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O que faz uma instituição estar entre as melhores de Santa Catarina?

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O que faz uma instituição de ensino superior estar entre as melhores de Santa Catarina? Para a UniSATC, reconhecida como a melhor instituição privada e comunitária do estado, a resposta está na combinação entre qualidade acadêmica, professores qualificados, laboratórios e experiências que preparam os estudantes para o mercado de trabalho. Com conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o Centro Universitário ocupa a quarta posição entre as instituições de ensino superior catarinenses, atrás apenas de três universidades públicas: UFSC, UDESC e UFFS.

O reconhecimento é resultado de um trabalho que envolve investimentos em infraestrutura, qualificação docente, atualização das matrizes curriculares e aproximação com o setor produtivo. Com cursos que alcançaram nota máxima nas avaliações do Ministério da Educação (MEC), laboratórios de ensino reconhecidos e acadêmicos premiados em diferentes áreas do conhecimento, a UniSATC demonstra como a qualidade do ensino superior é construída dentro e fora da sala de aula.

Para o reitor da UniSATC, Carlos Antonio Ferreira, os resultados alcançados são consequência de uma instituição que acompanha as transformações da sociedade e busca antecipar as necessidades do mundo profissional.

“Não podemos pensar na formação dos nossos acadêmicos olhando apenas para o que o mercado precisa hoje. Precisamos compreender o que o mundo e a indústria estão exigindo, acompanhar as transformações tecnológicas e preparar profissionais para os desafios que ainda estão por vir. É com essa visão que investimos em estrutura, professores e modelos de ensino que desenvolvem competências para o futuro”, destaca o reitor.

Laboratórios e professores que aproximam a teoria da prática

Um dos diferenciais da UniSATC está na infraestrutura disponibilizada aos acadêmicos. Os laboratórios de ensino permitem que os estudantes tenham contato com equipamentos, tecnologias e situações semelhantes às que encontrarão no exercício da profissão.

Essa estrutura possibilita que o aprendizado ultrapasse os conteúdos teóricos. Ao longo da graduação, os acadêmicos desenvolvem projetos, realizam experimentos, utilizam equipamentos e participam de atividades que exigem a aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.

A proximidade com o Centro Tecnológico SATC amplia essas possibilidades. A conexão entre ensino, pesquisa, inovação e indústria proporciona um ambiente em que o conhecimento acadêmico pode ser relacionado às demandas reais das empresas e da sociedade.

Outro fator importante é a qualificação dos professores. A combinação entre formação acadêmica, experiência profissional e atualização constante contribui para que os conteúdos sejam trabalhados de maneira conectada às transformações de cada área. Dessa forma, os estudantes têm acesso não apenas ao conhecimento científico, mas também às experiências de profissionais que conhecem os desafios do mercado.

Matrizes curriculares conectadas ao futuro profissional

A qualidade acadêmica também está relacionada à forma como os cursos são organizados. Na UniSATC, as matrizes curriculares buscam acompanhar as mudanças do mercado de trabalho, incorporando novas tecnologias, metodologias de ensino e competências exigidas dos profissionais.

A proposta é proporcionar uma formação que vá além do conhecimento técnico. Durante a graduação, os acadêmicos são estimulados a desenvolver habilidades como pensamento crítico, criatividade, comunicação, trabalho em equipe e capacidade de resolver problemas.

Essa preparação acontece por meio de atividades práticas, projetos integradores, pesquisas e oportunidades de interação com empresas e profissionais de diferentes setores.

Para o pró-reitor de Ensino e Extensão da UniSATC, Jovani Castelan, a empregabilidade começa a ser construída muito antes da conclusão do curso, por meio das experiências que os estudantes vivenciam durante a formação.

“Acreditamos que a empregabilidade é construída ao longo de toda a graduação. Por isso, buscamos proporcionar experiências memoráveis, que façam sentido para o acadêmico e contribuam para sua trajetória profissional. Quando o estudante participa de um projeto real, encontra soluções para um desafio ou tem contato direto com o mercado, ele desenvolve competências que vão muito além da sala de aula. Nosso objetivo é que cada acadêmico conclua sua formação preparado para aproveitar oportunidades e enfrentar os desafios da profissão”, explica Castelan.

