Geral
Curso de Arquitetura da Unesc: a realização pessoal e o reconhecimento profissional
Há 20 anos, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Unesc entrega ao mercado profissionais altamente qualificados. Ao longo deste período, promove uma verdadeira revolução no segmento, profissionalizando a força de trabalho na região. Com a Graduação Multi, modalidade de ensino adotada pela Instituição em 2022, o curso atualizou as disciplinas com a inserção de tendências de um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico. O acadêmico tem a possibilidade de contato com disciplinas técnicas e teóricas, e em todas elas a vivência de atividades práticas, desde a primeira fase.
Segundo a coordenadora Aline Eyng Savi, o curso teve a inserção de softwares e tendências digitais que dinamizam o ato de projetar. “O curso promove ainda ações de Pesquisa e Extensão com temas relevantes à comunidade externa, colaborando em aspectos como acessibilidade e habitação social. Esses trabalhos são reconhecidos como de excelência em eventos científicos nacionais e internacionais”, salienta.
Metodologia de ensino
O acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da Unesc dispõe do espaço integrado chamado de “ateliê central”, onde os acadêmicos possuem a oportunidade de vivenciar o processo de ensino-aprendizagem de forma colaborativa. A estrutura permite a cooperação durante toda a formação, com a troca de experiências durante o processo de projeto. Para consolidar essa dinâmica, o curso promove, sempre no início dos semestre, o grupo interfases, que propicia aos alunos um trabalho em conjunto no sistema de oficinas e workshops, discutindo situações reais das cidades da região e propondo soluções para a melhoria da vida urbana.
A proposta didático-pedagógica se concentra ainda nas atividades desenvolvidas no ateliê vertical, uma metodologia de ensino compartilhada por todas as fases. O lugar onde teoria, tecnologia e arte se encontram para fundamentar o exercício da prática de projeto de Arquitetura e Urbanismo.
Bolsa de 100% com o Universidade Gratuita
Com uma grade diversificada e conteúdos atualizados para o exercício da profissão, o acadêmico vivenciará um curso oxigenado, criativo e desafiador. O Governo do Estado, com a nova política educacional universitária lançada no segundo semestre do ano passado, contempla este curso dentro do Programa Universidade Gratuita, que oferece bolsas de 100%.
Unesc, a melhor Universidade não estatal do estado
O Programa Universidade Gratuita é apenas um dos muitos bons motivos para se escolher a Unesc e exemplos não faltam. Entre os grandes destaques está a boa colocação da Instituição no Ranking Universitário Folha (RUF), um dos mais renomados instrumentos de avaliação acadêmica do país. No instrumento de avaliação, a Instituição Comunitária do Sul catarinense se consolida como a melhor Universidade não estatal de Santa Catarina, posicionada entre as 20 melhores não estatais do Brasil.
Além disso, a Unesc, que completou 55 anos de existência em 2023, aparece entre as dez universidades mais empreendedoras do Brasil, além de conquistar o posto de Instituição mais empreendedora de Santa Catarina, por meio do Ranking Universidades Empreendedoras (RUE) de 2023, elaborado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, a Brasil Júnior.
Alguns conteúdos oferecidos:
Teoria da Arquitetura: estudo da história e dos estilos arquitetônicos;
Desenho Arquitetônico: estudo de técnicas de desenho, modelagem 3D, representação gráfica;
Tecnologia e Materiais de Construção: aprendizado sobre materiais de construção, tecnologias sustentáveis, sistemas estruturais e métodos de construção;
Planejamento Urbano: estudo do desenvolvimento urbano, desenho, mobilidade, políticas públicas, sustentabilidade e gestão do espaço público;
Sustentabilidade: questões ambientais, eficiência energética, design sustentável e práticas de construção eco-friendly;
Projetos e Prática Profissional: desenvolvimento de projetos, estágios e prática profissional na área de arquitetura e urbanismo;
Ética e Legislação: conhecimento sobre ética profissional, legislação relacionada à construção e regulamentos urbanos.
Diferenciais
Disciplinas integradas, tendo como disciplina principal a de Projeto de Arquitetura e Urbanismo;
Oportunidade de atuar em diferentes campos como em soluções espaciais para os problemas urbanos e arquitetônicos;
Realização e/ou participação de semanas acadêmicas e viagens acadêmicas, de âmbito nacional e internacional;
Laboratórios que colaboram na complementação das atividades de ensino em sala de aula, como o
Laboratório de Maquetes, Informática, Conforto Ambiental, além do Laboratório de Projetos que possibilita uma aproximação do acadêmico com a extensão e pesquisa;
Corpo docente qualificado composto por doutores, mestres e especialistas que atuam na área no campo da academia e também no mercado de trabalho.
