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Unesc intensifica ações de combate à Violência Doméstica no Agosto Lilás

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A Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, transformou a luta contra a violência doméstica no Brasil, sendo reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das três melhores legislações do mundo nesse contexto. No entanto, o cenário de violência doméstica ainda é alarmante. 

Em Santa Catarina, somente em 2023, foram registrados 56 feminicídios; 28.167 medidas protetivas; 854 estupros; 349 lesões corporais graves; 24.934 lesões corporais; e 52.814 ameaças, conforme dados da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. 

De acordo com a Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher realizada pelo Instituto DataSenado em 2023, a violência psicológica é a mais recorrente, seguida pela violência moral, física, patrimonial e sexual. A pesquisa ainda revela que três a cada 10 brasileiras sofrem violência doméstica, 25,4 milhões de brasileiras já sofreram violência em algum momento da vida, e 52% das agressões são praticadas pelo marido ou companheiro, enquanto 15% são cometidas pelo ex-companheiro, ex-marido ou ex-namorado. 

Diante disso, a Unesc se destaca como uma força inovadora e proativa, dedicada a enfrentar e reduzir esses impactos. A Universidade não só organiza eventos e campanhas educativas, mas também investe em projetos de Extensão e estabelece parcerias estratégicas para oferecer suporte efetivo às vítimas.

A reitora Luciane Bisognin Ceretta destaca o compromisso da Unesc com a promoção da dignidade e segurança, especialmente no combate à violência doméstica. “Nossa Universidade, enquanto centro de formação e cidadania, considera essencial desenvolver projetos que tragam impactos positivos à comunidade. Por meio de iniciativas de educação, conscientização e apoio, buscamos não apenas informar, mas também oferecer suporte às vítimas e capacitar nossos acadêmicos e profissionais para atuarem com sensibilidade e competência nessa área crucial. Estamos em parceria com órgãos públicos, entidades sociais e movimentos que compartilham nossa luta pelos direitos e pelo enfrentamento da violência”, afirmou a reitora.

“Cada passo que damos em direção a uma sociedade mais justa e igualitária é um reflexo da missão da Unesc: ser uma instituição transformadora e comprometida com o bem-estar social”, complementou a reitora.

Projeto Amora é grande aliado

Entre as iniciativas, destaca-se o projeto  “Amora: Capacitando Pessoas em Direitos Humanos das Mulheres”. Criado em 2011, o projeto visa promover a educação em direitos humanos, com foco na prevenção da violência doméstica. Palestras, ações em espaços públicos e orientações comunitárias fazem parte das atividades desenvolvidas.

Como parte da programação, no dia 28 de agosto, às 19h15, no Auditório Edson Rodrigues, na Universidade, ocorrerá uma roda de conversa sobre violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.

O evento é organizado pelo curso de Direito da Unesc, em parceria com o projeto Amora, e contará com a participação da Delegada Elaine Chaves e a agente de polícia Márcia Cristiane Nunes Scarduelli, ambas da Delegacia de Proteção à Mulher, Criança e Idoso (DPCAMI) de Araranguá. Aberto ao público, o encontro busca promover reflexões e estratégias para o combate à violência.

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Jessé Lopes recebe Carlos Bolsonaro em Criciúma e reforça articulação da direita

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A principal agenda política de Criciúma desta quarta-feira em Criciúma foi liderada pelo deputado estadual Jessé Lopes (PL), que, mesmo durante o recesso da Assembleia Legislativa, recebeu em sua residência o pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro. O encontro ocorreu na casa do pai do parlamentar, o ex-presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Júlio Lopes.

A reunião contou com a presença de lideranças políticas da região da Mesc e da Anrec, além de vereadores, secretários municipais do PL, empresários e apoiadores. O objetivo, segundo Jessé Lopes, foi apresentar Carlos Bolsonaro às lideranças locais e iniciar o alinhamento político da pré-candidatura no Sul do estado.

“Para mim é uma satisfação, uma honra gigantesca poder estar recebendo ele aqui na nossa casa, o filho do nosso presidente, do nosso líder”, afirmou o deputado. Segundo ele, a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro é clara. “Em pedido de um líder, a gente não contesta, a gente segue e cumpre. Então nós temos a missão de eleger o Carlos Bolsonaro senador aqui por Santa Catarina”, disse.

Jessé Lopes destacou que o encontro foi organizado de forma rápida e com número reduzido de convidados, mas avaliou o resultado como positivo. “Foi tudo em cima da hora, mas acho que foi válido para ele se apresentar um pouquinho”, afirmou.

O deputado também ressaltou o perfil pessoal de Carlos Bolsonaro, afirmando que ele ainda é pouco conhecido por parte do eleitorado catarinense. “As pessoas não conhecem ele. É uma pessoa humilde, simples, direta, objetiva e cativante”, disse. Para Jessé, a pré-campanha deve ampliar a presença política do pré-candidato no estado. “Daqui para frente ele só vai crescer e ganhar campo político”, avaliou.

Durante a conversa, Jessé Lopes também comentou o cenário nacional e reafirmou apoio ao nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para a disputa presidencial. Segundo ele, o PL de Santa Catarina já trabalha com o nome definido. “Flávio Bolsonaro já é o nosso candidato, o candidato indicado pelo próprio Bolsonaro”, afirmou, acrescentando que a escolha representa um enfrentamento ao sistema político tradicional.

“O sistema quer enfraquecer o movimento. Qualquer outro nome poderia fazer o movimento morrer, mas o Bolsonaro teve coragem de colocar um filho com o sobrenome dele para continuar fortalecendo a direita”, disse.