Experiências acadêmicas que fazem a diferença

Para os estudantes, a qualidade de uma instituição pode ser percebida nas experiências vividas ao longo da graduação. O contato com professores, a utilização dos laboratórios e a participação em projetos contribuem para uma formação que combina conhecimento, prática e desenvolvimento pessoal.

Uma destas experiências foi a cobertura das Eleições 2026, em que o curso de Jornalismo esteve com seus acadêmicos na rua, produzindo conteúdo e levando informação através de seu canal do Youtube.

“Foi muito enriquecedor e desafiador participar das eleições, não só por ser uma prática fora de sala de aula, mas também por ter um impacto real pra sociedade. Pude usar o que aprendi em diversas matérias em um só dia e depois aproveitar todos os registros que fiz pra recapitular cada história que contei. A preparação dos dias anteriores também mostrou o compromisso que o curso tem com a credibilidade do que nos propomos a fazer, algo que é fundamental na nossa profissão”, conta a acadêmica de Jornalismo Bianca Bento.

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Prefeitura de Siderópolis passa a funcionar em expediente em turno único

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A partir da próxima terça-feira, dia 13, a Prefeitura de Siderópolis passa a adotar expediente em turno único, das 7h às 13h. A medida vale para o funcionamento do Paço Municipal Antônio Feltrin e para a Fundação do Meio Ambiente de Siderópolis (Famsid). Já a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente funcionarão em turno único, das 6h às 12h.

A medida tem como objetivo reduzir custos administrativos e contribuir para a manutenção do equilíbrio financeiro do município. As demais repartições permanecem com atendimento em horário normal, assim como os serviços de excepcional interesse público, como limpeza urbana, coleta do lixo e guarda do patrimônio.

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Recordista mundial de salto em altura visita a Fundação Municipal de Esportes de Criciúma

Javier Sotomayor veio à região para visitar a família

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A Fundação Municipal de Esportes (FME) de Criciúma recebeu, nesta terça-feira (13), a visita de um personagem ilustre do atletismo mundial. O cubano Javier Sotomayor, recordista de salto em altura há mais de 30 anos, está visitando a região e aproveitou para conhecer um pouco o esporte da cidade.

Com 59 anos de idade, Sotomayor tem residência fixa em Cuba e também na Espanha, e veio à Santa Catarina para visitar o irmão Gabriel, que mora em Içara há 10 anos e trabalha no setor de eventos.

“Não conhecia a cidade de Criciúma, mas estou gostando muito. É um lugar muito bonito”, disse o Cubano. Na quinta-feira (15), Javier Sotomayor deve acompanhar o treinamento da equipe de atletismo da FME de Criciúma com o técnico Roberto Bortoloto, na pista da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc).

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Unesc aproxima relações com países africanos e avalia parcerias em educação, saúde e tecnologia

Visitas de representantes de Gana e Togo abriram possibilidades de intercâmbio acadêmico, pesquisas conjuntas e cooperação com instituições e setores produtivos

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Um cachecol confeccionado com o tradicional tecido Kente, símbolo da identidade cultural de Gana, marcou um encontro que pode aproximar os dois países por meio do conhecimento. Entregue pelo embaixador ganês Nii Amasah Namoale à reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, o presente encerrou uma agenda dedicada à apresentação da Universidade e à discussão de possíveis parcerias acadêmicas, científicas e tecnológicas.

A visita integra uma série de aproximações da Unesc com representantes diplomáticos africanos. O ministro-conselheiro da Embaixada do Togo no Brasil, Ninsao Oubonfo Lantame, também esteve na Universidade para discutir possibilidades de cooperação em educação, intercâmbio de estudantes, pesquisa e negócios.

Embora envolvam países com características diferentes, os encontros, que ocorreram na última semana, apontam caminhos para ampliar a presença internacional da Universidade. As conversas passaram pela formação acadêmica, pela saúde, pela agricultura, pela inovação e pelas oportunidades de conexão com instituições de ensino e setores produtivos africanos.