Hora de garantir a vaga na sonhada graduação
Como uma Instituição completa e preparada para oferecer a excelência em todos os âmbitos de atuação, a Unesc já se prepara para receber os novos acadêmicos em 2024. As matrículas para os cursos de graduação da Unesc já estão abertas aos interessados em ingressar em fevereiro. Para iniciar o sonho de entrar na Universidade não é necessário realizar vestibular, com exceção do ingresso no curso de Medicina. Basta ter histórico escolar em mãos, documentos de identidade e o desejo de dar o primeiro passo. Para posteriormente concorrer a bolsas de estudo, entre elas do programa estadual Universidade Gratuita, é necessário que o estudante já esteja matriculado, ou seja, é importante que garanta a vaga no curso desejado.
Na página: https://www.unesc.net/arquitetura-e-urbanismo é possível acessar informações detalhadas sobre a graduação presencial.
Mais informações sobre ingresso podem ser obtidas pelo contato (48) 9 9915-0433.
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UniSATC recebe 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia
O Centro Universitário SATC (UniSATC) será palco do 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia (ALCAR Sul). O evento ocorre nos dias 21 e 22 de setembro e reúne pesquisadores, acadêmicos, professores e profissionais da área da Comunicação. Neste ano, o tema central do evento é ‘Comunicação, territórios e disputas narrativas: a mídia local como palco de identidades, resistências e conflitos históricos’.
O encontro propõe uma reflexão sobre como os discursos midiáticos se relacionam historicamente com os lugares onde são produzidos e circulam. A programação inclui oficinas, mesa-redonda, palestra, sessões de Grupos de Trabalho (GTs) e momentos de troca entre os participantes.
Para a coordenadora do curso de Jornalismo da UniSATC e uma das organizadoras do evento, Marli Vitali, a programação também contribui para aproximar a formação acadêmica dos debates que atravessam o exercício profissional.
“A história da mídia não deve ser compreendida apenas como um olhar para aquilo que já aconteceu. Ela ajuda a entender como práticas, linguagens, escolhas e formas de narrar foram construídas ao longo do tempo e ainda influenciam a comunicação que produzimos hoje. Para os estudantes, o contato com diferentes pesquisas e perspectivas amplia a compreensão sobre esse campo e permite perceber como essas transformações estão relacionadas à sociedade e aos territórios em que vivemos”, afirma.
Programação
No dia 21 de setembro, o credenciamento começa às 13h30, seguido pelas oficinas, às 14h. Às 16h30, ocorre uma mesa-redonda com as professoras Maria Berenice Machado, Claudia Peixoto de Moura e Valci Zucolotto, presidenta da ALCAR. A mediação será da professora Claudia Nandi Formentin.
A abertura oficial está marcada para as 19h, seguida, às 19h40, pela palestra com o professor Juremir Machado da Silva.
No dia 22, as atividades começam às 9h, com as sessões dos Grupos de Trabalho. O encerramento do encontro está previsto para as 12h. A programação favorece a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, conectando a produção acadêmica às questões que envolvem a comunicação nos territórios.
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Clubes de Mães promovem atividade de autovalorização em Morro da Fumaça
Os Clubes de Mães de Morro da Fumaça, em parceria com o projeto Mente Livre, realizaram uma atividade voltada à autovalorização e à reflexão sobre a própria história. A proposta convidou as participantes a reservar um momento para olhar para si mesmas, reconhecer suas qualidades e valorizar as experiências que fazem parte de suas trajetórias.
Cada participante recebeu uma folha com mais de 25 frases de afirmação, como “Eu sou feliz!”, “Eu sou amada!”, “Eu sou incrível!”, “Eu sou forte!” e “Eu sou merecedora!”. A partir dessas mensagens, cada uma pôde personalizar a atividade de acordo com a própria história.
A proposta também resultou em momentos de reflexão sobre conquistas e lembranças que possuem significado para cada participante. Para Adriana da Rosa Alves, do Clube de Mães Mãos de Fada, do bairro Vila Rica, a atividade permitiu revisitar momentos importantes de sua vida.
“Foi muito gratificante, porque, às vezes, a gente não consegue analisar a própria vida com calma, nem pensar em tudo o que faz parte da nossa história. Com essa atividade, eu consegui olhar para a minha vida desde a época do meu casamento, há 26 anos, até hoje. Então, eu trouxe para o quadro tudo aquilo que faz parte da minha história e que é importante para mim. Coloquei meus filhos, meu casamento, os primeiros desenhos que eles fizeram, meus pais e meus irmãos. Cada detalhe representa um momento, uma pessoa ou algo que tem um significado muito especial na minha vida”, relata.
A primeira-dama Roberta Ghise Inocêncio ressalta que iniciativas como essa criam uma oportunidade para as mulheres olharem para si com mais carinho. “Na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos o quanto somos fortes, importantes e capazes. Essa atividade trouxe um momento para cada mulher olhar para a própria história, reconhecer tudo o que já viveu e perceber o quanto há de valor em sua caminhada. É importante também lembrar de cuidar de si e reconhecer as próprias conquistas”, afirma.