Ao falar de sua trajetória política, Jessé Lopes avaliou de forma positiva o segundo mandato na Assembleia Legislativa. “É uma missão bem interessante representar os catarinenses, os conservadores, num campo ideológico que a gente se identifica”, afirmou. Ele reconheceu que suas manifestações são firmes, mas justificou o tom. “O tema exige pulso firme e intransigência”, disse.

O deputado destacou ainda que quase dobrou a votação na última eleição e confirmou que será pré-candidato à reeleição. “Sou pré-candidato a deputado estadual. Se Deus quiser, vou fazer uma boa votação e continuar esse trabalho”, concluiu.

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Carlos Bolsonaro cumpre agenda em Criciúma e reforça pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina

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Em agenda em Criciúma nesta quarta-feira, o pré-candidato ao Senado pelo PL de Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, afirmou que a decisão de transferir seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para o estado catarinense não foi motivada por conveniência eleitoral, mas por uma relação antiga com Santa Catarina.

Segundo ele, há uma leitura equivocada de que a escolha teria sido aleatória. “Quando o pessoal fala que Santa Catarina é uma escolha ao acaso, o pessoal se engana”, afirmou. Carlos destacou que já manteve vínculo frequente com o estado e chegou a considerar morar em Santa Catarina no passado.

“Eu tive experiências agradáveis aqui, já quase morei aqui uma vez, posteriormente frequentando os clubes de tiro aqui do estado”, disse. Ele citou ainda um episódio ocorrido durante esse período. “O Adélio me procurou num desses clubes para me matar e, felizmente, no dia eu não estava lá. Depois, posteriormente, tentou fazer isso com o meu pai”, declarou.

Para o pré-candidato, os fatos reforçam que sua presença em Santa Catarina não é circunstancial. “Isso mostra que eu não estou passando aqui de ocasião. Eu sempre amei Santa Catarina”, afirmou. Ele acrescentou que, em conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o estado é citado como referência. “Santa Catarina é o estado que deu certo”, disse.

Carlos Bolsonaro ressaltou que abriu mão de um mandato consolidado no Rio de Janeiro para disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina. “Eu abandonei meu mandato no Rio de Janeiro após 25 anos”, afirmou, destacando que participou da construção do movimento conservador no país.

Durante a passagem por Criciúma, Carlos afirmou que vem percorrendo diversas regiões catarinenses para conhecer as demandas locais. “Nos últimos meses eu já andei mais ou menos de dois a três mil quilômetros aqui pelo estado”, relatou. Ele citou visitas ao Oeste e deslocamentos pelas BRs 470 e 101. “A gente vê problemas crônicos que acontecem há décadas, principalmente em relação à infraestrutura”, disse.

A agenda no Sul do estado ocorreu a convite da Coalisão Conservadora, grupo articulado por Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes. O pré-candidato afirmou que mantém diálogo com o governador Jorginho Mello. “A gente tem que pedir autorização, conversar com ele. Ele me autorizou a fazer percurso pelo estado, conversar com prefeitos e deputados”, afirmou.

Entre os temas defendidos, Carlos Bolsonaro citou a rediscussão do pacto federativo. Segundo ele, Santa Catarina está entre os estados que mais produzem no país, mas recebe menos recursos do que contribui. “O dinheiro que sai daqui precisa ficar mais aqui”, afirmou. Ele também mencionou a proposta de Imposto de Renda Familiar, defendendo a redução da carga tributária como estímulo à formação de famílias.

Questionado sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos afirmou que tem dividido a agenda entre Santa Catarina e Brasília para acompanhar o pai. “É um momento difícil. Ele está preso num cubículo de cerca de oito metros quadrados, e a família só pode visitá-lo duas vezes por semana”, disse. Segundo ele, a presença da família é fundamental para dar suporte emocional.

Apesar disso, garantiu que o compromisso com Santa Catarina segue mantido. “Isso não vai atrapalhar de maneira nenhuma o que eu pretendo fazer ao caminhar por esse Estado”, afirmou.

Ao final, Carlos Bolsonaro comentou sobre o cenário político nacional e disse que seguirá as decisões do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, uma carta escrita de próprio punho pelo pai teria definido posições dentro do grupo político. “A mensagem que o presidente escreveu vai ser respeitada e meu irmão Flávio será o candidato a presidência da república”, concluiu.

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Obra do Porto Seco será autorizada nesta terça-feira

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A pavimentação do Porto Seco de Criciúma entra em fase decisiva nesta terça-feira, com a assinatura da autorização oficial pelo prefeito Vagner Espíndola. A obra atende a uma demanda antiga do setor produtivo e mira a qualificação da infraestrutura logística do município.

A intervenção prevê melhorias no acesso e nas áreas internas, com impacto direto no tráfego de caminhões, na redução de custos operacionais e no aumento da segurança no transporte de cargas. Nos bastidores, a avaliação é de que a pavimentação deve ampliar a competitividade das empresas instaladas e reforçar a atratividade do Porto Seco para novos investimentos.

A obra integra o pacote de ações da prefeitura voltado ao desenvolvimento econômico e à modernização da malha viária em pontos considerados estratégicos para a indústria e a logística. Com a ordem assinada, os trabalhos devem começar nos próximos dias.
“Uma obra que era muito aguardada e que mostra o compromisso do governo em garantir que as nossas empresas possam seguir com força, crescendo, competitivas e essa obra também vai ajudar a atrair novos investimentos”

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