2025, com 60,5% do total. Em segundo lugar, vêm as empresas médias e grandes (MGE), com 28,2% do montante. O governo (5,9%) e as empresas de pequeno porte (EPP), organizações sem fins lucrativos (SFL) e outros (5,4%), seguem representando uma porcentagem menos significativa.

“As microempresas têm um papel essencial na economia catarinense, não apenas pela capacidade de gerar empregos, mas também por estarem mais próximas das comunidades, refletindo o espírito empreendedor do estado”, destaca o gerente de Gestão Estratégica do Sebrae/SC, Roberto Füllgraf.

Houve um crescimento do emprego formal no estado em 2025, com mais de 106 mil novas vagas com carteira assinada sendo ofertadas entre janeiro e novembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). O saldo positivo é resultado das 1,63 milhão de admissões e 1,52 milhão de desligamentos.

Os dados apontam que existe uma sazonalidade na geração de empregos, com crescimento no primeiro trimestre e desaceleração ao longo do ano. O mês de fevereiro foi o protagonista na geração (+30.429) e o mês de maio ficou com o pior resultado (-219).

Já o ranking setorial aponta que ‘Serviços’ é o principal motor do emprego em SC e o único setor sem meses negativos no período, com 53.602 novas vagas, ou seja, 50,1% do saldo acumulado. Na sequência vêm Indústria, com 22% do total, Comércio com 14,7%, Construção com 9,8% e Agropecuária com 3,3%.

Saldo por região

A Grande Florianópolis foi a região do estado que mais gerou empregos em números absolutos, com 22.211 novos postos de trabalho no período. A região foi seguida pela Foz do Itajaí (20.176), Norte do estado (15.851), Sul (12.844) e Oeste (11.547). Já quando é observado o saldo proporcional à população, ou seja, em números per capita, a Foz do Itajaí se destaca, apresentando o maior crescimento do estado, de 17,67 novos empregos por mil habitantes. Em contrapartida, a Serra Catarinense registrou os menores índices relativos de geração de empregos (9,20).

Continue Lendo

Economia

Içara lidera geração de empregos na Amrec em novembro 

Publicado

em

O município de Içara foi destaque regional na geração de empregos formais no mês de novembro. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, apontam que a cidade encerrou o período com saldo positivo de 130 novos postos de trabalho, o melhor resultado entre os 12 municípios que integram a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec).

Mesmo em um cenário de retração no mercado de trabalho regional, Içara manteve desempenho positivo, com 1.133 admissões e 1.003 desligamentos ao longo do mês. O resultado reforça a força da economia local e o ambiente favorável para a geração de oportunidades.

Para a prefeita Dalvania Cardoso, o desempenho é reflexo do esforço conjunto entre iniciativa privada e trabalhadores do município. “Içara desponta no crescimento econômico e isso é graças aos empresários que aqui investem e aos trabalhadores com seus talentos para o trabalho, seja na indústria, no comércio, na prestação de serviços ou no agro. Nós, enquanto poder público, somos apenas fomentadores. O protagonismo é deles”, destaca.

Segunda maior economia do Sul catarinense, Içara segue avançando por meio de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico, ao fortalecimento do setor produtivo e à atração de investimentos, contribuindo para a manutenção e ampliação dos empregos formais.

Continue Lendo

Economia

Cadeia produtiva do arroz seguirá enfrentando dificuldades em 2026

Publicado

em

A crise que atingiu a cadeia produtiva do arroz ao longo de 2025 deve se prolongar em 2026, mantendo a pressão sobre produtores e indústrias. Em Santa Catarina, o Sindicato das Indústrias de Arroz (SindArroz-SC) acompanha o cenário, marcado por excesso de oferta e preços em retração. A expectativa da entidade é de que as dificuldades persistam ao longo do próximo ano, com possibilidade de início de recuperação apenas no último trimestre, já em função da safra 2026/2027.

Segundo o presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, o principal fator que impede a reação dos preços é o elevado volume de grãos disponível no mercado. Ele afirma que o excesso de estoques limita qualquer perspectiva de valorização no curto prazo e exige cautela das indústrias, com foco na redução de custos e em uma gestão mais eficiente.

A projeção de melhora no fim de 2026 está associada à expectativa de redução no plantio da próxima safra. De acordo com Rampinelli, a descapitalização dos produtores deve resultar em uma retração ainda maior da área cultivada. Com menor oferta, o mercado tende a buscar reequilíbrio, abrindo espaço para uma recuperação gradual dos preços.

Safra 2025/2026 segue dentro da normalidade

Apesar do cenário econômico adverso, a safra 2025/2026 em Santa Catarina apresenta desenvolvimento considerado normal do ponto de vista agronômico. As condições climáticas têm sido favoráveis, com chuvas, calor e luminosidade adequados ao crescimento das lavouras.

Rampinelli destaca que, embora não haja expectativa de produtividade recorde, principalmente em razão dos elevados custos de produção, a colheita deve ficar próxima da média histórica recente.

Dados da Epagri/Cepa apontam redução de 1,28% na área plantada em relação à safra 2024/2025 e queda de 6,11% na produção total, o que representa cerca de 79,3 mil toneladas a menos.

Sindicato reforça articulação institucional

Ao longo de 2025, o SindArroz-SC intensificou o diálogo com lideranças políticas e órgãos públicos em busca de alternativas para enfrentar a crise. Entre as ações, esteve a mobilização da Câmara Setorial do Arroz de Santa Catarina, com participação do deputado estadual José Milton Scheffer e de entidades do setor, para apresentar demandas e propostas aos governos estadual e federal.

Para 2026, a entidade pretende manter a articulação institucional, com foco em medidas voltadas à competitividade da cadeia produtiva, estímulo às exportações e valorização do arroz no mercado interno.

Incentivo ao consumo e valorização do produto

O sindicato também planeja ampliar, em 2026, ações de incentivo ao consumo de arroz, destacando o papel do produto na segurança alimentar e sua importância econômica e social. A estratégia inclui campanhas de conscientização sobre os atributos nutricionais e culturais do grão.

Continue Lendo

ADS1

Mais vistos