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Agronegócio

Queijaria de Nova Veneza é Super Ouro no 1° Concurso de Queijos Artesanais de SC

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Nova Veneza, [01/12/2024] – A Queijaria SempreBom, de Nova Veneza, celebra sua participação de destaque no 1° Concurso de Queijos Artesanais de Santa Catarina, realizado nos dias 29 e 30 de novembro em Lages. O evento, promovido pelo Governo do Estado em parceria com a Epagri, Udesc e outras instituições, reconheceu a excelência dos queijos produzidos em território catarinense, onde a Queijaria SempreBom se destacou com quatro medalhas.

A grande conquista foi a Medalha Super Ouro, conferida ao Melhor Queijo Colonial Curado do concurso. Além disso, a queijaria recebeu a Medalha de Ouro para o queijo colonial curado. As Medalhas de Prata foram para os queijos colonial meia cura e colonial meia cura de pimenta com orégano.

Maria Regina Pasetto Romagna, presidente da Cooperativa de Produção Agroindustrial de Nova Veneza (Coofanove), destaca a importância desse reconhecimento para a Queijaria SempreBom. “Uma premiação extremamente significativa para um associado atuante na cooperativa, que vem trabalhando para entregar um produto de qualidade dentro das normas da vigilância”.

O proprietário da Queijaria SempreBom, Carlinhos SempreBom, expressou sua satisfação com as premiações. “Recebemos pontuações muito altas em todos os queijos, além da Medalha Super Ouro, que superou todas as notas da categoria Ouro. Estamos felizes em nos destacarmos entre 147 queijos participantes, inclusive concorrendo com queijos premiados internacionalmente na França. Isso é um reconhecimento da nossa qualidade, sabor e dedicação ao longo dos anos”.

A Queijaria SempreBom reforça seu compromisso com a produção de queijos artesanais de alta qualidade e agradece pelo reconhecimento recebido no concurso. A premiação reforça não apenas a excelência dos produtos, mas também o empenho contínuo em entregar aos consumidores um produto diferenciado e saboroso.

Agronegócio

Agricultores de Urussanga têm direito a desconto na compra de aveia pela Prefeitura

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O Governo Municipal de Urussanga, por meio da Secretaria de Agricultura, está oferecendo subsídio na aquisição de sementes de aveia como forma de apoiar a agricultura familiar. A ação integra o Programa Aveia e garante desconto de 30% nas sacas de 40 kg, reduzindo o valor para R$ 58,10 ao agricultor. O custo é considerado vantajoso em comparação aos preços praticados no mercado.

Segundo o secretário de Agricultura, Genevaldo Cardoso, o Vardinho, o programa visa dar suporte direto aos produtores, especialmente em períodos mais desafiadores. “Nosso objetivo é garantir que o agricultor tenha condições mais acessíveis para manter a produção, principalmente no inverno, quando a oferta de pastagem natural diminui. Esse incentivo fortalece a agricultura familiar e contribui com a economia do município”, destaca.

Para ter acesso ao benefício, o agricultor deve possuir Bloco de Notas de Produtor Rural ativo em Urussanga e comprovar movimentação mínima de R$ 10 mil nos últimos 12 meses. Cada produtor poderá adquirir até cinco sacas com o valor subsidiado.

Os interessados devem comparecer à Secretaria de Agricultura com o número da inscrição de produtor rural para solicitar a autorização de fornecimento. Após a verificação dos dados, será emitido um documento que permitirá a retirada das sementes junto à empresa autorizada pela Secretaria.

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Agronegócio

Safra de silagem encerra com resultado positivo em Siderópolis

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A safra de silagem foi encerrada com resultados positivos neste início de ano em Siderópolis. A produtividade média ficou em torno de 40 toneladas por hectare, com áreas que superaram esse índice.

Segundo o secretário de Agricultura, Giovani Luiz De Menech, o desempenho é considerado satisfatório, especialmente diante dos custos elevados da produção de milho. “É uma boa média, com lavouras que produziram ainda mais. Quando o rendimento é positivo, o produtor consegue equilibrar os custos e se mantém motivado a seguir na atividade”, destacou.

Segundo ele, o tempo colaborou e não há registros de prejuízos neste ano. “Foi uma safra surpreendente, são dois anos seguidos bons”, relatou. Na região, a silagem costuma ser utilizada para a alimentação do gado, principalmente durante o inverno, e ao longo do ano para a produção de leite. A maior produção agrícola em Siderópolis é a de milho.

Para auxiliar esses produtores o município disponibiliza um valor acessível por hora máquina e atua na colheita. Atualmente dois tratores são utilizados para esse trabalho específico.

Com o encerramento da safra de silagem, os produtores de Siderópolis se preparam para a safrinha, aproveitando o mesmo terreno com o restante do período climático favorável.

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Agronegócio

Safra de arroz em SC chega a 60% da colheita sob forte pressão econômica

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A colheita de arroz da safra 2025/26 avança em Santa Catarina com bons índices de produtividade, mas em um cenário de incerteza financeira. Segundo a Epagri, cerca de 60% dos 143 mil hectares já foram colhidos. A estimativa é de uma produção de 1,2 milhão de toneladas, volume 6,1% menor que o recorde da safra passada, mas ainda entre as maiores médias dos últimos três anos.

Apesar do bom desempenho técnico das sementes, como a SCSBRS126 Dueto, o setor enfrenta uma “tempestade perfeita”: preços em queda no mercado e custos de produção elevados (combustíveis, fertilizantes e defensivos).

Rentabilidade Ameaçada O presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, alerta que o valor de venda atual não compensa o alto investimento feito pelo agricultor. “Vemos dificuldades para o produtor, mas trabalhamos para fortalecer a cadeia. O agricultor forte é essencial para a indústria e para o consumidor”, enfatiza.

Alerta para a Safra 26/27 O desânimo financeiro já impacta o planejamento do próximo ciclo. Produtores relatam um “desafio psicológico” ao ver o preço do grão derreter enquanto o custo dos insumos sobe.

  • Risco de Descapitalização: Especialistas da Epagri alertam que a baixa rentabilidade atual pode tirar o fôlego financeiro para o plantio da safra 26/27.
  • Redução de Investimento: Há o receio de que, sem capital, o produtor diminua o uso de tecnologia e adubação no próximo ano, comprometendo o volume de produção futuro.

“Estamos contentes pelas médias alcançadas, mas preocupados com o que faremos na próxima safra”, resume o agricultor e engenheiro agrônomo Samuel Silveira Zanoni.

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