Geral
Exposição sobre milagres eucarísticos idealizada por Carlo Acutis chega a Criciúma
Mostra ocorre em paralelo a Festa de Santo Agostinho
Uma exposição internacional sobre milagres eucarísticos será realizada pela primeira vez no Sul de Santa Catarina. A mostra “Os Milagres Eucarísticos no Mundo” chega a Criciúma entre os dias 14 e 16 de agosto, no salão paroquial da Paróquia Santo Agostinho, no distrito de Rio Maina. A entrada é gratuita.
Idealizada por São Carlo Acutis, conhecido como padroeiro da internet, a exposição reúne fotos, textos e relatos de 30 milagres eucarísticos registrados em 20 países. O material integra uma pesquisa que catalogou 136 casos ao redor do mundo.
A visita é guiada pelos missionários leigos Tânia e Gerson Stephani, que apresentam a história de Carlo Acutis e explicam o significado dos relatos para a fé católica.
A exposição abre a programação da festa em honra a Santo Agostinho e Santa Mônica, que neste ano também celebra os 70 anos de fundação da Paróquia Santo Agostinho.
Confira os horários da exposição
- Sexta-feira (14): 9h às 12h, 14h às 16h e 17h às 19h
- Sábado (15): 8h30 às 12h e 14h às 18h30
- Domingo (16): 9h às 12h e 14h às 17h
Festa segue até 28 de agosto com missas e almoço festivo
A programação da festa segue até 28 de agosto, com missas, transladações da imagem dos padroeiros, atrações musicais, gastronomia, passeio ciclístico e almoço festivo.
No dia 23 de agosto, está previsto o almoço com tradicional churrasco, além de bingão e café Santa Mônica. Já em 28 de agosto, Dia de Santo Agostinho, haverá transladação da imagem e missa às 19h30.
Geral
Segunda edição do Conecta RH na SATC fortalece conexão entre empresas e profissionais de Recursos Humanos
A segunda edição do Conecta RH, evento promovido pela Educação Corporativa, fortaleceu a conexão entre empresas e profissionais da área de Recursos Humanos. A iniciativa tem como objetivo aproximar líderes, gestores e profissionais em um debate sobre desafios, tendências e novas demandas de qualificação profissional e desenvolvimento oferecidos pela instituição.
A ação é pensada para ser um espaço onde há troca de experiências, apresentação de resultados e discussão sobre os desafios e as tendências da Gestão de Pessoas, além de apresentar os recursos oferecidos pela SATC. No decorrer do encontro foram abordados temas como desenvolvimento de pessoas, inovação, educação corporativa e soluções que podem contribuir para o crescimento dos profissionais.
“Mostramos as opções que temos e também o que a Educação Corporativa da SATC está fazendo para alcançar as empresas. A participação e o feedback de cada um foram extremamente importante para que a gente possa conduzir da melhor forma possível. Trazendo experiências dessa área, cases de sucesso, possibilidades de treinamentos, oportunidades de desenvolvimento de pessoas e também dos negócios”, destaca o gerente da Educação Corporativa, Daniel Fritzen.
O evento contou com uma palestra do publicitário Mano Dal Ponte, um Talk com alguns convidados, um bate-papo com o reitor da UniSATC e CEO da SATC, Carlos Antônio Ferreira e uma palestra por ligação com a empresa Call Bill, especializada em produtividade.
“Mais do que apresentar essas soluções, a proposta é fortalecer as parcerias e aproximar ainda mais as organizações da nossa instituição. Criando um ambiente de desenvolvimento, crescimento e relacionamento”, expressa Fritzen.
O CEO da SATC, Carlos Antônio Ferreira, o evento evidência a importância do setor de Recursos Humanos dentro de uma organização. “Estávamos distantes de um RH estratégico há alguns anos. Porém, quando construímos nosso último Planejamento Estratégico, estruturamos melhor esse setor. Pensando que não é apenas um setor para fazer entrevistas, contratação e, eventualmente, desligar. Mas que tem a ver com a conexão que nós fazemos”, completa Ferreira.
Geral
Lab Cidades, da Unesc, desenvolve projeto de reestruturação do Colegião
Uma escola pode ser feita de concreto, salas, corredores e quadras, mas também são constituídas por memórias, como é o caso da EEB Sebastião Toledo dos Santos, o Colegião, em Criciúma. Por seus espaços passaram gerações de estudantes, professores e profissionais que ajudaram a construir a história da cidade e do Sul catarinense. Agora, essa estrutura histórica conta com um projeto de reestruturação elaborado pela equipe do Lab Cidades, da Unesc.
