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Economia

Criciúma e outras 10 cidades de Santa Catarina entre as maiores geradoras de empregos do Brasil

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As maiores cidades catarinenses aparecem em lugar de destaque nacional quando o assunto é a geração de empregos. São 11 municípios de Santa Catarina entre os 100 que mais criaram vagas formais de trabalho no país no intervalo de um ano. O dado foi divulgado nesta semana pelo Ministério da Economia, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Outro dado positivo: nenhuma cidade catarinense aparece entre as 100 com pior desempenho.

O melhor resultado no Estado é de Joinville. Entre setembro de 2020 e agosto de 2021, a maior cidade catarinense teve um saldo de 22.199 postos de trabalho. Trata-se do 15º lugar do Brasil. Em seguida, aparecem Blumenau (14.372), São José (14.157), Florianópolis (13.514), Itajaí (12.556), Chapecó (8.046), Jaraguá do Sul (6.743), Criciúma (6.580), Palhoça (6.522), Balneário Camboriú (6.105) e Brusque (6.013).

Para o governador Carlos Moisés, o resultado representa a competitividade de todas as regiões de Santa Catarina. Em números gerais, o saldo do Estado é de 234.660 postos, o terceiro melhor do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, os mais populosos do país.

“Mês após mês, a nossa economia vem dando sinais de uma vigorosa recuperação. Em Santa Catarina, 95,9% dos municípios têm mais contratações do que demissões, o que representa o maior percentual do Brasil. Todos os setores estão contratando, fruto de uma condição fiscal e jurídica diferenciada. Seguiremos trabalhando incansavelmente para atingir resultados cada vez melhores”, diz o governador.

Santa Catarina também é o único estado do Brasil onde o número de demissões sem justa causa é menor do que os desligamentos a pedido do empregado. O estado catarinense também tem o menor percentual de vínculos encerrados por óbito do trabalhador. São 0,43% do total de desligamentos nos últimos 12 meses.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, atribuiu os resultados positivos à diversificação e ao trabalho conjunto. “Somos um estado pujante com uma economia diversificada, temos vagas abertas em praticamente todos os setores. Dados que colocam a economia catarinense em destaque nacional, acima da média. Muitos desses resultados são consequência de um trabalho em conjunto que fortalece o setor produtivo, atrai novas empresas e incentiva a expansão de outras. Cuidar do emprego e também cuidar da saúde, esta é a receita que mostra que estamos preparados para ter um dos melhores verões da história”, destacou.

:: O resultado das cidades catarinenses no top 100 da geração de empregos:

  • Joinville – 15º lugar , com 22.199 vagas
  • Blumenau – 28º lugar, com 14.372 vagas
  • São José – 29º lugar, com 14.157 vagas
  • Florianópolis – 30º lugar, com 13.514 vagas
  • Itajaí -32º lugar, com 12.556 vagas
  • Chapecó – 56º lugar, com 8.046 vagas
  • Jaraguá do Sul – 66º lugar, com 6.743 vagas
  • Criciúma – 71º lugar, com 6.580 vagas
  • Palhoça – 75º lugar, com 6.522 vagas
  • Balneário Camboriú – 82º lugar, com 6.105 vagas
  • Brusque – 86º lugar, com 6.013 vagas
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Economia

Medicamentos podem subir até 3,81% a partir desta terça-feira

Índice médio autorizado é de 2,47%, o menor em 20 anos, segundo a Anvisa

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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O percentual segue resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por definir os limites de aumento no país.

O modelo prevê três faixas de reajuste, conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior competitividade podem ter aumento de até 3,81%. Já os de média concorrência têm teto de 2,47%, enquanto aqueles com pouca ou nenhuma concorrência podem subir até 1,13%.

Algumas categorias, no entanto, seguem regras específicas e não entram nesse cálculo, como medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos produtos isentos de prescrição com alta competitividade.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o reajuste médio autorizado será de até 2,47% — o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada no período, que ficou em 3,81%.

Em nota, o órgão destacou que a redução do índice desde 2023 está relacionada às políticas de controle da inflação e ao papel da regulação no setor. Nos anos anteriores, os reajustes chegaram a ultrapassar 10%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Na prática, fabricantes, distribuidores e farmácias podem aplicar índices menores ou até manter os preços atuais, dependendo da concorrência e das estratégias de mercado.

COMO FUNCIONA O REAJUSTE

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e segue uma fórmula que considera a inflação medida pelo IPCA, descontando ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.

A CMED é o órgão federal responsável por regular economicamente o setor, estabelecendo critérios para definição e atualização dos preços. A estrutura é composta por representantes do Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, enquanto a Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico às decisões.

A medida busca equilibrar o mercado, garantindo acesso da população aos medicamentos e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade da cadeia farmacêutica no país.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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Economia

Nova Veneza conquista Selo Ouro de Alfabetização do MEC pelo segundo ano consecutivo

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Nova Veneza consolidou sua posição como referência educacional ao receber o Selo Ouro Criança Alfabetizada, premiação máxima do Ministério da Educação (MEC). A cerimônia ocorreu nesta segunda-feira, dia 23, em Brasília, e reconheceu os municípios que atingiram as metas do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).

Este é o segundo ano que a cidade conquista a categoria ouro, o que demonstra a continuidade e a qualidade das políticas públicas de ensino. “O reconhecimento fortalece a credibilidade da nossa rede e mostra que estamos entre os municípios com melhor desempenho no país”, destacou a prefeita Ângela Ghislandi.

Destaque na Região e no Estado Os números colocam Nova Veneza em um patamar de excelência no mapa catarinense:

  • 1º Lugar na AMREC: O município detém o melhor índice de alfabetização entre as cidades da Região Carbonífera.
  • 12º Lugar em Santa Catarina: Entre os 295 municípios do estado, Nova Veneza figura no “Top 15”.

Trabalho Coletivo A secretária de Educação, Renata Nuernberg, que recebeu o prêmio na capital federal ao lado da coordenadora Ariane Suzin Zanoni, enfatizou que o mérito é de toda a rede. “Este selo reconhece o trabalho coletivo da equipe pedagógica e, principalmente, dos professores alfabetizadores que atuam diretamente com nossas crianças”, ressaltou.

O Selo Ouro faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa que visa garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.

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