Blog Anderson de Jesus
Vaguinho fecha agenda em Brasília e São Paulo com foco em tecnologia, recursos e projetos estruturantes
Prefeito valida modelo de cidade inteligente, articula emendas para 2027 e projeta obra de mobilidade para as próximas décadas
O prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola, encerrou nesta semana uma agenda estratégica em Brasília e São Paulo com avaliação positiva nos bastidores. O roteiro combinou visitas técnicas, articulação política e encaminhamento de projetos considerados estruturantes para o município.
Na capital paulista, a comitiva criciumense conheceu de perto o programa Smart Sampa, apontado como o maior sistema de câmeras inteligentes da América Latina. O nível de tecnologia embarcada chamou atenção da equipe, especialmente pela integração de dados e monitoramento em tempo real.
Segundo o prefeito, a visita serviu para validar escolhas já feitas no município.
“Saímos muito satisfeitos vendo, na prática, como tudo aquilo acontece”, afirmou.
A avaliação interna é de que o modelo apresentado em São Paulo já está contemplado, em grande parte, na Parceria Público-Privada (PPP) de Cidades Inteligentes em andamento em Criciúma — o que reforça o discurso de modernização, com foco em segurança pública e gestão urbana baseada em dados.
Brasília: recursos, saúde e articulação nacional
Na passagem por Brasília, o foco foi direto: consolidar recursos e ampliar o espaço do município no cenário nacional. O prefeito cumpriu agendas no Ministério da Saúde para tratar de credenciamentos na atenção primária e expansão de serviços especializados.
Há sinalização positiva para liberação de novos financiamentos ainda neste semestre.
Outro avanço foi confirmado junto à Confederação Nacional de Municípios (CNM), que oficializou Criciúma como sede do Conexão CNM, considerado o maior congresso de capacitação para gestores públicos do país.
“É a primeira vez que a cidade vai receber”, destacou o prefeito.
A agenda também incluiu tratativas para garantir emendas no orçamento federal de 2027, consolidando a estratégia de médio prazo da administração.

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Ministro de Desenvolvimento Social deve vir a Criciúma para conhecer o “Recomeça”
Durante agenda em Brasília, o prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola, se reuniu com o ministro Wellington Dias, no Ministério do Desenvolvimento Social, e apresentou os resultados do programa Recomeça Criciúma. Startado oficialmente na última semana o projeto permite que moradores em situação de rua possam ser conduzidos ao mundo do trabalho e através desta atividade se reinserirem na sociedade.
Segundo o prefeito, o encontro teve como destaque o reconhecimento do projeto.“O ministro ficou impressionado com o que estamos fazendo, principalmente pela forma como estamos promovendo a ressocialização com foco em empregabilidade”, afirmou.
De acordo com Espíndola, a iniciativa já ultrapassou as fronteiras do município e começa a ganhar projeção nacional. A proposta agora é transformar Criciúma em referência para outras cidades brasileiras.
A partir da reunião, ficou alinhado que o ministério deve enviar uma comitiva ao município nos próximos meses para conhecer de perto o funcionamento do programa e discutir a ampliação da política pública.
Modelo pode ser replicado no país
A ideia do governo federal é utilizar a experiência de Criciúma como base para fortalecer ações semelhantes em nível nacional, especialmente voltadas à população em situação de vulnerabilidade.
Outro ponto discutido foi a integração com o programa Acredite, que propõe a capacitação profissional como caminho para reduzir a dependência de benefícios sociais, incentivando a inserção no mercado de trabalho.
“É transformar o benefício em oportunidade, substituindo a dependência pela qualificação e pela carteira de trabalho”, destacou o prefeito.

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Quaest: Lula lidera o 1º turno, mas aparece numericamente atrás de Flávio no 2º turno
Levantamento aponta vantagem do presidente na largada e disputa apertada na etapa final da eleição
Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança isolada das intenções de voto no primeiro turno das eleições.
Apesar da dianteira, o cenário muda quando a disputa avança para o segundo turno. De acordo com o levantamento, Lula enfrenta empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que, numericamente, aparece à frente dentro da margem de erro.
- Lula (PT): 37%
- Flávio Bolsonaro (PL): 32%
- Ronaldo Caiado (PSD): 6%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Augusto Cury (Avante): 2%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
- Samara Martins (UP): 1%
- Aldo Rebelo (DC): 0%
- Indecisos: 5%
- Branco/nulo/não vai votar: 11%