O trabalho reúne soluções para diferentes áreas da unidade escolar, desde a estrutura física e as instalações até acessibilidade, climatização, áreas esportivas e espaços de convivência. O projeto nasceu a partir de um diagnóstico realizado pela equipe do Lab Cidades dentro da própria escola.
“Quando investimos em uma escola, não estamos apenas transformando um prédio, mas criando condições para mudar trajetórias e abrir novas possibilidades para milhares de estudantes. O Colegião carrega uma história que merece ser preservada, mas também precisa estar preparado para o futuro. Por isso, este projeto é tão significativo: ele une memória, conhecimento técnico e planejamento para entregar à comunidade uma escola mais acessível, acolhedora, segura e preparada para as próximas gerações”, afirma a secretária de Estado da Educação e reitora licenciada da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta.
“É também muito simbólico que este projeto tenha sido construído com a participação da Unesc. Como Universidade Comunitária, há o compromisso de colocar o conhecimento que produzimos a serviço das necessidades do nosso território. Quando Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação se unem para responder a uma demanda concreta da comunidade, a Universidade cumpre uma de suas funções mais importantes: transformar conhecimento em soluções que melhoram a vida das pessoas. E ver esse conhecimento contribuir para a transformação de uma escola tão importante para Criciúma e para tantas gerações torna esse projeto ainda mais especial”, acrescenta.
A participação da Universidade Comunitária na elaboração do projeto coloca em evidência uma das funções que o conhecimento produzido dentro da Unesc pode assumir: transformar conhecimento técnico em soluções para demandas concretas da sociedade. No Lab Cidades, profissionais e acadêmicos de diferentes áreas atuam de forma integrada no desenvolvimento dos projetos.
“Este projeto representa exatamente aquilo que uma Universidade Comunitária deve fazer: colocar conhecimento, pesquisa e competência técnica a serviço da sociedade. O Lab Cidades reúne profissionais de diferentes áreas e transforma esse conhecimento em soluções concretas para espaços que têm importância para a comunidade”, ressalta a reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes.
A proposta considera não apenas a aparência da edificação, mas a forma como os ambientes são utilizados. Antes de desenhar as soluções, os profissionais analisaram os espaços e ouviram as demandas apresentadas pela direção e pela comunidade escolar, considerando tanto a estrutura da edificação quanto a forma como estudantes, professores e funcionários utilizam os ambientes.
Diagnóstico transforma necessidades em soluções
O resultado desse processo é um projeto que contempla aproximadamente oito mil metros quadrados de área construída e cerca de 4,3 mil metros quadrados de área externa. A escola possui três pavimentos, com salas de aula, laboratórios, setores administrativos, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, espaços de atendimento, banheiros, quadras e ginásios.
“Para desenvolver o projeto, nós visitamos cada ambiente e cada espaço externo e procuramos entender as demandas, as dores e as necessidades apresentadas pela comunidade escolar”, explica a arquiteta, Maria Fernanda Carvalho, responsável pelo projeto de arquitetura educacional do Lab Cidades.
Entre as intervenções previstas estão a renovação do telhado, substituição de portas e janelas, recuperação de revestimentos, tratamento de patologias e adequações nas instalações elétricas e hidráulicas. O projeto também amplia as condições de acessibilidade, com elevador, mapa tátil e novas rotas acessíveis, além de contemplar a climatização do refeitório, melhorias no auditório, reforma dos ginásios, arquibancadas nas áreas esportivas, revitalização das fachadas e soluções para drenagem e reaproveitamento da água da chuva.
A complexidade do projeto exigiu a atuação de uma equipe multidisciplinar. Arquitetos, engenheiros, profissionais de orçamento e acadêmicos participaram da elaboração. O coordenador do Lab Cidades, Jóri Ramos, enfatiza que o resultado é fruto de um trabalho que exigiu dedicação e integração entre diferentes áreas. “Foi um trabalho muito intenso, que envolveu dedicação em diferentes momentos, inclusive aos sábados, domingos e à noite”, destaca.