Na visita da comitiva de Gana, a agenda incluiu passagem pelo Parque Científico e Tecnológico (Iparque), pelas Clínicas Integradas de Saúde e reunião na Reitoria. Gisele apresentou a trajetória da Universidade, criada em 1968, e o modelo comunitário, marcado pela atuação junto à sociedade e pelo reinvestimento dos recursos nas próprias atividades.

A contribuição da Unesc para o desenvolvimento regional também esteve em pauta. Em 2025, as iniciativas de saúde da Universidade registraram mais de 252,9 mil atendimentos à comunidade. Em 2026, o volume já ultrapassa 300 mil.

“A Universidade é um ponto de conexão entre diferentes setores da sociedade. Aproximamos o setor produtivo, o poder público, as instituições e a sociedade civil para desenvolver soluções que contribuam para o desenvolvimento local e macrorregional”, ressaltou Gisele.

Educação e pesquisa no centro das tratativas

A possibilidade de formalizar acordo com uma universidade de Lomé, capital do Togo, esteve entre os principais assuntos da reunião com Lantame. A proposta prevê intercâmbio de estudantes, pesquisas compartilhadas e ações conjuntas na área da educação.

“A Unesc está aberta para construir novas parcerias internacionais. A aproximação com o Togo amplia possibilidades no Ensino, na Pesquisa, na Extensão e também na cooperação para projetos em todas as áreas do conhecimento. Podemos avançar em intercâmbio de estudantes, dupla certificação, pesquisas compartilhadas e iniciativas que aproximem a Universidade das demandas daquele país”, afirmou Gisele.

Na agenda com Gana, as áreas da saúde e da agricultura despertaram o interesse de Namoale. O embaixador destacou a atuação comunitária da Universidade e demonstrou interesse em aprofundar o contato com a instituição.

“Admiro o trabalho desenvolvido pela Universidade Comunitária, especialmente por ser uma Instituição sem fins lucrativos, que reinveste os recursos nas próprias atividades e na comunidade. Fiquei impressionado com as iniciativas apresentadas, especialmente nas áreas da agricultura e da saúde”, declarou.

A comitiva ganesa contou ainda com o ministro-conselheiro Gustav Davlo e a conselheira Janet Amoah Mensah. O presidente da Câmara de Comércio Brasil-África, Jairo Martins, participou da agenda para aproximar instituições e identificar oportunidades de cooperação entre Santa Catarina e países africanos.

Conexões com o mercado africano

Além das possibilidades acadêmicas, os encontros abriram espaço para discutir relações econômicas e tecnológicas. No caso do Togo, a localização estratégica e a estrutura portuária do país foram apresentadas como fatores que podem favorecer conexões comerciais com outros mercados africanos.

Lantame defendeu a ampliação das relações com o Brasil e apontou a educação como uma das frentes para desenvolver projetos conjuntos. A aproximação com a Unesc poderá contribuir para a formação de estudantes e para iniciativas voltadas às necessidades dos dois países.

Na agenda com Gana, Martins destacou o interesse de representantes diplomáticos pelas características econômicas e tecnológicas de Santa Catarina. A Câmara de Comércio Brasil-África mantém relações com 54 países do continente e busca aproximar empresas e instituições para identificar oportunidades.

“A expectativa é aproximar instituições e empresas para identificar oportunidades de cooperação tecnológica e técnica, além de possibilidades comerciais entre Gana e o Brasil. Santa Catarina reúne empresas com capacidade para fornecer tecnologias, insumos e produtos que podem atender às demandas do mercado africano”, explicou.

Para a reitora em exercício, o contato com os representantes dos dois países representa a oportunidade de transformar o interesse inicial em projetos concretos. “Uma parceria internacional começa com um encontro, mas ganha sentido quando existe disposição para compartilhar conhecimentos, experiências e também aprender com realidades diferentes. A aproximação com Gana abre uma possibilidade importante para a Unesc ampliar os laços, criar novas oportunidades para estudantes e pesquisadores e construir projetos que possam gerar benefícios para as duas sociedades”, acrescentou.

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