No Segundo turno
Lula x Flávio
- Flávio Bolsonaro (PL): 42% (41% em março)
- Lula (PT): 40% (41% em março)
- Branco/nulo/não vai votar: 16% (16% em março)
- Indecisos: 2% (2% em março)

Lula x Zema
- Lula (PT): 43% (44% em março)
- Romeu Zema (Novo): 36% (34% em março)
- Branco/nulo/não vai votar: 17% (19% em março)
- Indecisos: 4% (3% em março)
Lula x Caiado
- Lula (PT): 43% (44% em março)
- Ronaldo Caiado (PSD): 35% (32% em março)
- Branco/nulo/não vai votar: 18% (21% em março)
- Indecisos: 4% (3% em março)
A pesquisa foi realizada pela Quaest, a pedido da Genial Investimentos, com 2.004 entrevistas presenciais feitas entre os dias 9 e 13 de abril. O estudo apresenta margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09285/2026.

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Datafolha aponta polarização e mostra empate técnico no segundo turno entre Lula e adversários
Levantamento indica liderança do presidente no primeiro turno, mas cenário de 2026 fica mais competitivo com avanço de Flávio Bolsonaro
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste sábado, pelo jornal Folha de S.Paulo confirma o cenário de polarização na corrida presidencial de 2026, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro.
Apesar da liderança no primeiro turno, o levantamento revela uma mudança importante: nas simulações de segundo turno, Lula perdeu vantagem e aparece em empate técnico com Flávio Bolsonaro, além dos governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
No cenário espontâneo, quando não é apresentada uma lista de candidatos, Lula oscilou de 25% para 26% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro registrou crescimento mais expressivo, avançando de 12% para 16%, indicando tendência de alta.
Na pesquisa estimulada — quando os nomes são apresentados — Lula mantém a dianteira com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 35%. A diferença coloca os dois dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico no limite.
Veja os números do 1º turno (estimulado):
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 35%
- Ronaldo Caiado (PSD): 5%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 1%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
- Branco/nulo/nenhum: 10%
- Não sabem: 4%
Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, Lula variava entre 38% e 39%, enquanto Flávio Bolsonaro oscilava entre 32% e 34%, o que reforça a leitura de crescimento do senador e estabilidade do presidente.
O levantamento marca ainda a inclusão oficial de Ronaldo Caiado como pré-candidato pelo PSD e do ex-deputado Cabo Daciolo na disputa. Por outro lado, nomes como Ratinho Junior e Eduardo Leite deixaram de figurar no cenário testado.
Ao todo, o Datafolha ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 7 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Nos três cenários simulados de segundo turno, todos com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a disputa aparece apertada, com destaque para o empate técnico diante do senador Flávio Bolsonaro.
No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário é de empate no limite da margem de erro: o senador aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% do presidente. Brancos, nulos e nenhum somam 8%, enquanto 1% dos entrevistados não souberam responder.
Já nos cenários contra os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, Lula mantém uma vantagem numérica, mas também dentro de um contexto de disputa acirrada. Em ambos os casos, o petista registra 45%, enquanto os adversários aparecem com 42%.
Confira os cenários de 2º turno:
- Flávio Bolsonaro x Luiz Inácio Lula da Silva
Flávio Bolsonaro: 46%
Lula: 45%
Branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabem: 1% - Luiz Inácio Lula da Silva x Ronaldo Caiado
Lula: 45%
Caiado: 42%
Branco/nulo/nenhum: 11%
Não sabem: 2% - Luiz Inácio Lula da Silva x Romeu Zema
Lula: 45%
Zema: 42%
Branco/nulo/nenhum: 11%
Não sabem: 2%
Além das intenções de voto, o levantamento também mediu o potencial de rejeição dos candidatos — indicador considerado decisivo em cenários polarizados.
O presidente Lula lidera a rejeição, com 48% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida aparece Flávio Bolsonaro, com 46%. Já Romeu Zema tem 17% de rejeição, enquanto Ronaldo Caiado registra 16%.
Os números indicam que, apesar da liderança no primeiro turno, Lula enfrenta um ambiente mais desafiador na segunda etapa da disputa, com adversários competitivos e elevado índice de rejeição entre os principais nomes do cenário nacional.

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