Já a vice-dama Rozi Pellegrin destaca a forma como as participantes abraçaram a proposta. “Foi muito bonito ver a participação de cada uma. Todas tiveram liberdade para colocar sua personalidade na atividade, escolher o que fazia sentido para sua história e compartilhar um pouco de si. O resultado mostra como um momento simples pode despertar lembranças, emoções e, principalmente, o reconhecimento do próprio valor”, pontua.
Encontros motivacionais
As produções que mais se destacaram entre os Clubes de Mães foram selecionadas para participar de três encontros motivacionais. O primeiro ocorreu nesta segunda-feira (14), no Salão de Atos Octávio Naspolini, com um momento especial de troca, reflexão e valorização entre as participantes.
“Essa iniciativa surgiu a partir da ideia de trabalhar um pouco mais a positividade e valorizar as coisas boas. Foi assim que surgiu o quadro ‘Eu Sou’. Começamos com as monitoras e todo mundo gostou muito da proposta, então decidimos levar a ideia para todos os grupos. Imprimimos as folhas, disponibilizamos os materiais e cada uma teve a liberdade de decorar e personalizar o próprio trabalho. Foi uma atividade simples, mas que trouxe um momento muito especial de reflexão e valorização”, explica a responsável pelo projeto Mente Livre, Margarete Ricken.
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Educação Financeira estimula planejamento entre alunos do 2º ano do Colégio SATC
Aprender sobre dinheiro também faz parte da formação para a vida. No Colégio SATC, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais participam de um projeto de Educação Financeira que apresenta conceitos como consumo consciente, organização e a importância de guardar recursos para o futuro. A proposta integra as atividades desenvolvidas em sala de aula e busca transformar situações do cotidiano em oportunidades de aprendizagem. O trabalho está relacionado ao projeto literário desenvolvido pelas turmas, que aborda a temática financeira por meio de histórias e atividades práticas.
A partir das propostas, os estudantes são incentivados a refletir sobre a diferença entre aquilo que querem e o que realmente precisam, além de compreender que algumas escolhas exigem planejamento. “Nosso projeto literário trabalha um pouco essa questão da Educação Financeira para as crianças entenderem o valor do que eu quero e do que eu desejo. Será que realmente preciso comprar o que desejo? A proposta veio contribuir com esse trabalho para que também possam entender o valor de guardar um pouquinho para o futuro”, destaca, a professora do 2º ano A, Deisi Leandro.
Entre as atividades está a construção de cofrinhos, que permite aos alunos relacionarem o conteúdo trabalhado com uma experiência concreta. A temática também dialoga com o projeto literário desenvolvido pelas turmas, que inclui a história ‘Os Três Cofrinhos e o Lobo’.
Além das atividades realizadas pelas professoras, os estudantes tiveram contato com uma profissional que atua diretamente na área de Educação Financeira.
Para os alunos, a proposta também ajuda a compreender situações que fazem parte da rotina. A estudante Luiza Scarduelli Roque, do 2º ano A, percebeu a importância de reservar dinheiro para situações futuras. “Às vezes, ano que vem ou outro dia, nós temos que usar urgentemente o dinheiro. Então, temos que guardar para esses momentos”, comenta.
Despertar para as finanças
A mentora financeira e empresária, Juliana Lara Goulart, apresentou às turmas um exemplar de seu livro infantil sobre o assunto e levou a proposta para os alunos.
“A ideia é que a Educação Financeira chegue ao maior número de pessoas possível e, quanto antes chegar, melhor. Para mim, estar aqui falando com crianças é uma oportunidade importante para inserir esse conhecimento desde cedo”, explica Juliana.
A profissional destaca ainda que o contato com o tema durante a infância pode contribuir para que os estudantes desenvolvam, ao longo da vida, uma relação mais consciente com o dinheiro. O aprendizado também pode ultrapassar o ambiente escolar, já que as atividades propostas envolvem a participação dos pais.
“O livro tem atividades para as crianças fazerem com os pais, justamente para despertar esse interesse. Quando falamos sobre guardar dinheiro, algumas coisas ainda são muito precoces para eles, mas pode surgir o interesse de fazer perguntas aos pais. Assim, o conhecimento não fica somente aqui, mas também chega às casas e às famílias”, acrescenta a profissional.
Para a professora do 2º ano C, Rosangela Vieira, trazer esse conhecimento para dentro da escola amplia as possibilidades de aprendizagem. “Trabalhamos diariamente com esse tema e acreditamos ser importante trazer alguém com um conhecimento mais específico para trabalhar com os alunos. Esse momento tornou a experiência mais interessante e completa aquilo que já estamos desenvolvendo em sala de aula”, afirma.
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