Economia
Unesc e Amrec concretizam o Plano de Desenvolvimento Socioeconômico
Criciúma
A Unesc e os municípios da Amrec (Associação dos Municípios da Região Carbonífera) estão trabalhando juntos pela retomada social e econômica pós-pandemia. A concretização do Plano de Desenvolvimento Socioeconômico da Região Carbonífera foi assinada na tarde desta segunda-feira (29/6), pela reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, e pelo presidente da Associação, Ademir Magagnin.
A proposta, apresentada e aprovada por unanimidade pelos prefeitos anteriormente, idealizará pontos de trabalhado e de atenção, levando em consideração a pandemia de Covid-19 e outros fatores que foram potencializados, ligados à economia, cultura, realidade social e meio ambiente. Inicialmente, a análise dos aspectos levará seis meses.
Conforme Luciane, a assinatura deste convênio se caracteriza como mais uma contribuição da Unesc para o Sul de Santa Catarina. Segundo a reitora, um corpo de pesquisadores qualificado e vinculado ao Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Universidade cuidará deste planejamento. “A atuação da equipe profissional olhará para segmentos da região em franco desenvolvimento e ainda identificará possibilidades para o fortalecimento local. Quando o Plano de Desenvolvimento Socioeconômico da Região Carbonífera estiver em mãos, poderemos buscar investimentos mais assertivos e que continuem ampliando o crescimento do Sul”, evidenciou.
Para o presidente da Amrec, Ademir Magagnin, este é um momento importante para a recuperação dos municípios. “Entendemos o grande valor desta parceria, principalmente por ser em um momento tão difícil para a economia, que está comprometida. Este Plano abrirá portas, possibilitará trabalhos e mostrará para a sociedade a força dos municípios da Região Carbonífera. Acreditamos que este é o momento certo. Uma resposta para dias incertos. As expectativas são positivas”, afirmou.
Estruturação do Plano de Desenvolvimento
Para o desenvolvimento da iniciativa, a Universidade colocará o corpo técnico e científico da Universidade à disposição dos municípios. Durante o desenvolvimento do estudo, a Instituição vai propor soluções factíveis com base nos dados do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc, que monitora variações nos mais diversos segmentos da sociedade Sul catarinense. Conheça mais sobre o trabalho clicando aqui.
Com os indicadores em mãos, os pesquisadores e representantes dos poderes públicos estabelecerão metas para os diferentes atores dos 12 municípios que compõem a Região Carbonífera. Estruturado em sete fases, o Plano também faz uma reflexão sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Serão 950 horas de trabalho executadas em 14 semanas não consecutivas. “O desenvolvimento do Plano olhará para o futuro, estabelecendo a identificação dos principais eixos estratégicos da Amrec para os próximos dez anos. Será um projeto capaz de viabilizar o dimensionamento dos principais objetivos estratégicos, de seu sonho de futuro e as principais bandeiras adotadas pelos municípios”, explica a pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da Unesc, professora doutora Gisele Coelho Lopes.
Também participaram da reunião os professores que fazem parte do projeto, professora doutora Melissa Watanabe; professor doutorando Thiago Fabris; professora doutora Bianca Bez Batti Dias e o coordenador da Sala dos Municípios, Dorvanil Vieira.

Economia
Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira
Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa
Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.
O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.
Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.
Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.
Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.
COMO FUNCIONA O REAJUSTE
O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.
A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.
A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

Agronegócio
Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica
A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.
Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).
Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.
Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.
- Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
- Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.
“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

Economia
Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo
Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).
Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.
Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:
- 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
- 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.
Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.
O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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