Projeto técnico com memória afetiva
Enquanto os profissionais apresentavam plantas, imagens em 3D e soluções técnicas, a gerente Regional de Educação, Ronisi Guimarães, acompanhava a apresentação com uma história pessoal ligada ao espaço.
“Quem está feliz hoje é a menina que cresceu no Colegião. Minha mãe foi diretora dessa escola durante 18 anos e minha sogra foi a primeira diretora do Colegião. Então eu tenho uma memória afetiva muito grande, porque cresci dentro dessa escola. Eu brincava de amarelinha nesse piso”, relata.
A lembrança ajuda a dimensionar o significado do projeto para além da estrutura física. Para Ronisi, a reestruturação representa a possibilidade de preservar a importância histórica da instituição e, ao mesmo tempo, preparar os espaços para as próximas gerações. “O Colegião merece. É uma escola simbólica no coração de Criciúma”, afirma.
O diretor da unidade escolar, Aloncio Almes Cechinel, também destaca a relação estabelecida entre a instituição e a equipe responsável pelo projeto. Para ele, a possibilidade de apresentar as necessidades e construir soluções em conjunto fez diferença no resultado. “O atendimento foi maravilhoso com a gente. Desde o primeiro contato, com muito carinho e simpatia, até a forma como todas as nossas ideias foram recebidas. Tudo aquilo que a gente pontuava era considerado”, afirma.
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Reunião trata do Pronaf Azul com pescadores no Balneário Rincão
A Colônia de Pescadores Z33, de Balneário Rincão, reuniu 62 coloniados nesta segunda-feira (10/08), para tratar PRONAF Azul, modalidade do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), voltada para pescadores artesanais e aquicultores familiares. Conforme informações da Cooperativa de Crédito Cresol, o programa pode financiar investimentos que vão desde a aquisição de redes, embarcações e até iniciar uma agroindústria de beneficiamento do pescado.
Os colaboradores da Cresol explicaram as possibilidades oferecidas pelo Programa aos pescadores e os desafios encontrados atualmente para o acesso às linhas de crédito. Segundo o presidente da Cresol Litoral, Dilnei da Rosa, embora o pescador possa ser enquadrado no PRONAF, assim como o agricultor familiar, algumas exigências documentais ainda dificultam o acesso aos recursos, principalmente em relação à comprovação de renda e de moradia.
“Nossa intenção é trazer a linha do PRONAF para o pescador. Temos dificuldades por causa da documentação, mas já existe um caminho traçado junto com a Colônia e a Federação da Pesca para buscar melhorias nesses enquadramentos e tornar o recurso mais acessível”, explicou.
O presidente da Cresol Litoral também informou que o tema está sendo levado a outras instâncias. Segundo ele, uma reunião com o Ministério da Pesca está prevista para quinta-feira, em São José, com o objetivo de debater as exigências enfrentadas pelo setor.
Participação supera expectativa
A presença dos 62 associados foi destacada por Dilnei como um sinal do interesse dos pescadores em conhecer os benefícios e as possibilidades disponíveis para a atividade. “A reunião foi muito superior à nossa expectativa. Isso é importante porque mostra que o pescador está interessado em conhecer aquilo a que pode ter acesso”, afirmou.
Para a presidente da Colônia de Pescadores Z33, Maria Aparecida Luciano, a Cida, a aproximação entre os pescadores e as instituições é importante para ampliar o acesso à informação e encontrar facilidades dentro das dificuldades que fazem parte do cotidiano da categoria. Cida vem auxiliando nas articulações relacionadas ao tema.
Durante o encontro, os participantes conheceram algumas das possibilidades de utilização dos recursos do Pronaf. Conforme apresentado por Dilnei, o financiamento pode contemplar investimentos que vão desde a aquisição de redes e outros equipamentos até embarcações e iniciativas de maior porte ligadas à cadeia produtiva do pescado.
Também foram abordadas possibilidades de projetos coletivos, incluindo estruturas destinadas ao beneficiamento do pescado. Dependendo da modalidade e do enquadramento do projeto, os financiamentos podem alcançar valores maiores para iniciativas desenvolvidas em grupo, sendo que as condições de financiamento são um dos principais atrativos do programa.
“O Pronaf é um recurso subsidiado pelo Governo Federal e que pode ser acessível ao pescador. Precisamos superar as dificuldades que existem hoje e é importante que os pescadores cobrem das instituições para que esse acesso se torne efetivo”, destacou.
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